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domingo, 30 de dezembro de 2018

'eXPERIENCE + iNNOCENCE Tour 2018' European Leg - Pro Shot Collection


Aprecie abaixo uma edição com 18 minutos de gravações Pro Shot na perna europeia da 'eXPERIENCE + iNNOCENCE Tour 2018'!

Alice Cooper diz que enxerga Bono como humanitário e que quando os músicos estão dizendo às pessoas em quem votar, é um abuso de poder


Na véspera de Natal, Bono e The Edge tocaram num evento de solidariedade anual em Dublin, na Irlanda. "Esta é a época da esperança", disse Bono. "Enquanto os baldes passarem por vocês, encham-nos de prata, encham-nos de esperança — esta é a época da esperança", disse ele enquanto as centenas de pessoas que se juntaram à porta do Teatro Gaiety eram incentivadas a contribuir para a associação.
A organização destes concertos de rua partiu de Glen Hansard, fundador da banda The Frames, para angariar fundos para uma instituição que apoia pessoas sem-abrigo (Simon Community).
No final, Bono chamou todos os artistas que participaram e disse: "Isto é muito especial para nós, devem estar orgulhosos disto".
Em uma entrevista recente ao The Guardian, Alice Cooper compartilhou seus pensamentos sobre os músicos que misturam política e música.
Ele disse:

"Eu não gosto de misturar política e rock'n' roll. Eu não olho para Bono, Sting e Bruce Springsteen como políticos. Eu os vejo como humanitários. Eu contribuirei com qualquer coisa humanitária. Ajudar pessoas que não podem se ajudar. Mas quando os músicos estão dizendo às pessoas em quem votar, acho que isso é um abuso de poder. Você está dizendo aos seus fãs para não pensarem por si mesmos, apenas para pensar como você. Rock'n' roll é sobre liberdade - e isso não é liberdade.
Eu quero que meus shows levem as pessoas o mais longe possível da política. É para ser uma fuga do mundo em que vivemos. E você sabe que o próximo presidente será pior do que Trump, certo? Aqui está a coisa sobre golfe. Há pessoas que são puristas sobre golfe e depois eu e meus amigos. Nós jogamos por diversão e às vezes isso significa trapaça. As pessoas me perguntam se Trump trapaceia no golfe - todas fazem isso. Bush, Clinton, Obama. Eles estão apenas se divertindo!"

Uma remasterização alternativa das faixas de estúdio de 'Rattle And Hum'


O fã do U2 e seguidor Bruno Medeiros, que trabalhou anteriormente em re-equalizações e masterizações alternativas para os discos 'The Joshua Tree', 'Achtung Baby', 'Zooropa', 'POP' e 'All That You Can't Leave Behind' e disponibilizou em formato digital para audição aos fãs dos álbuns, acaba de disponibilizar mais um projeto: as faixas de estúdio de 'Rattle And Hum' ele transformou em um EP!
Bruno diz que seu objetivo é "deixar as músicas mais vivas, altas, mais limpas e marcantes de se ouvir", e assim se fornece uma experiência diferente de audição!
Lembrando que é uma versão apenas para audição, e quem desejar ter o álbum pode adquirir as versões lançadas oficialmente pelo U2.
Bruno criou também a arte para seu projeto. Ele escreveu: "O objetivo foi deixar o som mais polido, limpo e seco, com destaque nos acordes de guitarra e baixo, e na percussão poderosa do Larry por trás de cada música. A voz do Bono deixei mais marcante nos 2 canais de áudio".

CLIQUE AQUI PARA REMASTERIZAÇÃO ALTERNATIVA

ÁUDIO:

01 Desire

02 Hawkmoon 269

03 Angel Of Harlem

04 Love Rescue Me

05 When Love Comes To Town

06 Heartland

07 God Part II

08 All I Want Is You

sábado, 29 de dezembro de 2018

Áudio IEM estéreo de três noites de shows em Paris da eXPERIENCE + INNOCENCE Tour 2018


Áudio IEM estéreo na íntegra de três noites de shows do U2 em Paris, França, pela eXPERIENCE + INNOCENCE Tour 2018. São as apresentações na AccorHotels Arena em 09, 12 e 13 de Setembro de 2018.

The Blackout
Lights Of Home
I Will Follow / Mother (snippet)
All Because Of You
Beautiful Day
The Ocean
Iris (Hold Me Close)
Cedarwood Road
Sunday Bloody Sunday
Lord Of The Flies (snippet) / Until the End of the World / Introduction (snippet)
(Intermission - Hold Me, Thrill Me, Kiss Me, Kill Me)
Elevation
Vertigo / The Jean Genie (snippet)
Even Better Than The Real Thing Fish Out of Water Mix
Hall of Mirrors (snippet) / Acrobat
You're The Best Thing About Me Full band acoustic
Summer Of Love Bono and Edge
Pride (In the Name of Love)
Get Out Of Your Own Way
New Year's Day
Ode To Joy (snippet) / City of Blinding Lights
Women of the World (snippet) / One
Love Is Bigger Than Anything in Its Way
13 (There Is A Light)



Red Flag Day no lugar de All Because Of You



Mesmo setlist do dia 09

Gene Simmons elogia Bono e Mick Jagger e explica porque ambos não podem fazer o que ele faz


Em entrevista ao programa de rádio Lipps Service, o baixista do KISS, Gene Simmons, falou sobre a turnê de despedida da banda. Ele mencionou sobre suas roupas no palco e explicou o porque Bono e Mick Jagger não podem fazer o que ele faz.

"Sempre é interessante fazer marketing quando você diz "prometo" e tudo mais. O KISS é a banda que pelo período, mais trabalha no show business. Isso não significa que somos os melhores, apesar de nos chamarmos assim. Mas eu uso botas de dragão de plataforma muito altas. Cada uma pesa muito. São mais de 20 quilos nas pernas. É como se exercitar com bolas de boliche.
Então, em cima disso, há outros quilos extras entre a armadura [e o resto da roupa]. E se você colocar [Mick] Jagger e Bono - [que são] ambos ótimos - em minhas roupas, eles ... eles cairiam como garotinhas ... Eles não podem fazer isso. E eu tenho que cuspir fogo e voar pelo ar e tudo isso. É fisicamente exaustivo ... Então a ideia é ir embora com alguma dignidade".

