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quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Histórias com Bono e Edge na produção de ‘Spider-Man: Turn Off The Dark’

Em 2005, o dramaturgo Glen Berger foi contratado pela diretora Julie Taymor para co-escrever o roteiro de ‘Spider-Man: Turn Off The Dark’. O que se seguiu foram seis enlouquecidos e tumultuosos anos, com acidentes antes do show e música de Bono e The Edge.
Em 'Song Of Spider-Man: The Inside Story Of The Most Controversial Broadway History', Berger conta a história através do emaranhado de acontecimentos e personalidades do conturbado show. “Eu não queria reviver isso, mas no final do dia, era uma história e eu sou um escritor”, ele disse. “É sobre o bom e pessoas incrivelmente talentosas tentando sinceramente criar alguma coisa. Eu não queria escrever contando tudo, mas eu não poderia deixar passar.” O livro foi lançado no início deste mês em Simon & Schuster e com as notícias que o show está se mudando para Las Vegas, aqui estão cinco das melhores revelações que o livro traz sobre este conturbado espetáculo da Broadway:

1 - A ex-diretora Julie Taymor faria uma grande protagonista de um musical sobre uma diva. Ela envia e-mails desesperados para Berger, tem um colapso e desaparece do teatro durante os ensaios, e confessa a Berger um dia: “Talvez a ideia de fazer um musical do Spider-Man é simplesmente ridícula.” Berger se lembra, “Eu sabia que quando ela disse isso, essa sensação iria passar, mas para o momento, certamente, me deu uma sensação de espanto.”

2 – Bono e Edge canalizaram Tom Waits e Pixies. Berger escreve que a canção “Deeply Furious” tinha sampleado acordes e uma “guitarra punk-de surf inspirada no Pixies.” “A Freak Like Me Needs Company” tinha Bono cantando em um “tom de Tom Waits”, e a original “Love Me Or Kill Me” pegou a dica de “Cars” de Gary Numan. “Você ouve o tom misterioso que nunca fomos capazes de duplicar novamente”, diz Berger. “As demos originais eram incrivelmente originais e melodiosas. Bono e The Edge estavam inspirados por não ter o peso de um álbum do U2.”

3 – Segundos faziam diferença no mundo de alto risco de Spider-Man. Quando um assistente de palco levou alguns segundos a mais do que o habitual para encontrar sua lanterna, ele perdeu o ligamento de um cabo de segurança - levando um dos atores que estava voando a cair no chão, o que resultou numa fratura no crânio, pulmão perfurado e costelas quebradas. “As coisas podem mudar em um segundo, incluindo coisas que foram concedidas a você,” disse Berger. “E é claro que algo assim poderia acontecer.”

4 – Músicos estavam interessados em um musical do Spider-Man. Lou Reed e Oprah Winfrey participaram das primeiras performances, e durante uma sessão de gravação, no dia de St. Patrick, Elvis Costello pensou em “usar um par de pequenos chifres do diabo vermelho”. Como Berger lembra: “Em um certo ponto, você deixa de ficar surpreso. Você poderia olhar para trás e dizer, 'Oh, esse é Russell Brand. Parecia que todo mundo veio .”

5 – Bono faz uma imitação do Sr. Burns, dos Simpsons. Durante uma reunião, Bono se vira para Berger e diz: “Quanto tempo você está conosco, Smithers?” “Bono e The Edge eram como crianças, no melhor sentido da palavra”, diz Berger. “Eles tinham um entusiasmo para criar coisas, apesar do estresse inimaginável.”

Do site: Rolling Stone

Agradecimento pela tradução: Fernanda Bottini (Blog U2 Vision Over Visibility)

terça-feira, 19 de novembro de 2013

"Spider-Man: Turn Off The Dark" encerra temporada na Broadway e irá para Las Vegas

O musical "Spider-Man: Turn Off The Dark", com canções de Bono e The Edge, irá encerrar em janeiro a temporada na Broadway, em Nova York, transferindo-se em seguida para Las Vegas, nos Estados Unidos.
Mais caro espetáculo já montado na Broadway, ao custo de mais de US$ 70 milhões, "Spider-Man" teve um começo tumultuado, em 2010, com acidentes com o elenco e adiamentos na estreia. Meses depois, a diretora Julie Taymor foi demitida, e neste ano chegou a um acordo financeiro com os produtores.
Depois dos incidentes iniciais, porém, o musical passou a ser um dos mais populares da rua teatral nova-iorquina, faturando com frequência mais de US$ 1 milhão por semana. Mas, segundo reportagem de segunda-feira do Wall Street Journal, há várias semanas o espetáculo não está dando lucro, abriu um rombo, e desde então não se recuperou mais. A última vez em que o espetáculo ultrapassou a marca de US$ 1 milhão foi em agosto. Os produtores afirmaram que era necessário arrecadar pelo menos US$ 1,2 milhão para se equilibrar as contas.
"Estamos animados por informar que o próximo destino de "Spider-Man" será a capital mundial do entretenimento: Las Vegas", disse Rick Miramontez, porta-voz do espetáculo, em email à Reuters. O espetáculo da Broadway sairá de cartaz em janeiro, disse ele, e mais detalhes serão divulgados nas próximas semanas.

Agradecimento: G1

sábado, 9 de novembro de 2013

Baixista do Kiss convidado para interpretar vilão em 'Spider-Man: Turn Off The Dark'

De acordo com post de Gene Simmons na rede social Twitter, foi oferecido a ele o papel do personagem Duende Verde no musical 'Spider-Man: Turn Off The Dark' na Broadway. No post, ele fez um agradecimento ao diretor Michael Cohl.
No entanto, Simmons não revelou, na mensagem publicada, se aceitaria o convite ou não, o que deixa a possibilidade aberta. Anterior a ele, Alice Cooper era a opção para o papel, mas aparentemente o cantor não quis.
O musical é o espetáculo da Broadway mais caro da história, e todas as letras foram compostas por Bono e The Edge.

Desde o início, a banda Kiss foi comandada por Paul Stanley e Gene Simmons (um verdadeiro homem de negócios, com grande visão). No início da década de 70 montaram uma banda chamada Wicked Lester. Peter Criss e Ace Frehley seriam recrutados a partir de anúncios em revistas de música (Ace foi o guitarrista número 61 a ser ouvido por Paul e Gene).

Não pretendendo disputar com tantas outras bandas que surgiam e desapareciam a todo momento em Manhattan, usaram a estratégia de divulgar seu show como o de uma banda já consagrada, pagando do próprio bolso bandas mais bem sucedidas para abrir seu primeiro show, distribuindo camisetas da banda gratuitamente e caprichando na produção visual.

