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quarta-feira, 5 de setembro de 2012

U22







U22, distribuido para os assinantes do site oficial do U2. Edição limitada, com dois cd's acondicionados na capa interna do álbum, de 12" X 12" (quase o tamanho de uma capa de um disco de vinil). O álbum é um book ilustrado com imagens da turnê U2360°, textos de Adam Clayton sobre as canções e toda a ficha técnica.

sábado, 4 de agosto de 2012

U2 Medium, Rare & Remastered





CD duplo U2 Medium, Rare & Remastered, disponibilizado apenas para assinantes do site oficial da banda. Importado, distribuido pela Mercury Records / Island Records.
Edição limitada, em capa cartão, contendo mini poster desdobrável, cartão-luva individual interno com cada CD acondicionado dentro e informações e créditos das canções.


Quando o álbum "No Line On The Horizon" do U2 foi lançado em 2009, a banda logo em seguida já ofereceu um outro álbum aos fãs. O presente para os assinantes do U2.COM naquele ano foi uma espécie de antologia dupla de raridades. O melhor brinde até hoje do site oficial.
O disco duplo em edição limitada, traz músicas que não entraram em álbuns da banda, como "sobras" inéditas de gravações de "Boy", "October", "War", "The Joshua Tree", "Rattle And Hum", "All That You Can't Leave Behind" e "How To Dismantle An Atomic Bomb", além de lados B e versões alternativas de canções presentes nos álbuns de estúdio.
Raro hoje em dia e muito valorizado, até em sites internacionais de leilões, este CD é muito difícil de ser encontrado.

sábado, 10 de março de 2012

U218 Singles ("I Will Follow" Bonus Track) - CD



CD U2 18 Singles, lançado em 2006 pela Island Records. Edição contendo uma faixa bonus na abertura do CD. Importado, EU.

Esta edição em CD traz 19 faixas, e a bonus track não está como última faixa do álbum, mas sim abrindo a coletânea. A faixa bonus é a canção "I Will Follow", e por causa desta inclusão, o encarte é um pouco diferente de outras edições do CD. As duas páginas iniciais foram modificadas, trazendo uma página com a letra de "I Will Follow', uma foto antiga da banda e as posições dela nas paradas na época, e o outra parte é uma série de fotos antigas do U2.

terça-feira, 20 de setembro de 2011

U2 Duals




CD U2 Duals, disponibilizado apenas para assinantes do site oficial da banda. Importado, distribuido pela Interscope Records / Island Records.
Edição limitada, em capa cartão, contendo mini poster desdobrável, cartão-luva interno com o CD acondicionado dentro e encarte com informações e créditos das canções.

Ao longo dos anos, uma comunidade única de artistas dividiu um estúdio de gravação com o U2.
Desde o folk ao punk, desde o country ao blue e soul, essas extraordinárias colaborações marcaram os gêneros musicais, mas até agora nunca foram vistas todas juntas.
'U2 Duals' é uma coleção especial que captura o U2 em colaborações com outros artistas ao longa de três décadas.
De Soweto Gospel Choir à Allan Ginsberg, Willie Nelson à Mary J Blige e Mick Jagger à Green Day, a banda tem colecionado "duos", que destacam a série notável de artistas com que já trabalhararam.
Algumas das quinze faixas deste lançamento para assinantes do site oficial, já apareceram em álbuns de estúdio, mas muitas só tinham sido disponibizadas anteriormente em edições limitadas, e algumas foram lançadas exclusivamente nesta coleção, pela primeira vez.
É uma edição limitada que não foi colocado à venda em lojas ou internet. Ele é parte do pacote de assinatura 2010/2011 do site oficial da banda, U2.com

01 WHERE THE STREETS HAVE NO NAME – U2 and Soweto Gospel Choir
02 THE WANDERER – U2 and Johnny Cash
03 FALLING AT YOUR FEET – Bono and Danny Lanois
04 MISS SARAJEVO – Passengers and Luciano Pavarotti
05 SLOW DANCING – U2 and Willie Nelson
06 THE SAINTS ARE COMING – U2 and Green Day
07 SUNDAY BLOODY SUNDAY (Live from Auckland) – U2 and Jay-Z
08 ONE – U2 and Mary J Blige
09 WHEN LOVE COMES TO TOWN – U2 and BB King
10 STUCK IN A MOMENT YOU CAN’T GET OUT OF (Live at the Rock & Roll Hall of Fame) – U2 and Mick Jagger
11 THE BALLAD OF RONNIE DREW – U2, The Dubliners, Kila, A Band of Bowsies
12 I’M NOT YOUR BABY – U2 and Sinead O’Connor
13 STRANDED (HAITI MON AMOUR) – Hybrid Mix, Jay-Z, Bono, The Edge, Rihanna
14 DRUNK CHICKEN / AMERICA – U2 and Allen Ginsberg
15 AMAZING GRACE – U2 and Soweto Gospel Choir

DETALHE: Para promover o lançamento do CD, o site oficial U2.com disponibilizou para os assinantes a faixa extra Amazing Grace/Where The Streets Have No Name, com participação do Soweto Gospel Choir. E esta versão funciona muito melhor que a versão do U2 Duals.

