"Song For Someone" 360 Version

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sexta-feira, 26 de maio de 2017

O promo em vinil de "The Fly" fabricado no Brasil em 1991



No ano de 1991, a Polygram lançou no Brasil o single de "The Fly" do U2. No mercado, apareceu um 'Disco Promocional Mix' de 12 polegadas com o selo branco, trazendo duas canções das três do single original: 1. The Fly 4:29 / 2. The Fly - Lounge Fly Mix 6:28. A canção cortada foi "Alex Descends Into Hell For A Bottle Of Milk / Korova 1".
Estes 'Disco Promocional Mix' eram muito comuns nas décadas de 80/90 no Brasil. Esses discos promocionais eram distribuídos nas rádios e televisões para divulgação das canções e discos dos artistas e bandas.




A capa era a mesma do single original.



Vocalista do The Lumineers fala sobre o U2 e a 'The Joshua Tree Tour 2017' em entrevista para a Rolling Stone Country


No Rose Bowl, a banda The Lumineers realizou seu segundo de 13 shows abrindo para o U2 na 'The Joshua Tree Tour 2017'. Estavam presentes 85.000 pessoas, o maior público que o The Lumineers tocou até agora.
Horas antes do show, o vocalista Wesley Schultz falou com a Rolling Stone Country sobre o show de abertura e sobre a primeira vez em um show do U2.
"Eles foram muito, muito receptivos", diz Schultz sobre se reunirem com o U2, que lhes deram garrafas de Guinness e Black Velvet. "Eu fiquei como: 'Cara, eu poderia aprender com isso.' Porque às vezes você está no seu próprio mundo em turnê e você não conhece as outras bandas até a metade da turnê, então foi legal."

Você cresceu um fã do U2?

Sim! ... Eu me lembro até que quando criança, eu gravei um CD para meu pai quando comecei a tocar guitarra - ele não gostava se você comprasse uma camisa para ele, algo material, ele queria que você fizesse algo - então eu tinha esse microfone de merda, e eu gravei todas essas covers e acho que gravei "One" para ele.
Eu acho que eles são o tipo de banda que, pelo menos onde eu cresci em Nova Jersey, eles estavam sempre no rádio, não tinha nenhuma época em que eles não estavam tocando. Para a minha faixa etária (Schultz tem 34 anos), eles eram a maior banda do mundo. Meu maior prazer de ouvir músicas, e compositores, é quando algo se sente transcendente, e ver a sua música ir ao redor do mundo e transcender a linguagem e as regiões, para mim, parece que a coisa mais próxima de uma boa canção, é uma boa canção. O U2 representa isso para mim.

Partindo de serem atrações principais em uma turnê de arena, qual foi a sua primeira emoção ou reação quando vocês receberam a oferta para abrir para o U2?

Nós dissemos sim rapidamente, e eu acho que a razão foi porque nós tínhamos dito não a pelo menos duas bandas antes, que são incríveis bandas, e no momento para nós era: "nós preferimos tocar para 200 pessoas do que 20.000 ou 40.000, porque aquelas [200] pessoas vão estar nos ouvindo." Na época, esse era o nosso mantra, que fazia sentido. Mas eu olho para trás e eu teria adorado estar perto dessas bandas e visto... há algo sobre estar em torno dessa energia, e eu acho que a autenticidade, que é realmente um privilégio de estar por perto. Acho que desta vez estamos tentando fazer as pazes por dizer não a certas oportunidades.

O que passa pela sua cabeça no palco, neste momento participando de uma turnê do U2?

Já faz um tempo desde que abrimos um show para alguém. Antes do show, Bono disse: "É muito apropriado que seja um estádio, porque entrar nisso é como uma situação de combate de gladiadores onde você tem que ganhar a multidão ou você é morto". Ele estava dizendo isso sobre o seu próprio show, por isso me motivou. ... Eu estava assistindo o show deles, e eu olhei para o meu relógio e tinha passado mais de uma hora, e senti como se tivessem sido 10 minutos. Foi como: "Uau!" Eles mantém o ritmo, o movimento, o telão foi o telão mais nítido que eu já vi até hoje.

Você já tinha visto o U2 antes?

Não não. Isso é o que é realmente legal sobre isso, também. Isso estava na minha lista, de ir vê-los, e agora eu consegui vê-los, tipo, 15 vezes.

Assistindo ao show, houve um momento que você se sentiu mais conectado?

Meu amigo estava lá, e sua mãe está doente, ela está morrendo, e ele estava chorando e nós estávamos com os braços um no outro, e ele estava cantando, eu acho que "With Or Without You", porque as linhas da letra nos atinge, e isso acontece em todos os lugares ao redor do estádio. Isso é o que me impressionou - não é algo isolado - é como a música é especial, não íntima de um local como ela é, ela pode transcender esse local.

A entrevista termina com a Rolling Stone dizendo que o U2 deverá encher seu setlist de hits antes de resolver tocar qualquer lado b de 'The Joshua Tree', ou até mesmo uma nova música que o público nunca ouviu antes, e tentar manter todos em pé.
Wesley Schultz comentou: "The Edge disse: 'Você vai ver, a anatomia do set vai mudar do início até o final da turnê'. E então eles disseram: 'Se você notar alguma coisa, deixe-nos saber'. Eu acho que eles estavam realmente fascinados pelo arco [do show]."

quinta-feira, 25 de maio de 2017

Mary, a Morello favorita de Bono


Se o guitarrista Tom Morello é hoje um dos nomes mais influentes da música e participa ativamente de assuntos políticos, essa força toda pode ter vindo de família. Sua mãe, Mary, é ativista e professora. Detalhe: ela tem 93 anos.
E se a idade não a limita profissionalmente, a sua vida social também vai ótima! A mãe de Tom Morello foi vista com o filho nos bastidores de um show do U2 na Califórnia, na última semana.
O filho coruja fez questão de registrar o momento. No Instagram, escreveu: "Eu sempre fui o segundo Morello favorito de Bono. Aos 93 anos de idade, a minha mãe foi para o jogo de baseball do seu neto às 8 da manhã, passou três horas na escola, discutiu política Africana com seu velho amigo Bono e aí viu o show especial de 'The Joshua Tree'."