Convidaram para o show armado alguns empresários e olheiros de gravadoras. Conseguiram chamar a atenção de Bill Aucoin que imediatamente se ofereceu para ser seu manager e em algumas semanas já tinham um contrato com a recém inaugurada Casablanca Records.

No final da década de 70, Peter Criss teve diversas discussões com a banda, devido ao pouco espaço dado para suas composições e abandonou o KISS no final da gravação do álbum Dynasty.

Anton Fig assumiu a bateria no resto das Gravações de Dynasty e gravou também o álbum Unmasked, apesar de Criss estar na capa.

Paul Caravello tornou-se baterista da banda após surrpreender Gene Simmons, Paul Stanley e Ace Frehley com suas performances em Black Diamond, Detroit Rock City e Firehouse. Na mesma hora foram-lhe atribuídos o nome de Eric Carr e a maquiagem de raposa. Carr tocou com Ace Frehley apenas no álbum The Elder, pois um ano depois, Frehley foi despedido da banda devido aos seus problemas com drogas e álcool.
Em 1982, o álbum Creatures Of The Night foi gravado com Gene Simmons, Paul Stanley, Eric Carr e Vinnie Vincent, apesar de Frehley posar na capa.

No ano seguinte, O álbum Lick It Up saiu com o KISS sem as máscaras sagradas, apesar de Vincent usar às vezes, em shows, a maquiagem de egípcio. A formação do KISS se modifica novamente. Vinnie Vincent é considerado indisciplinado por Paul e Gene e é mandado embora da banda. Entra para a gravação do álbum Animalize, o guitarrista Mark St. John, que mal acaba de gravar o disco e desenvolve uma doença rara chamada síndrome de Reiter, que causava dores e inflamação em suas mãos. Indicado por seu irmão Bob Kulick (velho conhecido de Paul, que chegou a participar de importantes discos do KISS), Bruce Kulick acaba de gravar Animalize e assume a liderança da guitarra do grupo.

Essa formação (Gene Simmons, Paul Stanley, Eric Carr e Bruce Kulick) estendeu-se até 1991, quando ocorreu a trágica morte de Eric Carr, devido a um tumor em seu coração.

O contratado então para a bateria é Eric Singer, ex-baterista do Alice Cooper, Black Sabbath, entre outras e conhecido de Paul (tocou bateria na turnê solo de Paul Stanley em 1989).

Em meados de 96 a 97 a formação original (Paul Stanley, Gene Simmons, Ace Frehley e Peter Criss) fez uma turnê mundial (logo após terem tocados juntos no MTV Unplugged).

O Álbum Carnival Of Souls, que apesar de ter sido lançado em 1997, foi gravado em 95/96, com Eric Singer e Bruce Kulick.
O Kiss percebeu que seria uma boa ideia voltar à formação original e com as maquiagens. E foi assim, Gene e Paul, agora novamente com Peter e Ace, e as maquiagens, saíram em uma turnê mundial que recebeu o nome de Alive/WorldWide Tour. No primeiro concerto dessa turnê, no estádio do Tiger em Detroit, os 77 mil ingressos oferecidos foram vendidos em 45 minutos, a tour foi considerada a mais lucrativa de todo o biênio 1996 e 1997 aparecendo até mesmo na conceituada revista de economia, a Forbes.
Psycho Circus, lançado em 1998 vem com uma nova turnê.

No ano de 2000 o Kiss anuncia uma Farewell Tour, que seria a turnê de despedida da banda. No meio da turnê Peter Criss teve que se ausentar por problemas de artrite, e em seu lugar voltou o ex-baterista da banda Eric Singer, desta vez com a maquiagem de Peter. Após a turnê, que deveria ser a última, o Kiss decide fazer um novo álbum ao vivo, este que seria junto com a Orquestra Sinfônica de Melbourne.

Ace Frehley sai da banda e não participa do concerto. Em seu lugar, entra Thommy Thayer, que já havia produzido alguns álbuns da banda. Peter Criss, já recuperado, volta para fazer o concerto.
Após o concerto Eric Singer volta para a banda, e parte para uma nova turnê, a "World Domination Tour" que foi realizada juntamente com outra banda de Hard Rock americana, o Aerosmith.
Com esta formação, lançaram seus dois discos mais recentes: Sonic Boom e Monster.

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

'Spider-Man: Turn Off The Dark' volta a ser apresentado na Broadway após acidente de ator em cena

Espetáculo 'Spider-Man: Turn Off The Dark' teve sessão desta sexta-feira confirmada após o ator Daniel Curry ter sido internado por acidente sofrido no elevador cênico diante do público, nesta quinta-feira.
"A apresentação de hoje vai acontecer conforme previsto. Os elementos técnicos do show estão todos em bom funcionamento, e podemos confirmar que defeito de funcionamento não foi um fator no acidente", disse o porta-voz do espetáculo, Rick Miramontez.
De acordo com o jornal The New York Post, o sindicato que representa os atores vai investigar a versão dos produtores que um erro humano foi a causa do acidente.
Daniel Curry se feriu durante a performance na quinta-feira, que foi imediatamente suspensa. Nesta sexta, o ator estava no Bellevue Hospital, em condição estável e um grave ferimento na perna.
O ator é um dos nove que interpretam o Homem-Aranha durante o espetáculo. Daniel nasceu em Minneapolis e se mudou para Nova York com o objetivo de se tornar artista. "Tinha esse grande sonho, sempre quis dançar, estar na Broadway", ele disse.
Bono e The Edge, do U2, fizeram a trilha sonora e ajudaram a financiar a produção.

"Spider-man: Turn Off The Dark" virou um sucesso de bilheteria após um começo incerto, com seis adiamentos da estreia, em 2010, críticas negativas e a demissão da primeira diretora, Julie Taymor.
Na semana após o Natal de 2012, o espetáculo arrecadou a bilheteria recorde de U$ 2,9 milhões, consolidando o sucesso da produção.