Entenda: esta versão do site traz as duas canções editadas juntas, assim como ela foi tocada em sua versão ao vivo, diferente das faixas incluídas no U2 Duals, em que elas estão separadas e fora da sequência original (estão na 1° e 15° faixa do disco).
A edição de 'Amazing Grace' separada traz em seu final, o som da plateia ao vivo e um fade-out finalizando o álbum.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

As edições com bônus do álbum "All That You Can't Leave Behind"

Lançado no outono de 2000, "All That You Can't Leave Behind" foi anunciado pela crítica como a terceira grande obra-prima do U2 é depois de 'The Joshua Tree' e 'Achtung Baby'.
O álbum foi lançado no final de outubro, em meio à uma forte campanha promocional que o U2 fez aparecendo nas rádios e na TV. O álbum foi lançado em formato MP3 na internet duas semanas antes do lançamento físico do álbum. Estes MP3'S foram tirados de uma cópia promocional do CD que circulou pela Island Records.
No Japão, Austrália e Reino Unido, os preços para CD's domésticos são muito mais caros do que o preço das importações de outros países. Em uma tentativa de obter os compradores para os CD's feitos em seus próprios países, a faixa 'The Ground Beneath Her Feet ' foi incluida como bonus track nestes CD's.
Ela aparece na contracapa como sendo a 12° faixa, e sua letra está impressa no encarte, como podemos ver à seguir nesta edição européia do CD:




Os consumidores dos EUA, como atrativo, tiveram a escolha para comprar na noite de lançamento, uma cópia do álbum trazendo um CD bônus com a faixa "Summer Rain", ou uma com um CD bônus trazendo a faixa "Always". Ambas as faixas são B Sides que saíram também no single de 'Beautiful Day'. Mas como a Interscope não estava lançando singles nos EUA, nesta época a única fonte disponível comercialmente de acesso para essas músicas nos EUA, foram estas edições limitadas duplas com estes dois discos bônus.
Depois que o álbum tinha sido lançado já há alguns meses, a Interscope fez mais uma edição para empurrar no público americano, lançando o álbum com um terceiro CD bônus, desta vez com o B-Side "Big Girls Are Best", que saiu também no single de 'Stuck In A Moment'. Este é o mais difícil dos três lançamentos duplos de ser encontrado, já que a tiragem dele foi mais limitada do que as outras duas.
Nas fotos à seguir, podemos ver fotos da edição limitada americana dupla, com o CD promocional bônus de "Summer Rain", e distribuido pela Intercospe Records.
Assim como todas as faixas do álbum trazem um pequeno símbolo como referência à cada canção, no CD promo de "Summer Rain" também pode ser visto um símbolo para ela, de um pequeno sol.


Vale lembrar: No Brasil, o álbum também teve uma tiragem especial limitada da Universal Music, vindo em uma caixinha junto com o VHS do show Live in Boston 2001.

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

U2 The Best Of 1980 - 1990/ B-Sides - Edição japonesa com faixa bônus

CD duplo U2 The Best Of 1980 - 1990/ B-Sides. Edição limitada lançada pela Island Records em novembro de 1998. Importado, japonês, contendo a faixa bônus 'One Tree Hill', além da prensagem em CD dourado do disco2 que contém os B Sides entre 1980 e 1990. Também traz um OBI com todas as letras em japonês e inglês das canções.
A canção October é a faixa escondida após 'One Tree Hill', e não é listada nas faixas do CD. Catálogo PHCR 90715/6.


Esta versão de dois discos lançada em 1998, era limitada e ficou disponível nas prateleiras por apenas uma semana na época do lançamento, sendo substituida depois pelo CD simples, que continha apenas o disco 1 com os hits.
Em 2002, a versão com dois discos acabou sendo relançada novamente em diversos países.
Devido aos preços elevados dos cd's nacionais, e o fato de muitas vezes sair mais barato importar cd's de fora, uma faixa bônus foi adicionada na versão japonesa da coletânea, tornando o item mais atraente ao público.

