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sexta-feira, 16 de agosto de 2013

'Spider-Man: Turn Off The Dark' é cancelado por causa de mais um acidente com atores da peça

O espetáculo 'Spider-Man: Turn Off The Dark' da Broadway foi cancelado na noite de quinta-feira depois de mais um acidente envolvendo um ator durante a apresentação.
"O ator Daniel Curry está internado no hospital em condição estável depois de ferir o pé ontem à noite", disse nesta sexta-feira o porta-voz do espetáculo, Rick Miramontez, em comunicado à imprensa.
O acidente aconteceu quando o pé do ator ficou preso no elevador montado sob o cenário para a saída à cena dos protagonistas, contaram testemunhas.
Os organizadores do musical retiraram o público do teatro e cancelaram a apresentação. "Esta noite o teatro abrirá novamente", acrescentou o porta-voz no comunicado, ao esclarecer que todos os elementos técnicos da encenação funcionam corretamente.
Não é a primeira vez que o musical sofre um incidente deste tipo. Há um ano e meio outro dos protagonistas, Matthew James Thomas, sofreu um grave acidente durante as acrobacias.
O espetáculo esteve sob investigação do Departamento de Saúde e Segurança no Emprego de Nova York depois de vários intérpretes sofrerem acidentes realizando complexos números acrobáticos.
O dançarino Kevin Aubin também deixou o musical após romper o ligamento dos punhos e a atriz Natalie Mendoza ficou afastada durante duas semanas por causa de uma contusão na cabeça.
A produção de 'Spider-Man: Turn Off The Dark' - com música de Bono e The Edge, do U2 - custou US$ 75 milhões, mais que o dobro de qualquer outro espetáculo na história da Broadway.

Recentemente, Reeve Carney saiu da peça, onde ele interpretava Peter Parker/Homem-Aranha. Em seu lugar, Justin Matthew Sargent se juntou ao elenco.


SITE: TERRA

"Eu fui no show do U2 que não acabou"

Em novembro de 2005, o U2 se apresentou no Madison Square Garden em Nova Iorque, pela turnê Vertigo.
O U2 tinha um setlist original impresso, em que se podia ver que "Bad" seria a canção que fecharia a apresentação, logo depois de uma versão ao vivo de "Instant Karma".
Mas não foi isso que aconteceu naquele final de show confuso.
Patti Smith juntou-se à banda para uma performance de "Instant Karma", como havia acontecido na noite anterior.
Mas desta vez, o show chegou à um final abrupto no final da música. Bono retirou Patti do palco e ele saiu também, e a banda parou a música.
Os dois voltaram, reiniciaram a música, e logo depois da performance, a banda saiu novamente. "Bad" não foi tocada, as luzes se acenderam e o show acabou daquele jeito. Naquele momento, dava a impressão que Patti Smith havia se sentindo mal no palco.

Mas depois a confusão foi esclarecida: na véspera do show as pessoas foram avisadas que o show começaria 30 minutos antes do anunciado. Patti Smith entrou no palco pontualmente às 19:30, abrindo o show do U2, e cantou muito bem.
Ela voltou no encore da apresentação do U2, para cantar "Instant Karma".
Bono fez sinal para o público continuar cantando a música e retirou Patti do palco, voltou pra cantar sozinho e ela voltou para o palco em seguida. Depois, a banda toda saiu e a luzes do MSG se acenderam.
O show começou mais cedo, porque a administração do MSG exigiu que o show termina-se pontualmente em um horário estipulado por eles, porque precisavam que a estrutura do palco do U2 fosse desmontada rapidamente, pois no dia seguinte haveria um jogo de basquete lá.
Com as últimas músicas sendo tocadas pelo U2, os fãs ainda estavam na elipse e a equipe já estava desmontando tudo ali.
Bono foi chamado lá atrás e avisado que o show do U2 tinha que terminar, porque havia essa cláusula com o MSG e caso passasse do horário, o U2 teria que pagar uma multa absurda. Assim, não deu tempo do U2 finalizar com "Bad", que estava no setlist original.
Os fãs deixaram o local confusos, e fazendo piadas como: "Eu fui no show do U2 que não acabou".

