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sexta-feira, 30 de junho de 2017

Como a Empirical Studios produziu e criou o conteúdo de vídeo para o telão da turnê iNNOCENCE + eXPERIENCE 2015


Juntamente com a The Third Company, a Empirical Studios produziu e criou o conteúdo de vídeo para o telão da iNNOCENCE + eXPERIENCE Tour 2015. Foi chamada de "Game Changer" para a arena de rock pela revista Rolling Stone. A Empirical teve a supervisão criativa, orçamentária e logística completa sobre qualquer coisa que pertencesse ao design inovador do telão.
Em resposta à linguagem visual da produção que veio de Willie Williams e do U2, a Empirical criou um brief para o conteúdo de vídeo, que foi baseado na direção geral do show. A proposta inicial apresentou mais de 50 artistas e cineastas que sentiram serem apropriados. A partir deste grupo de talentos, as seleções finais foram feitas pela banda e pela equipe criativa do show.
Ao mesmo tempo a Empirical começou a desenvolver um processo de produção e a tecnologia de controle de pesquisa que seria necessária para este ambiente único.
Tendo estabelecido a gama de processos necessários para criar o conteúdo, a Empirical comissionou os vários sistemas de controle e efeitos. Trabalhando ao lado da equipe de turnê, construíram o projeto de trabalho e modelo para "D3", o servidor de mídia escolhido. Em seguida, integraram um sistema de efeitos capaz de gerar conteúdo em tempo real e abrilhantar a alimentação da câmera ao vivo com gráficos derivados do conteúdo do show.
A Empirical comissionou e gerenciou 16 colaboradores que trabalharam ao lado dos 12 artistas que compuseram a equipe.
O período de ensaio de produção durou dois meses, com sede na Pensilvânia e Vancouver. A Empirical instalou uma equipe de sete criadores em todo o período, usando um sistema de estúdio portátil.
Ao longo do desenvolvimento do show, a equipe arquivou mais de 200 filmes e clipes de vídeo e completou mais de 90 contratos.



Video Content Directors: Willie Williams, Luke Halls, Oliver Jeffers, Tom Krueger e Damien Hirst.

Visuals Animation and Design: Luke Halls, Dave Shepherd, Chris Shone, Casey Hupke, Susana Yamamoto, Lisa Wrake, ATYP, Studio AKA e Ben Nicholson.

Ouça na íntegra em áudio IEM estéreo o show de abertura da 'The Joshua Tree Tour 2017'


Ouça na íntegra em áudio IEM estéreo o show de abertura da 'The Joshua Tree Tour 2017' que aconteceu em 12 de Maio em Vancouver, Canadá!

01. Sunday Bloody Sunday 0:00:00
02. New Year's Day 0:04:59
03. A Sort Of Homecoming 0:10:43
04. MLK 0:15:59
05. Pride (In The Name Of Love) 0:17:50
06. Where The Streets Have No Name 0:22:50
07. I Still Haven't Found What I'm Looking For 0:29:22
08. With Or Without You 0:33:50
09. Bullet The Blue Sky 0:38:53
10. Running To Stand Still 0:43:52
11. Red Hill Mining Town 0:48:50
12. In God's Country 0:53:46
13. Trip Through Your Wires0:56:46
14. One Tree Hill 1:01:00
15. Exit 1:06:22
16. Mothers Of The Disappeared 1:11:30
17. Beautiful Day 1:18:54
18. Elevation 1:25:25
19. Ultraviolet (Light My Way) 1:29:56
20. One 1:36:32
21. Miss Sarajevo 1:42:23
22. The Little Things That Give You Away 1:49:54

Estão esgotados os ingressos para as três apresentações do U2 no Brasil pela 'The Joshua Tree Tour 2017'


Estão esgotados os ingressos para as três apresentações que o U2 fará no Estádio do Morumbi, em São Paulo, nos dias 19, 21 e 22 de Outubro pela 'The Joshua Tree Tour 2017'. Ao todo, cerca de 210 mil ingressos foram postos à venda. O show de abertura ficará a cargo da Noel Gallagher’s High Flying Birds.
Pode ser esta data final de toda a turnê. Pode ser que a 'The Joshua Tree Tour 2017' chegue ao fim com os shows no Brasil e não terá novas datas adicionadas para shows após o dia 22 de Outubro. Mais datas podem ser adicionadas na Europa e América Do Norte antes dos shows na América Do Sul. O engenheiro de som da banda, Joe O’Herlihy, disse que eles irão para a Austrália com a eXPERIENCE + iNNOCENCE Tour 2018, e um relatório de Alan Cross afirma que a banda não irá para o sudeste asiático com a turnê atual. Uma pessoa da equipe da banda disse: "Nós não vamos lá com The Joshua Tree. Vamos chegar lá, mas não agora."

quinta-feira, 29 de junho de 2017

Alice Cooper fala sobre trabalhar com Larry Mullen em seu novo disco


O próximo álbum de Alice Cooper, o 27° de estúdio, intitulado 'Paranormal', será lançado em julho, e Larry Mullen toca em 9 faixas do disco! Havia sido dito que ele tocava em 10, então talvez uma das faixas que tinha ele, ficou de fora!
O site U2 Songs (antigo U2 Wanderer) teve a oportunidade de fazer uma pergunta para Alice Cooper, como parte de um webchat hospedado pelo The Guardian.

O que você destaca no trabalho com um baterista como Larry Mullen? Ele ajudou a desenvolver as músicas ou foi mais um arranjo de "toque isto aqui"? Quanto tempo você trabalhou com Larry Mullen?

Nunca tive antes um baterista que me pedisse para ver a letra. É algo que os bateristas não fazem. Ele disse: 'eu interpreto a letra, eu não trabalho apenas no fundo da música'. Eu achei uma grande ideia. Muitas vezes ele não faz o que um baterista normal faria. Ele transformou a música em outra coisa. Trabalhar com um baterista que estava artisticamente envolvido na letra da música foi muito legal, e deu ao álbum um sabor totalmente diferente. O fato de que ele trabalhou neste álbum, todo o caminho através dele, mudou totalmente a cara dele. Foi muito divertido trabalhar com ele. Ele se divertiu ouvindo, porque as músicas vão por todo o lugar, e ele de alguma forma juntou tudo.

Fãs dormem em fila para tentar comprar ingressos para último show do U2 no Brasil pela 'The Joshua Tree Tour 2017'


A venda de ingressos em postos físicos para os shows da banda irlandesa U2 começa às 10h desta quinta-feira (29) e os fãs já fazem fila para garantir sua compra. Para resistir à noite na Avenida Paulista, no Centro da capital, muita gente levou comida, livros, cobertores, colchões e jogos.
As apresentações acontecem nos dias 19, 21 e 22 de outubro. Cada pessoa pode comprar até dois ingressos. No início da manhã desta quinta, muitos fãs reclamaram que não sabiam sobre a quantidade de ingressos que serão vendidos no posto físico.
Por volta das 7h30, um dos funcionários do posto de venda afirmou que serão distribuídas pulseiras para ajudar na organização da fila. Os fãs agradecem. Arhur, de 15 anos, está desde as 16h de quarta-feira (28) esperando sua vez de comprar o ticket. Acompanhado da mãe, eles fizeram uma lista com o nome de todas as pessoas que estão na frente deles na fila. “A nossa preocupação é com as pessoas tentando entrar na nossa frente. Isso é errado.”
A palestrante Evelize Doratto preparou um kit para passar a madrugada na fila. “Está frio, tem neblina. Não está bom. A sorte é que fã de U2 é sempre gente boa. Então, eu sempre faço amizade com gente querida e acaba virando amigo.”
O técnico de informática Jonas Willian é de Guaratinguetá chegou cedo na fila e levou o violão. Durante a madrugada, ele tocou muitas músicas para os companheiros de espera. “Parece bobeira, mas o U2 já fez muita coisa boa na minha vida. Tanto a mensagem das músicas, tanto para ajudar amigos, já obtive muitas coisas boas com o U2”, garante.
Problemas com as vendas online é um dos motivos para que os fãs enfrentassem o frio da madrugada para tentar comprar os ingressos. O Ministério da Justiça chegou a abrir uma investigação para apurar supostas irregularidades.

