Um filme que eu não me importaria de ver de novo: "Qualquer filme do Bruce Lee." Um artista/álbum que eu ouço muito: "Unkle." Uma nova canção do U2 que eu gosto (o ano é 1999): "Bulldozer." Dois livros que fiquei feliz de ler: "A Light In My Window de June Goulding e Rape Of Mankind de Iris Chang" O século XX: "Avanço." O que está acontecendo no estúdio no momento: "A banda que toca unida, permanece unida." A canção que eu não deixaria de fora da coletânea do U2 dos anos 90: "I'm Not Your Baby." Onde ir em Dublin: "Bono's." Uma citação que eu me lembro: "A Escócia foi invadida por homossexuais" - Pat Robertson, EUA, evangélico da TV, em 1999.
'Two Hearts Beat As One - 1982 Windmill Lane Studios Outtakes' é o título de um bootleg prensado pela Absolut Record Production, em edição limitada (apenas 300 cópias) muito apreciado pelos fãs do U2. O booklet informa que o CD traz 13 outtakes da canção "Two Hearts Beat As One", registradas no Windmill Lane Studios em Dublin, Irlanda, no ano de 1982, nas gravações do álbum 'War'. O áudio foi gravado direto da mesa de som da banda, e a qualidade é excelente. As faixas não foram remasterizadas, mas a equalização foi feita. São mais de 50 minutos de vários takes da faixa, a maioria delas com vocais. O bootleg foi criado à partir das fitas DAT originais registradas pelo U2 no estúdio Windmill Lane. São todas outtakes diferentes, documentando como o U2 finalmente conseguiu chegar na versão final da canção que entrou em 'War'. O bootleg mostra a evolução e o que foi sendo mudado de um take para outro: adicionando coro, guitarra, retirando e modificando efeitos na voz de Bono, etc. Em algumas versões com vocais, Bono canta trechos inéditos na letra, que não fizeram parte da versão final da música. Tracklisting: 1 Two Hearts Beat As One (Vocal Session Take) 2 Two Hearts Beat As One (Vocal Rough Take 1) 3 Two Hearts Beat As One (Instrumental Alt. Take) 4 Two Hearts Beat As One (Alternative Vocal Take 1) 5 Two Hearts Beat As One (Alternative Vocal Take 2) 6 Two Hearts Beat As One (Vocal Mix Take) 7 Two Hearts Beat As One (Vocal Rough Take 2) 8 Two Hearts Beat As One (Vocal Classic Mix Take 1) 9 Two Hearts Beat As One (Vocal Classic Mix Take 2) 10 Two Hearts Beat As One (Instrumental Classic Take) 11 Two Hearts Beat As One (Vocal Dance Take) 12 Two Hearts Beat As One (Instrumental Dance Take) 13 Two Hearts Beat As One (Avantgarde Mix Take)
No ano de 2010, foi inaugurada a primeira exposição de fotografias de Julian Lennon, filho de John Lennon, denominada "Timeless". As fotos da exibição foram agrupadas em duas categorias: paisagens e retratos de celebridades amigas como Kate Hudson e os integrantes do U2, fotografados quando estavam compondo e gravando novas canções. Julian contou que o integrantes do U2 procuraram ele, buscando um estúdio para finalizar algumas canções. Ele ofereceu sua casa no sul da França. "The Edge veio a mim e me disse: "Por favor, tire algumas fotos de nós", recorda Julian. Nas gravações em estúdio, o U2 costuma utilizar um quadro de anotações, onde eles escrevem os títulos de trabalhos das canções. Em uma das fotos de Julian, vemos Edge de frente para um quadro de anotações, onde está escrito "Wake Up And Dream", que pode ser o título de trabalho ou definitivo de uma nova canção do U2, para o próximo álbum de estúdio da banda. Para constar: No ano de 1929, foi lançada uma revista musical com o título “Wake Up And Dream”, com letras e música de Cole Porter, e livro de John Hastings Turner.