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Apple Ipod Video - Edição Especial U2

Modelo 30GB, 5° geração, 136 gramas, importado, USA.
'The Complete U2', box set digital lançado pelo U2 em 2004 pela Apple Computer no iTunes Store.

IPod é uma marca registrada da Apple Inc. e refere-se a uma série de tocadores de áudio digital projetados e vendidos pela Apple. O "POD" é a sigla de "Portable On Demand", o que numa tradução livre seria algo como "portátil desejado".
Em 28 de outubro de 2004 a Apple lançou uma versão preta e vermelha do IPod de quarta geração chamado de "IPod U2 Special Edition", de 20GB.
A frente do produto era preta e a roda central 'click wheel' vermelha (as cores do álbum da banda na época, How to Dismantle an Atomic Bomb) e apresentava as assinaturas dos membros da banda gravadas à laser na parte de trás.
Também incluia um cupom da iTunes Music Store que oferecia um desconto no preço da coleção completa de músicas do U2, "The Complete U2", com mais de 400 faixas.
Outras edições especiais de bandas e celebridades já haviam sido lançadas anteriormente ao U2, como a versão da Madonna, a de Beck Hansen, do No Doubt, e a de Tony Hawk.


Em 28 de junho de 2005, junto do anúncio da fusão entre as linhas do iPod e iPod Photo, a Apple fez um upgrade desta versão do IPOD U2 para 5.5, adicionando uma tela colorida e capacidades de foto ao iPod U2 Special Edition, agora com 30GB de capacidade.


Menor, mais leve, com a largura um pouco maior que um lápis (1 cm), com tela colorida, uma bateria de longa vida que possibilita até 14 horas de uso ininterruptas e podendo armazenar mais de 7.500 músicas, 25.000 fotos e a possibilidade da visualização de vídeos + slideshows de fotos com música.
7.500 músicas no formato 128-Kbps AAC
Até 25.000 fotos visíveis no iPod
40 horas de vídeo
Armazenamento de dados no disco rígido interno
Tela QVGA transflexiva de 2,5 polegadas com 65.000 cores (diagonal) em cristal líquido com retroiluminação de LED branco.
Resolução de 320 x 240, ponto de 156 mm
Suporte para múltiplos idiomas e caracteres simultâneos
Frequência de resposta: 20Hz a 20,000Hz
Formatos de áudio suportados: AAC (16 a 320 Kbps), Protected AAC (da iTunes Store), MP3 (16 a 320 Kbps), MP3 VBR, Audible (formatos 2, 3 e 4), Apple Lossless, AIFF e WAV
Limite de volume configurável pelo usuário
Formatos de vídeo suportados: H.264 video, até 1.5 Mbps, 640 por 480 pixels, 30 frames por segundo, Baseline Low-Complexity Profile com áudio AAC-LC até 160 Kbps, 48 kHz, áudio estéreo .M4v, .MP4, e .MOV; Vídeo H.264: até 768 Kbps, 320 x 240, 30 frames por segundo, Baseline Profile até Nível 1,3 com AAC-LC até 160 Kbps, 48 Khz, áudio estéreo nos formatos .M4v, .MP4 e .MOV
Vídeo MPEG-4: até 2,5 mbps, 480 x 480, 30 frames por segundo, Simple Profile com AAC-LC até 160 Kbps, 48 Khz, áudio estéreo nos formatos .M4V, .MP4 e .MOV
Fones de Ouvido Auriculares
Frequência de resposta: 20Hz a 20,000Hz
Impedância: 32 ohms
Reprodução de música: Até 14 horas quando totalmente carregado
Slideshows com música: Até 4 horas quando totalmente carregado
Reprodução de vídeo: Até 3,5 horas quando totalmetne carregado


quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

The Unforgettable Fire Remastered Deluxe Edition - CD Duplo




Essa versão Deluxe traz uma embalagem especial digipack com luva, o CD original remasterizado e um CD bônus contendo B-Sides, músicas inéditas, remixes e raridades. A edição vem com um livreto capa dura com 36 páginas com notas de The Edge, Brian Eno, Danny Lanois e Bert Van de Kamp, além de letras das canções, fotos inéditas e comentários das faixas por The Edge.
A restauração das faixas teve supervisão de The Edge, e as faixas foram remasterizadas à partir dos tapes originais.