A nota diz que “segundo relato de consumidores, houve a oferta de ingressos sem a efetiva disponibilização para venda, inclusive para pessoas com deficiência”. O Procon também recebeu quase cem reclamações de pessoas que não conseguiram comprar ingressos para as duas primeiras apresentações.
“Devido ao grande número de reclamações que estamos recebendo, nós queremos saber de que forma é a venda, como funciona a fila e o critério que estão usando para a venda dos ingressos”, afirmou Paulo Miguel, diretor do Procon-SP.
Para os interessados que não conseguiram comprar pelo site e não está disposto a pegar a fila dos postos físicos, ainda tem a opção dos sites que vendem ingressos de pessoas que compraram e desistiriam de ir ao show. Mas, segundo o Procon, eles devem ser vendidos pelo preço original.
A Tickets For Fun disse que não vai se pronunciar sobre o assunto.
Do site: G1

quarta-feira, 28 de junho de 2017

Os segredos da apresentação do U2 no Glastonbury Festival 2011, pelo diário de Willie Williams - Parte II


Do diário de Willie Williams:

Glastonbury Festival

Antes da apresentação, uma série de ligações telefônicas, cada um fazendo uma pergunta: "há fogos de artifício no show?", "podemos ver o conteúdo de vídeo esta tarde?" "você pode nos fazer uma entrevista?"
Quem na terra decidiu que era uma boa ideia se apresentar com cinco caminhões de equipamentos de vídeo que precisavam se integrar ao sistema do festival?
A noite caiu, e nós tivemos o primeiro momento glorioso quando as telas de vídeo brilharam, ganharam vida. A primeira imagem que vimos na noite de testes, nas sete grandes telas de vídeo, foi o frame de abertura do texto de "The Fly": EVERYTHING YOU KNOW IS WRONG. Eu praticamente fiz um back-flip, era uma visão tão fantasticamente incongruente, sobrepondo com as árvores e campos noturnos. Estávamos usando as seqüências originais de vídeos da turnê ZOOTV, e este é um pedaço de vídeo que fiz com Mark Pellington em Dublin no Outono de 1991. Eu brinquei com a atualização da peça, colocando novas frases (eu realmente queria adicionar 'Unexpected Item In Bagging Area'), mas quando mexemos nisto, não parecia ter força. Mark fez uma nova versão do texto de "The Fly" para a Vertigo Tour em 2005, mas estranhamente agora parece um pouco datado. O original não perdeu nada, apesar de ter vinte anos de idade. Realmente ainda é profético, esta voz antiga do passado, de um mundo onde não havia Internet, mas ainda absolutamente sobre o dinheiro.
Na sequência, rodamos a nova seqüência de vídeo de Damien Hirst para "Even Better Than The Real Thing" que nos deixou de queixo caído, de uma maneira diferente. Pinturas splatters, moscas que estão sendo eletrocutadas, borboletas gigantes no fogo e o lendário crânio de diamante. Não consigo imaginar o que os transeuntes fizeram, só espero que os vegetarianos já tenham ido para a cama.
De volta ao show, agradeça ao universo que, pouco antes do rack ir ao chão, a máquina de Terry havia acionado o gatilho para o sistema de reprodução de vídeo do Smasher, e a seqüência de vídeo de Damien Hirst conseguiu ser lançada. Literalmente, segundos mais tarde, ambos os set-ups de Terry e de Smasher estariam inutilizados, mas à partir de quando o show teve início, a banda estava tocando e os visuais estavam funcionando à partir do laptop de backup. Se você prestar atenção na transmissão da BBC, você pode ouvir que durante o primeiro verso de "Even Better Than The Real Thing" o teclado "weedly-weedly" de Terry está faltando, porque ele não era capaz de tocá-lo ao mesmo tempo que tentava salvar seu computador caído no chão.
No palco, é claro, a banda não tinha ideia de que tudo isso estava acontecendo, mas estavam enfrentando os seus próprios desafios, como a pista de patinação no gelo que se tornou o palco devido à chuva que não parava de cair. Não só os músicos estavam encontrando-se em território físico totalmente desconhecido, mas também em uma situação onde eles não tinham ideia do que poderia acontecer se eles tentassem um movimento repentino. Todos nós então nos encontramos em circunstâncias extremamente desafiadoras, mas por esta altura o foguete foi lançado e a energia do momento levou tudo. Ele se transformou em um grande show e o público, que sejam abençoados cada um deles, conseguiu permanecer com energia ao longo de toda a turbulência, embora eu tenho certeza que eles estavam em um desconforto considerável. Eu tive que rir em um ponto. "Elevation" é um medidor útil de energia da multidão e eu olhei para fora da torre do mix neste momento para inspecionar o campo e ver como eles estavam fazendo. Havia muitas mãos acenando, mas fiquei surpreso que não havia pessoas pulando para cima e para baixo. Eu percebi, então, é claro, que a razão pela qual eles não estavam pulando para cima e para baixo foi porque eles não podiam... 80.000 pares de pés, afundados na lama, então acenar suas mãos teria que bastar.
Chegamos até "Moment Of Surrender" e o último pequeno deleite de "Out Of Control" (estranhamente minhas duas músicas favoritas da noite), antes de me dirigir para o backstage. Eu olhei para o meu telefone e vi que tinha mensagens de 21 pessoas durante o show, todos delirando sobre o que tinham visto na TV, então neste momento eu finalmente me dei permissão para relaxar. Missão cumprida, Capitão. Desta vez, ficamos para participar da festa. Havia um porco assado (em uma grande tenda, e ainda estava chovendo), onde comemos, bebemos e ficamos alegres.

Os segredos da apresentação do U2 no Glastonbury Festival 2011, pelo diário de Willie Williams - Parte I


Do diário de Willie Williams:

Glastonbury Festival - O Dia do Show

A lama era muito desafiadora.
Final do dia, o U2 chegou ao local. Edge foi o primeiro. Eles estavam em boa forma, realmente parecendo bastante tranquilos sobre o que estavam prestes a fazer.
Morrissey terminou o seu set, então eu fui dar uma última olhada ao redor do palco para se certificar de que nada estava errado e me dirigi para a minha posição no Mix. A chuva caiu intensa até o momento e chegar até minha posição foi extremamente desafiador. Eu fiz isso e assumi a minha posição, com Ethan na mesa de iluminação. Não havia nenhuma plataforma de convidados na frente (quem seria corajoso o suficiente para chegar lá?), mas apenas alguns convidados da banda se juntaram à nós, incluindo Damien Hirst que tinha vindo para ver a estréia de sua seqüência de vídeo extraordinária para "Even Better Than The Real Thing". A abertura do set do U2 para o Glastonbury foi projetada para ser da pesada em vídeo, essencialmente tendo meia hora completa revivendo a ZOOTV com os visuais originais de 1992/93, mais a nova peça de Hirst. Nós nos demos conta de que esta era a antítese do esperado "espírito de Glastonbury", onde estamos todos muito Lo-fi (um estilo de produção musical que usa técnicas de gravação de baixa fidelidade, low fidelity).
Eu tinha tido um pesadelo onde eu despertava após uma catástrofe técnica que me deixaria de pé ao lado de Damien Hirst, assistindo o U2 chegar no palco e tocando na frente de uma série de telas de vídeo sem imagem. Mal sabia eu que chegaríamos bem perto daquela visão quase se tornar realidade. Finalmente, finalmente, depois de dezoito meses, estamos todos em Glastonbury com a fita de introdução de "Space Oddity" de Bowie tocando. Isso levou para a seqüência da sirene de introdução de "Even Better Than The Real Thing" e as telas de vídeo explodindo para a vida com imagens em close up de moscas incubadas (dá-lhe Damien!) Notei, no entanto, que duas telas de vídeo do festival que deveriam estar carregando as imagens da performance da banda estavam sem imagens, e permaneceu assim enquanto a canção seguia e a multidão enlouquecia. Eu esperava que o visual de Hirst parecesse enigmático, mas vê-lo de maneira isolada sem imagens da banda no meio e este tremendo som, estava beirando a arte de performance. E foi meio que fantástico.
Eu descobri mais tarde que, quase simultaneamente, aconteceram dois eventos que ameaçaram a transmissão. No backstage, a BBC tem toda a sua transmissão ao vivo configurada e também, em um trailer em separado, Smasher (nosso diretor de vídeo da turnê) tinha todo o seu setup para alternar as câmeras de vídeo da transmissão e controlar todo o material de reprodução de vídeo. Literalmente, no momento em que Larry começou a tocar a bateria no começo de "Even Better Than The Real Thing", o gerador de energia que alimentava do caminhão de Smasher deixou de funcionar, deixando todo o seu sistema na escuridão. Mais tarde, ele me disse que ele realmente pensou que iria ter um ataque cardíaco (sem dúvida, como eu, tendo pesadelos sobre os problemas no cenário). Ele realmente pensou que U2 estava no palco tocando na frente de sete telas de vídeo que não mostravam nada, mas então ele notou que o sistema de backup com imagens que ele trouxe com ele estava funcionando e com bateria própria, estava enviando imagens para outras telas de vídeo. Ele enfiou a cabeça para fora do trailer e podia ver que havia luz estridente nas telas de vídeo e que tudo estava bem. O MacBook de Smasher estava rodando sozinho a peça de vídeo de Damien Hirst, e o dia foi salvo.
Enquanto isso, no palco, uma catástrofe de magnitude semelhante foi simultaneamente evitada. Terry, que nas turnês toca teclados e opera no computador os click-tracks no 'Underworld' abaixo do palco, desta vez foi colocado diretamente no palco. Não há 'Underworld' em Glastonbury e no início do dia eu brinquei com Terry que ele finalmente iria ver o U2 tocar ao vivo, e não através do complexo CCTV configurado que ele ficava em frente na 360°. Ele foi colocado no lado de Edge do palco, escondido atrás de uma das telas de vídeo que nós trouxemos. Entre Terry lá atrás e Edge lá na frente no palco, o DJ de Glastonbury teve seu pequeno setup montado, para entreter a multidão durante os períodos de troca de artistas e arrumação do palco. O DJ disse que tinha decidido ficar lá para assistir o U2 e, indo com o espírito do Festival, ninguém fez nenhuma oposição de deixá-lo lá. Não até que o U2 entrou com "Even Better Than The Real Thing" e aquele cara começou a dançar e pular como um lunático, derrubando o rack do computador do Terry no processo. Muitas músicas são tocadas de uma maneira que chamamos de "fora da grade", ou seja, é apenas os quatro integrantes tocando em qualquer tempo em que Larry esteja tocando sua bateria, mas as músicas que tocam com loops ou efeitos (por exemplo, "With Or Without You" ou "I’ll Go Crazy"), ou que tenham conteúdo de vídeo sincronizado, precisa ficar exatamente em sincronia e assim são tocadas através de um click track (que o público não ouve). Tudo isso vem do computador configurado de Terry, e assim fazem como um gatilho, que lançam as imagens visuais exatamente no momento certo da canção. Você pode imaginar que isso não é um setup simples, e eu tenho certeza que o pobre Terry viu tudo em câmera lenta, enquanto seu sistema nervoso central caia no chão.