Mary Morello é um nome querido entre os fãs de Rage Against The Machine. A mãe de Tom é ativista e chegou até a criar um movimento na década de 80. Mary liderou Parents For Rock And Rap, que lutava contra a censura de músicas dos gêneros que rolava na mídia na época, indo contra os famosos adesivos “Parental Advisory”.
Se Tom Morello é bem firme em seus posicionamentos políticos, o guitarrista teve mesmo a quem puxar. Mary chegou a mandar um “Foda-se o governo Bush!” na hora de apresentar o filho em um show.



Do site: Cifra Club News

Novela Mexicana: a atriz encantada por Bono


A atriz Angélica Maria de 72 anos nasceu nos Estados Unidos, mas alcançou sucesso trabalhando em novelas mexicanas.
Em entrevistas para o programa de TV 'Ventaneando' e para a revista 'Quién', Angélica vem falando que em 1992 conheceu Bono, na época em que o U2 tocou no México pela primeira vez, com a turnê ZOOTV. Nas palavras dela: "A atração foi imediata, desde que nos vimos pela primeira vez, dava para notar o seu interesse. Bono foi até mim, me parou e começamos a conversar, por toda a noite".
Angélica Maria tinha ido ao show para levar a sua filha Angélica Vale, e as duas teriam entrado no backstage para conhecer o U2. Angélica disse que no tempo que passou com Bono ele se comportou como um grande cavalheiro, e ela diz que eles se viram durante os vários dias que a banda ficou no México.
Angélica Maria jura que jantou com o vocalista e que foi chamada para subir ao palco para cantar com o U2: "Fui jantar com ele. Realmente foi encantador, muito simpático, tímido, sensível, inclusive me pediu que subisse ao palco com ele em alguns dos shows. Eu queria mariachis, mas não aconteceu."
Ela naquele período tinha lançado um disco, e disse que Bono levou discos dela e que até teria ouvido!
Segundo Angélica, "ele me ligava com frequência. Combinamos de nos vermos em algum momento, porém, jamais aconteceu. Nunca mais voltamos a nos falar."
Em uma entrevista por telefone, ela contou a mesma coisa para publicações como Rolling Stone e agora a Life and Style .

U2 dedica performance de "One Tree Hill" para as vítimas do atentado terrorista em Manchester


O U2 realizou um show em Houston pela 'The Joshua Tree Tour 2017', e pelo que se viu no setlist, a banda parece ter chegado à uma definição de como quer apresentar o show. 21 músicas, com a primeira parte pré Joshua tendo 3 músicas, depois a fase Joshua com o álbum de 11 músicas na íntegra, e a terceira parte final do show com 7 músicas, divididas em dois encores. Assim, "A Sort Of Homecoming" mais uma vez ficou de fora, "MLK" não apareceu mais, e "Bad" definitivamente foi movida para a parte final.
Antes de "One Tree Hill", Bono fez um discurso sobre o ataque terrorista no concerto de Ariana Grande em Manchester, expressando a solidariedade da banda com as vítimas e a cidade. Ele dedicou a canção para aqueles que morreram, usando uma de suas letras: "nós vamos vê-lo novamente quando as estrelas caírem do céu".
Bono ainda citou a letra de "California (There Is No End To Love)", para falar sobre o atentado: "todos nós estamos com você, com Manchester. Estamos com o coração partido. Não há fim para o luto. É assim que sabemos que não há fim para o amor."



No setlist impresso, a canção "Miss Sarajevo" aparece como "Miss Syria (Saravevo)".

quarta-feira, 24 de maio de 2017

Relembrando Roger Moore: quando um Bono com roupas não apropriadas se aproveitou do ator para entrar em uma festa de luxo


O ator Roger Moore, famoso por seu papel como James Bond na franquia de filmes 007, morreu aos 89 anos nesta terça-feira (23) na Suíça.

Em uma entrevista de 2009 para a Rolling Stone, Bono contou como ele, por não estar vestindo adequadamente, basicamente pegou Roger Moore o levou à uma festa de alto padrão, luxuosa, organizada por Jay Z e Beyoncé:

"Eu estava em Monte Carlo sentado em uma pizzaria, e alguns homens grandes de ternos com fortes sotaques americanos vieram e explicaram que o Sr. Jay z e a adorável Beyoncé estavam na parte do Grill, se eu quisesse dar uma passada lá. Eu disse que era um convite amável, mas eu realmente não estava vestido para esse tipo de coisa, era um lugar muito chique. Ele voltou 15 minutos depois e disse: ' Mr. Jay Z organizou isto para que não fosse um problema. Eu disse: 'eu sei que o código de vestimenta é muito rigoroso lá', porque eu me deparei com ele ao longo dos anos, 'diga à ele que agradeço muito, mas...'
A terceira vez que ele voltou, ele disse: 'O manager dele está lhe esperando'. Então eu olhei e vi Roger Moore, e ele disse 'Olá', e eu disse 'Como você está?' E ele disse 'Ótimo, o que você está fazendo?' Eu disse 'Estou saindo para ver um amigo meu chamado Jay Z na parte do Grill. Ele disse 'Jay z?' Eu disse 'Ele é um grande rapper.' Sua esposa disse: 'O que é um rapper?' Bem, é difícil explicar em um instante, mas é uma espécie de palavras e ritmo' Eu disse.
Então eu lhes perguntei se eles gostariam de dizer um oi, sabendo que se eu chegasse com Roger Moore, não havia nenhuma maneira, mesmo que tudo desse errado, não havia nenhuma maneira que eles me colocassem para fora. Ele é um cara sempre bem vestido, e ele está com sua linda esposa. Então nós subimos, e com certeza, lá estava o manager.
Nós subimos, e fomos para o local, que eu amo, um local muito bonito. O telhado de lá se abre, e é onde Ava Gardner e Frank Sinatra costumavam ir. Eu sei muito bem, e às vezes eu vou lá, mas eu estava naquele momento com um colete e jeans, parecendo o mecânico de Jay z, e eu entrei, e havia um monte de gente, Beyoncé, Lyor Cohen, e eu só ouvi: '´Caralho, é o James Bond! É James Bond, estamos aqui com o James Bond! Eu só pensei 'O quê?'
Então tudo começou a fazer sentido para mim. Hip-hop é tão James Bond - os carros, os aviões, os ternos, os vestidos, as armas, e eu não tinha ideia. Era como levar Picasso a um bando de pintores."