'U2 The Best Of 1990-2000' foi a primeira compilação lançada no formato DVD, com videoclipes das canções do U2. A versão em DVD traz até 2 videoclipes diferentes para algumas músicas (no caso de "One", são 3 videoclipes), além de 7 videoclipes bônus (para músicas que não entraram na coletânea, mas que abrangem o período da compilação), bem como comentários dos diretores dos videoclipes, e três mini-documentários. A versão rara em VHS da compilação, apresenta apenas um videoclipe principal para cada uma das 16 músicas do álbum. Tanto no VHS como no DVD, não há nenhum vídeo da canção "The First Time", pois a faixa nunca foi um single do U2 e nunca teve um videoclipe gravado. Em seu lugar foi colocado o vídeo da canção "The Fly", que não aparece em áudio em algumas versões da coletânea (foi bonus track apenas em alguns países). O DVD importado traz dois slots de disco. Um para colocar o DVD principal, e outro para acondicionar o DVD "History Mix", que veio como bonus nas edições duplas da coletânea, que trazia além das canções Lado A, também canções Lado B. Para quem não possui o "History Mix", este espaço do DVD importado vem com um cartão escrito CD/DVD para ocupar este espaço. Curioso é que na época de 'Achtung Baby', o diretor Richie Smyth, com ajuda de Wim Wenders, filmou no Windmill Lane Studios em Dublin um videoclipe de "Until The End Of The World". O U2 havia planejado 4 músicas para serem singles do album, e "Until The End Of The World" era uma delas, mas acabou não sendo lançada como single. "Even Better Than The Real Thing" foi sua substituta e foi lançada como single, e um 5° single apareceu de última hora: "Who's Gonna Ride Your Wild Horses" Mas o videoclipe de Richie para "Until The End Of The World" acabou sendo lançado no VHS 'The Videos, The Cameos And A Whole Lot Of Interference From ZooTV', um making of do álbum 'Achtung Baby'. Por não terem ficado satisfeitos com o vídeo de Richie Smyth, pelo fato de ser sombrio e escuro, o U2 não utilizou o clipe oficial de "Until The End Of The World" no 'The Best Of 1990 - 2000', nem como bonus. Um novo videoclipe para a canção foi editado, intitulado "Until The End Of The World (Live From Zoo TV)". Dirigido por Kevin Godley, produzido por Rocky Oldham e editado por Jerry Chater, o vídeo foi registrado em 1992 e foi retirado de uma gravação para um especial da Fox TV dirigido pelo próprio Kevin Godley, com performances do U2 em Houston, Texas; e no Yankee Stadium, em Nova York, de shows Outside Broadcast da turnê Zoo TV. O clipe se inicia com um falso noticiário. São diversas câmeras captando a performance, que traz a clássica cena de Bono "estuprando" a câmera. São utilizadas algumas imagens em preto e branco da banda, e também granuladas. E no final da performance, há inserções , como ondas, contagem regressiva e datas para o final do mundo e uma mulher em desespero.
Como uma banda de tributo ao U2 formada só por mulheres, a 'Exit Tribute Band' já foi destaque no site oficial do U2 por duas vezes, um status que nenhuma outra banda cover conseguiu. Possuem seu próprio site (www.exit-band.com), e foram entrevistadas pelo KROQ e VH1, além de tocarem com o U2 no palco. As garotas tem uma base crescente de fãs em todo o mundo. No ano de 2005, no aniversário de Larry Mullen, o U2 num show em Los Angeles da Vertigo Tour, se tornou a "The Larry Mullen Band". A emocionante homenagem veio na canção "Out Of Control" (o primeiro single da banda lançado em 1979), onde entraram as meninas da 'Exit Tribute Band' e o restante do grupo apareceu com camisetas escritas "The Larry Mullen Band". A banda tributo é formada pela vocalista Nikki Poynter, a guitarrista "Captive" (Courtney Lavender), a baixista "Affa" (Susan Hamilton) e a baterista "Dim" (Pam Bluestein). No ano de 2003, com a curiosidade e a ajuda de diversos sites de fãs do U2, elas deixaram de ser apenas uma banda tributo ao U2, e passaram a ser uma banda original, tocando suas próprias canções. A