terça-feira, 27 de junho de 2017

Ministério da Justiça vai investigar venda de ingressos para shows do U2 no Brasil pela 'The Joshua Tree Tour 2017'


O Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor do Ministério da Justiça vai investigar supostas irregularidades na venda de ingressos para os shows do U2 no Brasil.
Consumidores relataram ao ministério que teria havido oferta de ingressos sem a efetiva disponibilização para venda, inclusive para pessoas com deficiência, que teriam encontrado os maiores entraves à aquisição dos convites. Nesse caso, a empresa investigada é a Tickets for Fun, que comercializa os bilhetes.
Os consumidores usaram as redes sociais para reclamar a dificuldade de conseguir ingressos. Eles aguardavam na fila online, e quando a compra era liberada, não havia mais ingressos disponíveis.
No último dia 22, uma consumidora usou a plataforma de petições online Avaaz para cobrar que o Ministério Público de São Paulo abra uma investigação sobre a atuação da T4F. "Ficou claro que a empresa, de maneira deliberada ou não, prejudicou uma quantidade indefinível de pessoas, na medida em que o produto mostrava se disponível à venda (há fotos comprobatórias) mas, ao tentar ser comprado, aparecia indisponível", defendeu a autora Rogéria L. em sua petição, que já conta com mais de 6.100 assinaturas. Ao todo, ela espera alcançar a marca das 7.500 para que o seja encaminhado ao MP.
Na avaliação do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), houve falta de transparência por parte da T4F, já que não foi informado ao público o número de ingressos totais vendidos e quantos estavam disponíveis para cada setor. Em nota, a entidade afirma que faltaram informações também sobre "qual a metodologia da senha que o consumidor recebe quando entra na fila para comprar seus ingressos, além de um informe efetivo do esgotamento dos ingressos, sob pena de se gerar uma falsa expectativa ao consumidor, que permanece conectado no site, porém em vão".
O Idec destaca ainda que a empresa tem conhecimento que a procura por esse tipo de evento costuma ser bem alta e que, por isso, o site da T4F deveria ter tomado "cuidados extras", como também dimensionado corretamente seus servidores para evitar falhas no sistema. O órgão orienta os consumidores que tiveram dificuldades a reclamar no Procon da sua cidade.

Na íntegra: o discurso de Adam Clayton na aceitação do prêmio por seu apoio aos programas do MusiCares de recuperação de dependência de álcool


"Obrigado, Chris Blackwell. Ele comemorou seu 80º aniversário na semana passada. O cara mais legal. Ainda no negócio da música. Conheço este homem há muito tempo e além do U2 e Paul McGuinness, ele é o meu relacionamento mais longo no negócio da música e ele me apresentou ao Chronixx que tocou aqui esta noite, então obrigado Chris.
Isso é realmente ótimo. Obrigado. Não estou acostumado a conseguir nada sozinho. Isso é muito incomum. Um prêmio por não fazer nada. Este é um lugar grande para um show solo. Não tem onde se esconder. Eu sou o Adam e levei muito tempo para ser capaz de possuir isso. Sempre achei que tinha o nome de outra pessoa. Não era meu. Eu não conhecia nenhum Adam além de mim e eu era muito auto-consciente para explicar isso a qualquer um. Onde eu cresci, havia Johns, Davids, Pauls, Seans, Kevin e Rorys. Sempre me senti diferente e incapaz de me encaixar.
Sou alcoólatra, viciado. Mas de certa forma, essa doença devastadora é o que me levou para a vida maravilhosa que agora eu tenho. Só que eu não podia levar o meu amigo álcool. Em algum momento eu tive que deixá-lo para trás e reivindicar todo o meu potencial. Minha doença é uma que me obriga a me auto diagnosticar. Passei muitos anos me sentindo diferente, tentando se encaixar, sendo inquieto, irritado e geralmente descontente. Procurei muitas filosofias, atividades, disciplinas. Eu tentei um monte de coisas diferentes para acalmar o meu eu interior. Comparei as minhas ações com as de outros. Julguei o comportamento dos outros para ver onde eu me encaixava. Eu passei muito pelo caminho de cada pessoa que bebe de maneira anormal, para tentar beber como pessoas normais.
Eu estava cheio de medo e incapaz de examinar objetivamente o que estava acontecendo ou ver como esses traços negativos estavam me prendendo. Não pensei que pudesse estar numa banda e não beber. É muito uma parte da nossa cultura. Porque nós trabalhamos à noite, nós saímos à noite. Vivemos à noite, fazemos negócios à noite. Eu pensei que minha vida estaria acabada, mas dois heróis meus estavam lá para mim e significou muito para mim que eles tentaram me convencer de outra forma.
Depois de duas bebedeiras particularmente destrutivas, Eric Clapton estava lá na outra ponta do telefone. Ele não amaciou. Ele me disse que eu tinha que mudar minha vida e que eu não me arrependeria. Ele me deu o número de um centro de tratamento e o poder de fazer uma ligação para eles. Uma vez que eu estava passando por esse programa de reabilitação de cinco semanas, Pete Townshend me visitou e novamente colocou o aço nas minhas costas.
Estes dois talentos foram suficientes para me reiniciar e me convencer de que minha vida não tinha acabado, mas que eu estava no início de uma longa jornada para aprender a me amar. No início foi difícil examinar a evidência de recuperação, mas eu nunca conheci um alcoólatra em recuperação que não acredita que esta é a melhor coisa que eles já fizeram. Eu tive sorte, porque eu tinha três amigos que podiam ver o que estava acontecendo e me amaram o suficiente para me livrarem da culpa das minhas falhas com eles. Bono, Edge e Larry realmente me apoiaram antes e depois que eu entrei em recuperação e eu sou incondicionalmente grato a sua amizade, compreensão e apoio.
Estou impressionado com o trabalho extraordinário que fizemos juntos. Não apenas a música, mas também os nossos relacionamentos com a (RED), Music Rising e Music Generation. Temos um pacto um com o outro. Na nossa banda, ninguém será uma vítima. Todos voltamos para casa ou nenhum de nós volta para casa. Ninguém será deixado para trás. Obrigado por honrarem essa promessa e me deixarem entrar na sua banda.
Eu estive no Brasil e conheci uma advogada que era inteligente e linda. Começamos a namorar. Casei-me em sobriedade com a Mariana. Não pensei que isso fosse acontecer. Ela nunca me viu bebendo, mas me conhec no meu jeito mais louco. Agradeço a você Mariana, pela maravilhosa vida que temos juntos e por fazer cada dia mais significativo.
Uau. Tivemos uma grande noite de música, não foi? Isso é uma coisa que eu nunca quis perder. Isso é uma coisa que me impediu de passar por maus momentos. Eu gostaria de agradecer a Neil Portnow e a equipe MusiCares por organizar esta noite. Gostaria de agradecer à Recording Academy pelo apoio deles. Obrigado Hal Willner e Rachel Fox por organizarem a música maravilhosa que ouvimos. Cat Deeley, obrigado por ser tão generosa e graciosa. É tão grande para nós rapazes irlandeses e qualquer um que está vindo do Reino Unido, vê-la voltar para o seu antigo show no mundo da música.
Eu gostaria de agradecer aos artistas que tocaram esta noite; que performances inspiradoras, uma verdadeira honra estar aqui. Michael Franti, desde o primeiro momento em que ouvimos "Television, the Drug of the Nation" sabíamos que iríamos ouvi-lo por um longo tempo e é ótimo vê-lo aqui. Macy Gray, lembro-me da primeira vez que te vi na TV inglesa. Você me surpreendeu. Muito obrigado. The Lumineers, é um prazer tê-los no palco conosco todas as noites e muito bom vê-los aqui sem eu ter que correr para o meu outro show.
Jack Garratt o que posso dizer? Este homem é extraordinário e parece que cada vez que há um novo desafio ou um novo instrumento para tocar, ele apenas encontra outro braço. E Chronixx, é claro, desde que Chris me tocou sua música na Jamaica há dois anos eu tenho sido um grande fã. Obrigado por mexerem em sua agenda para tocarem para nós. Hal Willner reuniu uma banda maravilhosa. Ótimo ouvir Marc Ribot tocando. São caras como aquele que me lembram que é o que eu quero ser um dia.
Obrigado também para as equipes do palco que fizeram as coisas correrem bem. Os nossos caras vieram de Boston ontem à noite e tenho a certeza que estão ansiosos pelas suas camas. Obrigado a todos. Eu também gostaria de agradecer Guy Oseary, a equipe Maverick, Arthur Fogel e Live Nation. Obrigado ao meu irmão Sebastian, que está aqui esta noite. Ele me conhece no meu melhor e no meu pior. Gavin Friday está aqui esta noite. Obrigado Gavin.
E, finalmente, isso não é realmente sobre mim. Gostaria de agradecer a todos que apoiaram o evento desta noite comprando mesas e ingressos. Sem o seu apoio, nada disso seria possível. Vocês trouxeram esperança e uma segunda chance para tantas pessoas lutando com o vício.
Gostaria de terminar com uma citação escrita por Bono quando tínhamos 18 anos. "If you walk away, walk away, I will follow." Obrigado."



Original da : Rolling Stone

O trabalho de marketing da Diabolical para o 20° aniversário de 'Achtung Baby'


Diabolical é uma empresa inglesa, especialista em planejar campanhas publicitárias ao ar livre e experiencial, com implementação de soluções de mídia convencionais e não convencionais para a indústria da música.