'eXPERIENCE + iNNOCENCE Tour 2018' North America Leg - Pro Shot Collection


Aprecie abaixo uma edição com 18 minutos de gravações Pro Shot na perna norte americana da 'eXPERIENCE + iNNOCENCE Tour 2018'!


Ouça na íntegra em áudio IEM estéreo o primeiro e segundo show na The O2 Arena de Londres da eXPERIENCE + INNOCENCE Tour 2018


Ouça na íntegra em áudio IEM estéreo os shows do U2 na The O2 Arena de Londres, Inglaterra pela eXPERIENCE + INNOCENCE Tour 2018 que aconteceram em 23 e 24 de Outubro de 2018!

The Blackout
Lights of Home
I Will Follow
Gloria / Patti Smith's Gloria (snippet)
Beautiful Day
Zoo Station
The Fly
Stay (Faraway, So Close!)
Who's Gonna Ride Your Wild Horses
(Intermission - Hold Me, Thrill Me, Kiss Me, Kill Me)
Elevation
Daddy's Gonna Pay For Your Crashed Car (snippet) / Vertigo
Even Better Than The Real Thing
Hall of Mirrors (snippet) / Acrobat
The Showman (Little More Better) (snippet) / You're The Best Thing About Me
Summer Of Love
Pride (In The Name Of Love)
Get Out Of Your Own Way
New Year's Day
City Of Blinding Lights
One / Invisible (snippet)
Love Is Bigger Than Anything In Its Way
13 (There Is A Light)



All Because Of You



sexta-feira, 28 de dezembro de 2018

'The Joshua Tree Tour 2017' Pro Shot Collection


Confira abaixo um vídeo de 11 minutos com imagens pro-shot registradas durante a 'The Joshua Tree Tour 2017':

Kim Hill gravou vocais de apoio para 'Songs Of Innocence' do U2


Se você pegar o encarte de 'Songs Of Innocence' do U2, verá que nas canções "The Miracle (Of Joey Ramone)" e "Volcano", a cantora e compositora de soul norte americana Kim Hill é creditada no coro. Ela é mais conhecida por ter sido backing vocal do Black Eyed Peas nos anos 90 quando eles eram mais hip hop, tendo saído em 2000, e sendo substituída por Fergie em 2002.
Ela passou a gravar solo e atuar em filmes. Ela já era uma DJ internacional também.


Kim Hill já foi uma grande parte do Black Eyed Peas. Ela fazia parte de uma 'família' e queria ser tratada melhor e promovida como a parte válida do grupo que ela era, mas ela começou a ter dificuldades de relacionamento com will.i.am. Seu ego estava ficando maior e ele estava se afastando de se importar com o som original do grupo e ficou mais interessado em se tornar famoso.
Depois de alguns anos com o Black Eyed Peas, Kim percebeu que não iria receber o crédito que merecia. Ela decidiu deixar o grupo em 2000 e sair em carreira solo.


A ironia é que cerca de um ano depois de Kim, que é bastante afrocêntrica e ter um som realmente emotivo, ter deixado o grupo, Fergie apareceu e se posicionou de maneira igual e acabou recebendo tudo o que Kim estava pedindo e muito mais.


O diretor de shows Willie Williams comenta suas canções prediletas do U2


O diretor de shows do U2, Willie Williams, falou ao U2.COM sobre suas canções favoritas da banda:

"No Line On The Horizon"

"Essa, na minha humilde opinião, foi o single que faltou no álbum de mesmo nome. Foi e é a minha faixa favorita do álbum e quando, no contexto ao vivo, combinado com a fotografia animada de Hiroshi Sugimoto, tornou-se algo bastante sublime".

"Bad"

"Como "Streets", essa música é tão emocionalmente enorme que, quando tocada ao vivo, sua posição no setlist requer alguma estratégia para não desestabilizar todo o show. Por outro lado, a versão do álbum soa extraordinariamente frágil, delicada e discreta. Eu amo o quebrantamento disso".

"When I Look At The World"

"Esta é uma pequena e tranquila preciosidade de 'All That You Can't leave Behind' que, em termos de humor, parece a faixa perdida de 'Achtung Baby'. Guitarra, baixo, bateria, letras e tudo o que desliza no meio".

"Lady With The Spinning Head"

"Eu ouvi uma versão antiga disso em Tenerife, enquanto a banda estava fazendo sua incursão inicial em cross-dressing. Então foi intitulada "69" e foi a primeira coisa que ouvi das sessões de 'Achtung Baby'. Eu praticamente me molhei e devo ter ouvido centenas de vezes no fim de semana. A música acabou se dividindo em duas e se tornou "The Fly" e "Ultraviolet". Mas com todos os quatro músicos em plena aceleração é a confiança desenfreada da performance que faz dela uma obra-prima - assim como a primeira odisseia jazz verdadeira do U2".

"Zooropa"

"Quando essa música teve sua primeira performance ao vivo em quase vinte anos (no Brasil em 2011), a palavra "Zooropa" chegou às dez principais tendências no Twitter em poucas horas. Por que amamos tanto essa peça incoerente de estranheza, essa Polaroid fria e bem iluminada de Plutão? Eu não posso dizer, mas certamente foi maravilhoso ouvi-la em 120db".

"Where The Streets Have No Name"

"É quase um clichê incluir esta faixa, mas noite após noite após noite, cada fio de cabelo ainda está em pé. O riff da abertura de Edge tem uma propriedade única. Em termos dramáticos eu não penso que é tecnicamente possível. Ainda acontece - noite após noite após noite".

