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quarta-feira, 9 de novembro de 2022

Público gritava que havia mais punk no The Monkees do que no U2


Bono, relembrou o ataque sofrido pelo U2 na cena punk do final dos anos 70 em uma entrevista recente no 'The Late Show with Stephen Colbert'.
Questionado sobre algumas de suas primeiras influências como frontman, Bono nomeou a cantora Patti Smith e o ator Mark Rylance, que ele sente serem adeptos de desafiar as barreiras convencionais entre artista e público.
A ideia de um performer estar "acima de todos os outros" foi rejeitada por Bono desde o início, junto com o resto da cena punk da época. Mas não importa os valores da banda, o som do U2 nunca esteve à altura do outro personagem importante do punk rock: a agressividade. E outros punks ficavam felizes em falar o que pensavam sobre isso, estivessem no palco ou no fosso.
"Alguém gritava em qualquer show inicial: 'Há mais punk no The Monkees'", lembrou Bono.
Depois de explicar brevemente a referência à famosa banda de comédia americana que virou banda de verdade, Bono continuou: "e ainda estão no cerne de quem somos".
Questionado ainda mais pelos 'valores do punk rock', Bono ofereceu uma janela para sua carreira de filantropia e ação política.
"Eu acho que entender que você saiu da plateia, que você estava lá com eles, para eles. Eu diria, também, que tínhamos no punk essa ideia de que a música pode mudar o mundo, e você pode se divertir. Isso foi uma espécie de sentimento na música punk rock. Que o mundo é mais maleável do que você pensa, você pode dobrá-lo e moldá-lo. Não está definido. Essa ideia: três acordes, você diz sua verdade, fala sua verdade, cuspa". 
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