A Pasta Perdida de Bono: História Completa - Parte 01

Todos os fãs do U2 sabem parte da história sobre a pasta perdida em 1981, contendo anotações de Bono e Edge, incluíndo letras de músicas que fariam parte do álbum 'October', de 1981.
O material teria sido roubado nos bastidores de um show do grupo em Portland, nos Estados Unidos. Além das letras, a pasta continha também cartas dos fãs do U2, fotos e um passaporte de Bono.
Com o desaparecimento das letras, Bono precisou reescrevê-las e improvisar no estúdio durante as gravações do segundo disco da banda.
Nas duas outras vezes que o U2 se apresentou em Portland, anos após o incidente, Bono perguntou à platéia se alguém tinha alguma informação sobre os objetos desaparecidos.
A pasta foi encontrada em 1981 por Cindy Harris no sótão de uma casa que alugava em Washington. Após descobrir que os documentos haviam sido roubados, Harris conseguiu em 2004, devolver os papéis com a ajuda de uma amiga que entrou em contato com os representantes do U2.
"Vocês nunca saberão o que isso significa para mim", disse Bono aos jornalistas, sobre a aparição do material.

Conheça agora a história completa sobre a pasta perdida de Bono:

Por volta das 3:00 da madrugada, Denny Livingston Jr. foi para um último passeio pela Foghorn Tavern, apenas para conferir se alguém involuntariamente havia deixado algo para trás. Ele tinha sido o responsável pela mesa de som do local.
Antes, o U2, um grupo de rock vindo da Irlanda, tinha tocado naquela noite. Mas enquanto Livingston estava arrumando seu equipamento de som, a banda e as mais ou menos 200 pessoas que estiveram na platéia de Portland, haviam ido embora.
Naquela noite, Livingston encontrou um anódino, pasta marrom, do tipo que os técnicos de iluminação utilizavam para transportar seu equipamento, no camarim. Como ele sempre fazia com itens perdidos em um show, ele achou que a pasta deveria ficar em sua custódia.
Ele abriu e olhou dentro, e descobriu que pertencia à banda, e decidiu que iria devolvê-la no show na noite seguinte, em Seattle.
Segundo Denny, ele foi um acéfalo (sem cérebro), pois na noite seguinte a banda não mencionou nada sobre a pasta, e ele então esqueceu de devolver.
O que Denny realmente não sabia é que ele havia recuperado ali, 12 meses de trabalho de Bono, que estava se preparando para gravar o segundo disco do U2, com aquele material. Sem seus 12 meses de trabalho, Bono se esforçou para recriar as notas e letras para o que viria a ser o disco 'October', dizendo a amigos, colegas de trabalho e aos jornalistas que groupies em Portland haviam roubado seus manuscritos originais para o disco.
23 anos depois, Livingston viu pela televisão Bono (que estava no World Affairs Council Of Oregon) dizendo que materiais originais do U2 haviam sido recuperados depois de terem sido roubados em 1981 em Portland.
Foi então que ele e Steve E. Graeff (o responsável pela van que carregava os equipamentos na época), quiseram esclarecer as coisas.
A pasta não foi roubada, eles disseram. Ela estava perdida, e eles tentaram em vão devolvê-la.
"Foi uma nota meio amarga", disse Livingston sobre os relatos das letras roubadas. "Você tenta fazer algo de bom e acaba basicamente semi-responsável por uma situação negativa quando, você está tentando fazer a coisa certa."

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Grupo Boyzone gravou e descartou uma versão para "The Sweetest Thing" do U2

Em setembro de 1998, o U2 anunciou o lançamento de sua primeira coletânea, com os sucessos do período de 1980 até 1990. Um novo mix de uma antiga gravação foi realizada para promover essa coletânea. A música escolhida foi uma nova gravação para "The Sweetest Thing", lado b de 1987.
Na coletânea, ela foi rebatizada para "Sweetest Thing".
O que deve ser surpresa para os fãs do U2, é o fato que originalmente o U2 ofereceu a música à banda Boyzone naquele ano, mas o grupo recusou-se a utilizá-la em seu álbum.
O Boyzone, que participou do videoclipe do U2 para a canção, chegou a gravar e cortar em estúdio sua própria versão para "The Sweetest Thing".
"Nós gravamos a música e combinamos com as outras músicas do álbum," afirmou Ronan Keating do Boyzone à John Norris da MTV News. "E isso não fluiu, infelizmente. Porque na verdade adoraríamos ter lançado ela."
"Mas vocês acabaram no videoclipe do U2, de qualquer maneira?" Perguntou Norris. "Nós nos aproximamos", respondeu Stephen Gately. "Nós só estávamos andando pela cidade um dia, e aconteceu de todos estarmos vestindo ternos branco. E então vimos o Bono em uma carruagem, subindo a rua, e corremos atrás dele, subimos na parte de trás do caminhão, e foi isso", brincou Gately.