guitarrista Captive explica do primeiro encontro dela com o U2: "Bem, aparecemos no site do U2 em julho de 2001. No show deles em 12 de novembro de 2001 pela Elevation Tour em Los Angeles, eu tinha uma placa dizendo que eu era a guitarrista da banda cover feminina do U2, e na placa eu perguntava se eu poderia tocar com eles. Deixei Bono intrigado o suficiente para me puxar para o palco e nem mesmo questionou se eu sabia tocar! Eu conversei com ele brevemente após o show e mencionei a banda, mas não mais do que isso. Assim, Adam também estava estava ciente de que havia uma banda tributo de garotas em LA. Com Edge é uma história diferente! Ele e Dallas encontraram um de nossos panfletos perto do local, e eu tive que falar com os dois brevemente sobre isso. Eles nos desejou boa sorte e disse que iriam olhar para nós." Novamente em Los Angeles, na Vertigo Tour em 2005, as meninas da 'Exit Tribute Band' estavam situadas nos arredores da elipse no concerto, e foram vistas por Bono, enquanto seguravam um cartaz que dizia "Baixista cantora guitarrista e baterista" sobre a frase "The Girls Play Rock and Roll", uma alusão à frase "the boys play rock and roll", da canção "Vertigo" do U2. O U2 terminou a performance de "All Because Of You" e Bono disse: "vale a pena anunciar", e puxou as meninas da platéia . Elas pegaram instrumentos do U2, incluindo a clássica Gibson Explorer de Edge, e tocaram "Out Of Control" na frente da multidão de 20.000 pessoas no local com ingressos esgotados! Bono e Edge se juntaram à elas no final do primeiro verso:
Barry Devlin é o ex-baixista do Horslips, amigo e produtor dos primeiros singles do U2, diretor de vários videoclipes da banda, roteirista: "Eles são uma banda que são muito cuidadosos e conservadores sobre como colocar para fora a coisa que eles chamam de U2. Há duas entidades inteiramente separadas. Há os quatro rapazes e a forma como eles são e o que eles fazem, e então há esse monstro que é chamado U2. Ninguém melhor que eles sabem como essa coisa funciona, ninguém, e eles são muito cuidadosos sobre o que fazer com ele. Eles tomam conselho, mas de forma muito restritiva. Ninguém diz: "bem, eu sei o que o U2 é , então eu vou te dizer ...". Eles sabem o que o U2 é. Você não pode culpá-los, de qualquer maneira. Tudo o que você faz dele, é uma coisa extraordinária e única..." "Sim, eles documentam em video tudo o que eles fazem. Eles também têm a boa graça de cerca de 90% disto. Mas, além da coisa visual, este é o ticket que a América tem esperado. Em algumas turnês, as pessoas queriam que Bono salvasse o mundo, mas na turnê ZooTV foram muito mais exigentes, pois queriam eles para salvarem a indústria fonográfica norte-americana."
Um filme que eu não me importaria de ver de novo: "'Breaking The Waves'. Eu não gostei da primeira vez que assisti. Ele me fez enjoar, mas foi algo que ficou comigo." Um artista/álbum que eu ouço muito: "'The Young Disciples'. Eu não sei por que eles se separaram, eles tinham algo grande acontecendo." Uma nova canção do U2 que eu gosto (o ano é 1999): "Eles ainda têm trabalhado nos títulos que podem mudar, então eu não quero mencionar nenhum nome, mas eu amo todas elas." Dois livros que fiquei feliz de ler: " Why Big Fierce Animals Are Rare, de Paul Colinvaux. Sem querer, este livro explica por que o Greenpeace está certo, a Bíblia." O século XX: "Eu ficarei muito triste em vê-lo ir embora. O século 21 tem muito a viver." Eno e Lanois: "Brian é seu auto iconoclasta usual; engraçado, excêntrico, brilhante. Danny é comprometido como ninguém jamais poderia ser, ele olha selvagemente quando sente firmeza sobre algo." A canção que eu não deixaria de fora da coletânea do U2 dos anos 90: "One." Onde ir em Dublin: "Dublin é sobre acontecimentos que ocorrem espontaneamente aqui e ali. Planos são feitos mais tarde para ajudar a explicar o que você fez com o seu dia." Uma citação que eu me lembro: "Mais um drinque e eu vou estar sob o anfitrião" - Dorothy Parker.
