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terça-feira, 7 de abril de 2015

Referências ao U2 no livro 'Eleanor & Park'


O livro Eleanor & Park, de Rainow Rowell, é engraçado, triste, sarcástico, sincero e, acima de tudo, geek.
Os personagens que dão título ao livro são dois jovens vizinhos de dezesseis anos. Park, descendente de coreanos e apaixonado por música e quadrinhos, não chega exatamente a ser popular, mas consegue não ser incomodado pelos colegas de escola.
Eleanor, ruiva, sempre vestida com roupas estranhas e “grande” (ela pensa em si própria como gorda), é a filha mais velha de uma problemática família. Os dois se encontram no ônibus escolar todos os dias.
Apesar de uma certa relutância no início, começam a conversar, enquanto dividem os quadrinhos de X-Men e Watchmen. E nem a tiração de sarro dos amigos e a desaprovação da família impede que Eleanor e Park se apaixonem, ao som de U2, The Cure e Smiths.
Esta é uma história sobre o primeiro amor, sobre como ele é invariavelmente intenso e quase sempre fadado a quebrar corações. Um amor que faz você se sentir desesperado e esperançoso ao mesmo tempo.
Há referências ao U2 no livro.
O garoto é descrito usando uma camisa do U2 com um menino na frente.
O garoto ouve "Bad" enquanto está ao telefone com a garota. Eles elogiam a canção e cantam a letra juntos.
O garoto diz para a garota que "Bono conheceu sua esposa quando ele tinha 15 anos." É sua justificativa para como eles podem ter uma grande história de amor.

O blog "De Cabeça Para Baixo" (cahblack.blogspot.com.br) traz uma passagem do livro, que cita "Bad" do U2:

Ele se deitou na cama e cobriu os olhos com o antebraço. Dava para vê-la. Na cabeça dele. Imaginou as luzes verdes do aparelho de som. As luzes da cidade vindo da janela. Imaginou o rosto dela brilhando, a luz mais interessante da sala.
– Tá ouvindo U2? – ele perguntou. Dava para ouvir "Bad" tocando ao fundo.
– É, acho que é minha música favorita atualmente. Fico rebobinando, ouvindo sem parar.
– Qual é sua parte favorita?
– Da música?
– Isso.
– Ela toda – disse Eleanor –, principalmente o refrão. Ou melhor, acho que é o refrão.
– I’m wide awake – ele cantou um pedacinho.
– É... – ela confirmou baixinho.
Ele continuou cantando. Porque não sabia exatamente o que dizer em seguida.
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