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segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Por trás das imagens projetadas na tela em "UltraViolet (Light My Way)" na 'The Joshua Tree Tour 2017' - Parte III


Agradecimento ao site U2 Songs (Antigo U2 Wanderer)

Uma das peças visuais que acompanha a 'The Joshua Tree Tour 2017' do U2 é um conjunto de fotografias de mulheres que são projetadas na tela enquanto a banda toca "UltraViolet (Light My Way)". As mulheres vêm de uma vasta gama de idades e origens, mas a maioria são reconhecidas por terem desempenhando um papel nos direitos humanos ao longo dos tempos. Cada show até agora, tiveram uma pequena mudança nas fotos projetadas.
A peça abre com a palavra "History" na tela, que é lentamente substituída por "HerStory".
As imagens na tela estão sendo desenvolvidas em conjunto com a HerStory. (@ URherstory_uk/herstoryuk.org) O projeto HerStory é um projeto fundado e gerido por Alice Wroe, e o site HerStory explica que eles "usam arte feminista para engajar pessoas de todos os gêneros com a história das mulheres". O grupo organiza workshops em instituições culturais e educacionais em todo o Reino Unido, e vem consultando o U2 nas imagens usadas na tela durante "UltraViolet (Light My Way)".
A tela é dividida em cinco áreas quadradas. Um quadrado é geralmente usado para mostrar a performance da banda. Os outros quatro quadrados exibem imagens de mulheres, e datas. As imagens são coloridas em cores vivas, rosas, verdes, roxos, amarelos, vermelhos e azuis.
A banda utilizou em um show as imagens para a performance de "Mysterious Ways".
O fim do vídeo no telão mostra uma imagem em tela cheia, de um grupo de mulheres, segurando um banner dizendo "Mulheres do Mundo se Unem!" e em seguida muda para "A Pobreza é Sexista" e termina com "O Poder do Povo é muito mais Forte do que as Pessoas no Poder". Bono normalmente usa o final da canção como uma oportunidade para falar sobre a ONE. "Poverty is Sexist" é também uma das campanhas que estão sendo executadas pela One.org

Europa - Segunda Perna

Maria Agnesi

Foi uma linguista, filósofa e matemática italiana. Agnesi é reconhecida como tendo escrito o primeiro livro que tratou, simultaneamente, do cálculo diferencial e integral. Escreveu em latim a obra "PropositionesPphilosophicae" (Proposições Filosóficas), publicada em Milão em 1738; mas o que a tornou notável foi o seu compêndio profundo e claro de análise algébrica e infinitesimal na obra "Instituzioni Analitiche" (Instituições Analíticas), traduzida para o inglês e para o francês.
O livro foi além dos tópicos sobre filosofia e abordou mecânica celestial e teoria da gravidade de Newton. Durante uma década, Agnesi escreveu uma obra de dois volumes; o primeiro deles, com mais de mil páginas tratava de aritmética, álgebra, trigonometria, geometria analítica e cálculo. O segundo abrangia equações diferenciais. Foi a primeira obra que uniu as ideias de Isaac Newton e de Gottfried Leibniz. É dela também a autoria da chamada "curva de Agnesi". Faleceu numa instituição para idosos, em Milão, chamada Pio Albergo Trivulzio.

Sonita Alizadeh

A rapper afegã de 19 anos de idade canta sobre trabalho infantil e casamento forçado, realidade de muitas meninas no Afeganistão. Foi forçada a trabalhar quando criança e teve um casamento arranjado pelos pais. A ativista e refugiada, hoje nos Estados Unidos, optou pela música como um meio de conscientizar o mundo sobre a situação de muitas mulheres no Afeganistão.

Isabel Allende

É uma escritora Peruana mas de ascendência Chilena. Apesar de ter nascido em Lima, sua família voltou logo para o Chile, sua terra natal. Atualmente vive nos Estados Unidos.
Isabel é considerada uma das principais revelações da literatura latino-americana da década de 1980. Sua obra é marcada pela ditadura no Chile, implantada com o golpe militar que em 1973 derrubou o governo do primo de seu pai, o presidente Salvador Allende (1908-1973).
Escreveu 'A Casa dos Espíritos' (1982) e ganhou reconhecimento de público e crítica. Em 1995 lançou o livro Paula, que a autora escreveu para a sua filha que estava em coma devido a um ataque de porfiria. Como a autora não sabia se a sua memória voltaria após a saída do coma, Isabel Allende resolveu contar a sua história para auxiliar a filha a lembrar dos fatos. Paula passou a ser então um retrato auto-biográfico.
Em 1996 abriu a Isabel Allende Foundation, dedicada a apoiar os direitos fundamentais das mulheres e crianças a serem fortalecidas e protegidas.

