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sábado, 21 de janeiro de 2017

O cineasta Patrick Stark enfrentando sua fobia em um show do U2: haverá uma segunda chance?


Em maio de 2015, após seis anos de trabalho em seu documentário One Life No Regrets, o cineasta de Vancouver Patrick Stark estava próximo de cantar com a sua banda favorita. o U2, na frente de 18.000 pessoas. O objetivo: uma conquista pessoal em enfrentar sua fobia ao longo da vida de aparecer em público. Ele ensaiou para isso.
Uma semana antes do lançamento da turnê iNNOCENCE + eXPERIENCE em Vancouver, nervoso e determinado, ele contou sobre seu sonho ao U2 no restaurante Chambar - onde Bono respondeu: "Claro. O que fará na na sexta-feira?"
Mas, após a morte, infelizmente, da lenda do blues B.B. King, Stark foi "deixado" no último minuto da performance de sexta-feira, para que o U2 pudesse prestar uma homenagem ao seu amigo e colaborador musical.
Com o recente anúncio da 'The Joshua Tree Tour 2017' tendo início em Vancouver, na sexta-feira, 12 de maio, a terceira vez que U2 irá tocar em Vancouver desde o início do seu projeto, Stark - que nunca desiste facilmente - agora quer saber de Bono se será esta sexta-feira que o vocalista estava se referindo naquela noite no Chambar. Se for um sim, o desafio será ainda maior, com um público de mais de 50.000 desta vez.
Stark receberá esse há muito tempo esperado convite pela banda? "Bono tem uma reputação de ser audacioso", diz Stark. Acrescentando com um sorriso, "e os irlandeses são conhecidos por cumprirem suas promessas, certo?"
"The Joshua Tree traz tantas lembranças especiais para mim", ele continua. "Em 1987, o U2 tinha lançado The Joshua Tree, mas não estava ainda disponível em minha cidade natal, Dawson Creek. Quando meu pai e eu fizemos uma caminhada de 800 milhas dali para Vancouver, eu comprei uma cópia. Foi minha última viagem com meu pai, e o álbum se tornou sua trilha sonora."
One Life No Regrets documenta a jornada pessoal de Stark para superar uma fobia ao longo da vida de cantar na frente das pessoas. Não seria até seus 16 anos que ele começaria a enfrentar esse medo, cantando com sua única fita cassete: o álbum ao vivo de 1983 do U2, 'Under A Blood Red Sky'. Agora com 48 anos, Stark passou os últimos oito anos nesta jornada - tendo aulas de canto, se espremendo na frente de multidões em shows e entrevistando inúmeras lendas e ícones do ROCK sobre a emoção e o medo de se apresentarem no palco. Entre aqueles que são destaque no documentário incluem o autor espiritual Eckhart Tolle, o manager/produtor Andrew Loog Oldham dos Rolling Stones, a rainha do rock Wanda Jackson, Peter Hook do Joy Division e os produtores do U2, Steve Lillywhite e Daniel Lanois, para citar alguns.
A busca de Patrick para cantar com o U2 é o tema subjacente no filme. Centenas de membros da equipe tem trabalhado em One Life No Regrets e milhares mais manifestaram o seu apoio para Patrick Stark e sua jornada. O grande final para o documentário será determinado pelo catalisador original da jornada de Stark: U2.



Do site: Broadway World
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