Dos sites: VEJA - G1

'Spider-Man: Turn Off The Dark' é cancelado por causa de mais um acidente com atores da peça

O espetáculo 'Spider-Man: Turn Off The Dark' da Broadway foi cancelado na noite de quinta-feira depois de mais um acidente envolvendo um ator durante a apresentação.
"O ator Daniel Curry está internado no hospital em condição estável depois de ferir o pé ontem à noite", disse nesta sexta-feira o porta-voz do espetáculo, Rick Miramontez, em comunicado à imprensa.
O acidente aconteceu quando o pé do ator ficou preso no elevador montado sob o cenário para a saída à cena dos protagonistas, contaram testemunhas.
Os organizadores do musical retiraram o público do teatro e cancelaram a apresentação. "Esta noite o teatro abrirá novamente", acrescentou o porta-voz no comunicado, ao esclarecer que todos os elementos técnicos da encenação funcionam corretamente.
Não é a primeira vez que o musical sofre um incidente deste tipo. Há um ano e meio outro dos protagonistas, Matthew James Thomas, sofreu um grave acidente durante as acrobacias.
O espetáculo esteve sob investigação do Departamento de Saúde e Segurança no Emprego de Nova York depois de vários intérpretes sofrerem acidentes realizando complexos números acrobáticos.
O dançarino Kevin Aubin também deixou o musical após romper o ligamento dos punhos e a atriz Natalie Mendoza ficou afastada durante duas semanas por causa de uma contusão na cabeça.
A produção de 'Spider-Man: Turn Off The Dark' - com música de Bono e The Edge, do U2 - custou US$ 75 milhões, mais que o dobro de qualquer outro espetáculo na história da Broadway.

Recentemente, Reeve Carney saiu da peça, onde ele interpretava Peter Parker/Homem-Aranha. Em seu lugar, Justin Matthew Sargent se juntou ao elenco.


SITE: TERRA

quinta-feira, 30 de maio de 2013

Bono e The Edge na comemoração da 1000° apresentação de 'Spider-Man: Turn Off The Dark'


Bono e The Edge estiveram ontem à noite em Nova York, na peça 'Spider-Man: Turn Off The Dark', que comemorou sua 1000° performance. 
Isso é um feito impressionante para uma produção que foi duramente criticada pelos críticos antes de estrear formalmente, e sofreu com inúmeros problemas e atrasos durante o desenvolvimento.
A peça continua sendo um dos principais shows da Broadway. Com o sucesso do show, os produtores agora planeja transformá-lo em uma produção de arena que poderia ser exibida em Las Vegas, Hamburgo (Alemanha) e outras cidades.
A julgar pelas fotos, parece que tanto Bono quanto Edge, subiram ao palco durante os "arcos" do pós-show. 
Eles apresentaram o elenco com algum tipo de presente e parece também que ambos se revezavam falando para o elenco e público.


Do site: ATU2

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Dublê de 'Spider-Man: Turn Off The Dark' processa produtores por lesão corporal

A produção do musical da Broadway inspirado no Homem-Aranha, Spider-Man: Turn Off The Dark, está enfrentando mais um processo, desta vez do dublê do super herói. Segundo o site Contact Music, Richard Kobak alega ter sofrido diversas lesões, incluindo concussões, hérnia de disco e problemas nos joelhos.
Kobak está no espetáculo desde 2010, quando entrou para substituir o dublê anterior, afastado também por lesões. No processo, ele alega que o equipamento utilizado nas acrobacias aéreas não é devidamente ajustado e que, em abril do ano passado, o programa de controle dos movimentos o arremessou contra a parede.
Rick Miramontez, porta-voz da produção, disse em comunicado que "os produtores não têm nenhum comentário sobre o assunto, exceto que o Sr. Kobak atualmente também está em turnê com o musical American Idiot".
Spider-Man: Turn Off The Dark apresenta músicas de Bono e The Edge, do U2. O musical tem sido atormentado por diversos problemas, como acidentes, atrasos e custos crescentes. Os produtores também foram processados pela ex-diretora do espetáculo, Julie Taymor, que afirmou ter sido demitida antes de pagarem seus direitos.

Do site: www.diversao.terra.com.br

sábado, 3 de março de 2012

Julie Taymor acusa: Bono e The Edge não se dedicaram à "Spider-Man: Turn Off The Dark"

Em resposta ao processo dos produtores do musical da Broadway "Homem-Aranha", a ex-diretora Julie Taymor disse que Bono e The Edge faltavam a ensaios e não se dedicaram ao musical pois estavam em turnê com o U2. A informação é do Hollywood Reporter.
"O esforço dos produtores para responsabilizar Taymor por danos por se recusar a fazer melhorias ao espetáculo como autora ignoram a realidade que a conduta de Bono e The Edge -- os membros principais do time criativo musical -- severamente prejudicaram melhorias em tempo hábil para o musical", diz.
A ex-diretora foi demitida do musical e processou os produtores alegando que seus direitos autorais estavam sendo desrespeitados. Os produtores Michael Cohl e Jeremiah J. Harris reagiram com outro processo, em que a acusavam de ameaçar a produção do espetáculo ao "desenvolver um musical sombrio, desconjuntado e alucinógeno".
Julie também alegou em sua resposta que todos os envolvidos na produção aprovaram sua história anos antes da primeira apresentação pública. Ela reforça que, independente dos motivos pelos quais foi demitida, o musical "Homem-Aranha" ainda é de sua autoria.
"No final, os produtores não criaram uma produção 're-imaginada'. O musical revisado atualmente em cartaz na Broadway é substancialmente a mesma produção que Taymor dirigiu antes que ela fosse demitido em março de 2011. Este musical tecnicamente complicado levou anos para escrever e desenvolver. A sugestão dos produtores de que eles criaram um show 'novo' apenas três semanas após o desligamento é falsa e incrível".

Do site: Entretenimento UOL

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Spider-Man: Turn Off The Dark - 2° Ato

De acordo com o New York Post, Bono começou a compor 'Spider-Man' após Andrew Lloyd Webber brincar: "Eu gostaria de agradecer aos músicos de rock por me deixarem sozinho por 25 anos - eu tive o teatro só para mim". Foi então que Bono e Taymor "decidiram dar um pouco de competição à Andrew".
Em agosto de 2002, a Marvel anunciou que Tony Adams iria produzir um musical de palco com base nos quadrinhos do Homem-Aranha. Adams aproximou Bono e The Edge, para estarem envolvidos com o projeto. Eles, por sua vez, pediram para Taymor ser a diretora. No entanto, em outubro de 2005, Adams sofreu um derrame enquanto a equipe de criação foi reunida para assinarem os contratos, e morreu dois dias depois. Patrick Healy no The New York Times, descreveu a situação:
"Outros poderiam ter abandonado o projeto, mas a equipe de Homem-Aranha decidiu seguir adiante, com o sócio do Sr. Adams, David Garfinkle, como produtor. Um advogado de entretenimento capaz, Sr. Garfinkle tinha pouca experiência de produção, e ele cedeu decisões artísticas para a Sra. Taymor, uma perfeccionista cuja estética inclui nunca se repetir. Sr. Garfinkle não tomou o rumo que a Disney teve ao trabalhar com a Sra. Taymor em seu musical de sucesso, "O Rei Leão": seu gênio floresce melhor sob a supervisão."
A história original trata as origens do Homem Aranha de forma semelhante à história do filme de 2002, mas teceu em uma história sobre um envolvimento baseado na mitologia de Aracne. Um "coro geek" de quatro adolescentes narrados na história. Na versão reescrita, a trama corta mais perto da história em quadrinhos e do cinema e guarnições e transforma o papel de Aracne em uma "alma gêmea nos sonhos do Homem-Aranha".
Bono observou que, mesmo usando "rock" para descrever a música, é muito estreita uma descrição, porque "mudamos para fora do idioma do rock and roll, para lugares em algum território muito novo para nós, incluindo grandes músicas e canções dançantes".

