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segunda-feira, 19 de novembro de 2018

Nick Stewart sobre o U2: "enquanto as pessoas pagarem para vê-los, eles vão continuar, trazer novas coisas"


O U2BR realizou uma entrevista por telefone com Nick Stewart, o A&R da Island Records na época que o U2 assinou o contrato com a gravadora, sendo ele responsável direto nisso. A Island Records foi a única gravadora que acreditou no potencial do U2 quando ninguém mais acreditava. Nick revelou:

"Várias pessoas foram responsáveis por ajudar a banda no seu caminho, eu sempre digo que Rob Partridge teve um papel fundamental em tudo, a equipe de comunicação, o assistente da época, Neil Store. Empresários da indústria artística vivem ou morrem pelo o que assinam, e eu assinei alguns contratos que foram sucessos, neste caso este foi muito sucesso, e às vezes não, você faz o seu trabalho.
Os três artistas que eu escolheria seriam U2, The Long Riders e Killing Joke. Digo, estes são os que eu assinei e trabalhei junto.
Eu sou muito orgulhoso pelo U2, mas depois disso, o trabalho é da banda e de um empresário muito esperto e que tem que estar no comando, que foi Paul McGuinness. Cada membro da banda é brilhante, inteligente, pessoas talentosas, lutando juntos pelo mesmo objetivo, em parceria com o empresário.
Tem muitos artistas que tem a capacidade de mudar, David Bowie é um deles, os Rolling Stones são certamente um grande ato do rock, e U2 é outro. U2 fez diferentes tipos de discos, o que é muito desafiador e inteligente. Se você perguntar a pessoas entre 50 e 70 anos quais os álbuns de rock mais importantes quando eles estavam crescendo eles provavelmente dirão 'The Joshua Tree', Há 'OK Computer' do Radiohead, há o 'Automatic For The People' do R.E.M e U2 foi capaz de fazer outro com 'Zooropa' e 'Acthung Baby' e continuou a fazer discos muito bons, como o último ['Songs Of Experience'], que eu acredito que é um dos melhores deles. Na época de 1986 com o lançamento do 'The Joshua Tree' eles estavam magníficos, eles estavam na melhor fase, e foi um ano de grandes álbuns como 'Lifes Rich Pageant' do R.E.M., 'Graceland' do Paul Simon, Beastie Boys, Run DMC, muito bons discos como Prince com 'Parade', mas 'The Joshua Tree' foi o melhor. Se eu tivesse que levar um álbum do U2 pra minha ilha deserta comigo seria o 'The Joshua Tree', ou melhor, o "disco" que eu levaria pra minha ilha deserta seria "Kite" do álbum 'All That You Can’t Leave Behind'.
Eu acho que suas turnês só se tornaram maiores e melhores e mais "uau!" ao longo do tempo. Eu fui assistir a turnê The Joshua Tree de 2017 e foi incrível, absolutamente incrível, eles colocaram o público para vibrar, eles tocaram o álbum. Claro que a turnê de 87 os colocaram no topo como uma super banda.
Os Rolling Stones estão na ativa 20 anos a mais do que eu achei que eles estariam, eu fui vê-los em Cardiff (País de Gales) e fiquei impressionado com tudo, foi ótimo. U2 são 20 anos mais novos do que eles, então eles podem continuar o quanto quiserem, enquanto as pessoas pagarem para vê-los, eles vão continuar, trazer novas coisas. Ou então eles vão continuar como R.E.M. até chegar um dia em que eles vão dizer que é hora de parar, mas eu não sei".

Sonny Knowles: "Se o U2 aparecesse, eu daria uma cambalhota"


O falecido cantor irlandês e apresentador Sonny Knowles teria dado as boas vindas à um dueto de alto perfil, caso tivesse acontecido, ele revelou ao RTÉ Guide em 1995.
Conversando com Paddy Kehoe em sua casa em Perrystown no subúrbio de Dublin, o cantor estava visivelmente entusiasmado com duetos com outros artistas. Ele não tinha nenhum problema com o aspecto mercadológico, a junção de improváveis estilos musicais por gravadoras, que nem sempre produziam resultados bons. Como Tony Bennett que fez um dueto com Dinosaur Jnr que não foi incluído em seu álbum, provavelmente por boas razões.
"É marketing, mas eu ficaria lisonjeado se perguntado", disse Sonny. "Eu não poderia ficar mais lisonjeado se os chefes viessem junto e me pedissem para cantar uma canção, ou se U2 aparecesse, eu daria uma cambalhota! Provavelmente não vai acontecer, mas se acontecesse, eu seria nocauteado de tanta satisfação. Oh, de fato eu iria, eu estaria na lua - pode anotar isso".