"Não há nada que eu não goste em The Joshua Tree"

O veredicto do produtor Steve Lillywhite no catálogo de discos do U2:

The Joshua Tree

Declaração dada no ano de 1987:

"Não há praticamente nada que eu não goste neste álbum, o que é muito incomum para mim.
"I Still Haven't Found" é uma das melhores músicas já escritas até hoje. "With Or Without You" é uma canção pop clássica e "Red Hill Mining Town" também é maravilhosa.
Eles estão mais propensos à escrever um álbum inteiro de "Pride's" e grandes canções. Acho que, provavelmente, em The Joshua Tree, há quatro ou cinco destas grandes canções, o que é mais do que eles tiveram anteriormente. Como eles envelhecem e escrevem mais músicas, você pode imaginar um álbum do U2 cheio de canções clássicas, com nove ou dez.
Este está muito próximo de ser um álbum de canções clássicas, mas acho que dentro de mais um ou dois álbuns, eles poderão ter um álbum que pode ser um dos discos mais vendidos de todos os tempos.
Este álbum fará muito bem à eles, e provavelmente vai dobrar suas vendagens até agora, mas a próximo disco vai ser brilhante!"

Bono participa de áudio book em homenagem à Charles Bukowski

Charles Bukowski nasceu em 16 de agosto de 1920, e foi um poeta, contista e romancista, e sua obra de caráter (inicialmente) obsceno e estilo totalmente coloquial, com descrições de trabalhos braçais, porres e relacionamentos baratos, fascinaram gerações que buscavam uma obra com a qual pudessem se identificar.
Para comemorar a data em que Charles faria 93 anos, a editora HarperCollins decidiu publicar oito livros de áudio, com artistas lendo textos de Buk.
Entre os artistas, está Bono com uma interpretação de “Something for the Touts, the Nuns, the Grocery Store Clerks, and You”:


Something For The Touts, The Nuns, The Grocery Clerks, And You . . .

we have everything and we have nothing
and some men do it in churches
and some men do it by tearing butterflies
in half
and some men do it in Palm Springs
laying it into butterblondes
with Cadillac souls
Cadillacs and butterflies
nothing and everything,
the face melting down to the last puff
in a cellar in Corpus Christi.
there's something for the touts, the nuns,
the grocery clerks and you . . .
something at 8 a.m., something in the library
something in the river,
everything and nothing.
in the slaughterhouse it comes running along
the ceiling on a hook, and you swing it —
one
two
three
and then you've got it, $200 worth of dead
meat, its bones against your bones
something and nothing.
it's always early enough to die and
it's always too late,
and the drill of blood in the basin white
it tells you nothing at all
and the gravediggers playing poker over
5 a.m. coffee, waiting for the grass
to dismiss the frost . . .
they tell you nothing at all.

we have everything and we have nothing —
days with glass edges and the impossible stink
of river moss — worse than ****;
checkerboard days of moves and countermoves,
fagged interest, with as much sense in defeat as
in victory; slow days like mules
humping it slagged and sullen and sun-glazed
up a road where a madman sits waiting among
bluejays and wrens netted in and sucked a flaky
grey.
good days too of wine and shouting, fights
in alleys, fat legs of women striving around
your bowels buried in moans,
the signs in bullrings like diamonds hollering
Mother Capri, violets coming out of the ground
telling you to forget the dead armies and the loves
that robbed you.
days when children say funny and brilliant things
like savages trying to send you a message through
their bodies while their bodies are still
alive enough to transmit and feel and run up
and down without locks and paychecks and
ideals and possessions and beetle-like
opinions.
days when you can cry all day long in
a green room with the door locked, days
when you can laugh at the breadman
because his legs are too long, days
of looking at hedges . . .