Disc: 1
1. A Sort Of Homecoming
2. Pride (In The Name Of Love)
3. Wire
4. The Unforgettable Fire
5. Promenade
6. 4th Of July
7. Bad
8. Indian Summer Sky
9. Elvis Presley & America
10. MLK

Disc: 2
1. Disappearing Act
2. A Sort Of Homecoming [Live]
3. Bad [Live]
4. Love Comes Tumbling [Out Take One]
5. The Three Sunrises [Out Take Three]
6. Yoshino Blossom
7. Wire [Kevorkian 12" Vocal Remix]
8. Boomerang I
9. Pride (In The Name Of Love) [Single Version]
10. A Sort Of Homecoming [Danny Lanois Remix]
11. 11 O'Clock Tick Tock [Long Version]
12. Wire [Celtic Dub Mix]
13. Bass Trap
14. Boomerang II
15. 4th Of July [Single Version]
16. Sixty Seconds in Kingdom Come [Out Take Two]


Em 1996, enquanto gravava o álbum "Pop", Bono confessou ao jornalista Bert Van de Kamp: "É incrível. Todas as vezes que temos de gravar um novo disco, quase começamos tudo de novo. Isso começou em Unforgettable Fire e nunca mais parou. Para nos mantermos sempre interessados no nosso trabalho, entramos no estúdio sem saber exatamente o que virá pela frente."
O relançamento de "The Unforgettable Fire", comemorando o 25° aniversário,
mostra o ínicio da fase em que o U2 se transformou na maior banda do mundo.
Em 1984, o grupo já gozava de prestígio internacional. Seu álbum "War", com os hinos rebeldes "New Year's Day" e "Sunday Bloody Sunday", os havia levado a turnês pela Europa e Estados Unidos. Mesmo assim, a banda decidiu deixar o passado para trás e recomeçar com produtores e temática diferente no próximo lançamento. As músicas de "The Unforgettable Fire", lançado em 1º de outubro de 1984, teriam de fazer o ouvinte visualizar paisagens e texturas imaginárias. Para isso foram chamados Brian Eno e Daniel Lanois, produtores acostumados ao experimentalismo que o U2 buscava.
O álbum pegou de surpresa os fãs e a crítica especializada - mesclava canções etéreas e melancólicas como "A Sort of Homecoming" e "MLK" com hits instantâneos como "Bad" e "Pride" (In the Name of Love), esta última uma homenagem ao reverendo Martin Luther King. "The Unforgettable Fire" seria o primeiro passo do grupo para a dominação mundial que viria com o próximo álbum, "The Joshua Tree" (lançado em 9 de março de 1987).

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O disco bônus:
Disappearing Act: esta canção é das sessões de gravações do álbum lançado em 1984.
Ela tinha o título inicial de 'White City', e era uma canção apenas instrumental gravada em estéreo no Slane Castle na época.
A banda tinha uma gravação multi track dela, mas nunca tiveram uma letra para a canção.
E agora, 25 anos depois; durante uma pausa na turnê 360°; o U2 gravou vocais para a canção e finalizaram a música na França.
Uma bela canção com sonorização dos anos 80, mas com vocais atuais de Bono e Edge.


Yoshino Blossom: canção instrumental das sessões de gravação do 'The Unforgettable Fire'.
Meia experimental, traz um som característico do piano de The Edge (o mesmo piano tocado por ele em New Year's Day) e um som de baixo poderoso de Adam (lembrando o baixo da canção New Year's Day).


Sixty Seconds in Kingdom Come: lado b do U2 de 1984, que foi lançado apenas num compacto duplo do single de 'The Unforgettable Fire', na Inglaterra e Irlanda.
A canção instrumental de ar misterioso tem alguns backing vocais de The Edge, e um som de baixo com ecos.
O curioso é que Adam e Edge se revezeram tocando o baixo da gravação.
The Edge mesmo disse que a canção é pouco conhecida.
Foi produzida por Brian Eno e Daniel Lanois e pelo U2, juntamente com Kevin Moloney.


4th Of July [Single Version]: a versão levemente mais longa da canção, lançada como Lado B do single de Pride. '4th of July' teve esse nome em comemoração do nascimento da filha de Edge, Hollie.

11 O'Clock Tick Tock [Long Version]: lançada como Lado B de uma edição do single de Pride, é a mixagem com uma introdução mais longa e um solo de guitarra maior durante a canção. Produzida por Martin Hannet.