Do site: RTE

Jovem de 21 anos luta pela vida após cair da janela do segundo andar do Clarence Hotel, de propriedade de Bono e The Edge


O Independent informa que uma jovem está lutando por sua vida depois de cair da janela do segundo andar de um conhecido hotel em Dublin.
A Gardaí está tentando descobrir como a vítima de 21 anos caiu da janela do Clarence Hotel no Temple Bar, que pertence a membros do U2, Bono e The Edge.
Uma mulher de 23 anos foi presa por oficiais de investigação, enquanto também surgiu a notícia que mais de € 5.000 em dinheiro foram encontrados no quarto pela Gardaí.
Acredita-se que as mulheres, ambas cidadãs tchecas, não são turistas, mas trabalham na capital.
A horrível queda aconteceu na noite de 12 de Novembro, e a mulher foi levada às pressas para o St James's Hospital, onde ela continua a ser tratada devido aos ferimentos graves.
O casal deve ter reservado um quarto no Clarence Hotel antes do incidente.
A Gardaí acredita que uma briga começou entre as duas mulheres, antes que a vítima caísse ou saltasse do segundo andar do hotel.
Ela caiu no chão de concreto e sofreu ferimentos graves.
A mulher foi levada às pressas para o St James's Hospital, onde ela permanece em estado grave na unidade de terapia intensiva (UTI).
Oficiais da estação da Garda na Pearse Street foram chamados à cena e depois prenderam uma mulher de 23 anos.
Ela já foi libertada sem acusação.
As duas mulheres são conhecidas umas das outras e se entende que elas vivem em Dublin.
Um porta-voz da Garda confirmou que as investigações sobre o incidente estão em andamento e que uma pessoa foi presa como parte da investigação.

U2 utilizou imagens da Igreja Memorial Kaiser Wilhelm no show final em Berlim da eXPERIENCE + iNNOCENCE Tour 2018


Chegou ao fim em Berlim a eXPERIENCE + iNNOCENCE Tour 2018 do U2.



Uma nova imagem de vitrais azuis com símbolos como o Zoo Baby e as letras Ei apareceram no telão em "City Of Blinding Lights".




O site U2 Gigs informa que o U2 utilizou as imagens da Igreja neorromânica Kaiser-Wilhelm- Gedächtniskirche (igreja em homenagem ao imperador Wilhelm), construída sob o mandato do Kaiser Wilhelm II em homenagem ao seu avô, o Kaiser Wilhelm I. A igreja não foi um edifício de especial importância até ter sido destruída pelas bombas dos ataques aliados durante a II Guerra Mundial.
O Ei mostrado na tela do U2 existe mesmo nos mosaicos azuis e foi feito para homenagear o arquiteto Egon Eiermann. Foi colocado após sua morte.


Em 1950 houve planos de demolição, mas os cidadãos negaram e se tomou a decisão de criar um monumento comemorativo com os restos da igreja.


Seu exterior destruído e enegrecido pretende recordar a insensatez da guerra. No interior, uma pequena exposição mostra algumas fotos da época em que a igreja ficou destruída pelos bombardeios.
Na frente da entrada da igreja foi construída uma moderna capela (chamada Igreja Nova) formada por cristais azuis que refletem uma bela luz em seu interior.


Na parte de trás da igreja está um edifício octogonal repleto de janelas azuis que foi construído como campanário em 1960. Atualmente abriga uma loja de souvenires.

domingo, 18 de novembro de 2018

Shuhada Davitt escreve que quer viver mais que Bono para que ele não possa falar em seu funeral


Sinead O Connor, que agora atende pelo nome de Shuhada Davitt, escreveu seu Twitter:

"Você quer saber o que me impede de fazer algo sempre que me sinto suicida (o que é raro) desde 2016 (não fiz nada de bobeira desde então)? É a ideia de que o Bono poderia falar no meu funeral. #ReasonsToKeepLiving

Em um outro tweet, ela escreveu

"Ele faria merda, é isso"

E em um vídeo ela imita Bono tentando pronunciar seu novo nome: "Sinead, Magda, Shuhada", qual é o nome dela - oh, ela não era aquela tão problemática?"
Ela continua: "As garotas devem ser bonitas e sexy e todas essas coisas. Mas, oh, nós não a amamos, tesouro nacional, bleh. Razões para viver, definitivamente a melhor razão para viver. Devo permanecer viva por mais tempo que Bono. Desculpe Bono, mas eu não resisti, caralho".