and nothing, and nothing, the days of
the bosses, yellow men
with bad breath and big feet, men
who look like frogs, hyenas, men who walk
as if melody had never been invented, men
who think it is intelligent to hire and fire and
profit, men with expensive wives they possess
like 60 acres of ground to be drilled
or shown-off or to be walled away from
the incompetent, men who'd kill you
because they're crazy and justify it because
it's the law, men who stand in front of
windows 30 feet wide and see nothing,
men with luxury yachts who can sail around
the world and yet never get out of their vest
pockets, men like snails, men like eels, men
like slugs, and not as good . . .
and nothing, getting your last paycheck
at a harbor, at a factory, at a hospital, at an
aircraft plant, at a penny arcade, at a
barbershop, at a job you didn't want
anyway.
income tax, sickness, servility, broken
arms, broken heads — all the stuffing
come out like an old pillow.

we have everything and we have nothing.
some do it well enough for a while and
then give way. fame gets them or disgust
or age or lack of proper diet or ink
across the eyes or children in college
or new cars or broken backs while skiing
in Switzerland or new politics or new wives
or just natural change and decay —
the man you knew yesterday hooking
for ten rounds or drinking for three days and
three nights by the Sawtooth mountains now
just something under a sheet or a cross
or a stone or under an easy delusion,
or packing a bible or a golf bag or a
briefcase: how they go, how they go! — all
the ones you thought would never go.

days like this. like your day today.
maybe the rain on the window trying to
get through to you. what do you see today?
what is it? where are you? the best
days are sometimes the first, sometimes
the middle and even sometimes the last.
the vacant lots are not bad, churches in
Europe on postcards are not bad. people in
wax museums frozen into their best sterility
are not bad, horrible but not bad. the
cannon, think of the cannon, and toast for
breakfast the coffee hot enough you
know your tongue is still there, three
geraniums outside a window, trying to be
red and trying to be pink and trying to be
geraniums, no wonder sometimes the women
cry, no wonder the mules don't want
to go up the hill. are you in a hotel room
in Detroit looking for a cigarette? one more
good day. a little bit of it. and as
the nurses come out of the building after
their shift, having had enough, eight nurses
with different names and different places
to go — walking across the lawn, some of them
want cocoa and a paper, some of them want a
hot bath, some of them want a man, some
of them are hardly thinking at all. enough
and not enough. arcs and pilgrims, oranges
gutters, ferns, antibodies, boxes of
tissue paper.

in the most decent sometimes sun
there is the softsmoke feeling from urns
and the canned sound of old battleplanes
and if you go inside and run your finger
along the window ledge you'll find
dirt, maybe even earth.
and if you look out the window
there will be the day, and as you
get older you'll keep looking
keep looking
sucking your tongue in a little
ah ah no no maybe

some do it naturally
some obscenely
everywhere.

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Bono não gosta de "Rejoice" do U2

Bono, em entrevista no ano de 1989, revelou: "Estou tentando lembrar da última vez que ouvi os três primeiros discos do U2. Boy e War são álbuns mais populares daquela época, mas o meu favorito de alguma maneira é o October. É o favorito também de Adam.
Eu realmente gosto de "I Fall Down", "October" e "Tomorrow". Eu gosto de "Gloria", muito embora eu não goste do jeito que eu canto "Gloria". Eu não gosto de "Rejoice", me sinto longe daquilo, acho que é difícil de ouvir. Acho que é difícil de ouvir nossos registros."

U2: A Year In Pop (versão exibida no Brasil em 1997) - Video

Em 26 de Abril de 1997, a rede de televisão americana ABC exibiu um especial de uma hora no horário nobre, sobre o álbum Pop e a PopMart Tour, intitulado U2: A Year In Pop. Narrado pelo ator Dennis Hopper, o documentário exibiu um filme das sessões de gravação do Pop, bem como imagens ao vivo do show de abertura da Popmart em Whitney, que aconteceu na noite anterior.



A TV Bandeirantes, no final daquele mesmo ano, comprou os direitos e exibiu o especial aqui no Brasil, legendado em português, e com apresentação e narração de Augusto Xavier, fã declarado da banda.
Confira abaixo a versão na íntegra exibida pela TV Bandeirantes. Nostálgico!