Wire [Kevorkian 12" Vocal Remix]: este remix é uma continuação da parceria de Francois Kevorkian com o U2. Ele já tinha remixado as canções Sunday Bloody Sunday e New Year's Day em 1983.
Francois utilizou para esta versão elementos musicais com o multi track original de 'Wire', e assim construiu um novo 'groove' para a música. Uma versão editada deste remix foi lançada num compacto 7' da revista NME em 1984, que foi denominado de Dub Mix.
Agora a banda resolveu incluir nesta edição especial do álbum, esta versão 12' mais longa da canção.

Wire [Celtic Dub Mix]: nesta, Francois Kevorkian utilizou elementos celta, e deixou a canção instrumental.
Boomerang I: Lado B com influência total de Brian Eno. Resultado de uma jam da banda, com Daniel Lanois tocando um segundo baixo, e Brian Eno nos teclados.

A Sort Of Homecoming [Live] e Bad [Live]: as versões do EP 'Wide Awake In America'.

Boomerang II: Lado B outtake do take de Boomerang I.

Bass Trap: Lado B, que foi gravada para o álbum 'The Unforgettable Fire' e descartada depois. Canção experimental, com Adam no baixo, The Edge na guitarra e Daniel Lanois no 'pedal steel'.

Pride (In The Name Of Love) [Single Version]: versão mais longa da canção, com um solo de guitarra maior e uma edição diferente. Foi gravada no Windmill Lane Studios, após as sessões do álbum 'The Unforgettable Fire'.
A outra versão da canção foi gravada no Slane Castle, mas ela transmitia certa desconfiança.
Com a banda sofrendo certa pressão para que a canção tivesse o resultado esperado, eles retrabalharam algumas coisas nela em uma tarde no Windmill Lane.

Love Comes Tumbling [Out Take One]: era uma demo nas sessões do 'The Unforgettable Fire', quando eles resolveram finaliza-la e utilizar como B Side da faixa título do álbum e também no EP 'Wide Awake In America'.

The Three Sunrises [Out Take Three]: foi gravada para integrar o álbum, mas no final a banda percebeu que ela era muito diferente do restante do material gravado para o álbum. Foi a primeira canção à ser finalizada.
A guitarra da canção tem influência de King Sunny Ade. Ela foi montada a partir de duas performances diferentes, com edições em 37 segundos, e em 3 minutos e 31 segundos.

A Sort Of Homecoming [Danny Lanois Remix]: a versão 'Daniel Lanois Remix' tem uma nova introdução com um som de bateria estilo 'batuque' e coro que lembra música africana, gravados no estúdio de Peter Gabriel na época.
Ela é editada, sem o trecho que começa com ' the city walls are all come down..............' e sem o trecho ' and we live by the side of the road...........'
Seria a 'Single Version' na época, mas foi deixada de lado.



Item essencial, material precioso para os fãs do U2.

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Vinil Canadense de Under A Blood Red Sky contendo The Eletric Co. (Unedited Version)



Vinil de Under A Blood Red Sky, importado do Canadá, contendo a versão não editada de The Eletric Co, com o snippet de 27 segundos da canção Send In The Clowns. Edição rara, lançada em 1983.

O álbum Under a Blood Red Sky, de 1983, foi eleito pela Rolling Stone como o melhor registro ao vivo da história. É um álbum histórico do U2, gravado ao vivo durante três shows da turnê de War: no famoso anfiteatro de Red Rocks, em Denver; no show de Boston e no Festival RockPalast -St. Goarshausen, Alemanha . No repertório, oito faixas produzidas por Jimmy Iovine, famoso por seus trabalhos com Tom Petty, Dire Straits, Patti Smith, Bruce Springsteen, entre outros.
O curioso deste album ao vivo é a existência de duas edições diferentes para o áudio. E a faixa em que ocorre estas edições é The Eletric Co.
Durante o concerto no Festival RockPalast, Bono improvisou 27 segundos da canção Send In The Clowns, de Stephen Sondheim, sem permissão; o que valeu à banda uma multa de 50 mil dólares.
Algumas prensagens do Vinil 'Under A Blood Red Sky' saíram com a versão completa da canção, com o trecho de 'Send In The Clowns'. A canção tem 05:18 de duração.
Para não ter mais problemas com esses direitos autorais, as versões posteriores do album tiveram esse trecho de 'Send In Clowns' retirado, e essa versão editada da canção tem 04:51 de duração.
Já na era do CD, algumas poucas prensagens saíram novamente com a versão completa da canção.
Então esta versão não editada e completa da canção The Eletric Co., é rara. As prensagens em Vinil e CD do album Under A Blood Red Sky, que contém a versão de 05:18 de duração; é um valioso item de colecionador.