Lançado oficialmente áudio em que Chris Cornell mescla "One" do U2 e "One" do Metallica


A Universal Music está lançando um box set para o mercado internacional que revisita a carreira do cantor Chris Cornell (que cometeu suicídio em 2017) como uma edição limitada de 64 faixas onde 11 delas são inéditas.
Os fãs poderão celebrar o legado do icônico artista, cantor e compositor com um álbum auto-intitulado com 17 faixas, além de um set de 64 faixas na versão Deluxe Edition. Este é o primeiro lançamento desde o falecimento do vocalista das bandas Soundgarden e Audioslave. A curadoria das faixas foi realizada por Vicky Cornell, esposa do cantor em associação aos representantes legais do cantor e da UMe.
O box não apenas revisita o legado de Chris Cornell para o rock, mas apresenta o artista como um verdadeiro poeta e um dos escritores mais prolíficos do gênero, além de ser uma das maiores vozes do rock moderno.
Para a escolha das faixas, Vicky trabalhou exaustivamente com os colegas de banda e amigos de Chris para compilar um rico material de estúdio da extensa carreira do artista em trabalhos realizados no Soundgarden, Temple Of The Dog e Audioslave, bem como músicas de sua carreira solo. O produtor Brendan O´Brien e o músico Jeff Ament participaram do projeto.
A versão digital chegou nas plataformas de streaming, e traz o áudio em que Chris Cornell mescla "One" do U2 e "One" do Metallica.
Ele tinha o costume de tocar versões inusitadas em seus shows solos acústicos - os quais geralmente fazia inteiramente sozinho. Foi assim que ele resolveu juntar duas canções com o título de "One" em uma só!
Ele fez uma mistura da melodia de "One" do U2, com as letras de "One", do Metallica.
Ele explicou para o site IndyStar em 2016: "Há alguns anos, eu ia tocar "One" do U2. Pesquisei a letra no Google, mas a letra de "One" do Metallica apareceu. Pensei: 'quer saber, vou adicionar esses versos'. E funcionou. Quando estou fazendo um cover, talvez vá além do que se espera. E esse sou eu me divertindo".
Em um dos seus shows, ele deu novos detalhes, dizendo que ficou chocado com as letras de "One" no Google, e começou a ler o que ele achava que seriam missivas de Bono, e pensou: "Essa merda é sombria". "Percebi que a letra da música mais pesquisada, intitulada "One", na verdade não era do U2, era do Metallica", disse ele. "Então eu pensei: 'Foda-se, eu apenas farei desse jeito, porque essa é uma ótima música também'."
Ele então começou a dedilhar seu violão e começou a cantar as letras de James Hetfield sobre um homem que pisou em um mina terrestre e estava vivendo dolorosamente em um suporte de vida - mas com a melodia do U2.

sábado, 17 de novembro de 2018

Entendendo os vocais guias de Bono


Quando Bono sofreu o problema de voz no show em Berlim pela eXPERIENCE + iNNOCENCE Tour 2018, The Edge contou que ficou em cima do palco pensando em alguma solução caso decidissem continuar o show. Uma delas foi em pedir para a equipe achar os vocais guias pré gravados da voz de Bono, que a banda utiliza nos ensaios, e então o vocalista ficaria no palco apenas mexendo a boca!
Mas isto não seria um show do U2, e então a apresentação foi parada e a banda remarcou a data.
Para Bono não prejudicar sua voz, muitas vezes o U2 utiliza nos ensaios esses vocais guias, e um exemplo está no áudio do link abaixo, quando a banda ensaia "The Unforgettable Fire", e a voz de Bono é pré-gravada, sendo um take antigo da época! Mas Bono está no ensaio e canta sem forçar tanto, em cima do seu vocal guia.
"Beautiful Day" (com um corte no vocal) e "Red Flag Day" são vocais guia também, das versões originais.
"Who's Gonna Ride Your Wild Horses" traz o vocal guia da versão original, e Bono canta ao vivo em cima sem forçar.
Já "Stay (Faraway So Close!)" é um vocal guia gravado ao vivo, onde Bono entra também no ensaio.