2°ATO:

O Duende Verde surge com um plano para alterar geneticamente os outros seres humanos como ele fez a si mesmo ("A Freak Like Me Needs Company").
Através de suas experiências sobre seus ex-funcionários, ele consegue criar seis vilões: Carnificina, Electro, Kraven, o Caçador, Lagarto, Enxame e Swiss Miss (criada especialmente para o musical).
Mary Jane diz a Peter que seu amor por ele cresceu e ele admite que o sentimento é mútuo ("If the World Should End").
O Duende e sua nova aliança de criminosos - que se autodenominam de "Os Seis Sinistros" - vão enfurecidos por Nova York ("Sinistereo").

Homem-Aranha rapidamente derrota os Seis Sinistros, e os cidadãos de Nova York torcem por ele ("Spider-Man!"), sem saber que o Duende conseguiu escapar. O Duende chega ao Clarim Diário e diz à Jameson para imprimir seus planos de dominar o mundo através de mutação genética. O Duende também diz à Jameson, que deu vida ao Homem-Aranha, fazendo Jameson acreditar que o Homem-Aranha está em aliança com o Duende e, portanto, dando ao Homem-Aranha uma imagem ainda pior no Clarim.
Mais tarde naquela noite, Arachne vem até Peter em uma visão e explica que ela é o seu guardião, juntamente com a lembrança de que ser um herói é o seu destino e ele não pode escapar dele ("Turn Off the Dark").
Denegrido pela mídia e sofrendo problemas financeiros, Peter quer passar mais tempo com Mary Jane depois de perder a noite de abertura do seu jogo e começa a considerar tirar uma folga no combate à criminalidade.
Chateado com desculpas constantes de Peter e não querendo perder o melhor amigo que ela já teve, Mary Jane sugere uma ruptura no relacionamento ("I Just Can't Walk Away (Say It Now)").

Magoado, Peter decide não retomar seus atos heróicos como o Homem-Aranha e dá o seu traje para J. Jonah Jameson , dizendo-lhe que o Homem-Aranha foi exterminado.
Mais tarde, ele leva Mary Jane para um clube noturno e impulsivamente se declara à ela. Enquanto estava lá, o Duende Verde intercepta o sinal de TV do clube e envia uma mensagem para o Homem-Aranha ameaçando seus entes queridos. Peter leva Mary Jane para o apartamento dele e termina o relacionamento para o bem dela, de modo que seus inimigos não terão ela como alvo. Depois de contar à Mary Jane que ele sempre vai amá-la, Peter sai caminhando e percebe que ele precisa ser um herói não só para Mary Jane, mas para o mundo ("The Boy Falls From the Sky"). Homem-Aranha, em seguida, recupera seu traje no Clarim e vai atrás do Duende Verde.
O Duende senta em um piano no topo do Edifício Chrysler e apresenta com humor para o público, o seu plano de destruir Nova York ("I'll Take Manhattan").

Homem-Aranha chega pronto para lutar, mas é logo desmascarado quando o Duende revela que ele sabe a verdadeira identidade do Homem-Aranha. Peter tenta reviver o Norman bem-humorado dentro do Duende, mas sem sucesso. Peter envolve o Duende em um combate, mas antes que possa acabar com ele o Duende revela que ele tem Mary Jane, que agora balança no alto do Edifício Chrysler.
Uma batalha com vôos sobre o público tem lugar, e quando parece que toda esperança está perdida, o Homem-Aranha prende com teias o Duende em seu piano. O Duende, não percebendo isto, empurra o piano para o lado do Edifício Chrysler, levando-o até sua morte. Depois que Homem-Aranha salva Mary Jane, ela diz para ele não ir embora e revela que ela adivinhou quem ele é. Peter tira a máscara e eles se abraçam. Os dois contemplam a sua nova vida juntos antes de as sirenes começarem à soar e o Homem-Aranha partir para longe dali ("Finale - A New Dawn").

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Spider-Man: Turn Off The Dark - 1° Ato

Spider-Man: Turn Off The Dark é um musical de rock com música e letra de Bono e The Edge do U2, e um livro de Julie Taymor, Berger Glen, e Roberto Aguirre-Sacasa.
The Edge afirmou que ele não tem certeza da descrição 'musical de rock' para a produção, porque "há elementos de rock and roll, elementos do circo e elementos de ópera".
Bono admitiu que sua descrição é um pouco "pretensiosa", se referindo ao espetáculo como "pop-up, ópera pop-art", observando que Julie Taymor chamou-a de "drama de circo rock-and-roll".
Bono também descreveu a produção como "lutar com as mesmas coisas" como "Rilke, Blake, Asas do Desejo, Roy Lichtenstein e os Ramones".
O musical é baseado nos quadrinhos do Homem-Aranha criado por Stan Lee e Steve Ditko, publicado pela Marvel Comics, assim como o filme de 2002 sobre o personagem e o mito grego de Aracne.
Ele conta a história da origem do personagem, seu romance com Mary Jane e suas batalhas com o Duende Verde do mal.
O show inclui acrobacias altamente técnicas, tais como atores oscilantes em "teias" e várias cenas de combate aéreo.
Bono disse que é como um romance gráfico tridimensional.

1° ATO:

Na Magnet High School em Queens, Nova York, o adolescente local Peter Parker dá um livro relatório sobre Arachne, a deusa dos Weavers ("O Mito de Aracne"). Como Peter dá o seu relatório, Arachne desce para o palco e conta ao público sua história ("Behold and Wonder").
Milhares de anos atrás, Arachne era uma tecelã habilidosa que se tornou vaidosa e vangloriou-se que ela era maior do que a deusa Atena - que desafiou Aracne para um concurso de tecelagem. Durante o concurso, Arachne criou imagens blasfemas dos deuses. Furiosa, Athena destruiu o trabalho de Arachne. Devastada, Arachne enforcou-se, mas Atena teve pena de Arachne e transformou-a na primeira aranha do mundo. Agora Arachne é amaldiçoada à vagar pelo universo e tecer sua teia por toda a eternidade.