No Livro de Jó no Antigo Testamento, o caráter de Jó atravessa um período de tempo quando ele está na miséria e deseja morrer. Ele chama à Deus pedindo orientação e conforto, dizendo: "Como anseio pelos meses que passaram, dos dias quando Deus olhava sobre mim, quando sua lâmpada brilhava sobre a minha cabeça e por sua luz eu caminhava através da escuridão". Da mesma forma, na canção do U2 "Ultraviolet (Light My Way)" o orador sente-se abandonado, usando muitas das mesmas metáforas encontradas em Jó (o tesouro, o segredo, as noites sem fim). Em desespero, o orador clama por conforto, assim como Jó fez. "Seu amor foi como uma lâmpada de luz pairando sobre minha cama. Ilumine meu caminho!" O Livro de Jó ou Job é um dos livros sapienciais do Antigo Testamento e da Tanakh. Vem depois do Livro de Ester e antes do Livro de Salmos. É considerada a obra prima da literatura do movimento de Sabedoria. Também é considerada uma das mais belas histórias de prova e fé. Conta a história de Jó, onde o livro mostra que era um homem temente a Deus e o agradava. A autoria de Jó é incerta. Alguns eruditos atribuem o livro a Moisés. Outros atribuem a um dos antigos sábios, cujos escritos podem se encontrados em Provérbios ou Eclesiastes. Talvez o próprio Salomão tenha sido seu autor. O livro de Jó também é considerado o livro mais antigo da Bíblia, mais até que o livro de Gênesis. O tema central do livro de Jó não é o problema do mal, nem o sofrimento do justo e inocente, e muito menos o da "paciência de Jó", mas a natureza da relação entre o homem e Deus, em oposição à teologia da retribuição.
Com 29 anos na estrada, por 16 destes anos, entre a gravação de The Joshua Tree em 1986 e um tempo após a final da turnê Elevation em 2002, Des Broadberry foi técnico de teclados do U2 : "Eu estava trabalhando para o Clannad e sua gestão gostou do que eu estava fazendo. Eles estavam cuidando do U2 e me pediram para vir e trabalhar com eles", lembra Des Broadberry da sua nomeação com a indiscutivelmente maior banda do mundo. "Eu trabalhei para o U2 por 16 anos programando teclados, fazendo seqüenciamento MIDI e assim por diante." Depois disto, Des estabeleceu-se como um dos melhores técnicos de teclado no Reino Unido. Na turnê ZOO TV, Des Broadberry ficava na parte de baixo do palco, e era o responsável pelos teclados adicionais. Durante as performances ao vivo do U2 da canção "Ultraviolet (Light My Way)", ele adicionava samplers de sons de guitarra em segundo plano, para The Edge tocar suas partes dos solos. Des foi o responsável pelos loops no estúdio nas canções "Babyface", "Daddy's Gonna Pay For Your Crashed Car" e "Some Days Are Better Than Others" no álbum 'Zooropa'. E também por loops e sequenciadores em diversas faixas de 'Original Soundtracks 1'. Cada noite que o U2 subia ao palco na turnê Popmart, Des Broadberry descia ao submundo, um espaço debaixo do palco, onde seus três racks de MIDI e equipamentos de informática residiam. A partir daí, ele se comunicava com os membros da tripulação e mantinha contato visual com o baterista Larry Mullen, que era alimentado por três linhas de áudio do sistema de Des: um metrônomo principal, um clique de backup no caso de problemas com os samplers, e loops de percussão que foram sequenciados apenas para Larry ouvir e tocar fora deles. Como na ZOO TV Tour, Edge tinha sintetizadores e samplers controlados pelo software e hardware Opcode. Rumo à última metade do show, a banda era transportada para o B-stage dentro de um globo espelhado de discoteca, em forma de limão. Des mantinha uma estreita vigilância sobre o limão, de seu monitor de vídeo durante esta seção, e utilizava samplers de uma fita DAT de sons espaciais sustentados, até que a banda estivesse pronta no lugar adequado, para iniciarem a performance de "Discothèque".
