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terça-feira, 23 de junho de 2015

U2 fala sobre camisetas, 'No Line On The Horizon' e o novo disco e turnê - Parte 01


O Chicago Tribune disponibilizou uma entrevista com o U2 feita em um sofá de um hotel em Montreal, após um dos shows realizados no Bell Centre.

Eles começam falando sobre camisetas, e de repente, estão de volta aos seus 17 anos de idade quando frequentavam clubes punk em Dublin, por volta de 1977.
"Ramones, Clash, Buzzcocks", diz Adam Clayton, relembrando as bandas que ele e os outros futuros membros do U2 testemunharam, e tiveram inspiração quando adolescentes.
"The Buzzcocks — as melodias eram ótimas", diz Bono, imitando Pete Shelley furiosamente dedilhando uma guitarra. "Qual era o nome do seu baterista (John Maher)? Larry usou uma das suas partes em uma de nossas canções."
"Tirei algumas coisas do JJ Burnel (The Stranglers) – um grande baixista", acrescentou Adam Clayton.
"Sim, nós abrimos para o The Stranglers uma vez e pedi para eles usarem um dos nossos pins no palco, e – com razão – disseram 'vai se fuder'", Bono conta com um sorriso. "Então nós roubamos seu camarim, peguei toda a cerveja."
Adam Clayton utilizou uma camiseta do The Stranglers no palco do Bell Centre.

Esta nova turnê do U2 expande e ilumina as músicas de uma forma que revela que há muito mais para 'Songs Of Innocence' do que poderia sugerir a produção conservadora. O álbum foi uma resposta direta para a abordagem mais experimental assumida no disco anterior, 'No Line On The Horizon' de 2009, com os colaboradores de longa data Brian Eno e Daniel Lanois. Aquele álbum não teve um hit para tocar nas rádios, que a banda tanto cobiça.
"Nós provavelmente deveríamos ter permitido que 'No Line On The Horizon' fosse tão experimental como começou. Eno teria adorado se tivéssemos deixado daquela maneira", diz The Edge. "Mas o peso da expectativa de nossos outros trabalhos influenciou nossa decisão de tentar escrever algumas músicas que empurrassem as coisas para um sentido mais acessível, e enquanto "Moment Of Surrender" é uma das nossas melhores músicas, nem todas as músicas do álbum são tão boas quanto isso."
Então o U2 decidiu agitar as coisas de uma grande maneira neste tempo e trabalhou com produtores de êxito atuais como Brian Burton "DangerMouse" (que já trabalhou com o Black Keys e Gnarls Barkley), Ryan Tedder (Beyonce, Madonna) e Paul Epworth (Adele). O quarteto trabalhou por anos para conseguirem as músicas em forma coerente. Finalmente, eles peneiraram as muitas idéias para um único álbum de 11 canções, com um novo álbum de estúdio de acompanhamento, agendado para ser lançado em 2016.
"Desta vez sentimos como se quiséssemos abraçar o que está acontecendo lá fora em termos de produção", diz The Edge. "Queríamos ficar atualizados com a cultura. Estamos abertos a coisas novas. Ryan Tedder tem um grande talento para reconhecer músicas, o que é uma grande melodia, o que é um grande gancho. Como uma banda, queremos músicas que realmente se conecte com as pessoas, porque eles não tem tempo para se sentarem e ouvirem um álbum. Se um álbum não se conectar rapidamente, há uma boa chance de não ser ouvido inteiro."

Agradecimento pelo link: UV Brasil (Ultraviolet Fã Clube)
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