Os números finais da eXPERIENCE + iNNOCENCE Tour 2018


O site Pollstar informa os números finais da bilheteria da eXPERIENCE + iNNOCENCE Tour 2018, que durou pouco mais de seis meses este ano, com viagens pela América do Norte e Europa.
O U2 esgotou 59 apresentações em 30 arenas em ambos os continentes, acumulando US $ 126.188.794 em vendas. A contagem final de ingressos da turnê produzida pela Live Nation chegou a 927.034.
O U2 foi para casa para a parte final da turnê e tocou quatro noites na 3Arena de Dublin, fazendo um faturamento de US $ 6,4 milhões de 46,529 lugares vendidos em 5-6-9-10 de novembro. Isso supera as vendas do último período de quatro shows do grupo na arena em 2015 em US $ 1,2 milhão.
O local de Dublin ficou em quarto lugar no ranking geral deste ano, com base nos ganhos de bilheteria na turnê. A maior bilheteria foi a AccorHotels Arena, em Paris, com um compromisso de quatro noites que gerou receita de US $ 9,4 milhões com 72.412 ingressos vendidos. Foi o primeiro local com quatro shows reservados na turnê e uma de apenas três. Junto com as arenas em Dublin e Paris, o U2 também tocou quatro noites no Mediolanum Forum de Milão, em 11,12,15 e 16 de outubro, arrecadando US $ 7 milhões de 50.661 lugares.
Na América do Norte, o Madison Square Garden de Nova York teve os melhores resultados de bilheteria, faturando US $ 8,7 milhões como a segunda maior bilheteria em toda a turnê. O local movimentou um total de 55.575 ingressos para shows nos dias 25 e 26 de junho e 1º de julho.
O encerramento da turnê marcou o fim de um período de quatro anos na estrada para o U2, que começou com a iNNOCENCE + eXPERIENCE em 2015. Juntamente com a turnê deste ano e a de estádio em 2017, comemorando o 30º aniversário do álbum The Joshua Tree, o número total de shows da banda atingiu 185. As vendas combinadas de todas as três turnês totalizam US $ 594 milhões, de um total de 4,9 milhões de ingressos.

Jake Berry relembra quando os amplificadores do U2 foram parar em outra cidade do Brasil


"Trens, aviões e automóveis!" É como Jake Berry, chefe de produção de turnê do U2 de longa data, descreveu a perspectiva assustadora que envolveu a eXPERIENCE + iNNOCENCE Tour 2018, que terminou em 13 de novembro, após seis meses arrecadando cerca de 126 milhões de dólares com 59 shows esgotados em 30 arenas nos EUA e na Europa, de acordo com relatórios da Pollstar Boxoffice. E ele não está brincando.
Como a última parada do U2 foi em Berlim, um show remarcado depois que Bono perdeu a voz no início de setembro, as 31 plataformas que carregam o grande palco da banda para sua montagem, foram transportadas para a cidade belga de Antuérpia, onde a equipe alugou um depósito antes de tudo ser enviado de volta ao seu local de origem.
"Catorze ou mais de nós estão indo para Antuérpia e vamos transferir tudo para contêineres", explicou Berry. De lá, os contêineres são enviados para Nova Jersey, Nashville, Las Vegas e Los Angeles, além de Basiléia, Suíça, Dublin e Londres. "Nós apenas temos que ter certeza que vai no caminho certo", diz ele, o que não é tarefa fácil.
"Eu me lembro no Brasil, uma vez que eles não descarregaram um palete e os nossos amplificadores foram para outra cidade", diz Berry. "Percebemos isso quando estávamos a caminho de São Paulo, então paramos o avião no Rio e pegamos o avião e o levamos de volta. Tivemos um dia para carregar e só os recebemos no dia do espetáculo e não perdermos o show, mas essa foi a experiência mais angustiante".
Grande parte do equipamento atual do U2 está na estrada desde 2015.
Quando perguntado se há algum tipo de programa de software para ajudar a rastrear, devolver e armazenar inventário, Berry ri. "Eu acho que eles chamam de cérebro, na verdade", diz ele. "Pode parecer difícil para o espectador o que fazemos, mas nós cultivamos esse equipamento por três anos, então sabemos que há 50 treliças de iluminação. Tudo o que fazemos é trabalhar com nosso agente de frete para nos certificarmos de colocá-lo no recipiente certo. E meus chefes de equipe trabalham em seus contêineres e eles sabem as medições para seus equipamentos. Então é por experiência quando chegamos à Antuérpia".
A razão pela qual a produção do U2 está sendo carregada por cargueiro, explica Berry, é apenas porque a temporada pesada de turnê passou e há pouca necessidade de apressar por via aérea. "Se fosse em junho ou julho, algumas pessoas gostariam de ter seu equipamento de volta, então faríamos um acordo para que fosse carregado por ar; mas, porque é o final de novembro e o final da temporada da turnê, ninguém está com pressa para que possamos nos dar ao luxo de passar o tempo extra no oceano".
Quanto ao custo em uma turnê, que pode facilmente chegar aos milhões, Berry diz que, assim como tudo nessa turnê, está bem preparado. "Nós incorporamos nossos orçamentos no início da turnê. Sabemos, por exemplo, que fizemos a turnê iNNOCENCE + eXPERIENCE, que foi de '15 até 16' e no orçamento. Nós temos um fim no orçamento da turnê que permite que o frete vá da Europa para a América, América para a Europa e depois para casa no final".
Tudo isso nos leva à festa da turnê eXPERIENCE + iNNOCENCE, que aconteceu em Dublin, que foi originalmente marcada como a última data da turnê antes de Berlim ser colocada no final. "Fizemos isso em Dublin para que todos pudessem relaxar e ter um dia de folga no dia seguinte, então, se você tem muito para beber, não precisa ir trabalhar no dia seguinte", diz Berry.
Ele e seus colegas tendem a não pensar nessas festas como despedidas finais. "Nós sempre dizemos na estrada que você nunca se despede", diz Berry, "é mais 'vejo você mais tarde na estrada', porque sempre tendemos a nos encontrar novamente. Nosso negócio é fantástico, as pessoas são fantásticas, a camaradagem é inacreditável. Então você pode ver alguém três anos depois e você vai começar a falar com eles como se estivesse com eles ontem".