Campanha devolve sinalização de cidade que pode ter inspirado Bono à escrever "Where The Streets Have No Name" em 1986


Manágua, capital da Nicarágua, é uma cidade de mais de 1.5 milhões de habitantes, que desde 1972 não contava com sinalização em suas ruas, devido a um terremoto devastador de 6.2º na escala Richter, que arrasou com a cidade.
Desde então as pessoas têm se localizado através de pontos de referência, como árvores, monumentos, ou até mesmo edifícios que deixaram de existir, entre outros. Tal estrututa (ou a falta dela) obriga as pessoas a pedir orientações nas ruas para melhor se localizarem. Uma característica urbana tão singular e surreal que pode ter inspirado Bono à escrever "Where The Streets Have No Name", depois de visitar a cidade em 1986. A canção foi lançada em 'The Joshua Tree' do U2 em 1987.
Gallo Más Gallo, consciente de seu papel social, como a maior rede de eletrodomésticos da Nicarágua, e buscando reforçar sua proximidade com todas as pessoas do país, criou, em parceria com a CCCP-McCann Nicarágua, uma campanha que restituiu o sistema de sinalização de Manágua.
Intitulada "Where The Streets Have No Name", o mesmo nome da canção do U2, a ação consistiu na identificação dos 30 principais pontos de referência de Manágua, colocando sinalizações em cada um deles em toda a cidade, além de inseri-los no Google Maps, com sua localização e informação histórica.
“Desta forma pudemos contribuir não apenas para reforçar o vínculo da marca com seu entorno, como também criamos uma plataforma de informação capaz de ajudar tanto os habitantes atuais e visitantes de Manágua, bem como ajudaremos às futuras gerações a se localizarem”, diz Wilbert Carmona, Diretor Geral de Criação de CCCP-McCann Nicarágua.
A ativação da campanha se deu através das redes sociais, outdoor e mídia impressa gráfica, e logo ganhou a cobertura jornalística de toda a imprensa nacional.



Do site: adnews.com.br

A apresentação do U2 no Jimmy Kimmel Live!


O U2 fez uma aparição no programa Jimmy Kimmel Live! tocando duas músicas e conversando com o anfitrião Jimmy Kimmel.

Com mais de 200 pessoas na platéia do estúdio, a banda se juntou ao Selah Gospel Choir para uma versão de "I Still Haven't Found What I'm Looking For", remontando à versão com o coral New Voices Of Freedom em 1987, e tocou pela primeira vez em um programa de TV, a canção "The Little Things That Give You Away". O U2 tocar em um programa de TV uma canção ainda inédita em sua versão de estúdio, é algo muito raro.





Antes das performances, a banda falou sobre a reedição e turnê de 'The Joshua Tree', bem como de 'Songs Of Experience'. Bono culpou Edge pelo atraso do novo álbum, e o guitarrista brincou dizendo que estará sendo lançado daqui 27 anos.
Kimmel também perguntou a banda sobre seus alter egos de 1987, The Dalton Brothers, que levou Bono a cantar uma curta versão acappella de "Lucille", uma das canções que os Daltons cantaram nos shows de abertura do U2 na turnê original de 1987.

Kimmel perguntou à banda sobre a tragédia em Manchester, Inglaterra. Bono condenou os ataques e falou sobre como isso foi terrível, falou do "espírito invencível" daquela cidade, e como é maravilhoso ver tantas pessoas se ajudando. “Eles odeiam música, odeiam mulheres, odeiam inclusive meninas. Eles odeiam tudo o que a gente ama. O pior lado da humanidade foi visto em Manchester. Mas o melhor lado é que Manchester tem um espírito incrível, posso te assegurar”.

Bono também foi perguntado sobre seus sentimentos sobre o presidente americano Donald Trump. Bono disse que ele respeitava e entendia as frustrações dos republicanos que votaram nele, mas que Trump não é a pessoa que eles precisam no poder agora.
Durante o intervalo, Bono falou com o segurança de Kimmel, Guillermo, sobre como os irlandeses e mexicanos são semelhantes.



Agradecimento: atu2.com

terça-feira, 23 de maio de 2017

Eamon Dunphy dá mais detalhes sobre a história que inspirou o título de uma nova canção do U2 chamada "You’re The Best Thing About Me"


Em entrevista ao The Irish Times, Bono revelou que o próximo single do U2 - que pode não ser lançado até o próximo ano - foi diretamente inspirado pelo comentarista esportivo Eamon Dunphy, que já escreveu uma biografia a pedido de Paul McGuinness. O livro vendeu mais de um milhão de cópias, embora tenha sido altamente criticado na época por jornalistas de música.
"Eamon disse uma coisa linda sobre mim vez em um bar em Dublin - ele disse: "Bono, Ali é a melhor coisa sobre você (Ali is the best thing about you)", referindo-se a esposa de Bono, Ali Hewson.
"Então a canção se chama "You’re The Best Thing About Me"."
O álbum 'Songs Of Experience' pode ser lançado este ano pela banda, e uma nova canção chamada "The Little Things That Give You Away" já vem sendo tocada ao vivo na 'The Joshua Tree Tour 2017'.
Eamon Dunphy em entrevista no The Ray D’Arcy Show da RTE, deu mais detalhes sobre a história:

"Eu acho que eu o conheci no Lillie's Bordello uma noite, estávamos tomando uma bebida. Eu disse a ele que Alison, sua esposa, ou Ali, era provavelmente a melhor coisa sobre ele e o melhor tributo a ele porque ela é uma mulher fantástica. Pessoa realmente adorável. Eles eram namorados de infância. Eles foram para a Mount Temple juntos, a escola não-denominacional, e ele teve um grande início no rock, então ela poderia ter sido um tipo de pessoa diferente. Mas eu acho que muita de sua consciência social e da consciência social dele e as coisas boas que eles fizeram, vieram de Alison, ou Ali, e isso é o que eu disse a ele. Estávamos bebendo. Não era realmente nada sério, mas ele se lembrou disso, deve ter sido há 10 ou 15 anos. Eu estava na França quando ele disse isso em entrevista. Ele é um cara legal. Dê-lhe algumas garrafas de Heineken e está tudo bem. Eu só acho que você pode julgar as pessoas pelas pessoas que são casadas e eu acho que se você ver um monte de pessoas famosas, homens e mulheres, eles não são muito agradáveis, eles não têm uma consciência social, eles se esquecem de onde eles vieram, eles não estão enraizados, eles não estão aterrados. Eles săo um pouco anormais. Bem, quando você o afasta do 'material' ele é um cara legal e ela é uma mulher muito agradável. E eu acho que é uma coisa irlandesa de certa forma. Ela é uma menina maravilhosa. Então foi tudo o que eu disse."