Após o término das aulas, Flash Thompson e seus amigos alegremente atormentam Peter ("Bullying by Numbers"). Peter tem uma queda pela garota popular Mary Jane Watson, mas ambos têm vidas infelizes. Mary Jane tem um pai abusivo e sofre em casa, enquanto Peter sofre o tormento de valentões na escola ("No More"). Peter tem vivido com seu tio Ben e sua tia May, desde que seus pais Richard e Mary Parker morreram em um acidente de avião quando ele era um bebê. Poucos dias depois, Peter e os colegas vão em uma viagem de campo para o laboratório de genética do cientista Norman Osborn e sua esposa Emily, que explicam o que esperam conseguir com sua investigação genética ("DIY World"). Enquanto Peter tira fotos do laboratório para o jornal da escola, os Osborns bloqueiam a saída do laboratório, depois que uma aranha geneticamente alterada e perigosa escapa. Enquanto os estudantes e os cientistas entram em pânico, a aranha se acomoda no ombro de Peter para mordê-lo.
Peter logo percebe que ele tem poderes de aranha, como resultado da mordida da aranha , juntamente com uma alteração muscular, visão apurada 20/20 e a capacidade de emitir seqüências de teias à partir de seus pulsos. Ele usa seus poderes na escola para derrotar Flash e seus amigos em uma briga ("Bouncing Off The Walls").
Depois de ver Flash dando um passeio com Mary Jane, Peter decide comprar um carro para impressioná-la. Em busca de dinheiro, ele entra em um torneio de luta livre, onde ele derrota o campeão Bonesaw McGraw pelo grande prêmio de $1.000.

Peter volta para casa apenas para descobrir que o tio Ben foi baleado por um ladrão de carros. Envergonhado de seu egoísmo recente e percebendo que ele estava impotente em salvar seu tio da morte, Peter tem um encontro emocionante com a Tia May - sem saber que Arachne está tomando conta dele. Arachne encoraja-o à usar seu dom para defender os inocentes do mal ("Rise Above"). Peter jura vingar a morte do tio Ben usando seus poderes para salvar o mundo e observa que " grandes poderes trazem grandes responsabilidades".
Peter então, faz um uniforme com as cores que Arachne descreve para ele: vermelho para todos os corações dos inocentes que sangra, e azul para a tristeza dos cidadãos em perigo; antes de balançar pela cidade em suas teias, combatendo criminosos e salvando civis inocentes, agora como "Spider -Man".

O Diário Clarim, em seguida, começa a publicar artigos sobre o Homem-Aranha, enquanto Peter é contratado pelo editor-chefe J. Jonah Jameson como fotojornalista freelance. Enquanto isso, Norman Osborn começa a pensar que o Homem-Aranha roubou sua pesquisa, com os militares da organização Viper Worldwide pressionando-o na aceleração do seu projeto ("Pull the Trigger").
Norman contempla o dilema com Emily, enquanto Peter compartilha seu primeiro momento romântico com Mary Jane ("Picture This").
Norman então decide experimentar em si mesmo a pesquisa, causando uma onda elétrica que resulta na morte acidental de Emily. Norman enlouquece e torna-se o "Duende Verde".

FIM DO 1° ATO

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Produtores de "Spider-Man: Turn Off The Dark" processam ex-diretora

Os produtores do musical do Homem-Aranha na Broadway iniciaram um processo contra a ex-diretora Julie Taymor, que foi demitida do espetáculo, acusando-a de prejudicar a produção.
O arquivo de 66 páginas enviado à uma corte federal em Nova York pelos produtores Michael Cohl e Jeremiah J. Harris acusa Julie de "desenvolver um musical obscuro, alucinógeno e desconexo", e vem como resposta ao processo que a diretora moveu contra eles, em novembro.
Após um desastroso início, com atores machucados nos ensaios e atrasos seguidos para a estreia, "Spider-Man: Turn Off The Dark" tem conseguido audiências lotadas na Broadway. Atingiu um recorde de faturamento de 2,9 milhões de dólares entre o Natal e o dia de Ano-Novo, de acordo com dados do site oficial The Broadway League.
O musical cheio de ação baseado no personagem mais famoso das histórias em quadrinhos da Marvel, que custou em torno de 70 milhões de dólares para ser montado com música de Bono e The Edge, foi revisado após a demissão de Julie da produção, em março de 2011.
Em seu processo por infração de direitos autorais registrado contra os produtores de "Spider-Man", a diretora argumenta que, após o show ter sido remodelado, eles continuaram a fazer "uso ilegal e não autorizado" do trabalho feito por ela.
Os advogados dos produtores, porém, disseram em seu contra-processo, registrado na terça-feira, que a diretora faltou com suas obrigações de co-escrever e colaborar no musical.
"Taymor se negou a desenvolver um musical que seguisse o original, a história conhecida do Homem-Aranha, que foi retratada nas histórias em quadrinhos da Marvel e no sucesso da trilogia do cinema que foi baseada nelas", afirmou o documento.
"Ao invés disse, Taymor, que admitiu que não era fã do Homem-Aranha antes de seu envolvimento com o musical, insistiu em desenvolver um musical obscuro, desconexo e alucinógeno que envolvia suicídio, sexo e morte."
Um advogado de Julie não foi encontrado para comentar.
O processo da diretora afirma que ela sofreu uma perda de mais de um milhão de dólares.
O musical faturou em torno de 81 milhões até o momento, segundo o site oficial The Broadway League.

Do site: Reuters Brasil

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

"Spider-Man: Turn Off The Dark" bate recorde histórico na Broadway

O musical do Homem-Aranha "Spider-Man: Turn Off The Dark" quebrou um recorde histórico e foi o musical que mais arrecadou dinheiro em uma semana na história da Broadway. De acordo com o site do jornal "Telegraph", o espetáculo arrecadou aproximadamente US$ 3 milhões com apenas nove apresentações.
O recorde anterior era do musical "Wicked" , que arrecadou US$ 2,2 milhões com oito apresentações em 2011.
"Spider-Man: Turn Off The Dark" tem músicas feitas pelos integrantes do U2, Bono e The Edge, e é estimado como o musical mais caro da Broadway, com custo avaliado em US$ 70 milhões.