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Vídeo "The Eletric Co." - O áudio da versão incluída no album 'Under A Blood Red Sky' foi retirado desta performance, e contém o trecho de 'Send In The Clowns', além do snippet de 'America':

segunda-feira, 30 de março de 2009

Boy - LP Americano (Capa Alternativa)




Vinil americano de Boy, lançado em 1980 pela Island Records. Capa alternativa, importado, distribuido pela Warner Communications Company. Raridade. Número de catálogo: USA, Island, 90040-1

An Cat Dubh e Into The Heart estão em faixas separadas no vinil.

I Will Follow (3:36)
Twilight (4:22)
An Cat Dubh (6:21)
Into the Heart (1:53)
Out of Control (4:13)
Stories for Boys (3:02)
The Ocean (1:34)
A Day Without Me (3:14)
Another Time, Another Place (4:34)
The Electric Co. (4:48)
Shadows and Tall Trees (4:36)

Em 1980, este disco foi muito bem recebido pela crítica e público britânicos, e a banda arriscou seus primeiros passos pelos Estados Unidos. Mas demorou para eles serem aceitos. Para começar, a capa do disco gerou controvérsia na pseudo puritana sociedade americana. Na capa de Boy, foi colocada a foto de um garoto, irmão de um amigo de Bono, e isso foi considerado pelos americanos como um apelo à pedofilia e ao homossexualismo. O estardalhaço foi tanto que a edição americana de Boy saiu com esta capa modificada, com uma foto distorcida dos quatro integrantes.
O encarte deste vinil traz a conhecida foto com o garoto Peter Rowen.

sexta-feira, 27 de março de 2009

No Line On The Horizon - Digipack Edição Limitada







CD 'No Line On The Horizon'. Digipack nacional, edição limitada com o CD, um booklet colorido de 32 páginas e um poster. Além disso, acesso à um site exclusivo para download do filme de Anton Corbijn, Linear. 2° lote corrigido do álbum, com o encarte costurado.

TRACKLIST
1. No Line On The Horizon 2. Magnificent 3. Moment Of Surrender 4. Unknown Caller 5. I'll Go Crazy If I Don't Go Crazy Tonight 6. Get On Your Boots 7. Stand Up Comedy 8. Fez - Being Born 9. White As Snow 10. Breathe 11. Cedars Of Lebanon

U2
Bono – vocals, guitar
The Edge – guitar, vocals, keyboards
Adam Clayton – bass guitar
Larry Mullen Jr. – drums, percussion
Additional personnel
Brian Eno - rhythm loop, programming, synthesizers, vocals
Daniel Lanois - guitar, vocals
Terry Lawless - piano, Fender Rhodes, keyboards
will.i.am - keyboards, vocals
Caroline Dale - cello
Richard Watkins - french horn
Cathy Thompson - violin
Sam O'Sullivan - percussion
Louis Watkins - boy soprano