Agradecimento: U2 Songs (Antigo U2 Wanderer)

"The Little Things That Give You Away" - Tradução


O U2 na 'The Joshua Tree Tour 2017' vem apresentando ao vivo uma nova canção chamada "The Little Things That Give You Away", que Bono introduz como sendo "uma canção de experiência", uma referência à 'Songs Of Experience', o próximo disco da banda onde a sua versão de estúdio estará presente.



The night gave you song
A light had been turned on
You walked out in the world
Like you belong there

As easy as a breeze
Each heart was yours to please
Is it only me who sees
There’s something wrong there

Oh, I’m not a ghost there
I can see you
You need to see me

It’s the little things that give you away
The words you cannot say
Your big mouth in the way
It’s the little things that tease and betray
As the hunted I become the prey
It’s the little things
The little things that give you away

I saw you on the stairs
You didn’t notice I was there
That’s ‘cause you were talking at me
Not to me

You were high above the storm
A hurricane being born
What was freedom
It might cost you your liberty

It’s the little things that give you away
The words you cannot say
Your big mouth in the way
It’s the little things that tease and betray
As the hunted I become the prey
It’s the little things
The little things that give you away

Sometimes
I can’t believe my existence
See myself on a distance
I can’t get back inside
Sometimes
The air is so anxious
All my tasks are so thankless
And all of my innocence has died
Sometimes
I wake at four in the morning
Where all the doubt is swarming
And it covers me in fear
Sometimes, sometimes, sometimes
Sometimes, sometimes, sometimes
Sometimes
Full of anger and grieving
So far away from believing
That any song will reappear
Sometimes
The end is not dawning
It’s not coming
The end is here
Sometimes, sometimes, sometimes
Sometimes, sometimes
I’m full of anger and grieving
So far away from believing
That any song will reappear
Sometimes
The end isn’t coming
It’s not coming
The end is here
Sometimes

A noite lhe deu uma canção
Uma luz foi ligada
Você caminhou para o mundo
Como se você pertencesse à ele

Tão calma como uma brisa
Cada coração era seu para se satisfazer
É somente eu quem vê
Que há algo errado aqui

Ah, eu não sou um fantasma ali
Eu posso ver você
Você precisa me ver

São as pequenas coisas que te entregam
As palavras que você não pode dizer
Sua boca grande no caminho
São as pequenas coisas que são reveladas e te traem
Como o caçador agora eu me tornei a presa
São as pequenas coisas
As pequenas coisas que te entregam

Eu te vi na escada
Você não percebeu que eu estava lá
Isso é porque você estava falando comigo
Não para mim

Você estava muito acima da tempestade
Um furacão nascendo
Mas o que era independência
Poderia lhe custar a sua liberdade

São as pequenas coisas que te entregam
As palavras que você não pode dizer
Sua boca grande no caminho
São as pequenas coisas que são reveladas e te traem
Como o caçador agora eu me tornei a presa
São as pequenas coisas
As pequenas coisas que te entregam

As vezes
Não acredito na minha existência
E me vejo à distância
Não consigo voltar para dentro
As vezes
O ar está tão angustiante
Todas as minhas obrigações são tão ingratas
E toda minha inocência morreu
As vezes
Acordo às quatro da manhã
Onde toda a dúvida está se multiplicando
E isso me cobre de medo
Às vezes, às vezes, às vezes
As vezes
Cheio de raiva e de luto
Tão longe de acreditar
Que qualquer música reaparecerá
As vezes
O fim não está despontando
Não está vindo
O fim está aqui
Às vezes, às vezes, às vezes
Às vezes, às vezes
Estou cheio de raiva e de luto
Tão longe de acreditar
Que qualquer música reaparecerá
As vezes
O fim não está despontando
Não está vindo
O fim está aqui
As vezes

Conheça a jovem adolescente que aparece no telão do U2 em "Miss Sarajevo" na 'The Joshua Tree Tour 2017'


Na 'The Joshua Tree Tour 2017', o U2 vem utilizando um vídeo que traz uma garota de 15 anos de idade da Síria, que vive no Campo de Refugiados de Zaatari, na Jordânia. Ela se apresenta, e compartilha seus sonhos e visão para seu futuro. Testemunhamos, então, as condições de vida no Campo de Refugiados de Zaatari, bem como a devastação em toda a Síria. Este é o pano de fundo para "Miss Sarajevo", uma canção sobre a Guerra da Bósnia de 1992-1996.



Durante a canção, um banner gigante com o rosto da garota começa a se mover entre as pessoas das cadeiras do estádio. Um holofote de luz acompanha o banner enquanto ele passa pelas pessoas.

Conheça agora mais desta jovem adolescente que luta contra o casamento infantil. Pela causa, Omaima Hoshan organiza workshops com a participação das garotas e seus parentes para explicar as consequências do matrimônio precoce, que ainda contam com sessões interativas de conscientização e encorajamento para que elas não abandonem os estudos:

Apenas no Brasil, 554 mil meninas – com idade entre 10 e 17 anos – são casadas, segundo dados divulgados pelo Instituto Promundo, em setembro de 2015. Este quase meio milhão de quase-mulheres brasileiras faz parte da assombrosa totalidade de 66 milhões de garotas que deixaram as salas de aula para assumir o matrimônio precoce, no mundo inteiro.
Se para nós, o casamento infantil já é um tema difícil de lidar pela sua gravidade, imagine em um dos maiores campos de refugiados sírios? E por incrível que pareça, não é tão difícil assim quanto parece. Pelo menos não para uma jovem de 15 anos chamada Omaima Hoshan, que ministra workshops para conscientizar meninas da sua faixa etária a não se casarem – uma tarefa fundamental em um lugar onde o estupro é considerado uma tática de guerra.

Omaima é vista sempre acompanhada de um grupo de garotas e seus parentes perambulando pelo campo de refugiados Zaatari, localizado na Jordânia. Desde que a guerra civil assolou a Síria, mais da metade da população do país foi forçada a deixá-lo, tornando-se refugiados. Por isso, a pobreza e a insegurança são fatores que agravam a vulnerabilidade social dessas jovens – o que acaba aumentando drasticamente as chances de que elas se casem muito novas.