Christiane Amanpour

É uma jornalista britânica-iraniana e personalidade televisiva. Ela é a principal correspondente internacional da CNN Network. Amanpour é membro do Conselho da International Women’s Media Foundation, bem como de organizações de integridade pública e proteção de jornalistas. Amanpour nasceu em 1958.

Concepción Arenal

Foi uma importante escritora espanhola. Em seu trabalho, ela denuncia a situação das prisões de homens e mulheres, miséria nas casas de saúde, mas especialmente enfatiza suas obras em defesa dos direitos das mulheres, por isso é considerada a base do feminismo espanhol contemporâneo
ligado ao movimento pioneiro feminista do final do século XIX.

Seyran Ateş

Uma cidadã alemã, e uma feminista muçulmana, que nasceu em Istambul. Através de sua carreira como advogada, ela recebeu ameaças por ser crítica da sociedade conservadora muçulmana. Ela estava presente na abertura da primeira mesquita liberal na Alemanha, onde homens e mulheres oram juntos e as mulheres podem liderar na oração. Ateş nasceu em 1963.

Aphra Behn

Foi uma poetisa, dramaturga, tradutora e autora de ficção inglesa. Como uma das primeiras mulheres inglesas a ganhar a vida por sua escrita, ela quebrou barreiras culturais e serviu como um modelo literário para gerações posteriores de mulheres escritoras. Passando da obscuridade, ela chegou ao conhecimento de Charles II, que empregou-lhe como espiã em Antuérpia. Após o seu regresso a Londres e uma provável breve estadia em uma prisão civil, ela começou a escrever para o palco. Behn pertencia a um círculo de poetas e libertinos famosos, como John Wilmot, Lord Rochester. Ela escreveu sob o pseudônimo de Astrea. Durante os tempos políticos turbulentos da crise de Exclusão, ela escreveu um epílogo e prólogo que lhe trouxe problemas legais; ela posteriormente dedicou a maior parte de sua escrita para gêneros de prosa e traduções. Uma acérrimo defensora da linhagem Stuart, ela recusou um convite do Bispo Burnet para escrever um poema de boas-vindas ao novo rei William III. Ela morreu pouco depois.

Panti Bliss

Panti Bliss, da Irlanda, é uma referência na luta pelos direitos da comunidade LGBT. O homem por trás da peruca e maquiagem de Pati está Rory O’Neill, de 47 anos, que se tornou o rosto da campanha a favor do casamento entre gays em um referendo realizado na Irlanda em 2015, que concedeu o direito aos homossexuais.

Alida Bosshardt

É uma oficial bem conhecida no Exército da Salvação na Holanda. Durante a Segunda Guerra Mundial, ela cuidou de crianças judias que tinham sido levadas para uma Casa de Crianças em Amsterdã. Ficou muito conhecida pelo seu auxílio à prostitutas no Distrito da Luz Vermelha de Amsterdã. Bosshardt viveu de 1913 a 2007.

Emma Bonino

Uma política italiana, vice-presidente do Senado italiano entre 2008 e 2013. Em 1975 fundou o CISA (Centro informazione, Sterilizzazione e Aborto), cujo objetivo era fornecer às mulheres assistência médica no tocante ao aborto e à esterilização. Foi a principal protagonista de um referendo contra o uso da energia nuclear em Itália, em 1978, que resultou no bloqueio do programa nuclear nacional. Ao longo dos anos participou também em campanhas a favor da legalização do aborto, do divórcio, contra a penalização do consumo de drogas leves, pelos direitos das mulheres e contra a pena de morte e a fome nos países do Terceiro Mundo.

Clara Campoamor

Foi uma escritora, política e defensora dos direitos das mulheres na Espanha. Ele criou a União Republicana Femenina, e foi uma das principais condutoras do sufrágio feminino na Espanha, alcançado em 1931, e exercido pela primeira vez por mulheres nas eleições de 1933. Ele teve que fugir da Espanha por causa da guerra civil. Clara morreu na Suíça.