"Cedars of Lebanon" features a sample of "Against the Sky", a track by Harold Budd and Brian Eno from the 1984 album, The Pearl.
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No Line On The Horizon, mesmo antes de ser lançado, apenas com a pré-venda em sites; já tinha alcançado disco de Platina aqui no Brasil, vendendo mais de 60 mil cópias antecipadas. Em Dublin milhares de fãs fizeram filas e passaram a noite esperando as lojas abrirem para serem os primeiros à comprarem o novo disco. As avaliações dos discos são das mais variadas, a Rolling Stone deu nota máxima ao disco, já um crítico espanhol e outro brasileiro criticaram bastante, mas a maioria aqui no Brasil receberam o disco muito bem. A Q Magazine e a Blender deram nota máxima também, Mojo e Uncut muito próximo disso. O disco está num nível excelente, a inovação é evidente. O U2 consegue, novamente, se reinventar. Você não consegue associar esse disco ao U2, você não o enxerga como tal. O álbum está repleto de ritmos cruzados, guitarras sobrepostas e correntes eletrônicas subjacentes em canções que a banda (pela primeira vez) escreveram com seus produtores de longa data, Brian Eno e Danny Lanois, além da produção e mixagem de Steve Lillywhite.
Não é um desafio tão diferente quanto o disco Achtung Baby, de 1991, no qual o U2 se reinventou depois da seriedade dos anos 80, com ironia e batidas eletrônicas. Porém, No Line On The Horizon, resultado de um processo cheio de reviravoltas de dois anos, apresenta a inquietude e a paixão que ainda movem a banda, que deixa de lado as fórmulas. Não é um disco pra se ouvir enquanto navega na internet ou faz outra coisa, é preciso dedicar toda a atenção à ele, pois se não ele soa totalmente diferente do que realmente é.
Bono havia sido convidado para um Festival de Música Sacra ecumênica anual em Fez, Marrocos. Ele convidou os outros membros da banda para acompanhá-lo e talvez gravar alguma coisa durante a estadia de duas semanas. Para sua surpresa, todos concordaram, assim como Eno e Lanois.
Eles alugaram uma casa e montaram o equipamento no jardim, a céu aberto, e começaram a tocar sem prazo nem objetivo. "Isso estava bem longe da volta ao básico", disse Edge. "Foi como explorar as fronteiras." Apesar de sugestões de ritmos de transe e vocais árabes aparecerem ocasionalmente, o U2 evitou o que os integrantes da banda chamam de "turismo musical".
A banda mergulhou nas gravações. Os fundamentos instrumentais de três músicas – “No Line on the Horizon”, “Moment of Surrender” e “Unknown Caller” – emergiram praticamente completos em poucas horas. Ainda assim, depois dessas duas semanas prolíficas, a gravação se estendeu por dois anos: em Dublin, no sul da França e em Londres. Steve Lillywhite, que produziu os primeiros álbuns do U2, e will.i.am, do Black Eyed Peas, ajudaram a formatar e terminar as músicas.
Algumas faixas tiveram nomes trocados durante o período em que o quarteto esteve em estúdio. Magnificent, por exemplo, chegou a se chamar French Disco, Chromium Chords .
"Get On Your Boots'' é um rock acelerado, dançante e eletrónico, combinando com guitarras estilo Queens of the Stone Age. Com um apelo físico e despretensão que o U2 não mostrava desde “Discothèque”. Segundo Bono, é quase uma coletânea jornalística de imagens que retratam sua família em um parque de diversões no sul da França às vésperas da guerra no Iraque, com aviões de guerra sobrevoando suas cabeças. Um verso da música proclama: “Não quero falar sobre guerras entre nações/ Não agora”.
"Fez - Being born": experiência africana - gravada em Fez, Marrocos, um dos melhores e mais aventureiros sons do album. É dividida em duas: a introdução instrumental é FEZ, e a canção que vem a seguir é Being Born: "Six o' clock on the autoroute / Burning rubber, burning chrome / Boy of Cadiz and ferry home / Atlantic sea cut glass / African Sun at last" canta Bono, por entre uma arquitetura sonora compacta. É talvez a que melhor resume o álbum, combinando o espírito rock direto dos últimos tempos e as aventuras sonoras da banda nos anos 90.
"Unknown Caller", é uma das preferidas de The Edge, foi gravada ainda em Fez e abre com os cantos de pássaros gravados ao amanhecer durante as sessões em Marrocos. É sobre um homem à beira da loucura, para cujo celular começam a ser-lhe enviadas mensagens bizarras sob forma de instruções: 'Reboot yourself and you're free to go! / Password enter here'. Tem um dos melhores solos de The Edge no disco.
"White As Snow" é uma balada acústica atmosférica, sobre um soldado perdido na neve do Afeganistão. "Where i came from there were no hills at all / The land was flat, the highway straight and wider / My brother and i would drive for hours" evoca Bono, numa viagem pela mente de um soldado perdido nas suas recordações. Faixa épica. A melodia tem como base o hino adventista “Veni, Veni Emmanuel” (Clayton afirmou que “White As Snow” foi criada como os últimos pensamentos de um afegão morto por um dispositivo explosivo improvisado: seus quatro minutos são o tempo que uma vítima de explosão leva para morrer).
"Moment Of Surrender": Brian Eno descreve como sendo a melhor canção que já gravou com os U2, é um épico de sete minutos e meio, lento e denso, sobre estrelas obscuras e crises existenciais, e cria uma atmosfera com o mesmo poder que a "One" criou há 17 anos. Apesar da longa duração, "Moment Of Surrender" foi gravada num único take.
"Breathe" abusa da distorção. Inclui uma alegre seção de cordas, nas quais está presente um violoncelo com um feeling de Oriente Médio ao ser tocado. É uma das canções na qual Will.I.Am esteve presente nas sessões de gravação. A letra faz referências à data 16 de Julho. Não se sabe se trata de 16 de junho de 1976, da coragem dos estudantes do Soweto que é comemorada hoje como um feriado nacional na África do Sul, o dia da juventude, que honra todas as pessoas jovens que perderam suas vidas na luta contra o apartheid e educação Bantu. Ou se trata do feriado de 16 de junho comemorado na Irlanda em homenagem ao livro Ulisses, de James Joyce. É o único feriado em todo o mundo dedicado à um livro, excetuando-se a Bíblia.
''Stand Up Comedy'' Bono escreveu-a há pouco mais de dois meses antes de finalizar o álbum, inspirado no ativismo político e descreveu-a como 'um pontapé na porta da hipocrisia, em vez da idéia do "vamos todos dar as mãos"''. Espírito funk, proporcionado pelo trabalho da guitarra do The Edge. O forte groove da faixa remete para o Led Zeppelin e para o Cream. The Edge afirmou que é uma das canções nas quais mais se evitou o Pro-Tools para eliminar as imperfeições, de modo a mantê-la crua. "Stand Up Comedy" é uma canção com um bom groove que começou com um ritmo marroquino, transformando-se em rock'n'roll.
"Magnificent" é bastante atmosférica e relembra os ecos dinâmicos da faixa de abertura do The Unforgettable Fire: "A Sort Of Homecoming". É um dos momentos altos de The Edge no disco, com um slide solo fantástico.
"I'll Go Crazy If I Don't Go Crazy Tonight" é uma canção pop up-tempo inspirada nos anos 60 - muito ao estilo do que fez Phil Spector - e é outra das faixas nas quais Will.I.Am (dos Black Eyed Peas) esteve presente nas sessões. 'I'll go crazy if I don't go crazy tonight' é um dos versos da canção e Bono tirou sarro, comparado-os ao slogan de uma camiseta de turnê.
"Cedars Of Lebanon" dá a sensação de ter sido escrita por um correspondente de guerra e sobre vidas cruzadas num cenário bélico. Sabe-se que a seção de percussão dos primeiros versos foi inspirada em Jimmy Hendrix. A letra faz referências à simbologia das espécies de árvore "Cedro do Líbano" e termina com o verso 'Choose your enemies carefully cos they will define you'.

