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terça-feira, 9 de dezembro de 2014

"The Crystal Ballroom", por Conor Harrington


'Films Of Innocence' apresenta o trabalho de 11 artistas/criadores diferentes fazendo visuais inspirados nas canções do álbum 'Songs Of Innocence' do U2.
Um 12° filme é inspirado em "The Crystal Ballroom", uma das faixas bônus do álbum. Este filme foi feito por Conor Harrington e foi disponibilizado exclusivamente para assinantes do site U2.COM
Conor, nascido em Cork, mas agora com base em East London, é reconhecido mundialmente por obras dramáticas que fundem os motivos de arte de rua com pinturas realistas ambiciosas. Seu trabalho em mural em grande escala, bem sucedidas e opulentas edições impressas representam algumas das mais atraentes arte contemporânea.

"O artista mistura períodos significantes com elementos contemporâneos, criando composições complexas que empregam a pungência do passado para realçar a importância dos eventos atuais."

Como é que Conor chegou em "The Crystal Ballroom"? Ele respondeu algumas perguntas para o U2.COM

Qual foi a inspiração por trás de seu filme?

Quando fui ao estande da audição para ouvir a canção pela primeira vez, havia 3 linhas em particular que se destacaram. 'Fantasmas do amor', que é no refrão, 'Porque de onde viemos nós não somos sempre gentis' no 2º verso, bem como 'nossa vida é moldada pelas mãos do outro' no 3ª verso. Vendo como o álbum foi muito influenciado pelos murais políticos da Irlanda do Norte e meu trabalho lida com a masculinidade e o colonialismo, estas linhas se destacaram para mim e eu queria apresentar este conflito e tensão no filme.
Eu pensei que a idéia de um fantasma de amor é o que acontece quando o amor está ausente, portanto, todas as lutas no meu filme.
Poderia ser visto como uma luta política ou eles poderiam estar brigando por um interesse amoroso, mas ambos são respeitadas preocupações do homem. Estou pintando um mural apresentando esta cena ao longo do filme, e tão logo termina eu suavizo com tinta para que permaneça apenas uma imagem fantasmagórica.

Como sua abordagem difere de seus outros projetos? Enfrentou algum desafio único?

Eu nunca trabalhei com uma banda antes então foi uma experiência nova para mim. Tudo o que faço é no meu estúdio ou em uma parede e por iniciativa própria. Trabalhei com o cineasta Andrew Telling neste filme, ele é um colaborador meu e ele tem uma equipe muito séria para fazer o filme com a gente para e qualquer problema que tivéssemos que enfrentar, estaria em boas mãos.

Como se sentiu ao participar de um projeto como este?

Foi uma experiência completamente nova para mim. Eu tenho o luxo de pintar o que eu quero sem ser liderado por qualquer pessoa, mas com este projeto, havia um monte de outras pessoas envolvidas. Além disso, foi um prazer ver meu trabalho junto com a música pela primeira vez.

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