Coco Chanel

Fundadora da marca Chanel S.A. Antes da célebre estilista francesa, a maioria das mulheres escondia as pernas, só usava cabelos compridos, roupas apertadas e jóias verdadeiras. Gabrielle Chanel foi uma das grandes responsáveis por libertar as mulheres. Acabou com a cintura marcada, eliminando os espartilhos e diminuindo o comprimento das vestes, revelando pela primeira vez os tornozelos femininos. Cortou o cabelo (até hoje o corte igual ao dela é conhecido como "chanel") e voltou com a pele bronzeada depois de uma viagem, inspirando outras mulheres a fazerem o mesmo. O bronzeamento era considerado feio por representar classes mais baixas que precisavam trabalhar abaixo de sol. As mulheres em especial não podiam sair às ruas com a pele bronzeada. Inspirou-se no duque de Westminster (casacos de tweed, pulovers, coletes dos criados, boinas de seus marinheiros), trazendo um pouco do vestuário masculino para o guarda-roupa feminino. O tweed, que é um tecido mais barato, não era usado na alta-costura até então. Foi ela também que misturou pérolas reais com falsas, feitas de bijuteria, o que era uma verdadeira afronta naquele tempo. Se hoje mulheres usam bijuterias sem sofrerem preconceito, foi graças a esse ato. Reduziu em roupas o excesso de enfeites, usou tecidos leves e deixou os vestidos soltos ao corpo para o conforto da mulher. Trouxe o preto, antes restrito a empregados, para a alta-costura. Outro ícone, que surgiu com a ideia de liberar as mulheres de carregarem as bolsas com as mãos, foi o modelo 2.55, que tinham alças. Também contribuiu para que os chapéus de pássaros ficassem no passado, inventando modelos mais leves e confortáveis e vendendo-os.

Isabel Coixet

É uma diretora de cinema espanhola. Isabel é bastante conhecida no meio publicitário e dirige anúncios por todo o mundo. Desempenhou vários cargos em diversas agências publicitárias ganhando vários prêmios por seus trabalhos na área.

Marie Curie

Foi uma cientista polonesa com naturalização francesa que conduziu pesquisas pioneiras no ramo da radioatividade. Foi a primeira mulher a ser laureada com um Prêmio Nobel e a primeira pessoa e única mulher a ganhar o prêmio duas vezes. A família Curie ganhou um total de cinco prêmios Nobel. Marie Curie foi a primeira mulher a ser admitida como professora na Universidade de Paris. Em 1995, a cientista se tornou a primeira mulher a ser enterrada por méritos próprios no Panteão de Paris.

Dara Fitzpatrick

A Capitão Dara Fitzpatrick, piloto da Guarda Costeira Irlandesa (IRCG – Irish Coast Guard), foi encontrada viva em águas ao largo da costa do condado de Mayo após seu helicóptero 116 Sikorsky S-92 cair no Oceano Atlântico em uma missão de resgate. Ela morreu horas depois de ter sido resgatada.

Anne Frank

Foi uma jovem judia vítima do nazismo.
Em 1933, sua família saiu da Alemanha, para fugir das leis de Hitler contra os judeus, e emigrou para a Holanda. Em maio de 1940, a Holanda foi invadida pelos nazistas, época que começaram as restrições contra os judeus com uma série de decretos antissemitas: deviam usar uma estrela amarela de identificação e eram submetidos a diversas proibições.
No dia 12 de junho de 1942, quando completou 13 anos de idade, Anne ganhou um diário e nesse mesmo dia começou a escrever o seu cotidiano. No dia 9 de julho, para não serem presos, a família de Anne Frank se muda para um esconderijo, com mais quatro judeus, nos fundos de escritório, permanecendo ali até 04 de agosto de 1944.
Anne Frank relatou em seu diário os conflitos de uma adolescente e a tensão de viver escondida sobrevivendo com a comida armazenada, a ajuda recebida de amigos, o sofrimento da guerra, os bombardeios que aterrorizavam a família, e a possibilidade de o "anexo secreto" ser descoberto e serem mortos a tiros.
Na manhã de 04 de agosto de 1944 o esconderijo foi invadido pela Polícia de Segurança, e as oito pessoas foram levadas para uma prisão em Amsterdã, depois foram transferidos para Westerbork, um campo de triagem. Em 03 de setembro foram deportados e chegaram em Auschwitz (Polônia). Anne e sua irmã foram levadas para Bergen-Belsen, campo de concentração perto de Hannover (Alemanha). A epidemia de tipo assolou o local no inverno, matando milhares de prisioneiros.
Anne Frank morreu de tifo, em Bergen-Belsen, Alemanha, em 12 de março de 1945, com apenas 15 anos. Seu pai foi libertado pelas tropas russas. Os escritos de Anne foram publicados por ele em 1947 com o título "O Diário de Anne Frank". O livro foi traduzido em mais de 30 idiomas. O local do esconderijo de Anne Frank, em Amsterdã, é hoje um museu.