A situação é tão grave que dos 1 milhão e 300 mil refugiados sírios que residem na Jordânia, 32% se casaram antes de completarem 18 anos. E aqui se inclui a melhor amiga de Omaima, que teve sua infância arruinada por ter sido obrigada a se casar quando tinha apenas 13 anos. Esta, certamente, foi uma das maiores motivações para que a jovem refugiada continuasse lutando contra o casamento infantil.


Pela causa, a pequena organiza workshops com a participação das garotas e seus parentes para explicar as consequências do matrimônio precoce, que ainda contam com sessões interativas de conscientização e encorajamento para que elas não abandonem os estudos. “Essas oficinas ajudam os pais e as próprias jovens a construírem seu futuro”, declarou ela sobre seu trabalho ao portal internacional Ary News.


A linguagem, os desejos, os objetivos e a coragem de Omaima fazem com que as refugiadas daquele campo se identifiquem muito com ela – que mesmo em condições precárias de sobrevivência,

continua lutando pelos direitos das mulheres, assim como faz Malala Yousafzai, uma de suas maiores inspirações. “As meninas do meu país têm seu futuro perdido ou destruído, e isso é algo que eu não posso aceitar. Eu preciso lutar pelos nossos direitos”, finalizou a pequena que pretende se casar depois de terminar seus estudos universitários.



Agradecimento: claudia.abril.com.br

segunda-feira, 22 de maio de 2017

O colete usado por Bono na 'The Joshua Tree Tour 2017' trazendo trechos da Declaração de Independência dos EUA


A 'The Joshua Tree Tour 2017' do U2 provocou um retorno à certos itens de moda. Os fãs curiosos tem comentando sobre uma peça particular de roupa vista na turnê. O colete que Bono está usando na performance de "Exit".
O infame colete infame parecia ter certas palavras bordadas sobre ele. Ali Mokhtarian, um designer de moda iraniano-canadense por trás da "Valerio Moda" (www.valeriomoda.ca), informou que é a parte da Declaração da Independência, mais especificamente esta parte:

"We hold these truths to be self-evident: that all men are created equal; that they are endowed by their Creator with certain unalienable rights; that among these are life, liberty, and the pursuit of happiness."

"Consideramos estas verdades como evidentes por si mesmas, que todos os homens são criados iguais, dotados pelo Criador de certos direitos inalienáveis, que entre estes estão a vida, a liberdade e a procura da felicidade."

O bordado foi feito à mão por um designer irlandês chamado Jill de Burca (www.jilldeburca.com) antes de ser enviado para Ali Mokhtarian. Ele foi gentil o suficiente para compartilhar alguns close-ups do colete.




Ali disse que Bono estava muito empolgado com a jaqueta que ele estreou em Pasadena.
Uma jaqueta denim Dior, que Ali Mokhtarian personalizou com 3000 pontos de mão de couro e fez uma reestilização completa.




VÍDEO:


Do site: U2 Songs (Antigo U2 Wanderer)

Em segunda noite de shows no Rose Bowl, Bono dedica outra canção para Chris Cornell


O U2 realizou a segunda noite de apresentações no Rose Bowl pela 'The Joshua Tree Tour 2017' e o setlist teve uma estrutura um pouco diferente do que estava sendo apresentado até agora.
A primeira parte do show teve apenas 3 músicas, com "A Sort Of Homecoming" não sendo tocada pela primeira vez nesta turnê.
Na primeira noite no Rose Bowl estavam presentes Billy Idol e Axl Rose. Nesta segunda noite, foram vistos: Helena Christensen, Cindy Crawford, Sean Penn, Matt Damon, Quincy Jones, Chris Martin, Adam Levine, Jimmy Kimmel e Dave Grohl.
Antes da performance de "In God's Country", Bono disse: "Bem vindos ao Lado 2".
Outra canção foi dedicada à Chris Cornell nesta segunda noite: "One Tree Hill". Bono disse: "De muitas maneiras, Chris tinha escapado daquele vício de drogas terrível para ver sua vida mais próxima ser tão bonita e brilhante". A canção originalmente foi escrita quando Bono perdeu seu amigo e funcionário Greg Carroll em 1986. Ele disse que a canção tocada ontem seria dedicada também à todos que perderam alguém.


Terminando a segunda parte com o álbum 'The Joshua Tree', a banda deixou o palco.
O show teve dois encores, em vez de um. O primeiro começou com a fala da garota Omaima de 15 anos de idade, como introdução para "Miss Sarajevo".



A segunda canção deste encore foi "Bad", que parece ter sido definitivamente movida para esta parte do show. A banda saiu do palco brevemente pela segunda vez.
O segundo encore começou com "Beautiful Day", e o show terminou com a nova canção "The Little Things That Give You Away".

Abaixo, o vídeo da primeira noite no Rose Bowl, onde "Black Hole Sun" do Soundgarden foi tocada no sistema de som em homenagem à Chris Cornell:

domingo, 21 de maio de 2017

U2 dedica canção à Chris Cornell em show da 'The Joshua Tree Tour 2017' nos EUA


O U2 realizou o primeiro de dois shows no Rose Bowl, Pasadena, Los Angeles, pela 'The Joshua Tree Tour 2017'. Antes da canção utilizada para a banda entrar no palco, "A Rainy Night In Soho" do The Pogues, o sistema de som tocou "Black Hole Sun" do Soundgarden, uma homenagem para Chris Cornell, que se suicidou aos 52 anos após um show do Soundgarden em Detroit.



Antes da performance de "Running To Stand Still", Bono dedicou a canção para Cornell, à quem se referiu como "um leão", e mandou uma mensagem de conforto para a esposa e filhos do vocalista falecido.
A canção é a "escuridão" em 'The Joshua Tree'.



Estavam presente no local: o cantor Billy Idol, e Jordan e Eve, as filhas de Bono.