Do site: UOL Entretenimento

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

"Spider-Man: Turn Off The Dark" completa 1 ano na Broadway e bate recorde

Contra a antiga máxima de que não há nada pior do que uma má publicidade, o infame musical do Homem-Aranha na Broadway, "Spider-Man: Turn Off The Dark", tem quebrado recordes na véspera de seu 1° aniversário.
O espetáculo de 70 milhões de dólares, que foi atormentado por uma série de lesões de atores durante ensaios e apresentações em seus primeiros dias em cartaz - sem mencionar um longo período de pré-estreia que resultou na saída da diretora Julie Taymor - quebrou o recorde do Teatro Foxwood na semana passada, arrecadando 2,07 milhões de dólares de bilheteria.
Apesar de sua história conturbada - ou talvez em parte por causa da atenção dada pela mídia a ela - o espetáculo, que teve sua primeira exibição em 28 de novembro de 2010, tem tido público esgotado recorrentemente.
Desde a abertura oficial em junho, que atraiu críticas severas mesmo depois de uma revisão feita após a saída de Taymor, mais de 600 mil pessoas ocuparam os assentos do teatro.
"Nós estávamos firmemente comprometidos com a estreia desse show e fazer o que podíamos para que o Homem-Aranha estivesse em Nova York neste ano e pelos anos que virão", disseram os produtores Michael Cohl e Jeremiah Harris em comunicado, acrescentando que ficaram emocionados com "a resposta incrível do nosso público fantástico a cada apresentação."
Taymor, que ganhou um prêmio Tony pelo musical "O Rei Leão", passou anos trabalhando em "Spider-Man". No início deste mês, ela processou os produtores do show em um tribunal federal acusando-os de violação de direitos autorais e quebra de contrato.
Seus advogados afirmam que houve "uso não autorizado e ilegal de trabalhos escritos por Taymor" por parte dos produtores do musical do Homem-Aranha.
"Spider-Man: Turn Off The Dark", com músicas da dupla do U2 Bono e The Edge, ficará fechado por três semanas em abril para uma grande reformulação e será reinaugurado oficialmente em junho.

Do site: Terra

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Ex-diretora de "Spider Man: Turn Off The Dark" processa produção do musical

A ex-diretora do musical "Spider Man: Turn Off The Dark", sobre o Homem Aranha, está processando os produtores do espetáculo, de acordo com a BBC. Julie Taymor pede uma indenização de US$ 1 milhão (R$ 1,75 milhão), alegando que seus royalties e trabalho não foram pagos corretamente.
Taymor também quer metade do lucro da versão original do show. Ela ainda quer impedir que seu nome seja utilizado em um documentário que retrata os problemas que aconteceram na montagem do espetáculo e que acarretaram na saída de Taylor da direção da peça.
Musical mais caro da história da Broadway - custou US$ 65 milhões -, "Spider Man: Turn Off The Dark" enfrentou problemas como críticas ruins nas sessões de pré-estreia, acidentes de atores durante os ensaios e violações de normas de segurança. A peça teve sua estreia adiada diversas vezes.
Com tudo isso, em março Taymor, criadora do espetáculo, que teve a trilha sonora composta por Bono e The Edge, do U2, foi afastada da direção. O roteirista Roberto Aguirre-Sacasa e o diretor Philip William McKinley assumiram os trabalhos para promover uma série de mudanças na peça. A estreia ocorreu finalmente em 14 de junho de 2011.

Em nota oficial, os produtores do musical negaram as acusações de Taymor, garantindo que a diretora já foi recompensada por seu trabalho. "Esperamos que a justiça dê uma oportunidade para resolvermos esta questão de uma vez por todas", afirma o documento.
Em junho deste ano, a direção do Empire State se negou a dedicar por um dia a espetacular iluminação noturna do arranha-céu ao musical, cuja cena mais impressionante acontece no topo de outro grande edifício de Nova York, o Chrysler.
"O Homem-Aranha e o Empire State são dois dos ícones mais queridos da cidade, portanto esperamos que haja alguma maneira de reunir ambos na noite de estreia", disse o porta-voz da produção musical.
Os produtores de "Spider-Man: Turn Off The Dark", estimulados por Bono e The Edge, propuseram aos donos do Empire State que na noite da estreia, o arranha-céu mais alto de Nova York dedicasse sua iluminação ao Homem-Aranha e sua cúpula luzisse de vermelho e azul.
No entanto, no musical, o super-herói nova-iorquino mantém uma épica batalha com o Duende Verde no topo do edifício Chrysler. Os donos do Empire State disseram que aceitariam a solicitação dos produtores se estes modificassem a cenografia para que a batalha acontecesse ali, e não nas conhecidas coroas do Chrysler.
Esta opção, porém, seria complicada, pois a decoração que simula o Chrysler é formada por móveis e alguns deles são caros e dificilmente substituíveis, especialmente a menos de uma semana da estreia, segundo explicou os produtores.
O jornal "New York Post" citou uma fonte não-identificada do Empire State que garantiu: "Adoramos o Homem-Aranha, mas este é o edifício de escritórios mais famoso do mundo e um ícone de Nova York". Essa mesma fonte acrescentou que ter omitido o Empire State do cenário "não é a primeira infâmia do musical", em referência à infinidade de problemas enfrentados pela produção de US$ 70 milhões.
Por fim, o Empire State se iluminou de vermelho, branco e azul pela celebração nos Estados Unidos do Dia da Bandeira.

Do site: Terra

terça-feira, 12 de julho de 2011

A letra da versão definitiva da canção "Boy Falls From The Sky"

A canção "Boy Falls From The Sky", de autoria do U2, para o musical "Spider-Man: Turn Off The Dark", foi interpretada pela primeira vez em 2010 por Reeve Carney e o banda da peça, no programa de TV "Good Morning America". Naquele momento, a diretora da peça era Julie Taymor.


Pouco tempo depois, foi a vez do U2 apresentar a canção em um show da turnê 360° em Portugal.

A letra da primeira versão:

You can change your mind
But you cannot change your heart
It’s a compass and a map
The key to the chart

I’d be myself
If I knew who I’d become
You fly too high
And get too close to the sun

See how the boy falls from the sky

Not every wanderer
Is lost or far from home
I didn’t have to move so far
To find myself alone

Save, you save yourself
Can’t even get that right
I used to use a single thread to cross the sky
And now the eye of the needle is a heart denied

See how the boy falls from the sky

The city conducts a symphony
The search through shit for melody
A single scrap of dignity
In the junkyard of humanity

On the burning rubble and the sulphur sky
We look for clues yeah, you and I
Although the screams and the sirens wail
The Catholic light is up for sale

The subway screech soars down the drain
The thunder when there is no rain
So listen hard, listen again
To your own voice and the rain comes back

You know exactly what to do
The you and me, the we and you
Together you start the self esteem
And when you do
And when you do
And you believe


Em junho de 2011, quando foi lançada a trilha sonora de 'Spider-Man: Turn Off The Dark', que traz canções escritas por Bono e Edge do U2, a canção 'Boy Falls From The Sky' apareceu em sua versão de estúdio com letra diferente da que foi apresentada anteriormente pela banda do musical e pelo U2 em Portugal.
Bono e Edge reescreveram diversos trechos da letra e a canção foi regravada em estúdio, tudo isso devido à remodelação que a primeira versão da peça sofreu. O novo diretor é Phillip William McKinley.