Para comemorar o vigésimo aniversário do álbum do U2 premiado no Grammy, 'Achtung Baby', a Diabolical colaborou em uma campanha anunciando o re-lançamento do álbum, colocando um carro Trabant estilizado em um outdoor na M4.
O Trabant apareceu em uma das fotos para a capa original do álbum 'Achtung Baby', e também na Zoo TV Tour. Com a ajuda de um guindaste muito grande, um elevador hidráulico e uma carpintaria inteligente, o carro foi anexado ao outdoor, em frente ao portão de Brandenburgo, um dos marcos mais conhecidos de Berlim, e exibido na movimentada M4 para todos verem. O U2 também anunciou o lançamento de um documentário intitulado 'From The Sky Down', que documentou a produção do álbum original de 1991.


Adam Clayton: "Na nossa banda, ninguém será uma baixa. Ou voltamos todos para casa ou não volta ninguém. Ninguém será deixado para trás"


Adam Clayton foi homenageado no concerto beneficente MusiCares MAP Fund no PlayStation Theater em Nova York, em apoio aos programas do MusiCares de recuperação de dependência de álcool. Adam superou um sério problema de alcoolismo, que chegou a tirá-lo de um show do U2.
Adam recebeu das mãos de Chris Blackwell da Island Records, o Stevie Ray Vaughan Award em reconhecimento a sua dedicação e apoio ao MusiCares MAP Fund, bem como seu compromisso de ajudar os outros com o processo de recuperação de dependentes. Como ele brincou, "um prêmio por não fazer algo."

Adam aproveitou para, no seu discurso, agradecer aos seus colegas de banda pelo auxílio prestado quando estava em tratamento para o seu alcoolismo, há alguns anos. Ele disse: "estou admirado do extraordinário trabalho que fizemos juntos."

"Nós temos um pacto um com o outro. Na nossa banda, ninguém será uma baixa. Ou voltamos todos para casa ou não volta ninguém. Ninguém será deixado para trás", disse, acrescentando: "obrigado por honrarem essa promessa, e por me deixarem fazer parte da banda".
Subindo ao palco, o baixista brincou: "Não estou acostumado a conseguir nada sozinho".

Falando sério, ele disse: "Eu sou um alcoólatra, viciado, mas de alguma forma, a doença que é devastadora, é o que me levou para esta vida maravilhosa que eu tenho agora. Eu só não podia levar junto comigo meu amigo álcool. Em algum momento eu tive que deixá-lo para trás e reivindicar o meu pleno potencial."

Ele disse que parte da razão pela qual ele teve dificuldade para parar de beber foi que: "eu não achava que você poderia estar em uma banda e não beber. É muito uma parte da nossa cultura."
Foi Eric Clapton, disse ele, um dos seus heróis, que finalmente lhe falou que ele precisava de ajuda.
"Ele não suavizou isso. Do outro lado do telefone, ele me disse que eu precisava mudar minha vida e que não me arrependeria. Ele me deu o nome de um centro de tratamento e o poder de fazer uma ligação para eles", disse Clayton. Ele creditou outro amigo e herói, Pete Townshend do The Who, por visitá-lo no programa de reabilitação de 5 semanas, onde ele "colocou o aço nas minhas costas".
Quanto aos seus companheiros de banda, Adam Clayton disse: "Eu tive sorte porque eu tinha três amigos que podiam ver o que estava acontecendo e que me amavam o suficiente para me livrarem da minha falha com eles. Bono, Edge e Larry realmente me apoiaram antes e depois que eu entrei na recuperação, e eu sou incondicionalmente grato por sua amizade, compreensão e apoio."
Ele acrescentou que seus companheiros de banda o apoiam já há 40 anos. "Você sabe, eu acho que eles me amavam antes de eu ter descoberto como me amar", disse ele. "Então é muito importante que eles compartilhem isso comigo."

O U2 se juntou na homenagem ao seu baixista e tocou "Stuck In A Moment You Can't Get Out Of", "Vertigo" e "I Will Follow":







Macy Gray homenageia Adam Clayton no Musicares com performance de "I Still Haven't Found What Im Looking For":



The Lumineers homenageiam Adam Clayton no Musicares com performance de "One":



Michael Franti homenageia Adam Clayton no Musicares com performance de "Sunday Bloody Sunday":

segunda-feira, 26 de junho de 2017

Estranho início e final trágico: a história de Greg Carroll e U2


A história tem um início estranho e um final trágico. Mas entre os dois, algo notável aconteceu. Algo que não poderia ter acontecido sem um jovem Maori de Wanganui chamado Greg Carroll.
Como muitos novos neozelandeses, Greg Carroll se apaixonou pelo rock n roll. Ao contrário de muitos jovens neozelandeses, ele levou o seu amor pela música um passo adiante e fez dela a sua vida, primeiro trabalhando como um técnico de som e roadie com bandas em Wanganui e mais tarde se mudando para Auckland, o centro da indústria de música contemporânea da Nova Zelândia
Foi em Auckland que a história realmente começou, uma história que se tornaria eterna dois anos mais tarde, com a morte de Greg Carroll, aos 26 anos, do outro lado do mundo.
Greg era o que você poderia chamar de um cara motivado. Ele amava a vida, ele amava as pessoas. Um dia, o espírito mexeu com ele.
Isso aconteceu na Estrada Karangahape de Auckland. Ele viu alguém na rua vestindo uma jaqueta impressionante, estampada com a legenda "U2". Para aqueles em sintonia com os movimentos das marés do mundo da música rock, o U2 flutuava alto - uma banda irlandesa que tinha tomado o mundo pela tempestade com a sua música emocionante, edificante, e vendeu milhões de discos no processo.
Era setembro de 1984, e o U2 estava em Auckland para o seu primeiro concerto na Nova Zelândia. Greg parou o homem na Karangahape Road e perguntou-lhe onde ele conseguiu a jaqueta.
A resposta era simples, o homem era Steve Iredale, gerente de produção do U2, um Dubliner caloroso que foi tomado pela abordagem de Greg ao falar de sua vida. Ao saber de sua experiência de trabalho com bandas de rock local, Iredale ofereceu-lhe uma noite de trabalho com o U2 naquela noite no show no Logan Campbell Centre para 3000 fãs.
O U2, e especialmente o cantor da banda, conhecido simplesmente como Bono, ficaram muito impressionados com Greg Carroll. "Ele era muito bom", disse Bono. "Lhe pedimos para vir conosco para a Austrália. E ele ainda foi tão bom, que nós pedimos para se tornar um membro permanente da nossa equipe."
Greg Carroll se juntou à elite do mundo do rock. Indo para Dublin, a base central do U2. Viajando pelo mundo com eles, apareceu brevemente no palco com eles durante a transmissão mundial pela televisão do show do Live Aid em 1985.
Greg ganhava um bom dinheiro em um trabalho que amava, trabalhando com pessoas que amava. Ele tinha um apartamento em Londres, uma base em Dublin, uma namorada, Katy McGuinness.
E, disse Bono, "ele estava pesquisando locais para filmagens para o nosso próximo disco e paisagens para a fotografia da capa. Seu objetivo era dirigir e produzir vídeos e filmes."
A tragédia aconteceu no início de julho de 1986. Greg foi derrubado da moto Harley Davidson que ele estava andando em Dublin e morto.
Mas essa tragédia levou a um drama até mesmo notável. A influência de Greg Carroll não terminou com sua morte.
Bono estava no Texas para fazer uma aparição em un concerto com a estrela do country americano Willie Nelson quando a triste notícia chegou a ele "Eu estava no meu hotel uma hora depois de um vôo de 13 horas", disse ele. "Eu peguei o próximo avião de volta para Dublin".
Lá, a banda não só organizou para Greg voltar para casa para sua família Wanganui, como também foram juntos.
"Tivemos que ir para a Nova Zelândia", disse Bono. "Sentimos que tínhamos um dever para com o nosso amigo e colega de trabalho. Para termos a certeza que ele voltaria para casa com honra. Tínhamos o dever de explicar à sua família o que o Greg tinha feito. Nós não estaríamos em qualquer outro lugar naquele dia em particular."
E assim, dentro de um dia Greg chegaria em sua casa Marae de Kai-Iwi, com Bono, sua esposa Ali, o baterista Larry Mullen, sua namorada Ann Acheson, Katy McGuinness, Steve Iredale e o engenheiro de som Joe O’Herlihy chegando em Wanganui para atender a família de Greg e amigos e fazer suas despedidas finais.
Em dois dias, toda a diferença racial e cultural entre Maori e Irlandês se tornaram braços em torno dos ombros, juntos, com lágrimas compartilhadas em Kai-Iwi e no túmulo no cemitério de Aramoho em Wanganui, no dia 10 de julho.
"Reis e príncipes nunca visitaram nossa Marae, mas eu entendo que vocês tenham alcançado o mesmo status no mundo da música", disse Matt Huinua, dando as boas-vindas ao U2 para o Marae.
Para os pais adotivos de Greg, Tom e Eileen Carroll, e sua família - com a exceção do tio, o artista Dalvanius Prime - o U2 era apenas um outro nome estranho do mundo estranho da música rock.
Quando eles partiram, dois dias depois, a palavra "família" estava na boca de todos. Bono desempenhou um papel fundamental no processo de luto, pagando tributo a seu amigo no Marae em palavras e músicas, fazendo uma leitura no túmulo e freqüentando o Takahi na casa dos pais de Greg.
Ao ler o serviço, um Apóstolo da Igreja Ratana disse: "Nós Maori dizemos que o Pakeha (descendentes de Europeus) nunca mostram suas lágrimas. Eles dizem que sentem de coração, mas não podem demonstrar seus sentimentos. Eu vi lágrimas nos rostos desses jovens hoje. Eu me senti aroha (comovido)."
"É como uma tempestade diminuindo", disse Bono, pouco antes de voar da Nova Zelândia de volta para casa. "A tranquilidade veio através de sua família para nós."