sexta-feira, 16 de novembro de 2018

Bono no single "Homeward Bound" para o álbum beneficente 'Street Lights'


As redes sociais do U2 compartilham que uma série de músicos da Irlanda juntaram forças como 'Street Lights' para criar um single e um álbum para gerar fundos para os mais vulneráveis, os sem-teto.
TODOS OS LUCROS das vendas do single e álbum irão diretamente para a Peter McVerry Trust, Simon Community Ireland e Focus Ireland para a realocação e realojamento a nível nacional.
O single digital traz a participação de Bono. A canção é "Homeward Bound", um cover da faixa de Simon and Garfunkel. A canção foi gravada no Camden Studios com o produtor Cian Boylan.
Além de Bono, a faixa traz Gary Lightbody do Snow Patrol, Villagers, The High Hopes Choir, Cathy Davey, Loah, Roisin O, Join Me In The Pines, Saint Sister e Colm Mac Con.


O álbum será lançado em dezembro com 15 canções de Bell X1, Snow Patrol, Saint Sister, Richard Hawley com Lisa Hannigan, James Vincent McMorrow, Damien Dempsey, Luka Bloom, Villagers, Stephen James Smith, David Gray, The Frames, Lisa O'Neill, Glenn & Ronan e Celtic Woman.
O single "Homeward Bound", que é a única participação de Bono no projeto, já se encontra nas plataformas de música digital e já toca nas rádios da Irlanda.

Bono canta:

Tonight I'll sing my songs again
I'll play the game and pretend
But all my words come back to me
In shades of mediocrity
Like emptiness in harmony
I need someone to comfort me
Homeward bound
I wish I was
Homeward bound
Home, where my thought's escaping
Home, where my music's playing
Home, where my love lies waiting
Silently for me



Falando sobre seu envolvimento no projeto, Annmarie Brennan, da Dublin Simon Community disse: "Com o apoio de todos os envolvidos, isso terá um impacto transformador na vida das pessoas vulneráveis que vivem em circunstâncias inimagináveis. Os fundos arrecadados nos permitirão continuar proporcionando lares mais permanentes, garantindo que as pessoas nunca mais tenham que enfrentar a incerteza e a ansiedade da falta de moradia".
As pessoas também podem enviar uma mensagem de texto escrita street lights para o número 50300 se quiserem doar 4 € para o Street Lights Project.

Catherine Owens fala sobre seus trabalhos nas turnês e projetos do U2


"Nós estávamos sempre tentando estar à frente da curva ..."