"I'll Go Crazy If I Don't Go Crazy Tonight" - Redanka Remix

"Esta peça foi feita especialmente para a turnê U2360, criada durante os ensaios de produção em Barcelona. Nós sabíamos que queríamos um momento completamente desconstruído no show, onde a produção sofria uma transformação de dentro para fora - toda a banda na órbita externa enquanto a tela do vídeo descia e destruía o palco principal. Nós nos perguntamos sobre esse slot ser salvo por um remix no estilo Oakenfold de "Even Better Than the Real Thing", mas quando Redanka entregou essa mixagem de "Crazy", sabíamos que era perfeita. Essa, mais do que qualquer outra faixa, define a turnê U2360 para mim, então eu acho uma grande pena se os fãs do U2 não votarem para ela para o álbum 'U22', mas, ei, isso é democracia para você".

"Love Is Blindness"

"Ao ver o documentário de Davis Guggenheim, 'From The Sky Down', me lembrei de como essa peça é extraordinária. Era, claro, a trilha sonora da cortina caindo na ZooTV e por algum tempo naquela turnê, Bono me disse que finalmente havia descoberto o que o álbum 'Achtung Baby' era na verdade - "a futilidade do amor erótico". Nenhuma faixa no disco resume esse pensamento tão bem quanto esta".

"Acrobat"

"Nós ensaiamos uma versão do show da ZooTV que abriria com "Acrobat" e foi extremamente dramático, embora em uma situação de estádio possa ser argumentado que pode ter o mesmo impacto dramático de sair do palco e dizer ao público para se foder".

"I Fall Down"

"Muita angústia em homens tão jovens. Eu amo o vazio de todo este álbum, com seus fragmentos atmosféricos. Fui eu que ofereci a ideia de "Scarlet" ter um lugar na última parte do setlist da turnê U2360 e eu realmente não esperava que isso acontecesse, muito menos que se tornasse uma ligação. Eu poderia igualmente ter escolhido essa música para o setlist ou "Stranger In A Strange Land", mas quando se trata disso, "I Fall Down" de alguma forma tem a margem para o minimalismo melancólico. Não me admira que eles tenham se dado tão bem com Brian Eno".

"Beautiful Day"

"Se o sol fizesse um barulho quando saísse de trás de uma nuvem, soaria como a sequência de abertura dessa música. Para mim também é sempre sentida como a parceira anti-partícula de "An Cat Dubh", embora eu não possa realmente explicar o que quero dizer com isso".

"An Cat Dubh / Into The Heart"

"Me apaixonei por esta faixa enquanto tomava banho em Israel em 1981 e não é nenhum segredo que esta é a que eu provavelmente levaria para a ilha deserta. A perfeita e dolorosa escassez da passagem instrumental é muito maior do que a soma de suas partes. Foi uma grande alegria ouvi-los tocar ao vivo tantas vezes na turnê Vertigo, embora a performance que eu mais lembro vivamente tenha sido no Palladium em Nova York na turnê 'War'. Ninguém na sala respirou durante 8 minutos".

Áudio IEM estéreo dos shows na íntegra da 'The Joshua Tree Tour 2017' na Holanda


Áudio IEM estéreo dos show na íntegra da 'The Joshua Tree Tour 2017' em Amsterdã, na Holanda, em 29 e 30 de Julho de 2017!

Sunday Bloody Sunday
New Year's Day
Bad
Pride (In The Name Of Love)
Where The Streets Have No Name / All You Need Is Love (snippet) / Live Forever (snippet)
I Still Haven't Found What I'm Looking For / Stand By Me (snippet)
With Or Without You / Shine Like Stars (snippet)
Bullet The Blue Sky / War (snippet)
Running To Stand Still
Red Hill Mining Town
In God's Country
Trip Through Your Wires
One Tree Hill
Exit / Wise Blood (snippet) / Eeny Meeny Miny Moe (snippet)
Mothers Of The Disappeared
Miss Sarajevo
Beautiful Day / Starman (snippet)
Elevation
Vertigo / The Jean Genie (snippet)
Mysterious Ways
Ultra Violet (Light My Way)
One / Hear Us Coming (snippet)
I Will Follow



A Sort Of Homecoming no lugar de Bad

Bono fala sobre a lâmpada dos shows Innocence e Experience e revela que esta turnê lhe deu algumas ideias para o próximo álbum do U2


"Eu tinha uma cama e uma lâmpada e costumava ouvir música e olhar pela janela e imaginar..."

O site U2.COM disponibilizou um vídeo para os assinantes onde viajando tarde da noite por Berlim, no final da eXPERIENCE + iNNOCENCE Tour 2018, Bono se recordou de seu quarto de infância no número 10 da Cedarwood Road, e como as músicas de John Lennon e Bob Dylan 'o possuíram' e 'este duo chamado David Bowie e Hunky Dory' explodiu sua mente'.
A lâmpada, ele reflete, está "associada a ideias e possibilidades" e esta turnê lhe deu algumas ideias para o próximo álbum ...
O Ultraviolet U2 Fan Club Brazil em seu canal no YouTube disponibilizou o vídeo com legendas em português:



"Se o rock n roll te conquistou aos 13 anos de idade, ele o terá pelo resto da vida. Não tem escapatória. É tipo sacerdócio ou algo assim. É como o catolicismo. Se te tem aos 7 anos de idade, te terá pelo resto da vida.
Aos 11 ou 12 anos de idade eu ouvia John Lennon. 'Imagine', que foi seu primeiro álbum solo. Eu conhecia Beatles desde criança, mas entrando na puberdade, eu lembro das músicas de John Lennon, Bob Dylan, me possuíram.
Também lembro de ouvir esse duo chamado David Bowie e Hunky Dory, e pensava: "Eles são como Simon e Garfunkel, não?" David Bowie mexeu com a minha mente e a expandiu.
A lâmpada é da Cedarwood Road número 10. Eu tirei o lustre. Achava mais legal quando tinha 17 anos ter só aquela lâmpada solitária. Era apenas uma cama, uma lâmpada, e aquela grande confusão na minha cabeça.
Era um quarto pequeno e vazio. Eu tinha uma cama e uma lâmpada e costumava ouvir música e olhar pela janela e imaginar. Eu ouvia Imagine.
A lâmpada está associada a ideias e possibilidades. Ter pouca coisa era descolado, minimalista. Fiquei muito animado com o som que a banda fez no e-stage. Parece um tipo de energia punk, uma energia visceral que mostra que a banda está na sua melhor forma.
Este é o nosso momento. Podemos enfrentar qualquer um daqui pra frente. E me faz pensar em fazer o melhor rock possível, sem freios.
Não me importaria de fazer coisas mais tranquilas. Ler, tem alguns livros que eu quero ler, alguns shows que quero assistir, sair para caminhar, flertar com a minha esposa.
É nesse estado mais cru, quando estamos mais vulneráveis, mais cansados, que conseguimos extrair muito mais emoção, e fiquei muito orgulhoso do poder que veio particularmente do e-stage".

quinta-feira, 27 de dezembro de 2018

Madison Ryann Ward fala sobre sua gravação de "Women Of The World" que fez parte da eXPERIENCE + iNNOCENCE Tour 2018


O vídeo que abria o intervalo todas as noites da eXPERIENCE + iNNOCENCE Tour 2018, mostrava Sian Evans, usando o capacete que ela aparece na capa de 'Songs Of Experience', escrevendo mensagens de justiça social / direitos humanos, ao som de "Women Of The World" por Jim O'Rourke.
Originalmente escrita por Ivor Cutler e popularizada por Jim O'Rourke, a versão utilizada pelo U2 no show foi uma nova gravação, com vocais da artista pop Madison Ryann Ward.
Em maio, Madison esteve no show do The Forum e compartilhou no Instagram a emoção em ouvir sua colaboração no meio do público:

"Obrigado ao U2 pela oportunidade. Meu coração ainda está em uma nuvem em algum lugar. Ontem à noite eu assisti do público e ouvi uma música que gravei, tocando ao vivo por trás de uma exibição visual no meio do show. Tão incrível estar emparelhada com uma tela para algo tão poderoso. "Nenhum de nós é igual até que todos nós somos iguais" foi a declaração ao final, chamando a atenção para o que está acontecendo em solo estrangeiro para as mulheres diariamente. Eu sou muito grata por desempenhar um papel em um movimento tão vasto".


Adam Jerkins fala sobre o vídeo de fundo criado para a performance de "Get On Your Boots" no Grammy Awards 2009


No Grammy Awards de 2009, um dos destaques indiscutíveis foi a performance do U2 de "Get On Your Boots" de seu novo álbum 'No Line On The Horizon'.
Um aspecto notável da performance foi o vídeo de fundo, dirigido por Catherine Owens e editado por Adam Jenkins.
O vídeo evocava uma combinação de psicodelia americana e psicodélica dos anos 60 que parecia adequada ao ritmo rápido da música e às letras socialmente conscientes.


"Trabalhar neste projeto foi semelhante a fazer um videoclipe, em que era um caso de combinar visuais ao ritmo da música", diz Jenkins. "A diferença era que as imagens tinham que complementar os quatro caras que tocavam na frente da tela e não nela. Loyal Kasper forneceu material incrível para trabalhar, e foi um processo muito colaborativo. Bono forneceu um plano básico para o bloqueio da banda no palco. Ele queria a introdução até Edge tocar sua introdução de guitarra. Quando as letras entravam, ele queria que as palavras aparecessem em paletas coloridas. O refrão, breakdown, intro e outro foram nossos momentos para colocar nosso trabalho, é onde a banda nos deu um reinado completo para realmente impulsionar aquilo".
O U2 gostou tanto do vídeo para o background no Grammy, que eles pediram à Union para reeditar uma versão para sua performance no BRIT Awards em Londres. Versões adicionais foram criadas para performances na Alemanha e na França. "De acordo com a Wikipédia, há 3166 países no mundo", comentou Jenkins, "então Deus nos ajude se o U2 sair em turnê".
Loyal Kasper é designer, animador e fotógrafo. Ele disse que foi muito divertido trabalhar na produção do vídeo.










Ouça na íntegra em áudio IEM estéreo o show na T-Mobile Arena da eXPERIENCE + INNOCENCE Tour 2018


Ouça na íntegra em áudio IEM estéreo o show do U2 na T-Mobile Arena em Las Vegas, Nevada pela eXPERIENCE + INNOCENCE Tour 2018 que aconteceu em 11 de Maio de 2018!

01. Intro (Winter Beats)
02. Love Is All We Have Left
03. The Blackout
04. Lights Of Home
05. Beautiful Day
06. I Will Follow
07. Gloria
08. Red Flag Day
09. The Ocean
10. Iris (Hold Me Close)
11. Cedarwood Road
12. Sunday Bloody Sunday
13. Raised By Wolves
14. Until The End Of The World
15. Intermission (Hold Me, Thrill Me, Kiss Me, Kill Me)
16. Elevation
17. Vertigo
18. Desire
19. Acrobat
20. You're the Best Thing About Me (Acoustic)
21. Staring at the Sun (Acoustic)
22. Pride (In The Name Of Love)
23. Get Out Of Your Own Way
24. American Soul
25. City Of Blinding Lights
26. Intermission - Women Of The World
27. One
28. Love Is Bigger Than Anything In Its Way
29. 13 (There Is A Light)

Diretor editorial da Penguim Random House da Espanha confirma que Bono está escrevendo um livro de suas memórias