Animação conta a primeira vez que o U2 se reuniu em 1976


"Qualquer um que foi a um show do U2 sabe a habilidade dramática de Bono de contar uma história e seu amor puro pelas palavras. Uma a uma, elas são tão impressionantes, cheias de sagacidade e charme. E ele adora conversar." - Jann Wenner, Rolling Stone

Os quatro membros se reuniram na cozinha do baterista Larry Mullen Jr. Eles ainda eram estudantes adolescentes na Mount Temple School em Dublin, com muito pouco conhecimento musical, mas uma ambição infinita. "Edge tocou um acorde de guitarra que eu nunca tinha ouvido na guitarra elétrica. Foi a abertura da estrada", disse Bono. "Adolescentes começaram a vir de todo o lugar, aquelas meninas. Elas sabiam que Larry morava lá. Elas chegaram gritando, elas chegaram subindo no portão. Ele estava completamente acostumado a isso, descobrimos, e ele pegou a mangueira para jogar água nelas. Literalmente, a mangueira do jardim.

Confira neste vídeo animado, Bono contando sobre a primeira vez que o U2 se reuniu naquele ano de 1976! Agradecimento ao fã e colaborador Márcio Fernando.

sábado, 24 de junho de 2017

O terceiro vídeo promocional de divulgação dos shows do U2 no Brasil pela 'The Joshua Tree Tour 2017'


A Move Concerts Brasil libera um terceiro vídeo promocional de divulgação dos shows do U2 no Brasil pela 'The Joshua Tree Tour 2017'!

Em show em Toronto pela 'The Joshua Tree Tour 2017', U2 toca versão de quase 10 minutos de "Bad" e traz de volta ao setlist a primeira do Lado A do primeiro álbum


O U2 voltou ao Canadá com a 'The Joshua Tree Tour 2017' para um show em Toronto.
O homenageado da noite por Bono foi Leonard Cohen. Bono cantou um trecho mais longo de sua canção "Suzanne" em "Bad", além do canto "Hallelujah", o que fez a performance ter a duração de quase 10 minutos, o que ainda não tinha acontecido nesta turnê.
Depois, Bono dedicou à Cohen a canção "One Tree Hill", e disse que passou o dia se recordando quando passou o 79º aniversário de Cohen com ele.

"Hoje à noite, nós nos agarramos em algumas coisas, enquanto nos despedimos de outra. Eu não sei bem como deixar isso ir, mas sei que hoje à noite estou me agarrando à música de Leonard Cohen, pensando nisso hoje. Está na minha mente. Ele é um vício que eu não estou pronto para desistir, então vou cantar essa para Leonard Cohen."



Desta vez, uma mudança no final do show: "Vertigo", que vinha fechando as apresentações, foi substituída pelo clássico "I Will Follow", tocada no palco principal com o telão totalmente desligado e só com as luzes, como acontecia na turnê original de 1987!

sexta-feira, 23 de junho de 2017

Tentando entender e esclarecer as regras para assinantes U2.COM na pré venda para o terceiro show no Brasil pela 'The Joshua Tree Tour 2017'


No dia 06 de Junho, o U2 confirmou oficialmente o primeiro show no Brasil pela 'The Joshua Tree Tour 2017'. Em seu site oficial a informação:

"Haverá uma venda exclusiva para os assinantes do U2.COM, divididos em dois grupos de compra com dois horários, o Red Hill Group (assinaturas feitas antes do dia 24/12) comprando as 10:00 e o Wires Group (assinaturas feitas depois do dia 25/12) comprando às 12:00 (meio dia). Haverá um limite de 4 ingressos para compras pelos assinantes na pré venda. Quem já usou anteriormente o limite de compras do código para shows desta turnê, não poderá utilizá-lo novamente."

Quem assinou, quem renovou, foi com estes termos definidos.

Após a caótica pré venda para o segundo show devido à problemas causados pela Tickets For Fun, que bloqueou por 5 horas os códigos dos assinantes que já tinham utilizado parcialmente para a compra do show anterior, mas ainda não haviam atingido o limite, o U2.COM decidiu mudar as regras para os assinantes.
Através de um UPDATE, o que se entende lendo só ele, é que se você já usou seu código nos outros shows, comprando 1, 2 ou 3 ingressos e não tendo atingido o limite de 4 ingressos, você não poderá utilizar novamente seu código na pré-venda para o terceiro show anunciado. Os códigos usados poderão ser inutilizados na hora da compra. Apenas códigos que ainda não foram usados nenhuma vez, deverão ser aceitos e só podem ser usados uma única vez. A quantidade que você deseja comprar dentro do limite de 4 ingressos, só poderá ser adquirida uma única vez. Você não poderá comprar 1, 2 ingressos, e voltar ao site para usar o restante da cota.

Muitos assinantes estão fazendo novas assinaturas para a pré venda U2.COM, por causa deste UPDATE confuso do site.

Mas o U2.COM FAQS não é muito claro sobre isso. O que se pode ler na página é:

A- Como um assinante pago U2.COM, no curso de uma assinatura anual, você é ELEGÍVEL para COMPRAR ATÉ QUATRO (4) ingressos para qualquer show ou combinação de shows (por exemplo, você nos EUA pode comprar 2 ingressos para um show em Kansas City e 2 ingressos para um show em San Diego). Na AMÉRICA DO SUL e no México, você pode comprar 4 ingressos para um ÚNICO LOCAL de shows.

Então há uma atualização para Detroit: o site de venda de ingressos suporta uma única transação, certifique-se de comprar todos os ingressos que você deseja em uma única transação. Você não pode comprar dois e voltar mais tarde e comprar mais 2. O sistema de venda de ingressos do site não vai permitir isso.

Na sequência desta informação, o UPDATE que está causando confusão:

Na Argentina, Colômbia, BRASIL e Chile o código de acesso à pré-venda é BENÉFICO para UMA ÚNICA TRANSAÇÃO. Os fãs NÃO PODEM comprar 2 ingressos e depois VOLTAR PARA O SITE para COMPRAR OUTROS 2 ingressos com o mesmo código. No México, é possível fazer várias compras com o mesmo código até atingir o limite de 4 ingressos.

E então lendo a primeira parte do FAQ e juntando o UPDATE, o que se entende é: nós brasileiros, só podemos comprar para um único show, sem poder combinar shows (comprar ingressos pro último show do Brasil, e depois para Kansas City, ou San Diego, ou Mexico, ou onde for).
E a mensagem para Detroit, serve para o Brasil, Chile, Colômbia e Argentina: o site de venda de ingressos suporta uma única transação, certifique-se de comprar todos os ingressos que você deseja em uma única transação. Você não pode comprar dois e voltar mais tarde e comprar mais 2. O sistema de venda de ingressos do site não vai permitir isso.
Sendo assim, o código de assinantes que não atingiram ainda a cota de 4 ingressos, não estaria inutilizado. Ele poderia sim ser usado na pré venda, mas tendo que ser usado de uma só vez, e somente para um único show escolhido. Uma única transação para os códigos que ainda restem 1, 2 ou 3 ingressos.
Isso leva ao termo estabelecido: "como um assinante pago U2.COM, no curso de uma assinatura anual, você é elegível para comprar até quatro (4) ingressos."

Como a página de ajuda do U2.COM não é clara, objetiva, essas ambiguidades no texto podem levar à todas estas interpretações.

Live Nation Press Release: U2 'The Joshua Tree Tour 2017' no Brasil


“Eles têm um ‘ao vivo’ sem igual… De fato, parece que eles estão retomando o posto de melhor banda do mundo, fazendo o mesmo que fizeram para ganhar o título da primeira vez” – Rolling Stone

“Para as apresentações do The Joshua Tree, os membros da banda tomaram seus lugares no palco em meio a um estádio lotado. Eles estavam em ascensão na carreira… a banda era reduzida, mas não a sua música. Larry Mullen Jr. na bateria, Adam Clayton no baixo e The Edge na guitarra detonaram o fluxo rítmico urgente de ‘Where the Streets Have No Name’. Contra o espinhoso ritmo postpunk de ‘Bullet the Blue Sky’, o falsete de Bono e os acordes da guitarra de The Edge funcionaram como fortes sirenes.” – The New York Times

“Trinta anos não são capazes de tirar o brilho de músicas intensas, de letras esperançosas ou da cativante banda irlandesa por trás delas” – USA Today

“Os icônicos roqueiros não só desenterram uma obra-prima como promovem momentos que durarão para sempre” –Consequence Of Sound

A Live Nation confirmou hoje que, devido à incrível procura por ingressos, um terceiro show em São Paulo foi adicionado à U2 The Joshua Tree Tour 2017. O mais recente show anunciado, em 21 de outubro, cujos ingressos foram colocados à venda na manhã da última quinta-feira, esgotou-se imediatamente e, como resultado, uma nova data em 22 de outubro também no Estádio do Morumbi foi confirmada.
A edição de aniversário do álbum 'The Joshua Tree' foi recém-lançada pela Interscope Records, em 2 de junho.
Junto com as onze faixas do disco, a edição de colecionador inclui uma gravação ao vivo da 'The Joshua Tree Tour 1987' no Madison Square Garden; raridades do lado B das gravações do álbum original; remixes de 2017 feitos por Daniel Lanois, St Francis Hotel, Jacknife Lee, Steve Lillywhite e Flood; um álbum de 84 páginas com fotografias inéditas dos bastidores tiradas por The Edge durante a sessão de fotos no Deserto de Mojave. 'The Joshua Tree' foi produzido por Brian Eno e Daniel Lanois.
Empolgando fãs e críticos ao redor da América do Norte, a 'The Joshua Tree Tour 2017' se despede do continente em 1º de julho e segue para Europa, onde estréia com dois shows em Londres, em 8 e 9 de julho, ambos com ingressos esgotados. Na sequência, a turnê segue para shows em Berlim, Roma, Barcelona, Dublin, Paris, Amsterdã e Bruxelas. A 'The Joshua Tree Tour 2017' então retorna à América do Norte em 3 de setembro para Detroit e seguirá para Buffalo, Minneapolis, Indianapolis, Kansa City, New Orleans, St. Louis e San Diego. A turnê segue então para a América Latina, onde além dos shows na Cidade do México, a turnê U2 'The Joshua Tree 2017' vai passar por Bogotá, Buenos Aires, Santiago e São Paulo.
No México e na América do Sul, a banda Noel Gallagher’s High Flying Birds está confirmada como convidada especial em todas as datas. A 'The Joshua Tree Tour 2017', do U2, é produzida pela Live Nation Global Touring com a DC SET Promoções e a Move Concerts como co-produtoras no Brasil. A UPS é a provedora de logística oficial da turnê.