Catherine Owens foi Diretora Criativa de animações, filmes e vídeos para a tela das turnês Vertigo e 360°. Ela fala para a Hot Press:

"Eu conheci Willie Williams no Madison Square Garden durante a 'The Joshua Tree Tour', mas meu envolvimento com a banda realmente começou com a Zoo TV. Eu personalizei o Trabant e forneci conteúdo para as enormes telas de vídeo. Essa turnê foi sobre abrir novos caminhos com o que você poderia fazer em um show ao vivo, trazendo elementos performáticos e teatrais para a arena de rock. Licenciamos arte e trabalhamos com artistas como David Wojnarowicz, Wrake Run, Brian Eno e Keith Haring.
Isso levou ao uso do trabalho de Keith em belas animações na turnê PopMart, e também nos levou a Roy Lichtenstein. Havia uma forte conexão entre o que estava acontecendo no mundo da arte e o que acontecia no palco. Para convidar grandes artistas para usar sua plataforma, faça o que eles querem fazer, diga o que quiserem - isso continuou com o U2.
Nós estávamos sempre tentando estar à frente da curva de onde pensávamos que as coisas estavam indo politicamente ou socialmente; sempre tentando pensar sobre o que nossa mensagem âncora deveria ser também. Na Vertigo, achei que a Declaração Universal dos Direitos Humanos seria um texto oportuno para reintroduzir os jovens. Lembro-me de uma conversa com a gerência sobre como colocar o texto completo no show provavelmente mataria o show ali mesmo! Era tão político.
No entanto, Bono foi muito encorajador. Ele disse: "Se você puder encontrar uma maneira de colocá-lo no show, vamos fazê-lo." Acabou sendo uma peça absolutamente perfeita, absolutamente oportuna.
Também criamos uma animação para a música "Yahweh". Foi uma peça enorme, desenhada à mão por um incrível artista chamado Juan Delcan. Foi literalmente um monte de esboços que eu tinha dado a Juan que ele transformou nesta magnífica animação. Tocava durante o set acústico, com apenas Edge e Bono no palco. Foi um momento muito pessoal nessas grandes arenas. É algo que o U2 realmente domina: como você pode afetar o indivíduo dentro do contexto do todo.
Em termos de custo-benefício, o palco usado na turnê 360º foi definitivamente controverso! Para os departamentos de arte, era como receber outra camada de papel ou outro conjunto de lápis. Em vez de ter o reforço de vídeo à esquerda e à direita do palco, tínhamos áreas de alta definição dentro da tela circular. Nós tínhamos esses portais onde você poderia ter todos os feeds ao vivo, todas as animações ou uma mistura de ambos. Em termos de sua paleta, isso era selvagem e maravilhoso, mas era muito para preencher. Houve algumas noites sem dormir durante a pré-produção em Barcelona.
Depois disso, eu dirigi e produzi o filme-concerto U23D. Mark Pellington dirigiu as filmagens ao vivo e, em seguida, realizamos um ano de pós-produção para animação e efeitos visuais. Foi um filme particularmente belo em termos de como fluiu e seu ritmo. Formava uma parte da linguagem 3D. Ang Lee foi muito influenciado por ele em A Vida de Pi e o diretor de fotografia de Gravidade, Emmanuel Lubezki, também fez referência a ele.
Tudo isso foi realmente maravilhoso porque eu senti que nós temos que contar a história de tudo o que aconteceu nessas cinco turnês anteriores, incluindo a Vertigo. Foi uma maneira maravilhosa de se desconectar. Não havia muito que você pudesse fazer depois da turnê 360 ​​°!"

Histórias de Inocência e Experiência: Guggi explica "Cedarwood Road" e fala sobre os pais de Bono


"Eu vi o que eu sabia que era a casa de nossa família...."