Relativamente às letras, Bono parece ter deixado o "ter que ser aceitável" de lado e ter passado a escrever sobre o que ele quer. Consta que as temáticas políticas estão de volta com força e que isso projeta-se na inspiração para o disco. Consta ainda que é um disco menos pessoal do que os dois últimos e que o Bono parece usar mais a terceira pessoa e a observação/descrição nas letras (o que reforça a hipótese do retorno do sarcasmo e dos alter-egos), do que os relatos na primeira pessoa dos últimos anos. Nas novas canções, comprovam isso o correspondente de guerra em Cedars Of Lebanon, o soldado em campanha no Afeganistão de White As Snow, o policial de trânsito da faixa-título e o drogado que protagoniza Moment Of Surrender e Unknown Caller. Bono afirmou que um tema que persiste nas canções “é a habilidade de se render, de se dar, seja através da divagação ou da celebração. E a jornada do artista é certamente a jornada para além da preocupação consigo mesmo”. A fama nada mais é que do que a preocupação consigo mesmo”.
No Line on the Horizon é o disco mais desafiante e arriscado dos U2 em muitos anos.
Com mais de trinta anos de estrada, milhões de discos vendidos e dezenas de Grammys na estante, o U2 poderia perfeitamente encerrar sua carreira ou colocar no mercado álbuns não mais que razoáveis. Felizmente, não é este o caso. O que se vê é uma banda sem medo de arriscar e mudar ― inclusive o visual (Bono voltou a usar o cabelo curto, o "corte de exército" da época de Pop. E até usou delineador de olhos em algumas sessões de fotos e duas apresentações ao vivo de GOYB). Um grupo que não tem vergonha de assumir posturas políticas e pacifistas em seus discos e em suas vidas pessoais (vide a cruzada solitária de Bono em busca de um mundo menos desigual e belicoso). Uma banda que, de tempos em tempos, presenteia seus fãs com uma obra-prima ― como agora ―, e nos faz acreditar um pouco que o mundo ainda pode ser melhor e que, para isso, basta fazer como eles: dar sempre o melhor de nós...........
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Curiosidade: no encarte digipack do album, logo na capa tem uma coordenada - 48 51' 30"N, 2 17' 40"E - que leva exatamente à Torre Eiffel (Paris, França). Na página seguinte existe um 'aglomerado' de risquinhos que, para os mais atentos, formam a sequência Fibonacci 1, 1, 2, 3, 5, 8, 13, 21. No final do encarte, mais uma coordenada - 36 32'N, 6 18'W - que leva à Cádiz (nas proximidades do Oratório San Filipe), local citado no filme Linear (de Anton Corbijn).
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