Em shows do U2, Bono cantou trecho de canção irlandesa de protesto

Em uma apresentação do U2 em 1997 na Holanda, pela turnê Popmart, Bono cantou um trecho de uma canção chamada "The Sash My Father Wore".
Também conhecida apenas como "The Sash", a canção é uma marcha de protesto irlandesa, e teve total sentido sendo utilizada na transição entre "Bullet The Blue Sky" e "Please", duas canções também de protesto.
Bono voltou a utilizar um trecho de "The Sash" em um show em 2001 pela Elevation Tour, no final de mais uma canção de protesto do U2: "Sunday Bloody Sunday". 
Edge na performance, erra sua parte na guitarra em determinado momento, mas consegue se sair bem rapidamente:

"The Sash My Father Wore" é uma balada tradicional irlandesa que comemora a vitória do rei Guilherme III na guerra de 1690-1691.
As letras mencionam: 1689 - Cerco de Derry e Batalha de Newtownbutler perto de Enniskillen, 1690 - Batalha de Boyne e 1691 - Batalha de Aughrim. É popular entre os partidários do Ulster e muitos sindicalistas na Irlanda do Norte, bem como em partes da Escócia, onde, muitas vezes, pode ser ouvida cantada em jogos de futebol por torcedores do Rangers FC e na Inglaterra, embora como uma variante chamada The Scarf, em Stockport County (em especial, o apoio vocal mais em jogos fora de casa).
A melodia de "The Sash" era bem conhecida em toda a Europa, e antes das letras serem adicionadas, ela era uma canção de amor que lamentava a divisão entre as pessoas.


So sure l'm an Ulster Orangeman, from Erin's isle I came,
To see my British brethren all of honour and of fame,
And to tell them of my forefathers who fought in days of yore,
That I might have the right to wear, the sash my father wore!

Chorus:

It is old but it is beautiful, and its colours they are fine
It was worn at Derry, Aughrim, Enniskillen and the Boyne.
My father wore it as a youth in bygone days of yore,
And on the Twelfth I love to wear the sash my father wore.

Chorus


For those brave men who crossed the Boyne have not fought or died in vain

Our Unity, Religion, Laws, and Freedom to maintain,
If the call should come we'll follow the drum, and cross that river once more
That tomorrow's Ulsterman may wear the sash my father wore!

Chorus


And when some day, across the sea to Antrim's shore you come,

We'll welcome you in royal style, to the sound of flute and drum
And Ulster's hills shall echo still, from Rathlin to Dromore
As we sing again the loyal strain of the sash my father wore!

terça-feira, 13 de agosto de 2013

Integrante da banda U2 Songs testa seus equipamentos tocando canções do U2

M.Fernando - Guitarra / Edson Machado - Bateria / André Lufema - Vocal / Gabriel Medeiros - Baixo

Márcio Fernando é um músico de Pelotas, fã do U2, colaborador e seguidor aqui do blog!
Sua antiga banda, chamada Fortes Olhos, do Rio Grande Do Sul, foi formada na metade da década de 80. Inicialmente, a banda foi batizada de Danger, e em seguida 40's Olhos , do quarenta em inglês (Fourty), que foi trocado para Fortes. Será que o 40 foi por causa da canção do disco 'War' do U2?
A banda montou um estúdio, que foi batizado de Faraway, So Close! Agora fica fácil saber de onde veio a inspiração, não é?
Não era uma banda tributo ou cover do U2, mas tocam canções do grupo. 
Atualmente, seu projeto é chamado de U2 Songs.
Fazendo testes de equipamentos, o guitarrista M. Fernando gravou diversos videos no ano de 2012, tocando partes de músicas do U2. E o resultado (excelente, por sinal) podemos conferir abaixo:

















Para maiores contatos, o email da banda é: u2songs@hotmail.com

Para outros videos da banda, clique AQUI para o canal de videos do U2 Songs no You Tube

Matthew Mayfield e sua gravação de "Where The Streets Have No Name" do U2

Confira uma versão cover para a canção "Where The Streets Have No Name" do U2, feita por Matthew Mayfield.
O vídeo foi gravado no Echelon Studios em 2011, com direção de Seth Newell.

Matthew Mayfield é um cantor e compositor americano de Birmingham, Alabama.
Foi vocalista do grupo Moses Mayfield, que se separou em 2008, e então Matthew iniciou uma carreira solo.