O show teve algumas mudanças. A primeira parte do show teve apenas 4 canções. Nem "MLK" e nem "Bad" foram tocadas nesta parte. O setlist impresso trazia "The Little Things That Give You Away", mas a banda optou por não tocá-la, e "Bad" foi tocada em seu lugar, e "I Will Follow", que não estava no setlist impresso, foi a faixa que fechou a primeira noite de apresentações no Rose Bowl.
Bono no final dedicou ao show aos fãs Guus Van Hove e Helena Nuellett, que morreram em 2011 na procura do local onde a árvore icônica de 'The Joshua Tree' foi fotografada.

sábado, 20 de maio de 2017

Por trás das imagens projetadas na tela em "UltraViolet (Light My Way)" na 'The Joshua Tree Tour 2017' - Parte I


Uma das peças visuais que acompanha a 'The Joshua Tree Tour 2017' do U2 é um conjunto de fotografias de mulheres que são projetadas na tela enquanto a banda toca "UltraViolet (Light My Way)". As mulheres vêm de uma vasta gama de idades e origens, mas a maioria são reconhecidas por terem desempenhando um papel nos direitos humanos ao longo dos tempos. Cada show até agora, tiveram uma pequena mudança nas fotos projetadas. Em Vancouver havia um número de mulheres famosas canadenses que deixaram de ser exibidas quando a turnê foi para os EUA, como Joni Mitchell e Chrystia Freeland, ambas só retratadas em Vancouver. Em Seattle e Santa Clara, houve outras mudanças feitas, incluindo a adição de Eunice Kennedy Shriver, infelizmente com seu nome mal escrito como Kenndey.

Soujourner Truth
Nascida Isabella Baumfree por volta de 1797 em Swartekill, Nova Iorque, foi uma abolicionista afro-americana e ativista dos direitos das mulheres. Morreu em 1883.

Angela Davis
Professora e filosofa socialista estado-unidense que alcançou notoriedade mundial na década de 1970 como integrante do Partido Comunista dos Estados Unidos, dos Panteras Negras, por sua militância pelos direitos das mulheres e contra a discriminação social e racial nos Estados Unidos e por ser personagem de um dos mais polêmicos e famosos julgamentos criminais da recente história dos Estados Unidos.

bell hooks
Gloria Jean Watkins, mais conhecida pelo pseudônimo bell hooks (escrito em minúsculas), é uma autora, feminista e ativista social estadunidense.

Ieshia Evans
Enfermeira que enfrentou policiais durante um protesto do Black Lives Matter em Baton Rouge, Luisiana (EUA), em julho de 2016, virou um ícone do movimento com imagem que correu o mundo.

Rosa Parks
Costureira negra norte-americana, símbolo do movimento dos direitos civis dos negros nos Estados Unidos. Ficou famosa, em 1º de dezembro de 1955, por ter-se recusado frontalmente a ceder o seu lugar no ônibus a um branco, tornando-se o estopim do movimento que foi denominado boicote aos ônibus de Montgomery e posteriormente viria a marcar o início da luta antissegregacionista. Faleceu em 2005.

Connie Mudenda
Mudenda é uma embaixadora da (RED) e uma ativista HIV-positivo da AIDS. Connie perdeu todos os três de seus filhos para a AIDS, mas desde então teve uma filha que nasceu livre do HIV em 2012. Connie nasceu em 1970.

Ellen Johnson Sirleaf
A atual presidente da Libéria. Foi a vencedora das eleições presidenciais de 8 de novembro de 2005, em que derrotou o ex-futebolista George Weah. Foi reeleita em 2011 para um novo mandato, venceu no prêmio Nobel da paz de 2011, juntamente com a compatriota Leymah Gbowee e a iemenita Tawakel Karman.

Wangari Maathai
Foi uma professora e ativista política do meio-ambiente do Quênia. Foi a primeira mulher africana a receber o Prêmio Nobel da Paz.
Maathai fundou o Green Belt Movement, uma organização não governamental ambiental concentrado em plantação dos árvores, conservação ambiental, e direitos das mulheres. Em 1986, ela foi premiada o Right Livelihood Award, e em 2004, se tornou a primeira mulher africana receber o Prêmio Nobel por sua contribuição para o desenvolvimento sustentável, a democracia e a paz. Maathai foi eleita membro do Parlamento queniano e era ministra dos recursos ambientais e naturais no governo do Presidente Mwai Kibaki de 2003 – 2005. Além disso, era conselheira honorária do World Future Council. Em 2011, Maathai morreu de câncer de ovário

Emma Goldman
Foi uma das fundadoras do moderno movimento de luta das mulheres, o qual está umbilicalmente ligado à luta do movimento operário e pelo socialismo. Emma Goldman foi agitadora e propagandista em defesa da liberdade sexual da mulher, de denúncia contra o caráter ditatorial do casamento, do ateísmo, da liberdade e da educação sexual das crianças, do direito da mulher ao controle de natalidade e dos direitos civis da mulheres. Faleceu em 1940

Alice Walker
Uma escritora estado-unidense e ativista feminista. Filha de agricultores, ela perdeu a visão de um dos olhos aos 8 anos de idade, num acidente. Graças à sua dedicação, Alice Walker conseguiu sucessivas bolsas de estudos, graduando-se em artes pelo Sarah Lawrence College, em 1965. Walker iniciou sua carreira de escritora com Once, um volume de poesias, e alcançou fama mundial com A Cor Púrpura.

Maya Angelou
Norte-americana. Era conhecida como ativista pela igualdade racial, e trabalhou com Martin Luther King e Malcom X. Ela também trabalhou como cantora, dançarina, atriz, dramaturga e compositora. A artista ganhou o Grammy e outros prêmios em diversas áreas artísticas. Faleceu em 2014.

Suffragettes
Nome dado para as feministas que ficaram conhecidas no movimento sufragista do século XIX. O movimento começou em 1897 com a fundação do 'National Union of Women's Suffrage' pela Britânica Millicent Fawcett que argumentava que as mulheres tinham direitos de políticos na sociedade, pois se elas eram obrigadas a obedecerem leis, elas também deveriam fazer parte do processo de criação dessas leis.

Emily Wilding Davison
Foi uma militante do movimento pelo voto feminino na Grã-Bretanha que, em 4 de junho de 1913, após uma série de ações que foram tanto destrutivas quanto violentas, se jogou em frente ao cavalo do rei Jorge V no Derby Epson Downs, resultando em ferimentos que causaram a sua morte cerebral, formalmente declarada quatro dias depois, mediante insistência da família para um veredito de acidente.