Guggi conhece Bono desde os três anos de idade, o que deu a ele mais do que apenas um papel na sua turnê iNNOCENCE + eXPERIENCE. Na Hot Press Guggi revela:

"Bono irá lhe contar que somos amigos desde os três anos e moramos perto um do outro na Cedarwood Road, mas a primeira vez que percebi que o U2 tinha algo realmente especial foi quando eles tocaram no Croke Park em 1985. Eu fui caminhar pelo estádio um pouco, longe do palco, naquele dia, e testemunhei em primeira mão que as outras pessoas no fundo estavam tão profundamente afetadas quanto eu. Então me dei conta de que eles não eram uma banda de pub. A verdade é que eles têm algo muito raro, mas foi a primeira vez que o vi nessa extensão, ou de uma maneira tão profunda.
Eu sabia que havia uma música chamada "Cedarwood Road", quando o álbum 'Songs Of Innocence' estava em produção. Eu provavelmente já tinha ouvido rough takes da faixa, antes dos vocais terem sido reduzidos, mas não foi até os shows da iNNOCENCE + eXPERIENCE que eu vi os gráficos que a acompanhavam. Eu vi o que eu sabia que era a casa da nossa família com a cerejeira florida, que naquela época era a única na área, e a cabine de telefone na frente. Nossa casa era identificada por aquela cabine telefônica do lado de fora, e eu escutei Bono falando sobre isso quando nos conhecemos. Eu não percebi que estava na música até ver tudo ao vivo e ouvir as palavras corretamente. Foi muito emocional.
Diferentes imagens surgem acima das casas na Cedarwood Road, durante esses visuais, e uma sou eu em um cavalo. Isso vem de uma lembrança de infância. Eu não tinha permissão para telefonar para Bono em um sábado de manhã antes das dez horas, porque seus pais queriam ficar deitados - seu pai trabalhava pesado nos correios. Ao mesmo tempo, fui chutado de casa cedo, então eu só queria telefonar para o meu amigo. Na época, nos arredores de Finglas e Ballymun, havia manadas de cavalos errantes, de propriedade dos viajantes. O ditado era "nunca, nunca se deve pegar o cavalo de um viajante". Você pegaria o que era conhecido como um "auld fella's hiding" - eles não facilitariam para você.
De qualquer forma, havia um cavalo com corda sobre ele no gramado no final da estrada - eu suavemente consegui pular nas costas dele e o levei para o jardim de Bono, pensando que eu iria conseguir algum crédito. Coloquei suas duas patas dianteiras na varanda e toquei a campainha sentado nesse cavalo. Bob, o pai de Bono, atendeu a porta. O rosto do cavalo estava apenas a uns quinze centímetros de distância dele, e ele disse: - 'Eu já lhe disse, jovem Rowan, nunca antes das dez horas da manhã de um sábado' - e ele fechou a porta.


"Raised By Wolves" vem da história que contei a Bono sobre meu pai, meu irmão Andy e os atentados em Dublin em 1974. Eles entraram na traseira da van do meu pai na Parnell Street e então um estrondo muito alto - mais alto do que eles pensavam ser possível, aconteceu. A porta da van foi fechada e isso os protegeu. Ninguém nunca foi culpado por esses atentados. Acredita-se amplamente que a inteligência britânica estava de algum modo envolvida. Mas esse evento sangrento teve um impacto incrível em nossa família.
Eu também tenho lembranças muito vivas da mãe de Bono sobre quem a música "Iris" foi escrita - que foi um momento tão central naquela turnê. Ela preferia me mandar para a venda como mensageiro, porque Bono perderia o dinheiro, e ele voltaria sem dinheiro ou sem mantimentos. Ele não iria gastá-lo - ele realmente iria perdê-lo e nunca mais seria visto novamente. Ou ele poderia tirar uma nota de cinquenta pence do bolso três meses depois. Ele ainda perde dinheiro, mas suponho que, se ele perder o preço de meio quilo de salsichas agora, talvez não perceba.
Eu assisti a turnê iNNOCENCE + eXPERIENCE em Miami, e em Barcelona, ​​e eu também estava lá para os shows remarcados em Paris depois dos ataques terroristas. Fui até lá com o falecido Dave Kavanagh, nós dois com cachecóis do Paris Saint-Germain em volta do pescoço, então eu sempre vou me lembrar disso. Mas ver o show iNNOCENCE + eXPERIENCE na 3Arena, no Northside de Dublin, foi muito, muito especial e pessoal para mim".

quinta-feira, 15 de novembro de 2018

Bono confirmado em episódio especial de Jimmy Kimmel Live! na luta contra a AIDS


Pelo quarto ano consecutivo, o anfitrião Jimmy Kimmel uniu forças com Bono e a (RED) para um episódio especial do programa da ABC, em um esforço de sensibilização das pessoas e arrecadação de fundos para ajudar a luta contra a AIDS. A exibição acontecerá em 19 de Novembro.
Além de Bono (ou quem sabe também Mr. Macphisto), foram confirmados Chris Rock, Will Ferrell, Kristen Bell, Channing Tatum, Snoop Dogg, Mila Kunis, Pharrell e outros.