- NOVAS DATAS ANUNCIADAS-

3-Setembro Detroit, MI Ford Field
5-Setembro Buffalo, NY New Era Field
8-Setembro Minneapolis, MN US Bank Stadium
10-Setembro Indianapolis, IN Lucas Oil Stadium
12-Setembro Kansas City, MO Arrowhead Stadium
14-Setembro New Orleans, LA Mercedes Benz Superdome
16-Setembro St. Louis, MO The Dome At America’s Center
22-Setembro San Diego, CA Qualcomm Stadium
3-Outubro Cidade do México Foro Sol
4-Outubro Cidade do México Foro Sol
7-Outubro Bogotá, Columbia, Estadio El Campin
10-Outubro Buenos Aires, Argentina La Plata
11-Outubro Buenos Aires, Argentina La Plata
14-Outubro Santiago, Chile Estadio Nacional
19-Outubro São Paulo, Brasil Estádio do Morumbi ESGOTADO!
21-Outubro São Paulo, Brasil Estádio do Morumbi ESGOTADO!
22-Outubro São Paulo, Brasil Estádio do Morumbi

A MIDIORAMA é responsável pela ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO deste evento, não tendo qualquer envolvimento ou responsabilidade sobre a produção, organização, venda de ingressos, agenda ou programação. Qualquer assunto relacionado à venda de ingressos deve ser tratado diretamente com a empresa responsável por sua comercialização.

U2 anuncia terceira e última data de shows no Brasil pela 'The Joshua Tree Tour 2017'


Após uma demanda recorde na venda de ingressos dos shows dos dias 19 e 21 de Outubro, o site U2.COM anuncia oficialmente um terceiro e último show do U2 no Brasil pela 'The Joshua Tree Tour 2017'! A apresentação acontecerá no dia 22 de Outubro em São Paulo, no Estádio Do Morumbi!

Haverá uma venda exclusiva para os assinantes do U2.COM a partir de sábado, 24 de Junho (10 da manhã no horário local) indo até 25 de Junho (5 da tarde no horário local), divididos em dois grupos de compra, com os mesmos valores de ingressos.

Red Hill Group (assinaturas feitas antes do dia 24/12) – Sábado, 24 de Junho (10 horas da manhã)
Wires Group (assinaturas feitas depois do dia 25/12) – Sábado, 24 de Junho (12:00 - Meio Dia)
Fim da pré-venda – Domingo, 25 de Junho (5 horas da tarde)

Pré-venda Clientes Banco Do Brasil - Ourocard - 26 De Junho (00:01) - 27 de Junho (00:01)

Para o show de 22/10, portadores dos cartões Ourocard nas modalidades Infinite, Nanquim, Black, Grafite Estilo e Platinum Estilo, poderão adquirir seus ingressos no dia 26/06, a partir da 00h01, limitado ao estoque. A pré-venda será estendida a todos os clientes do BB com Ourocard a partir da 00h01 do dia 27/06, com término previsto para as 20h do dia 28/06.

Venda geral – Quinta-Feira, 29 de Junho 00:01

Quem já usou o código para ingressos de shows desta turnê, não poderá utilizá-lo novamente, segundo o U2.COM
Será necessário uma nova assinatura para esta compra, ou um código que ainda não tenha sido utilizado em outras compras. São 4 ingressos por código.

Ingressos para público em geral estarão disponíveis em 29 de Junho, quinta-feira, na bilheteria oficial do evento, no Citibank Hall (Av das Nações Unidas 17.955 – Santo Amaro), de terça a sábado, das 12h às 20h.


Novas imagens utilizadas em vídeo no telão na performance de "Miss Sarajevo" na 'The Joshua Tree Tour 2017'


O U2 tocou em Maryland pela 'The Joshua Tree Tour 2017'. O show apresentou algumas leves mudanças.
As imagens do banner com o rosto de Omaima circulando o estádio foi adicionado no vídeo mostrado no telão na performance de "Miss Sarajevo". O vídeo abaixo:



20 de Junho marcou o World Refugee Day, que coincidiu com a data da apresentação. Assim, o U2 aproveitou o tema e utilizou uma nova introdução para "Beautiful Day", como vemos no vídeo acima.
Foram citações e áudios dos ex-presidentes dos EUA, Ronald Reagan e John F. Kennedy, referentes ao discurso "City On A Hill" de Kennedy, de 9 da Janeiro de 1961. O discurso realçou como um presidente republicano e um presidente democrata compartilharam ideais semelhantes e pode ter sido esta a primeira vez que o U2 usou Ronald Reagan de forma positiva em um concerto.

quinta-feira, 22 de junho de 2017

Consumidores fazem reclamações devido aos problemas na venda de ingressos para shows do U2 no Brasil pela 'The Joshua Tree Tour 2017'


Da página do Ultraviolet U2 Fan Club Brazil no Facebook:

Até as 11h desta quinta-feira, dia 22, o Reclame AQUI registrou 855 reclamações de consumidores que se queixaram de dificuldades para comprar ingressos para os shows do U2, que acontecem em outubro, em São Paulo. As vendas oficiais foram abertas no último dia 16 e as entradas se esgotaram em poucas horas.
O levantamento das reclamações, que apura números de 1º a 22 de junho, analisou as duas principais empresas que comercializam as vendas: Ticket For Fun, site oficial, e Viagogo, que também revende ingressos.
Do total de queixas, a Ticket For Fun recebeu 90%, sendo a maioria sobre dificuldade para finalizar a compra. É o caso de uma fã que tentou comprar seu ingresso, mas depois de ficar na fila de espera no site, desistiu. “Estou decepcionada (...)entrei no site às 22h, quando deu 0h fiquei na posição 2.002 após 7 minutos consegui entrar na parte de compras, mas não conseguia realizar a compra pois só dava a mensagem “Nesse momento, não temos ingressos disponíveis para este setor nesta categoria de preço”, relatou a consumidora de Araguaína, Tocantins.

Para quem pretende revender ou comprar pelo site Viagogo, o problema foi outro. Um consumidor de Recife, PE, fez um anúncio de seu ingresso para o show do U2, que teria sumido do site. “O anúncio foi publicado e depois de cinco minutos decidi diminuir o valor. Só que nesse tempo eu já tinha deletado o anúncio. Como vou verificar os passos da venda?”, questionou o reclamante.
Pelo Viagogo, o consumidor também é colocado numa fila de espera, mas ainda há ingressos disponíveis para compra. Segundo o próprio site, a expectativa é que se esgotem em até seis dias (até dia 28 de junho, portanto).

Até o dia 16 de junho, data da abertura oficial de vendas dos ingressos para o show do U2, as empresas Ticket For Fun e Viagogo receberam 386 reclamações no Reclame AQUI. A partir do dia 17 até as 11h desta quinta, dia 22, foram registradas mais 469.
O principal motivo de queixa é dificuldade para concluir compra ou problemas na finalização da compra, que representa 43% do total. Na segunda posição, com 13%, estão as reclamações sobre ingressos esgotados. Já 9,4% dos consumidores se mostraram insatisfeitos com a fila de espera nos sites.
Nos últimos seis meses no Reclame AQUI, a Ticket For Fun recebeu 1.631 reclamações, das quais respondeu 11,3% e solucionou 36,4% dos casos. De acordo com avaliação dos seus consumidores, a empresa é considerada “Não recomendada” em atendimento.
Já a Viagogo, no mesmo período, recebeu 3.025 reclamações, com 98,3% de casos respondidos e 77,4% resolvidos. A empresa é considerada “Regular” pelos seus clientes.

Via: www.noticias.reclameaqui.com.br

The Edge enfrenta alguns problemas técnicos durante performance de "One" em show em Maryland pela 'The Joshua Tree Tour 2017'


O U2 se apresentou em Maryland na 'The Joshua Tree Tour 2017', e o guitarrista The Edge enfrentou alguns problemas técnicos durante a performance de "One".
Assim que Bono cantou a primeira frase da canção, a guitarra de Edge começou a apresentar problemas, e Bono soltou um "ahhhhh", e disse que o técnico da banda Terry Lawless no seu "Terryworld" embaixo do palco, estava resolvendo o problema.
Pouco tempo depois, a banda conseguiu seguir com a performance!