Edith Margaret Garrud
Nascida em 1872, na cidade de Bath, era casada com um instrutor de ginástica. Ao mudar-se para Londres com o marido, ela virou pupila do primeiro instrutor de Jiu-Jitsu da Europa e tornou-se mestre em autodefesa. Uniu-se às sufragistas como guarda-costas e passou a ser ativa na militância. Curiosamente, ela chegou a ser apelidada de “suffrajitsu” por um jornalista da época. Por conta das improváveis habilidades, transformou-se numa espécie de popstar entre as sufragistas e é sempre lembrada como uma figura emblemática. Mrs. Garrud faleceu em 1971, aos 99 anos.

Match Girls Strike
The Match Girls Strike foi uma greve em Londres, em 1888, onde as mulheres e adolescentes entraram em greve para protestar contra condições pobres de trabalho em uma fábrica de fósforo em Londres.

Sari Squad
Era um grupo de mulheres, que ajudaram a defender reuniões multiculturais em Londres na década de 1980. Elas também se envolveram em ativismo político.

Pussy Riot
Um grupo de punk rock feminista russo que se tornou conhecido por realizar, em Moscou, flash mobs de provocação política, protestando contra o estatuto das mulheres na Rússia e, mais recentemente, contra a campanha do primeiro-ministro Vladimir Putin para a presidência da Rússia

Women of Iceland
Em 1975, as mulheres islandesas entraram em greve. Recusaram-se a trabalhar, cozinhar e cuidar das crianças por um dia. O momento mudou a forma como as mulheres eram vistas no país e ajudou a colocar a Islândia na vanguarda da luta pela igualdade.

Aphra Behn
Foi uma poetisa, dramaturga, tradutora e autora de ficção inglesa. Como uma das primeiras mulheres inglesas a ganhar a vida por sua escrita, ela quebrou barreiras culturais e serviu como um modelo literário para gerações posteriores de mulheres escritoras. Faleceu em 1689.

Virginia Woolf
Foi uma escritora, ensaísta e editora britânica, conhecida como uma das mais proeminentes figuras do modernismo. Woolf era membro do Grupo de Bloomsbury e desempenhava um papel de significância dentro da sociedade literária londrina durante o período entre guerras. Se suicidou em 1941.

Simone de Beauvoir
Foi uma escritora, intelectual, filosofa existencialista, ativista política, feminista e teórica social francesa. Embora não se considerasse uma filosofa, De Beauvoir teve uma influência significativa tanto no existencialismo feminista quanto na teoria feminista. Faleceu em 1986.

Caitlin Moran
Jornalista e escritora inglesa feminista que ficou conhecida no Brasil em 2012 quando a Companhia das Letras, através do selo Paralela, publicou seu 'Como Ser Mulher' (tradução de Ana Ban), livro em que usa a história da sua vida como ponto de partida para discutir questões femininas de um ponto de vista feminista -- inclusive o próprio feminismo que, segundo escreve, acreditava estar "empacado" e restrito ao meio acadêmico, sem dialogar com a maior parte das mulheres que de fato precisam dele.

Opray Winfrey
É uma apresentadora de televisão, atriz e empresária norte-americana, vencedora de múltiplos prêmios Emmy por seu programa The Oprah Winfrey Show, o talk-show com maior audiência da história da televisão norte-americana.

Angela Merkel
É uma cientista e política alemã, e desde 2005 é chefe de governo de seu país (chanceler) e líder do partido União Democrata-Cristã (CDU) desde 2000. Foi descrita como a líder de fato da União Europeia e atualmente é referida pela revista Forbes como a a mulher mais poderosa do mundo.

Christine Lagarde
É uma advogada e política francesa filiada ao partido Os Republicanos, atual Diretora-Gerente do FMI, o cargo mais alto do organismo multilateral, o qual ela é a primeira mulher a ocupar.

Lena Dunham
Atriz, produtora, argumentista, ativista política e dos direitos das mulheres.

Eunice Kenndey (Kennedy) Shriver
Foi uma ativista estadunidense, fundadora do Camp Shriver, o precursor do Special Olympics, em 1962. Em 1968 fundou a Special Olympics. Irmã de John F. Kennedy. Faleceu em 2009.

Rosetta Tharpe
Foi uma cantora, compositora de música gospel, teve grande popularidade na década de 1930 e 40. Pioneira da música no século XX, Rosetta foi única ao misturar o gospel com o ritmo do rock ainda incipiente dos anos 30.

Joni Mitchell
É uma cantora, artista plástica e poetisa canadense. Foi considerada a 75º melhor guitarrista de todos os tempos pela revista norte-americana Rolling Stone.

Patti Smith
É uma poetisa, cantora e musicista norte-americana. Ela tornou-se proeminente durante o movimento punk com seu álbum de estréia, 'Horses', em 1975. Conhecida como "poetisa do punk", ela trouxe um lado feminista e intelectual à música punk e tornou-se uma das mulheres mais influentes do rock and roll.

Poly Styrene
Ex-vocalista da banda punk X-Ray Spex, morreu de câncer em 2011, aos 53 anos de idade.

Frédérique Petrides
Era um maestro belga-americano, bem conhecida por sua habilidade com o violino. Ela fundou a Orchestrette Classique em Nova York, que foi composta de músicos mulheres, e ela também publicou o boletim Women in Music. Petrides faleceu em 1983.

Grace Jones
É uma modelo, cantora e atriz jamaicana radicada nos Estados Unidos.

Begum Rokeya
Foi uma escritora feminista e ativista social da região de Bengala ainda não dividida, no começo do século XX. Seus esforços são mais conhecidos na área de igualdade de gênero. Ela foi a responsável pela abertura da primeira escola islâmica para moças, que existe ainda hoje. Era uma feminista muçulmana notável; escritoras feministas modernas como Taslima Nasrin a citam com frequência como sua principal influência. Begum Rokeya também escreveu contos e novelas, sendo seus trabalhos mais importantes O Sonho da Sultana e Padmarag. Faleceu em 1932.

Nawal El Saadawi
É uma escritora, médica e feminista egípcia. Quando criança, sofreu mutilação genital feminina. Trabalhando como médica em Kafr Tahl pôde observar as dificuldades e desigualdades que enfrentavam as mulheres, em especial as camponesas.