As memórias dos ícones da música são um negócio muito lucrativo. Aparentemente, Bono vem escrevendo sua autobiografia há algum tempo.
Através de sua conta no Twitter, o diretor editorial da Penguim Random House da Espanha, foi quem escreveu sobre e disse que não pode mais dar no momento nenhum detalhe adicional. Foi assim que o site U2 Valencia soube da notícia, revelada pelo editor Cláudio Lopez em 18 de Dezembro.
"Não sei muito, mas Bono decidiu escrever suas memórias e os advogados têm oferecido a um seleto grupo de editoras de todo o mundo. A ideia é que ele vai entregar um manuscrito no verão de 2019 e em seguida, podemos calcular uns 6 meses no mínimo para estar pronto".

quarta-feira, 26 de dezembro de 2018

"Tocar em grandes estádios é muito chato, a não ser que seja mágico, a não ser que isso transcenda. Senão, tocar para milhares significa nada"


Bono, em simpáticos e exclusivos 40 minutos por telefone para Lúcio Ribeiro da Folha De São Paulo, de Seattle (EUA), às vésperas do último show de 1997 da turnê Popmart:

"Eu ainda hoje fico meio confuso quando penso no que é estar em uma banda com as gigantescas proporções que o U2 alcançou nestes anos todos, no monstro em que a banda se transformou. Meus sentimentos são conflitantes.
Acho que o rock'n'roll é extraordinário para aquelas bandas que conseguem atravessar as colinas do 'mainstream', como fizeram os Beatles, os Rolling Stones, os Sex Pistols, o Clash... e o Nirvana.
Tudo bem, é maravilhoso tocar muito no rádio, fazer centenas de shows, ter suas ideias espalhadas por todo o lugar. Mas às vezes fazer tudo isso pode se tornar algo muito desagradável... Você nunca pode se comprometer, se render... Você nunca deve esquecer que está 'interpretando' o papel de um pop star, em um 'filme', uma superprodução que se chama 'A Máquina da Indústria Pop'.
Eu não me considero um boa estrela do rock. Mesmo com o que eu já consegui até hoje, me sinto na maioria das vezes um fingidor no papel de pop star. Sinto-me desconfortável com tudo o que isso gera.
Mas na música que o U2 faz não há mentiras. Nosso som vem em estado natural. É como se saísse de um rasgo aberto do peito, em uma cirurgia do coração.
Só que esse manto de superbanda que nos envolve é muitas vezes difícil de aguentar. Alguém me disse certa vez: 'Você sempre será um rock'n'roll star desde que não vire uma celebridade'.
Acho que o U2 sempre planejou ser um grande grupo de rock, estar presente nas rádios, ser parte significante desta era em que estamos. Mas sem, antes de tudo, ser considerado uma celebridade, em vez de uma boa banda de rock. Eu não me considero uma celebridade e sinto orgulho disso.
Mas isso é só um aspecto...
Vou dizer uma coisa. Tocar em grandes estádios é muito chato. A não ser que seja mágico, a não ser que isso transcenda. Senão, tocar para milhares significa nada.
É incrível sentir que 50 mil ou 100 mil pessoas estão na sua sintonia, na mesma sintonia que você, não importa qual razão social, política ou econômica forme esse fã que está diante da banda.
Você sabe, um fã do U2 de Sarajevo é diferente de um fã americano, que é diferente de um brasileiro, de um alemão. E cada uma dessas pessoas que vai ao show carrega para o estádio seus problemas.
Mas, quando você faz um show como esses da PopMart, em que por duas horas, não importa o lugar, você consegue botar na mesma sintonia milhares de fãs, isso é mágico.
E isso acontece quando o U2 toca. E isso é o que me move".

'Women Of Allah', o trabalho da artista visual iraniana Shirin Neshat, na tela de vídeo da turnê 360° do U2


Na turnê 360° do U2, uma parte do show iluminava a enorme multidão com um brilho verde. A tela de vídeo era preenchida com poesia persa, obra de arte da artista visual iraniana Shirin Neshat e as imagens dos brutais ataques que muitos iranianos sofreram por protestarem contra os resultados da eleição iraniana de 2009. A canção era "Sunday Bloody Sunday".
Bono dizia: "O que está acontecendo no mundo? Eu estou ficando louco. Consegue nos ouvir? Irã ... Rádio Teerã. Estamos falando com você. Você pode nos ouvir?"



A obra de arte de Shirin Neshat centra-se nos contrastes entre o Islã e o Ocidente, a feminilidade e a masculinidade, a vida pública e a vida privada, a antiguidade e a modernidade, e faz a ponte entre esses assuntos.


Sua série fotográfica 'Women Of Allah' examina as complexidades da identidade das mulheres em meio a uma paisagem cultural em mudança no Oriente Médio - tanto pelas lentes das representações ocidentais de mulheres muçulmanas, quanto pelo mais íntimo assunto de convicção pessoal e religiosa.
A obra de Shirin Neshat utilizada nas imagens projetadas pelo U2 no telão durante a performance de "Sunday Bloody Sunday" vieram de 'Women Of Allah'.



Gavin Friday conta quando proibiu o U2 de tocar músicas do U2 em sua festa


Gavin Friday em entrevista quando lançou seu álbum 'Catholic', falou muito sobre o U2:

"Eu estive na Island Records por 12 anos, mas no final da década de 1990 eles estavam tirando os pôsteres de Bob Marley e Tom Waits e colocando os Sugababes. Eu fui abandonado. Ao mesmo tempo, completei 40 anos, meu casamento terminou e tive uma doença grave ... Então meu pai morreu e foi então que comecei a acordar. Comecei a escrever de novo, mas mais de um ponto de vista pessoal.
Quando fiz 50 anos, Bono e Hal Willner organizaram um show no Carnegie Hall em homenagem ao meu trabalho ... Eu estava no palco cantando minhas próprias músicas de novo, e era isso: eu queria mais do que tudo.
Quando Bono sugeriu pela primeira vez a noite no Carnegie, eu disse: 'OK. Mas há uma coisa: se vocês quatro estarão tocando, você não estará como U2 e não estará tocando nenhuma música do U2'. Foi bastante libertador para todos eles. Eu nunca vi Larry Mullen mais feliz na minha vida do que quando ele estava tocando T-Rex.
Eu ajudei o U2, e eles me ajudaram também. Somos companheiros. Fazemos isso desde o primeiro dia. Eu batia na porta do número 10 da Cedarwood e Bono dizia: 'Ouça isso. É uma nova música que acabamos de escrever'. E eu diria: 'Esse refrão não é bom o suficiente!' E ele dizia: 'Ah, talvez você tenha razão...'
Então começou como crianças, sabe? 'Seu setlist é muito longo! Por que você está fazendo um cover de Ramones? Faça sua própria música!'
Quando você faz um álbum, é como entrar em uma caverna. Você está vivendo, respirando, comendo. Dois meses depois, você é como um coelho na luz ... Então é aí que eu vou chegar no U2 e dizer: 'O que é isso? O que é aquilo?'
Eu questiono. Eu impulsiono. Não há besteira. Nós falamos a mesma língua. Eu conheço esses quatro há muitas décadas. Eu posso sentir o cheiro deles. E a propósito, eles são o mesmo comigo. Eu uma vez estava no final do meu trabalho, gravando 'Shag Tobacco', e Edge e Bono entraram e disseram: 'Olha! Você tem um single lá ...' Eu disse: 'Não, não tenho!' Bem, acabou sendo "Angel", uma das minhas músicas mais populares, mas eu não pude ver na época.
Com o U2, fico protetor. E eu fico desafiando eles. Às vezes eu me torno mais radical do que eles seriam comigo. Mas todos nós trabalhamos duro e somos bons no que fazemos. Se estou trabalhando com o U2, geralmente acabo no hospital por uma semana quando chego em casa, porque tudo é muito difícil, sabe?
Se você está trabalhando em algo como a turnê 360°, é uma coisa enorme. Você chega às 8h para as reuniões, depois você está no estúdio de ensaio, então você está no estádio, depois faz algumas passagens de som, depois tem uma reunião e assiste a todos os vídeos, e você vai para a cama às 4 da manhã e você está de volta às 8".

Histórias De Natal: "Christmas (Baby Please Come Home)"


O famoso álbum de Natal de 1987, 'A Very Special Christmas', chegou bem no meio da década de generosidade da indústria musical (Band Aid, Live Aid, Farm Aid, USA For Africa, Artists United Against Apartheid). A pedido da esposa do co-criador Jimmy Iovine, o beneficiário da gravação foi a Special Olympics, uma organização que apresenta jogos esportivos para pessoas com deficiências intelectuais. Mas ao contrário de muitos outros projetos de caridade, este veio de um lugar profundamente pessoal: Iovine montou o disco para homenagear a memória de seu pai, que faleceu em 1985.
As ligações de Iovine como um produtor de super estrelas asseguraram a participação de bandas e artistas de primeira linha, incluindo Bruce Springsteen, Sting, John Mellencamp, Bon Jovi, U2 e Madonna.
Um dos destaques da coletânea a versão do U2 para a canção popularizada por Darlene Love, co-escrita por Phil Spector: "Christmas (Baby Please Come Home)". Em 1987, o quarteto de Dublin estava no meio de sua obsessão musical americana - e, a julgar pela performance desta música, já se preparando para o ano seguinte, 'Rattle And Hum'. Da produção do Wall Of Sound e de pilhas de harmonias a guitarras crepitantes e com som vintage, a música ressalta a afirmação de Bono de que "passamos os últimos 10 anos da nossa vida musical tentando imitar Phil Spector".
Relembrando quando o U2 foi abordado pela primeira vez para participar do álbum, Bono disse: "Quando Jimmy Iovine nos procurou com essa ideia e eu descobri o tipo de pessoa que estava no coração da projeto, eu sabia que era algo que não poderíamos recusar, mesmo que tenha passado por nossa cabeça recusar".
Darlene Love, a vocalista da versão original, foi convidada para ser backing vocal na gravação do U2. Ela disse: "Todas as partes da gravação do U2 são feitas por mim. E se tornou uma grande coisa quando as pessoas descobriram que era eu ao fundo cantando na versão do U2".

segunda-feira, 24 de dezembro de 2018

Bono leva The Edge à sua caridade anual e cantam nas ruas de Dublin na véspera de Natal


Por 5 anos consecutivos, entre 2009 e 2013, Bono e seus amigos foram para a Grafton Street, centro comercial de Dublin, na véspera de Natal, para uma sessão busking de caridade pela falta de moradia em Dublin.
No ano de 2014, uma grande baixa: Bono teve que se ausentar, pois se recuperava do grave acidente que sofreu de bicicleta em novembro daquele ano no Central Park.
Em 2015, Bono retornou para cantar com seus amigos, o que não aconteceu nos dois anos seguintes, em 2016 e 2017.
Hoje, Bono reapareceu por volta das 18:30 com uma grata surpresa junto com ele: The Edge! Foi a primeira vez do guitarrista na caridade anual. A performance aconteceu no lado de fora do Gaiety Theatre em Dublin.
O fã Harry Kantas disponibilizou fotos e vídeos!



A apresentação acústica teve a dupla cantando "Love Is Bigger Than Anything In It's Way" do U2 e uma versão da canção natalina "O Holy Night".





Depois, os outros músicos busking (Damian Rice, Glen Hansard, Imelda May, Danny O'Reilly do The Coronas) se juntaram à eles para uma versão de "Christmas (Baby Please Come Home)".