A letra definitiva da canção:

You can change your mind
But you cannot change your heart
Your heart knows what you're hiding
Your heart knows where you are

I'd be myself if I knew who I'd become
You don't have to fly too high
To get too close to the sun

See the boy fall from the sky

You will always be in front of me
Even as I disappear from view
For I have not a single thing
Without the thought of you

But no, not here, not now, no way
I'm not ready to give up the fight
If I can use a single thread to cross the sky
Then why is the eye of the needle
Still your heart tonight

See how the boy falls from the sky

The city conducts a symphony
I'll search through the trash for a melody
That might lead us back to dignity
In this junkyard of humanity
To let you go without regret
I will forever hold you always in my heart inside
Over the screams and the siren's wail
The only thing not up for sale
Are lovers like lights on a midnight train
Hearts like thunder with no sign of rain
Lightening splits the sky, kisses your face
Yours is the sacrifice, yours is the grace
I hear your voice inside my head
I wil listen to nobody, not to no one else
From the bridge where we both stood and stole the view
I saw the you in me and the me in you
These are the threads that bind
The ones we have to weave
They will hold us true, I believe
I believe
Believe, believe, believe, believe
Believe, believe, believe

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Após 10 anos de espera, finalmente “Spider-Man: Turn Off The Dark” estreia na Broadway

O musical "Spider-Man: Turn Off The Dark", baseado nos quadrinhos do herói Homem-Aranha, teve estreia oficial na noite desta terça-feira (14) no Foxwoods Theatre, em Nova York, após dez anos de espera, considerado o mais caro da história e provavelmente o mais polêmico e problemático.
Entre os presentes na estreia da chamada versão 2.0 da peça, estiveram o vocalista Bono, líder do U2, que compôs a trilha sonora do espetáculo junto ao seu companheiro de banda The Edge, e a modelo americana Cindy Crawford.
Julie Taymor, que foi a primeira diretora do espetáculo e foi afastada por ser considerada uma das responsáveis pelos problemas ocorridos, esteve na premiere e recebeu de Bono um beijo na boca.
"Foram horas, semanas e meses", disse Bono.
O vocalista do U2 diz que está satisfeito com o show. "A primeira vez que eu vi que tinha ficado bom, foi duas semanas e meia atrás", admite Bono. "Mesmo quando eu estava irritado com a história e algumas das leituras horríveis da música, eu ainda achava aquilo mágico".
Julie está pedindo aos produtores o pagamento de cerca de 300 mil dólares em direitos não pagos, de acordo com o sindicado que a representa.
O sindicato entrou com uma ação judicial em nome de Taymor, que foi substituída em março quando o show ainda estava na fase de ensaios.
"Taymor dedicou nove anos de sua vida a este projeto", disse em um comunicado a diretora-executiva do sindicado que representa diretores e coreógrafos, Laura Penn.

VEJA ALGUMAS DAS CRÍTICAS DO ESPETÁCULO:

"Pouco depois da transformação de Norman Osborn, o Duende Verde refere-se a si mesmo como uma 'tragédia de circo de 65 milhões de dólares'. Bem mais parecido com 75 milhões (valor investido no musical)"- Evie Nagy, da revista "Rolling Stone"

"Depois de muitos, muitos meses, Spider-Man abriu na Broadway hoje a noite. Para o grande elenco e o grupo que não sabia o que estava por vir: parabéns!"- Neil Patrick Harris, usuário do Twitter

"E aí está: $70 milhões e cerca de nove anos de esforço, todos desperdiçados em um rojão úmido. Sem dúvida, "Spider-Man: Turn Off the Dark" vai continuar a atrair multidões, apenas pelas cenas em que o herói se transforma em um pêndulo no ar. Mas não é nem bom o suficiente para deixá-lo excitado e nem ruim para deixá-lo nervoso. Nunca na história da Broadway, tanto foi gasto para tão pouco efeito" - Mr. Teachout, do "The Wall Street Journal"

"O design do palco e a produção colorida surpreendem com vários conjuntos de peças em 2-D e 3-D que ficam continuamente girando, virando e acrescentando ao espetáculo, juntamente com o aparecimento ocasional de uma tela de vídeo gigante, aparentemente destinada a dar dinamismo a apresentação. O duelo aéreo entre o Homem-Aranha e o Duende Verde no meio de um vertiginoso conjunto de arranha-céus é emocionante."- Josh Grossberg, do site E! Online

"O primeiro ato se arrasta, mas o espetáculo entra no ritmo no segundo ato. As canções feitas por Bono e The Edge, do U2 têm sido 'Broadway-zadas' e em sua maior parte são toneladas de guitarras estridentes. Se alguma vez existiu uma sensação de que este duo irlandês poderia simplesmente escrever duas dúzias de músicas novas e encaixá-las em um musical, o tempo se foi." - Mark Kennedy, da agência de notícias Associated Press

"A trama está mais coesa, racionalizada e engraçada do que antes e suas emoções ainda estão intactas. 'Spider-Man' não é uma bela refeição gourmet, mas é uma diversão gostosa " - Joe Dziemianowicz, do jornal "NY Daily
Fontes: EGO - UOL - TERRA

terça-feira, 14 de junho de 2011

As gravações das canções de "Spider-Man: Turn Off the Dark"

Deu no 'The New York Times':