Aconteceu de novo: ingressos para segundo show do U2 no Brasil pela 'The Joshua Tree Tour 2017' se esgotam em pouco mais de 1 hora pela internet


Aconteceu de novo. Os ingressos vendidos pela internet ao público geral, para a segunda apresentação do U2 no Brasil, no dia 21 de Outubro, se esgotaram em 1 hora e 27 minutos, segundo o site da Tickets For Fun. As vendas começaram à 00h01 desta quinta-feira (22).
Mas muito antes disso, já não se encontravam ingressos para diversos setores ao entrar na tela de compra do site. Com 15, 20 minutos, já tinham setores indisponíveis.
Na semana passada, as vendas de ingressos para a primeira apresentação, no dia 19 de Outubro, se esgotaram em 1 hora e 51 minutos.
Nas redes sociais, os fãs reclamaram da dificuldade em comprar os ingressos, e houve relatos de diversas pessoas que tentavam a compra nos pontos físicos, de que supostos cambistas estavam "dominando" as filas.

quarta-feira, 21 de junho de 2017

Apresentação do U2 em Maryland pela 'The Joshua Tree Tour 2017' termina com momento bizarro


Ontem a 'The Joshua Tree Tour 2017' teve um show em Maryland. Pela proximidade com Washington, o show ganhou contornos mais políticos.
Mas o que anda sendo muito comentado entre os fãs, é a maneira bizarra em que o show chegou ao fim. Bono trouxe um membro da platéia ao palco após a canção "Vertigo", a última do setlist, mas pouco antes de terminarem a canção Bono gritou: "não terminamos ainda", e então parecia que a banda iria tocar mais uma música para fechar o show. Bono disse que o convidado estava tomando sua posição, e completou: "Esta é a maneira que a The Joshua Tree Tour terminou em DC. Geralmente, nós não trabalhamos com pessoas altas ou animais."
E neste momento, o membro do público plantou uma bananeira, com Larry fazendo um rufar de tambores, e então aquilo encerrou a apresentação.


U2 utiliza nova introdução para "Beautiful Day" na 'The Joshua Tree Tour 2017'


Ontem a 'The Joshua Tree Tour 2017' teve um show em Maryland. Pela proximidade com Washington, o show ganhou contornos mais políticos.
20 de Junho marca o World Refugee Day, que coincidiu com a data da apresentação. Assim, o U2 aproveitou o tema e utilizou uma nova introdução para "Beautiful Day".
Foram citações e áudios dos ex-presidentes dos EUA, Ronald Reagan e John F. Kennedy, referentes ao discurso "City On A Hill" de Kennedy, de 9 da Janeiro de 1961. O discurso realçou como um presidente republicano e um presidente democrata compartilharam ideais semelhantes e pode ter sido esta a primeira vez que o U2 usou Ronald Reagan de forma positiva em um concerto.


Em entrevista, The Edge fala sobre utilizar alimento como uma arma anti-câncer


O guitarrista The Edge tem mais em sua mente do que música. Em 2006, a filha de 7 anos de idade de Edge foi diagnosticada com leucemia, algo que ele diz que o enviou "em um colapso total" Sian se recuperou e agora tem 19 anos de idade.
A experiência aumentou o interesse do lendário músico em saúde e câncer, e especialmente em angiogênese, que incide sobre a formação de vasos sanguíneos. Nos últimos anos, vários fármacos anti-angiogênese foram desenvolvidos para perturbar o suprimento sanguíneo que os cânceres precisam para crescer.
No entanto, The Edge está convencido de que certos alimentos podem desempenhar um papel semelhante, e ele está pressionando para mais pesquisas. Ele é um membro do Conselho da Fundação Angiogênese, um grupo sem fins lucrativos de Cambridge, chefiado pelo médico William Li, um estagiário que estudou com o pioneiro da angiogênese, Judah Folkman.
O interesse em usar o alimento como uma arma anti-câncer é intenso entre consumidores que procuram reduzir seus riscos. Mas a ideia de que os alimentos como o chá verde ou mirtilos podem fazer os tumores não se alimentarem é controversa - "Ciência Desencadeada", como Otis Brawley, diretor médico e científico da American Cancer Society, diz.
A American Cancer Society evita dizer que qualquer alimento em particular vai afastar a doença, embora salienta que comer muitas frutas frescas e legumes está ligado a um risco reduzido. Ainda, Brawley está entusiasmado sobre a ênfase de The Edge em uma dieta saudável, dizendo que as recomendações poderiam ajudar a combater a obesidade, que se está ligada a um risco de aumento do câncer.
Da mesma forma, o diretor do National Institutes of Health, Francis Collins, elogia o interesse de Edge em angiogênese. (Collins conheceu ele segunda-feira com Li e o guitarrista e se juntou a este último para tocar "Hallelujah" em suas respectivas guitarras.) Ele também observa, no entanto, que "não há nenhuma evidência definitiva" de certos alimentos sendo anti-angiogênicos e é necessária mais pesquisa.
Durante uma passagem por Washington, The Edge e Li visitaram o Capitol Hill na segunda-feira para defenderem mais pesquisas sobre o assunto. Eles também falaram com o Washington Post.
Edge contou como a experiência de sua filha afetou ele:

"Quando minha filha foi diagnosticada pela primeira vez com leucemia, eu estava, eu acho que como qualquer pai estaria, enviado para um colapso total. Saindo disso, parte do que eu estava determinado a fazer era entender completamente o que isso significava.
A boa notícia é que os protocolos da quimioterapia são muito bem compreendidos e a taxa de sucesso é elevada. Então você não precisa tentar nada diferente. Como acontece, fomos capazes de tirar proveito da experiência de Li para fornecer mudanças na dieta para oferecer apoio adicional para combater a doença.
O que eu realmente senti bastante, tendo trazido a minha filha através deste tratamento, é que podemos fazer melhor do que a quimioterapia. É brutal, você basicamente está matando células cancerosas a uma taxa ligeiramente maior do que você está matando células normais. Como estratégia, parecia ser um instrumento contundente. Não consegui imaginar que não poderíamos fazer melhor.
Quando eu descobri a abordagem angiogênese, eu pensei: "isso é parte do futuro. Pode não ser o futuro todo, mas é parte dele."
Estamos nos comunicando com cientistas de outros campos, conversando com funcionários do governo sobre o que sabemos e onde vemos futuro nisso e também fazendo divulgação pública. ... Estamos apenas tentando incentivar um maior interesse nesta área.
A ênfase certamente deve ser concentrar-se mais na prevenção, e angiogênese e dieta é um lugar óbvio para se olhar."

Antes do show do U2 em Maryland pela 'The Joshua Tree Tour 2017', Edge levou ao palco algumas pessoas que passam por algum tipo de tratamento.





Canal do U2 no VEVO disponibiliza vídeo de performance de "Sunday Bloody Sunday" em festival de 1983


O canal do U2 no VEVO disponibilizou um vídeo da performance de "Sunday Bloody Sunday" no US Festival em 1983, em apresentação da turnê de 'War'!

terça-feira, 20 de junho de 2017

A entrevista de Adam Clayton para a Variety - Parte 02


Acho que não há como fazer uma turnê cobrindo o novo álbum e do 'The Joshua Tree' ao mesmo tempo.

A mensagem seria um pouco confusa porque o novo álbum é realmente parte de um conjunto de músicas que se relacionam com 'Songs Of Innocence', que foi projetado primeiramente como uma turnê indoor que tivesse duas partes - 'Songs Of Innocence' e 'Songs Of Experience' - e eles são um tipo de suportes dos livros. Nós planejamos 'Songs Of Experience' com uma turnê em locais fechados. Nós simplesmente não achamos que seja algo que funcionaria ao ar livre. A turnê de arena de 'Songs Of Innocence' há dois anos foi realmente poderosa e realmente tocou as pessoas e nos tocou. Queríamos dar continuidade à essa intensidade e acho que é isso que vamos tentar fazer.

Você estará sendo homenageado pelo MusiCares na próxima semana. Por que esta organização está tão próxima do seu coração?

Eu acho que a razão é, como alguém que passou por uma reabilitação e recuperação, eu reconheço que muitas pessoas se deparam com dificuldades, e é algo mal interpretado. As pessoas podem ser críticas e dizer que os viciados são fracos ou eles são ruins, mas minha experiência é que as pessoas na reabilitação e recuperação são realmente muito corajosas. É ótimo saber que você pode ter uma segunda chance. Eu tive muita sorte - era um privilégio para mim que eu poderia pagar [Rehab] e eu poderia colocar minha vida ali para se beneficiar disto. Não é tão fácil para a maioria das pessoas, e eu acho que é onde o MusiCares realmente ajuda. Cerca de 19 anos atrás, o sucesso de 'The Joshua Tree' tinha realmente virado a minha cabeça e eu não sabia como lidar com isso. Eu não sabia o que estava errado comigo, mas alguns músicos estavam lá para mim e me mostraram que você poderia estar em uma banda e não precisar participar da extensão auto-destrutiva que acompanha aquilo. Uma dessas pessoas foi Eric Clapton. Foi incrível para mim tê-lo me dizendo que há ajuda e há vida depois que você pára de beber. Então, eu sou muito, muito grato a qualquer organização que ajuda as pessoas a ficarem limpos e sóbrios.

Você ajudou outros da maneira como Eric Clapton te ajudou?