Bono recorda os momentos marcantes da turnê Popmart em 1997


Bono em entrevista de 40 minutos por telefone para Lúcio Ribeiro da Folha De São Paulo, de Seattle (EUA), às vésperas do último show de 1997 da turnê Popmart:

"Eu acho que fomos um fiasco em Las Vegas, em nosso primeiro show da turnê. Não estávamos preparados, não estávamos bem. Falhamos. Acho que o que ajudou negativamente foi o fato de, pela pomposa organização de nossa turnê, o público e a crítica talvez pensassem que seria um show hollywoodiano, um espetáculo de cassino ou coisa do tipo. Mas nós somos um apenas um grupo de rock. Foi como ter tocado para uma sala vazia.
Mas foi o nosso primeiro, e de certa forma sinto orgulho dele.
Desde então, estivemos nessa viagem ao redor do mundo, tocamos em minha cidade natal, em Dublin, tocamos em Belfast.
Quando nossos caminhões chegaram a Belfast, protestantes e católicos saíram às ruas para nos saudar. Foi o primeiro show em Belfast desde que... Você sabe, temos muitos problemas por lá.
Londres foi um outro ponto alto de nossa turnê. Normalmente o público inglês é frio. Mas o U2 é quente. Por minutos, por horas, esse mesmo público inglês se portou como... brasileiros (risos).
Em Sarajevo foi extraordinário. Estávamos tentando tocar lá fazia quatro anos. Eles gostam muito de música em Sarajevo. Em cada abrigo antibombas, eles têm enormes aparelhos de som. Música para eles é vida. Em uma atmosfera de perigo e morte.
Não dá para descrever o que eu senti ao tocar para aquelas 45 mil pessoas. Sérvios, macedônios, croatas, todos unidos pela minha banda.
Você sabe o que é tocar "Sunday Bloody Sunday" para um povo que vê sangue todos os dias, não só aos domingos?
Eles não deram bola para nossa superprodução, não estavam nem aí. Eles apenas foram ao show e cantaram nossas músicas.
Na Itália, 155 mil pessoas compareceram em um só show...
Tocamos em Nova York no concerto de apoio ao Tibete, promovido pelos Beastie Boys. Os rapazes dos Beastie Boys são excelentes. Queriam que nós tocássemos lá.
Fizemos questão de nos apresentar de dia, queriam que fôssemos a atração principal, mas insistimos em tocar de dia, por 25 minutos, como os outros.
Fiquei muito feliz em cantar nossa canção "One". A letra diz: 'We're one, but we are not the same, and we've got to carry each other, we've got to carry each other' (Nós somos um, mas não o mesmo; temos que nos apoiar uns nos outros). Foi inacreditável".

domingo, 23 de dezembro de 2018

Bono gravando em um take sua linha em "Do They Know It’s Christmas?" do Band Aid


O clássico "Do They Know It’s Christmas?" do Band Aid, que reuniu dezenas de astros do Reino Unido, entre eles Bono e Adam Clayton, retornou ao Top 100 da Official Charts Company neste Natal de 2018.
O single figurou na 13ª colocação da lista divulgada na última sexta-feira, atrás de outros sucessos natalinos.
Midge Ure tinha cantado o guia vocal na demo para que todos pudessem ouvir a melodia. Bono e os outros cantores ouviram o vocal guia, colocaram os fones de ouvido e cantaram em cima.
Ure havia cantado a linha de Bono em uma oitava abaixo, mas Bono decidiu mudá-la, saltou de uma oitava, e foi necessário apenas um take.
Midge comentou: "uma enorme voz irrompeu fora deste rapaz. Eu estava de pé ao lado dele e eu pulei. Senti-me como se eu estivesse de pé ao lado de um cantor de ópera. Foi isso, um take".


O diretor Willie William fala sobre suas preferências por algumas gravações do U2


O diretor Willie Williams fala para o U2.COM sobre suas preferências por algumas gravações do U2:

"Even Better Than The Real Thing (Fish Out Of Water Remix)"

"No momento em que você está entrando no terceiro ano de uma turnê mundial que está quebrando recordes em todo o mundo, as forças gêmeas de confiança sólida podem produzir resultados notáveis. Se você também tem um engenheiro de remix altamente talentoso na estrada com você, as possibilidades de diversão crescem exponencialmente.
Demorou um pouco para Declan Gaffney moldar seu remix em uma forma que realmente seria tocada ao vivo por seres humanos, mas quando finalmente aconteceu, fez uma das mais notáveis aberturas de shows do U2 de todos os tempos. Seu melhor momento foi no festival de Glastonbury, com uma performance por uma banda extremamente desfigurada pelo jet-lag e acompanhada por um vídeo feito especialmente para a ocasião por Damien Hirst. É na natureza das coisas que muitas vezes você só reconhece os grandes momentos da vida quando olha para trás, mas neste caso, confie em mim, nós sabíamos disso naquele momento".

"Take Me To The Clouds Above" - Single - LMC VS U2

"Isso sempre pareceu menos uma música pop do que uma espécie de construção matemática estilo Eric Satie. Poderia ter sido escrita por um computador, encontrando permutações aleatórias de duas linhas de "How Will I Know", de Whitney Houston, uma frase de Edge e Adam de "With Or Without You" e uma bateria eletrônica muito cafona. Eu não posso imaginar porque eu acho isso tão emocionante - talvez seja minha angústia adolescente se comunicando com esse coelhinho disco interior.
Na turnê 'Vertigo', eu tentei persuadir Bono a cantar o refrão de Whitney Houston no final de "With Or Without You" ao vivo. Depois de meses de irritação, ele finalmente fez isso por mim em Manchester. Eu adorei, The Edge ficou chocado e isso nunca mais aconteceu.