Pouco antes da meia-noite de uma quinta-feira chuvosa, Bono estava indo para o trabalho, levando sacos plásticos de comida do Esca para viagem, à um estúdio de Manhattan em uma quase deserta West 48th Street.
"Rise Above 1", o primeiro single do álbum do elenco de "Spider-Man: Turn Off the Dark", iria ser liberado para divulgação em menos de uma semana, e ainda não tinha sido concluído, assim como também não tinham sido o resto das canções do álbum, que chega hoje nas lojas. Hoje também é a noite de abertura oficial do musical, com canções de Bono e The Edge, do U2. As inúmeras prés estreias do espetáculo tem sido torturantes, como uma letra de uma canção nova coloca, é "uma tragédia circense de $ 65 milhões". Em entrevistas separadas de Bono e The Edge, ambos descreeram a experiência da mesma forma: "humilhante".
Mas Bono estava em clima de festa no estúdio. "Spider-Man" agora está no que os seus comandantes chamam de "a versão 2.0", com uma extensa revisão, enredo muito menos metafísico e algum material musical novo musical que Bono e The Edge correram para criar durante três semanas de ensaios fechados e as alterações frenética entre abril e início de maio. Junto com os cortes, há novas letras para refletir mudanças no roteiro, melodias e arranjos reformulados, além de uma nova canção.
Há também, significativamente, um sistema de som diferente. Julie Taymor, a diretora original, fez os alto-falantes acomodados no cenário. "Seus olhos estão com muita fome", disse Bono. "Também me empolguei com isso e, portanto, não opinei quando o PA foi movido, pois não iria interferir com o bonito, extraordinário set."
A produção de muitos atrasos e financiamento de "Spider-Man" deixou Bono e The Edge atolados entre os compromissos com o U2 e a checagem em "Spider-Man". "Havia tanta chicotada cultural em curso, entre a turnê do U2 e tentando consertar o espetáculo, que às vezes era muito louco", disse The Edge.
No momento em que os compositores viram a produção, ela já estava em pré-estreia. Bono descreveu o som original com um epíteto escatológico, e continuou: "Não foi só a fidelidade de baixa e pouca potência, mas não estava sendo mixado. Foi nesse momento que começamos, Edge e eu, pensar, 'Isto é chamado de um musical, não é?"
Mas depois de uma apresentação recente já reformulada, Bono disse que pela primeira vez, ele não tinha deixado o teatro deprimido. A história ficou mais clara, a emoção mais forte, o público animado. "Essa coisa pode funcionar", disse ele.
O álbum do elenco é essencial para a sobrevivência do "Spider-Man", não apenas como uma lembrança, mas também como um ponto de venda. "Se eles não estão cantarolando as músicas, quando eles vêm para o teatro, eles não vão estar cantarolando elas quando eles saem", disse Bono. "E no caso de eles realmente odiarem essa coisa, é bom perceber que realmente há música lá, independente se orçamento é grande ou pequeno."
Reunidos na sala de gravação estavam Edge, dois atores que tinham terminado a apresentação da noite (Reeve Carney, que interpreta Peter Parker, e TV Carpio, que interpreta a deusa aranha Aracne), e o produtor Steve Lillywhite com sua equipe de engenharia. Ms. Carpio estava lá para refazer seus vocais em "Turn Off The Dark", uma balada de outro mundo que tem sua voz pairando sobre o som da "Infinite Guitar" de The Edge.
É uma linha vocal delicada, e Bono queria algo ainda mais fantasmagórico e íntimo, completamente livre de projeção no estilo da Broadway. Vários takes foram feitos. Na esquerda dos atores, Bono e o Sr. Lillywhite continuaram a trabalhar até depois das 2:00 da manhã em "Rise Above 1 ", que intercala vocais de Mr. Carney e Bono. (O álbum foi concluído em 24 de maio, por volta das 06:00 da manhã).
A tensão entre o modo de trabalhar do U2 e as exigências da Broadway executadas através da longa gestação da peça, foi um dos motivos que Bono e The Edge decidiram dar prioridade em "Spider-Man.": romper velhos hábitos. Ao escrever para personagens, Bono disse: "é um feriado para a primeira pessoa, de ter passado uma vida de composições em primeira pessoa."
As letras das músicas tinham que ser mais diretas do que nas canções do U2. "Gostamos de manter as coisas um pouco desfocadas liricamente", disse The Edge. "Mas neste caso nós tivemos que ser muito específicos e, por vezes, ser muito claros. Mas também queria manter o nível adequado de poesia."
O projeto levou Bono e The Edge à tentarem novas estruturas. "Eu nunca tinha escrito uma valsa em minha vida", disse The Edge. Agora ele tem: a música de um cientista maluco "DIY World", com versos como "genes do designer são um melhor ajuste". É uma peça longe de qualquer coisa no catálogo do U2.
A música do álbum, mesmo quando parece que é o U2, é amplamente executada pela Orquestra de 18 peças e cantadas pelo elenco, onde Bono se junta aos atores em "Picture This" e The Edge assume o vocal principal na canção "Sinistereo". Onde os álbuns do U2 lutam por uma identidade distinta da banda, alguns arranjos de "Spider-Man" são alegremente referenciais. "A Freak Like Me Needs Company", a canção mais nova, mistura o funk e a disco. “Pull the Trigger” trata o diálogo como um rap-rock. Ambas aparecem como novidades para apoiar números de dança e fazer avançar a trama: as necessidades da Broadway.
As canções mais memoráveis ​​estão no molde U2, como o hino central do musical, "Rise Above 1 ", a adrenalina 'rock de garagem' de "Bouncing Off The Walls" ea frustração virando-se para a aspiração em "No More".

Uma versão silenciosa no estilo balada do U2, se adapta surpreendentemente bem às vozes femininas em "Turn Off The Dark" e “If the World Should End.”

Tal como acontece com muitos álbuns lançados, grande parte da música em "Spider-Man: Turn Off The Dark" é inseparável das memórias do show; Bono e The Edge fizeram se encaixar, afinal, são colaboradores juntos no script e espetáculo também. Mas eles não descartam performances das canções de "Spider-Man" fora do espetáculo, no contexto muito diferente do U2. Canções de suporte "pertencem inteiramente a um personagem, e de repente não mais", disse Bono.
"Se isto não acontecer, será arquivado sob a tentativa de Edge e Bono lutarem contra outra forma. Mas eu espero que não. Eu gostaria que elas permanecessem vivas", completou.

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Bono, The Edge e Reeve Carney apresentam ao vivo a canção 'Rise Above 1'

Bono e The Edge fizeram sua primeira aparição tocando no programa American Idol, na grande final da temporada, que aconteceu no Teatro Nokia de Los Angeles.
Os dois integrantes do U2 tocaram a canção "Rise Above 1", juntamente com Reeve Carney, o cantor/ator que interpreta Peter Parker na produção da Broadway. A canção é o primeiro single de "Spider-Man: Turn Off The Dark", gravação do elenco.

"Rise Above 1" foi lançada como um single digital para coincidir com a performance ao vivo.

O álbum com a trilha completa do musical sairá em breve. Com 14 novas faixas, o disco foi produzido pelo colaborador de longos anos do U2, Steve Lillywhite. Gravado pelo talentoso elenco da produção da Broadway, este álbum também apresentará a versão single de "Rise Above". A trilha sonora foi composta pela dupla Bono e The Edge.
Ouça a versão de estúdio de canção:
Aliás, a presença do vocalista e do guitarrista do U2 no programa marcou o quinto ano consecutivo que o U2 teve algum tipo de presença ou associação com o American Idol.
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