Veronica Guerin

Foi uma jornalista irlandesa.
Começou tardiamente na profissão, depois dos 30 anos, e gostava do jornalismo investigativo. Exemplo de determinação e coragem, sua vontade incessante por justiça fez com que pagasse com a vida a investigação a fundo sobre a máfia e o tráfico de drogas em Dublin, capital da Irlanda, durante a década de 1990. Denunciou também a ligação que alguns dos mais importantes gângsteres tinham com o IRA. Sofreu um atentado e chegou a ser espancada por um dos maiores mafiosos da cidade.
Depois do seu assassinato, a população da Irlanda se revoltou e foi às ruas fazer protestos, e os barões do tráfico tiveram seus bens confiscados e foram presos. Um ano depois do acontecido, os crimes caíram em mais de 50% na Irlanda.
Veronica Guerin é considerada uma heroína na Irlanda.

Mariella Frostrup

É jornalista e personalidade da televisão. Ela nasceu na Noruega, mas mudou-se para a Irlanda ainda jovem. Frostrup trabalhou com a Oxfam, The Children's Society e Save The Children. Ela também criou o Gender Rights and Equality Action Trust (GREAT), que apóia os projetos de igualdade de gênero na África e além dali. Frostrup nasceu em 1962.

Eva Gore-Booth

É um poeta irlandesa, escritora, assistente social e sufragista. Ela era a irmã mais nova da condessa Markievicz, que desempenhou um papel fundamental na Revolta da Páscoa de 1916 na Irlanda. Eva desempenhou um papel de liderança no Women’s Suffrage Movement, lutando pela igualdade de mulheres em todo o Reino Unido. Gore-Booth viveu de 1870 a 1926.

Leymah Gbowee

É uma ativista africana encarregada de organizar o movimento de paz que colocou fim à Segunda Guerra Civil da Libéria em 2003. Tal conduziu à eleição de Ellen Johnson-Sirleaf como a primeira mulher presidente de um país africano. Gbowee foi em 2011 uma das três personalidades galardoadas com o prêmio Nobel da paz junto com a sua compatriota Sirleaf e a iemenita Tawakel Karman.

Rosie Hackett

Era uma líder sindical em Dublin e, como parte da Irish Worker's Union, apoiou ataques durante o Bloqueio de Dublin em 1913. Mais tarde, ela participou da Revolta da Páscoa de 1916. Hackett viveu de 1892 até 1976.

Leyla Hussein

Leyla Hussein sofreu com a violência aos sete anos quando morava na Somália e hoje luta pela causa. Atualmente, ela é ativista, psicoterapeuta e fundadora da instituição de caridade Filhas de Eva, dedicada à luta pela causa anti-mutilação. Ela trabalha também no Somali Youth Forum.

Aletta Jacobs

Foi uma médica holandesa e ativista do sufrágio feminino. Nascida em uma família judaica em uma pequena cidade, teve muitas realizações em diferentes campos, como o sufrágio feminino, a medicina e a ajuda a pessoas de baixa renda. Também foi a primeira mulher a frequentar oficialmente uma universidade holandesa e a primeira médica de seu país.

Ashley Judd

É uma atriz americana, mas hoje está se tornando mais conhecida por seu trabalho como ativista política. Seu trabalho humanitário gira em torno do HIV / AIDS, e ela trabalhou com o projeto YouthAIDS, faz parte do conselho de liderança do Centro Internacional de Pesquisa sobre Mulheres, esteve envolvida com Women for Women International and Equality Now e o San Francisco Child Abuse Prevention Center. Judd também acompanhou Bono em sua turnê 'Heartland' pelos Estados Unidos para aumentar a consciência sobre a AIDS em 2002. Judd nasceu em 1968.
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