Saffiyah Khan
No Reino Unido, uma fotografia tornou-se num novo símbolo de oposição à extrema-direita. Saffiyah Khan, uma jovem de Birmingham de ascendência paquistanesa e bósnia, enfrentou um membro do grupo extremista e xenófobo English Defence League (Liga de Defesa Inglesa, em português), armada com nada mais do que um sorriso.
A fotografia, que tem sido amplamente partilhada nas redes sociais, foi registrada durante um protesto do movimento de extrema-direita. Segundo Saffiyah Khan, o confronto sorridente aconteceu quando a jovem interveio para defender uma mulher que usava um hijab, que estava a ser cercada e atacada com insultos racistas.

Malala Yousafzai
É uma ativista paquistanesa. Foi a pessoa mais nova a ser laureada com um Prêmio Nobel. É conhecida principalmente pela defesa dos direitos humanos das mulheres e do acesso à educação na sua região natal do vale do Swat na província de Khyber Pakhtunkhwa, no nordeste do Paquistão, onde os talibãs locais impedem as jovens de frequentar a escola. Desde então, o ativismo de Malala tornou-se um movimento internacional.

Khalida Popal
A afegã Khalida Popal é porta-voz do futebol feminino em seu país e grande defensora dos direitos das mulheres na modalidade. Foi uma das pioneiras no esporte praticado por mulheres em seu país, sendo, também, uma das primeiras a chegarem à seleção afegã feminina, onde ela foi capitã por muitos anos.

Moms Mabley
Foi uma comediante e cantora negra norte-americana. Moms, como ela passou a ser conhecida era pelo fato de ela ser considerada uma mãe para muitos outros comediantes entre os anos de 1950 a 1960. Considerada lésbica, ela se tornou um dos primeiros comediantes a se tornar abertamente homossexual. Chegou a ser considerada a mulher mais engraçada do mundo. Ela no total teve seis filhos, morreu de insuficiência cardíaca em 1975.

Ruth Ellis
Ela era um modelo para a comunidade de lésbicas, uma ativista também por uma melhor qualidade de vida dos idosos e muito requisitada para falar em público. Faleceu em 2000.

k.d. Lang
É uma cantora canadense vencedora de vários Grammy Awards. No início dos anos 90, k. d. lang assumiu-se lésbica numa entrevista à revista 'The Advocate', tornando-se desde aí, ativista pelos direitos LGBT.

Ellen Degeneres
É uma das mais famosas atrizes e apresentadora dos EUA. É apresentadora de seu próprio programa de entrevistas, o 'The Ellen DeGeneres Show'. Lésbica assumida, uma forte ativista dos direitos LGBT.

Women’s Land Army
Foi uma organização civil britânica criada durante a Primeira e Segunda Guerra Mundial para permitir que as mulheres trabalhassem na agricultura substituindo os homens que serviam no exército. As mulheres que trabalharam na agricultura durante a guerra foram chamadas de Land Girls.

Women’s Army Corps
Esta era a filial das mulheres do exército dos Estados Unidos, e foi criada em 1942 durante a Segunda Guerra Mundial. O Army Corps se dissolveu em 1978 e foi integrado com unidades masculinas a partir desse ponto.

WASP Women Air Force Service Pilots
Esta era uma organização militar da aviação, composta de mulheres, empregadas para pilotarem aeronaves militares a direção das forças aéreas do exército dos Estados Unidos durante a Segunda Guerra Mundial. A organização foi formada em 1943 de dois grupos que haviam sido organizados separados em 1942 durante a Segunda Guerra Mundial.

Victoria Woodhull
Foi uma sufragista anarquista norte-americana, tornada famosa pelos jornais da Gilded Age como a líder do movimento pelo sufrágio das mulheres nos Estados Unidos da América do século XIX, e um símbolo da luta pelos direitos civis para as mulheres, pelo amor livre e por reformas laborais. A autoria dos seus discursos e artigos é presentemente alvo de debate, considerando alguns que não eram escritos por Woodhull e contestando outros que se trata de revisionismo não suportado em factos e provas concretas. De qualquer forma, o seu papel como representante destes movimentos sociais foi poderoso e controverso, nomeadamente quando declarou que se candidatava à presidência dos Estados Unidos em 1872.

Chrystia Freeland
Chrystia Freeland, jornalista e escritora. Em 2013, ela deu uma palestra do TED sobre desigualdade de renda global em cima do assunto de seu segundo livro. Foi eleita, em novembro de 2013, como membro do parlamento em uma eleição parcial e reeleita em outubro de 2015 (mesmo ano em que o primeiro ministro Justin Trudeau foi eleito). Atuou entre novembro de 2015 á janeiro de 2017 como 18° Ministro do Comércio Internacional do Canadá. Até ser chamada para ser Ministra das Relações Exteriores do Canadá.

Mary Robinson
Foi a primeira mulher presidente da Irlanda (1990-1997) e Alta Comissária das Nações Unidas para os Direitos Humanos (1997 - 2002).
Destacada advogada, Robinson tornou-se membro do senado irlandês (1969-1989) e, nas eleições presidenciais de 1990, derrotou Brian Lenihan, do Fianna Fáil, e Austin Currie, do Fine Gael, como candidata independente nomeada pelo Partido Trabalhista, Partido dos Trabalhadores da Irlanda e pelos senadores independentes, tornando-se a primeira presidente do sexo feminino e o primeiro presidente eleito sem o apoio do Fianna Fáil.

Agnes Campbell Macphail
MacPhail era uma educadora canadense e política. MacPhail foi a primeira mulher a ser eleita para o Parlamento do Canadá. Ela também atuou como membro do Parlamento Provincial na província de Ontário, depois de deixar a política federal. MacPhail faleceu em 1954.

Melinda Gates
É uma ex-funcionária da Microsoft, também é co-fundadora e co-presidente da Fundação Bill e Melinda Gates. Em 2005 foi considerada a 10ª mulher mais poderosa do mundo segundo a revista Forbes

Sheryl Sandberg
É uma empresária norte-americana. É a chefe operacional do Facebook desde 2008. Em junho de 2012 também foi eleita pelos membros para o conselho de administração da empresa, tornando-se a primeira mulher a ocupar tal posição na companhia.

Michelle Obama
É uma advogada e escritora norte-americana. É a esposa do 44.º presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, e a 46.ª primeira-dama dos Estados Unidos, sendo a primeira afro-descendente a ocupar o posto.

Agradecimento site U2 Songs (Antigo U2 Wanderer):

Blog U2 Sombras e Árvores Altas

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