Sim, sempre que eu fui chamado ou quando me deparei com alguém que precisasse de alguma orientação sobre o assunto. Na minha experiência, cada alcoólatra ou viciado tornou-se obcecado com a pergunta eterna: Eu sou um viciado? E eu acho que se você está nesse ciclo, você tem que concluir que você é e você tem que obter ajuda. É muito assustador para quem luta contra esses demônios. Eu gosto de orientar e estar lá e ajudar alguém chegar ao ponto onde eles podem tomar essas decisões por si mesmos.

As organizações como a MusiCares são mais essenciais agora que Trump e os republicanos declararam a guerra contra Obamacare?

O fato de que há pouquíssimas finanças para essas questões é preocupante, especialmente quando todos os dias na imprensa americana eu estou lendo histórias sobre a proliferação de opiáceos e a vontade geral das empresas médicas de incentivar medicamentos prescritos, que são comunidades devastadoras na América . Estou vendo alguma mente aberta e alguma vontade de ajudar [com problemas de abuso de substância], mas geralmente não acho que seja o suficiente. A morte acidental do Prince foi absolutamente chocante para as pessoas da minha geração, e me deparo com muitas famílias que estão destruídas e sofrem de dependência e alcoolismo. É trágico.

Têm sua mão na seleção dos artistas que irão se apresentar na cerimônia?

Temos Hal Willner como nosso diretor musical e ele reuniu uma grande lista de pessoas [que serão anunciadas em breve]. Um dos meus artistas novos favoritos - eu queria ter alguns artistas novos - é Jack Garratt, ele é uma força fenomenal da natureza, ele vai estar conosco durante a noite, assim como o The Lumineers, que estão [abrindo] alguns shows da nossa turnê. Há algumas outras pessoas que não estão confirmadas ainda, mas acho que vão estar conosco e torná-la uma noite interessante e eclética. Eu acho que um evento como esse tem que ter alguns artistas novos e mais jovens, um sangue novo. Não se pode simplesmente aparecer só com pessoas e bandas já estabelecidas.

Quem são alguns outros novos artistas recentes que você gosta?

Tivemos o prazer de ir ver Chance the Rapper, que nos encontramos no Bonnaroo, em Miami. Ele é um personagem e é claro que ele é pioneiro de uma abordagem muito diferente para o negócio da música, o que é interessante. Se estamos olhando para novos modelos de como os artistas vão sobreviver no futuro, ele parece ter descoberto alguma coisa.

E o que você estará fazendo na sua performance na cerimônia?

Para o nosso set, eu acho que o U2 irá me homenagear, eu tenho que dizer, e nós vamos fazer algo juntos. Mas até chegarmos mais perto do evento e entrar em ensaios e ter mais algumas discussões com Hal, eu não tenho certeza se vamos ser capazes de criar qualquer colaboração, porque a nossa agenda é realmente apertada no momento. Mas nós vamos fazer o que pudermos.

A entrevista de Adam Clayton para a Variety - Parte 01


Para a maior banda de rock do mundo, o U2 pode ser terrivelmente duro com si mesmos. Afinal, quando você é muito grande, o que é bom o suficiente para você? E como você luta contra a síndrome do dinossauro, onde os artistas veteranos (sem necessidade de nomear nomes) fazem milhões revivendo os hits em turnês, enquanto suas novas músicas são ouvidas quando você dá uma pausa para ir ao banheiro? É uma síndrome de carreira que o U2 lutou obstinadamente e em um grande nível com sucesso, com o custo de ser uma sede constante para permanecer relevante e anos de trabalho (para não mencionar a busca da alma) em cada um dos seus últimos álbuns.
No entanto, quando 2017 começou, o grupo parecia incerto, deixando de lado seu álbum pronto 'Songs Of Experience' - a continuação de 'Songs Of Innocence' de 2014, porque, como o guitarrista The Edge disse para a Rolling Stone em Janeiro, Trump tinha sido eleito e "de repente o mundo mudou. Nó dissemos: 'espere um segundo, nós temos que dar a nós mesmos um momento para pensar sobre este disco e sobre como se relaciona com o que está acontecendo no mundo'."
Em vez disso, o grupo decidiu olhar para trás - algo que eles fizeram raramente em sua carreira de quatro décadas - e fizeram uma turnê por trás do 30º aniversário do disco 10 vezes de Platina, 'The Joshua Tree' o álbum que os fez Superstars. Parte da lógica era que o mundo tinha voltado a um estado profundamente conservador semelhante ao auge dos regimes Reagan e Thatcher, com a queda do comunismo e os anos de Clinton no horizonte, mas ainda longe. Mas o U2 também são um dos mais experientes artistas de negócios na história da música - sua turnê 360° entre 2009 e 2011 arrecadou um recorde $736.000.000 - e para a surpresa de absolutamente ninguém, a ' The Joshua Tree Tour 2017' já está no topo, vendendo 1.100.000 ingressos em 24 horas e arrecadando $62.000.000 em suas primeiras 10 datas, de acordo com a Billboard BoxScore. A turnê de 50 datas começou em Vancouver em 12 de Maio e continua em toda a América do Norte, Europa e América do Sul em Outubro, com mais datas podendo ser anunciadas.
Enquanto isso, o baixista Adam Clayton falou pensativamente e expansivamente sobre a maioria desses tópicos durante uma conversa de meia hora com a Variety, que não era o propósito desta entrevista. Adam estará sendo homenageado em Nova York na segunda-feira no 13° concerto beneficente anual do MusiCares, para arrecadar fundos para os serviços de recuperação da organização Addiction.
O cantor Jack Garratt e o The Lumineers irão se apresentar, assim como o U2. Adam Clayton, que está sóbrio há 19 anos, receberá o prêmio Stevie Ray Vaughan. Um reconhecimento de seu apoio ao fundo e ao MusiCares - que distribuiu $10.000.000 na década passada a quase 3.000 clientes usuários da substância - assim como seu compromisso em ajudar o outro com o processo da recuperação de dependências. "As pessoas podem ser críticas e dizer que os viciados são fracos ou eles são ruins", diz ele. "Mas a minha experiência é que as pessoas na reabilitação e recuperação são realmente muito corajosas."

Qual é a sensação de revisitar 'The Joshua Tree' todos estes anos depois?

Nós não vamos voltar lá porque é a única maneira que podemos sair em turnê e fazer alguns shows. Nós vamos voltar como uma forma de comemorar e celebrar o lançamento desse disco, e de alguma forma ver o que mudou no mundo nesses 30 anos desde que o disco foi lançado. É sobre ambos, o que mudou internamente para aqueles jovens idealistas de olhos abertos que viajaram em turnês pelo mundo - e eu acho que provavelmente levou 10 anos para todos nós nos recuperarmos do sucesso de 'The Joshua Tree', porque ele colocou nossas vidas em um curso diferente - e o mundo realmente mudou muito?

E o que você está vendo?

A política é uma questão complicada e eu acho que o que aprendemos pela reação à esquerda, se você gosta, nos últimos dois ou três anos é que há um número enorme de pessoas na área de renda média que não se sentem representados e não sentem que têm uma participação no futuro. Eu colecionei recentemente isso de pessoas [idosas], elas trabalham muito e suas chances de, por exemplo, comprar uma casa são muito, muito limitadas. Eu acho que [há 30 anos] éramos um pouco idealistas em termos do que estávamos comprando, chegando na América com uma espécie de chapéu de imigrante, [acreditando] podemos ter uma participação neste país e, até certo ponto, a mitologia de 'The Joshua Tree' está em consonância com isso.
30 anos depois, estou percebendo que a visão da América se foi. É um mundo muito mais severo.
Espero que a mudança venha e a democracia se reinicie na América, e vai servir mais para as pessoas do que agora. Este é um período difícil - há muita agitação na Europa exatamente desta mesma forma [como na América], de pessoas sentindo apenas raiva. Há muita raiva, e as pessoas estão lutando e eles têm lutado por muito tempo.

É isso que você está ouvindo dos fãs?

Não, não estamos recebendo um feedback direto nesse sentido. Mas em termos de pessoas que se encontra na vida, e se você tem um ouvido aberto para o que está acontecendo, eu estou sentido isto. Certamente é verdade sobre a maneira como as pessoas estão votando, e certamente é verdade sobre o que está acontecendo na Europa. As pessoas desconfiam das políticas tradicionais porque não funcionou para elas.

É verdade que finalizaram o álbum 'Songs Of Experience', mas decidiram repensá-lo porque não se sentiam correto lançar ele logo após o Trump ter sido eleito?

Sim, esse foi certamente o nosso sentimento. Uma vez que a eleição tinha acontecido, nós não queríamos lançar um disco sem ter algum tempo para avaliar o que estava acontecendo e que estava por trás do resultado. E certamente essa onda de mudança parecia estar se movendo através da Europa também, então nós dissemos "Vamos reexaminar onde estamos", e nós fizemos isso e eu acho que tem sido melhor para este disco e tem sido melhor para a composição e é muito mais uma mensagem do que o U2 faz e que o U2 faz muito bem.
['Songs Of Experience'] estava pronto para ser lançado há um tempo, porque não exigia muita cirurgia, por assim dizer - foi um pouco de cirurgia estética. Então nós dissemos: "nós poderíamos lançar este disco este ano, ou poderíamos celebrar 'The Joshua Tree' e lançar o novo disco quando finalizarmos esta celebração, e depois planejar uma turnê em torno dele e todas as coisas que vão junto com um novo álbum." O único spoiler disso é que 'The Joshua Tree Tour 2017' tem sido um enorme sucesso fugitivo e nós estamos adicionando mais shows. Assim, a resposta à sua pergunta é, ['Songs Of Experience'] está pronto para ser lançado, mas neste momento eu não tenho certeza quando ele será lançado porque a turnê ainda está em ascensão e tendo sequência.

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