"Desire" - Live From Rotterdam (Noite de abertura da Zooropa Tour, não lançada comercialmente)

"Eu adorava o jeito que "Desire" fazia seu salto quântico e enérgico do rootsy backbeat-skiffle de 'Rattle And Hum' para o pregador de cowboys da ZOOTV em seu traje espelhado. Folkways para Vegas em 60 segundos ou menos. Quando chegamos à Europa para iniciar a turnê Zooropa, tudo realmente mudou quando Mr. MacPhisto assumiu o papel principal da música. Na noite de abertura em Roterdã, uma enorme tempestade de raios e trovões atingiu "Desire", que eu acho que deu a Bono a coragem necessária para enfrentar seu público vestido como um diabo-drag Laurence Olivier em sapatos de salto dourados. É sempre divertido assistir 60.000 pessoas pensar "mas que porra é essa?"

sábado, 22 de dezembro de 2018

Segredos Revelados: a capa de 'POP' foi inspirada na de 'Let It Be' dos Beatles


No blog da AMP Visual, a agência que cuida das artes das capas do U2, há uma postagem sobre os 21 anos de 'POP', falando sobre o trabalho artístico do álbum, a campanha e os gráficos da turnê que acompanhou o álbum.
Um trecho revela:

"Assim como a música em 'POP' era uma mistura de techno, rock e pop, a capa do álbum era um híbrido visual; emprestando de capas do passado como 'Let It Be' dos The Beatles e adicionando um novo take em 'Pop-Art', puxando a influência de artistas como Andy Warhol e Roy Lichtenstein".

Interessante a observação sobre 'Let It Be', lançado em 1970! Curioso é que Bono (que se chama Paul) foi colocado em 'POP' no mesmo lugar onde McCartney (também Paul) aparece em 'Let It Be'. Dois Pauls! Dois vocalistas!
Larry Mullen está no mesmo lugar de Ringo Starr. Dois bateristas!
The Edge está no mesmo lugar de George Harrison. Dois guitarristas!
Adam Clayton então teve que ficar no lugar de John Lennon, já que Paul McCartney também é o baixista e sua ligação teve que ser feita com Bono.


Vale lembrar que existe uma louca história também sobre o single de "Discothèque" e Paul McCartney, observada quando este foi lançado em fevereiro de 1997, que você pode ler CLICANDO AQUI

'POP' Na Idade Da Experiência


Do blog AMP Visual - O álbum 'POP' do U2, 21 anos depois, e por que um bom design é importante



Emma Kate Butler

A 'The U2 Conference' é um evento que acontece a cada cinco anos, homenageando o U2; trazendo junto estudantes, acadêmicos, fãs, críticos, autores e historiadores para apreciar o trabalho do banda. Este ano, a conferência aconteceu na Queen’s University, em Belfast, entre 13 e 15 de Junho, com foco no álbum 'POP'. Foi pedido para Shaughn McGrath e Steve Averill fazerem uma palestra de uma hora sobre o trabalho artístico do álbum, a campanha e os gráficos da turnê que acompanhou o álbum.


2018 marcou o 21º aniversário de 'POP', o álbum de 1997 que foi o 9º LP lançado pelo U2. 'POP' sacudiu muitos fãs com seu som estranho emprestado do techno e da música pop daquele tempo. Foi o mais longe que a banda já divergiu do "estilo U2". 21 anos desde o seu lançamento. Eu me sento com uma multidão que aprecia o esforço experimental, que parece animada para aprender mais sobre 'POP' e como ele aconteceu. O que eu acho mais interessante, no entanto, é que um álbum que teve seu design projetado há duas décadas parece não estar datado, ainda é tão vibrante e interessante como era então. Eu decidi dar uma olhada no design duradouro do álbum.



Assim como a música em 'POP' era uma mistura de techno, rock e pop, a capa do álbum era um híbrido visual; emprestando de capas do passado como 'Let It Be' dos The Beatles e adicionando um novo take em 'Pop-Art', puxando a influência de artistas como Andy Warhol e Roy Lichtenstein. (A The Roy Lichtenstein Foundation enviou um fax para Shaughn & Steve após o lançamento do álbum para dizer que eles achavam que "o mestre teria ficado orgulhoso"!)
Combinou fotografias da banda com os gráficos de rua dos anos 90, gráficos de revistas dos anos 90, embalagens contemporâneas, embalagem de confeitaria japonesa e estilo e cores de moda de clube.


'POP' foi o terceiro em uma trilogia de capas multi-coloridas: 'Achtung Baby', 'Zooropa' e depois 'POP'. Tintas especiais metálicas e cores CMYK deram para a capa do álbum a explosão visual que ela precisava.
O efeito de meio-tom foi obtido por meio de filtros do Photoshop que se pareciam com 'Benday Dots', como visto nas impressões icônicas de Lichtensten. Esses pontilhismos são usados para formar silhuetas do rosto de cada membro da banda na capa da frente.
Vale a pena mencionar que a forma do pontilhismo no olho de Larry confundido com o logotipo da Playboy. Após o lançamento de 'POP', chegou uma carta da Playboy no estúdio perguntando por que eles usaram o logotipo deles na capa!


Os gráficos do PopMart Tour Programme foram criados por uma fusão de arte e música de gêneros diferentes que pareciam aceitáveis pela primeira vez em meados dos anos 90. O surgimento da Internet como uma poderosa força cultural também desempenhou um papel. O programa tem um hiper brilho para ele. Sua capa laminada brilhante lenticular, laranja fluorescente e tinta metálica prateada em todo o livro e padrões gráficos dinâmicos e layouts capturaram o clima da turnê perfeitamente. Foi tudo um grande punch visual. Uma celebração do vibrante, o impetuoso e o kitsch.




Uma análise da campanha do álbum'POP' me leva a pensar no por que um bom design é tão importante. É impressionante que um projeto feito há mais de 20 anos ainda seja uma peça bonita e um design relevante. As cores vibrantes, a fusão de estilos e a ordem na desordem proporcionam ao espectador esta barulhenta para os olhos, assim como o álbum em si é uma festa barulhenta para os ouvidos. Além disso, os conceitos inteligentes e engraçados acrescentam ainda outra camada de complexidade astuta; por exemplo, as irônicas imagens de estilo pop-art como visto na capa para o single de "Please" (Gerry Adams, John Hume, David Trimble e Ian Paisley). Para mim, a campanha de 'POP' se destaca como uma excelente peça de design, e manterá essa presença no mundo visual por muitas décadas.

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