Linha da canção "The Fly" seria uma referência ao pecado cometido por Adão

Na canção "The Fly" do U2, Bono canta: "The universe exploding 'cos-a one man's lie" (o universo explodiu por causa da mentira de um homem).
Assim como em outra linha da canção, esta é provavelmente mais uma referência bíblica.
Seria sobre o pecado de Adão no Jardim do Éden que a Bíblia fala sobre, no livro de Gênesis. Somos familiarizados com a história de Adão e Eva, e como eles comeram a maçã da árvore de Deus quando foi dito para não ser feito.
Quando eles fizeram isto, se esconderam de Deus e Adão mentiu. O pecado entrou no mundo de acordo com a Bíblia, e Adão e Eva foram expulsos do Jardim e forçados a pagar (e o resto da humanidade a seguir) por esses pecados. Segundo o novo Testamento a remissão dos pecados poderia ser adquirida pela fé na morte e ressurreição de Jesus Cristo para salvar a humanidade. 
Assim, "o universo explodiu por causa da mentira de um homem".
É muito semelhante à passagens na Bíblia que dizem: "Pelo pecado de um só homem reinou a morte. Pela desobediência de um só homem, muitos foram feitos pecadores."

A música ouvida por Steve Lillywhite que bastou para ele ter a certeza que 'The Unforgettable Fire' seria um bom disco

O veredicto do produtor Steve Lillywhite no catálogo de discos do U2:

The Unforgettable Fire

"Eu fui para ver a banda antes de começarem a gravá-lo, e eles estavam lamentando o fato de que eles não tinham nenhuma música. Então eu disse: 'Mostre pra mim o que vocês tem'.
Eles tocaram "Pride (In The Name Of Love)". Eu e Paul McGuinness estavámos ali, e eu olhei para eles e disse: 'Vocês não tem nenhum problema então.'
Foi um bom álbum."

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Áudio IEM estéreo do receptor de Bono, da performance de "I Will Follow" em show da turnê 360°

Gravação estéreo IEM do receptor de Bono, da canção 'I Will Follow', feita no show do U2 em Helsinki, Finlândia, no ano de 2010, pela turnê 360°.

IEM'S são dispositivos utilizados por músicos, engenheiros de som e audiófilos para ouvir sua música ou ouvir uma mixagem personalizada trabalhada de vocais e instrumentos de palco para performances ao vivo ou em um estúdio de mixagem.

A guitarra azul de Edge que não vimos em shows do U2

Leiloada em 2008 no Icons of Music que aconteceu em Nova Iorque, a guitarra azul Les Paul Standard 1981 de The Edge é um mistério.
Na verdade, os fãs do U2 nunca tinham visto esta guitarra de Edge e nem sabiam que ele tinha uma desta, até acontecer o leilão.
A julgar pela foto que saiu na Revista Q, da sala de armazenamento de guitarras de Edge, deve haver muitas guitarras que ele possui, e que os fãs nunca viram ela no palco ou no estúdio de gravação.
No Icons of Music, apareceu uma foto inédita de Edge com a Les Paul Standard 1981, no estúdio de gravação em 2008, e Edge afirmou que a guitarra foi utilizada na gravação do álbum inacabado do U2. Ou seja: ele utilizou a guitarra azul em canções que não devem ter entrado em 'No Line On The Horizon', e este álbum inacabado que ele cita, pode ser o 'Songs Of Ascent'.
Edge revelou que Dallas Schoo encontrou a guitarra em uma loja vintage, em uma pequena cidade em Maryland (nas fotos podemos ver que a parte de trás da guitarra está um pouco danificada). Edge se confundiu, e disse que Dallas trouxe a guitarra durante os ensaios de produção em 2003 para a Elevation Tour.

Na verdade, a Elevation Tour aconteceu em 2001, e não em 2003. Fica a dúvida: isso aconteceu então na Elevation Tour, ou na Vertigo Tour? Mais provável mesmo é que ela tenha sido comprada em 2003, para as gravações de 'How To Dismantle An Atomic Bomb' e para a turnê Vertigo.
A guitarra tinha um pickup com problema, ou faltando, e Dallas instalou outro.
De acordo com Edge e Dallas, a guitarra era ótima, e ambos adoravam a cor singular que ela tinha. Uma raridade o acabamento. Mas infelizmente, a guitarra não apareceu no palco em nenhum show do U2, e acabou sendo leiloada.
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