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sábado, 9 de abril de 2016

Histórias de Bono: quando Bob Dylan o livrou de uma blitz da polícia


Bono contou no livro U2 BY U2, sobre a fase 'The Joshua Tree':

"Los Angeles é uma cidade construída a partir da imaginação das pessoas. O que a Boeing e a Microsoft são para Seattle, as indústrias cinematográficas e as gravadoras são para LA. Quando se é uma estrela, é como se fossemos o capitão da indústria. Os carros da polícia avançam ao nosso lado, com os strobes ligados e os guardas nos saudando através do alto-falante colocado em cima do carro: “O novo álbum é o máximo!”
Lembro de uma vez terem me mandado parar. Estava dirigindo um Chevy 1963 e pediram para encostar. Falaram: “Mostre-me a sua identidade.” E eu disse: “Não tenho nada comigo”. E eles: “Não tem nenhum documento? Tem que ter algum”. E eu mostrei uma foto minha com o Bob Dylan. Foi tipo: “Pronto. Siga seu rumo, colega”. Todo mundo respeitava o Bob. Estive mais vezes com o Bob nesse tempo. Ele significa mais para mim do que qualquer outro artista ligado à música ou à arte. Não o vejo como um compositor, o vejo como artista. Para mim ele é Goya e Shakespeare em uma só pessoa. Viu alguma coisa em mim, mas que ainda não estava totalmente formada. Tal como o Van Morrison disse nessa época: “O Bono vai ser grandioso quando estiver completo.” Encarei isso como um elogio, pois também pensava o mesmo. O fato de vendermos muitos discos não era o importante. Eu estava crescendo, estávamos melhorando como banda e isso é que importava."
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