Durante o especial do ano passado, Bono também se sentou para uma entrevista com Kimmel. Um ano atrás, Bono disse a Kimmel que a organização ONE fornecia medicamentos para 21 milhões de pessoas, mas "ainda há 400 bebês nascidos hoje que não precisam nascer com o vírus que foi dado à mãe no útero".
Bono previu que a situação poderia ser "resolvida até 2020. Nós realmente acreditamos que podemos fazer isso".

Nick Stewart revela a verdade sobre a assinatura do contrato do U2 com a Island Records


O U2BR realizou uma entrevista por telefone com Nick Stewart!

O site escreve que em agosto de 1979, Nick Stewart passava a fazer parte da equipe da Island Records. Sua tarefa como membro do time da A&R (Artists & Repertorie, a parte de dentro de uma gravadora responsável por encontrar novos talentos e supervisionar o seu desenvolvimento e crescimento artístico) era a busca por novos talentos para compor o quadro da gravadora irlandesa, que acabava de colocar pela primeira vez um dos seus artistas como o número 1 das paradas de singles com "Video Killed The Radio Star" do Buggles. E o começo da carreira de Nick na Island Records uniu ele em definitivo ao destino do U2 quando foi convidado pelo então empresário Paul McGuinness a assistir ao show da banda no National Stadium de Dublin em 26 de fevereiro de 1980.
Nick contou na entrevista:

"Bom, minhas memórias daquela noite ainda estão bem vivas na minha mente, naquela noite em janeiro eu tinha retornado de umas férias adoráveis no leste da África onde estava jogando cricket e foi uma viagem incrível, então eu voltei pra Irlanda, estava totalmente relaxado e pronto pra trabalhar e quando eu estava quase no escritório o primeiro telefonema que recebi foi do empresário da banda, Paul McGuinness, dizendo: "você tem que vir amanhã pra ver minha banda", então eu disse "sim eu vou, claro". Eu reservei meu voo e eu lembro que estava uma noite muito chuvosa, fria e ventava muito, então quando cheguei no aeroporto de Dublin estava chovendo muito, então entrei no carro e dirigi até o centro, no Shelbourne Hotel, onde encontrei Paul McGuinness. Nós tomamos uma pint de Guinness e eu pensei que iria encontrar mais pessoas lá, mas por razões que se tornaram claras depois. Todos os convidados eram da área de negócios de discos britânicos e eu fui o único que apareceu na noite, e foi uma pena porque várias pessoas do mundo da música foram convidadas e eu fui o único que compareceu para ver a banda. O que aconteceu foi que a banda apareceu no palco para um público grande, e havia um grau de ingenuidade porque a maioria dos shows que fui para ver novas bandas tinham três pessoas e um cachorro, e geralmente o cachorro é quem mais se interessa. Então ver uma apresentação com um grande público local foi o plano ideal de Paul McGuinness, porque eles realmente tinham fãs, e eu gostei muito, estava impressionado com toda a performance ao vivo, e foi assim que tudo começou".

A história contada sempre foi que em março de 1980, o U2 assinou em um banheiro feminino no Lyceum Ballroom, em Londres, seu primeiro contrato com a Island Records, e Nick Stewart estava lá.
Mas nesta entrevista para o U2BR, Nick Stewart revela a verdade sobre isso!

"Não, as conversas aconteceram num pequeno provador em Londres, Chris Blackwell estava lá para vê-los, mas posso te confirmar que o contrato foi assinado num escritório da Island Records na presença dos advogados da banda e um representante legal da Island Records.
Mitos acontecem no mundo da música e quando o mito é melhor que a verdade, mantenha o mito. Mas posso te afirmar que o contrato foi assinado entre os portões da Island Records".

O baixo customizado para Adam Clayton que é o reverso para a guitarra Explorer de The Edge


Na nova série de vídeos 'GQ Talks Watches', coleções de relógios de pessoas extraordinárias. Na estreia, o baixista do U2, Adam Clayton.
Adam diz que ele teve um baixo customizado para ele (Warwick Pro Series Reverso Adam Clayton Signature), que era o inverso da guitarra que Edge toca, Explorer, e então ele resolveu inverter isso e foi por isso que o baixo levou no nome Reverso.


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