Durante o primeiro de dois shows do U2 em Oakland, em junho de 1997 pela Popmart Tour; Bono cantou algumas frases de "Wonderwall" do Oasis, durante "Last Night On Earth"; como uma forma de tributo à banda dos irmãos Gallagher, que abriram para o U2 em ambos os shows no Alameda County Coliseum em Oakland, California. O Oasis tocou um set de 12 canções. Ainda estava claro quando o Oasis entrou no palco. Haviam fãs do Oasis presentes na frente do palco, e bandeiras britânicas erguidas. Na Inglaterra naquele momento, o Oasis era fenômeno e batia recorde de público, mas nos Estados Unidos eles ainda eram um espetáculo à parte, em vez do evento principal.
O público presente se manifestou com as performances de "Wonderwall" e "Live Forever". Liam e Noel foram muito educados o tempo todo com o público, agradecendo ao U2 e à oportunidade de poderem estar ali tocando. Noel disse após o show: "Eu amo tocar em estádios. Quantas bandas conseguem fazer isto? Quantas?" O empresário do U2, Paul Mcguinness, disse ter ficado impressionado com os principais concorrentes para o título não-oficial do maior grupo de rock do mundo. "Você não pode deixar de admirar o apetite e estilo deles", ele disse. Mesmo assim, ele tinha os pés no chão em relação sobre como o Oasis poderia levar seu show ao vivo para um próximo nível. "Não são muitas bandas que conseguem tocar em estádios. Você tem que abraçar o tamanho, o que exige um grau de teatralidade. Por alguma razão toda uma geração de grupos viraram as costas para o lado teatral do rock, o que eu acho decepcionante".
Na apresentação do U2 mais tarde, Liam e Noel assistiram do lado da mesa de som, observando de olhos arregalados a parafernália da turnê Popmart. Nunca considerado como uma pessoa muito articulada, Liam não deixou de ter uma forma diferente de se expressar: "Esta é a primeira vez que eu vi o U2 ao vivo", disse ele. "Agora eu entendo! É ... phwoarghghghgh!" Ele balança a cabeça em descrença, e faz uma segunda tentativa de verbalizar o seu entusiasmo. "Muito foda, loucura, cara. Louco!" U2 e Oasis formaram uma espécie de sociedade de admiração mútua.
No backstage, Liam, que chegou pegando todo os suprimentos de álcool, se apoderou também do sistema de som. "Você tem que ouvir isso", ele insiste. "Este é foda, ótimo!" Era o álbum novo do Oasis, recém saído do estúdio. Os booms de música dos alto-falantes, o som facilmente reconhecível. Mas agora mais encorpado, mais trabalhado, melhor ainda do que antes. Bono apoiou nos ombros dele, e Liam cantou a letra de cada canção em seu rosto. Bono - aproveitando de uma sucessão de refrões instantaneamente memoráveis - cantou junto. O guitarrista do U2 The Edge, aprovou na hora. "As pessoas dizem que canções do Oasis são óbvias, mas a forma como se relacionam com as melodias das cordas é bastante incomum", observou ele. "Você tem a sensação de ter ouvido as músicas antes, mas ainda fica muito supreso." Depois, todos foram para o Restaurante Tosca. No caminho, Noel foi conversando com Bono sobre as canções e letras do U2. Então no rádio começou a tocar "One". Instantaneamente, se ouviu: "Esta é a melhor canção já escrita!" gritado por Noel. E ele e Liam começam a cantar no topo de suas vozes. Bono, é claro, se juntou à eles. Aos risos e abraços nos ombros de Bono, Noel diz: "Bandas não vão admitir que gostam de vocês, certo? E vocês são a maior banda do mundo". E Noel continua: "E também são a única banda que realmente vão admitir que nós somos a próxima maior banda do mundo!" Confira vídeos raros do Oasis se apresentando no palco do U2:
Um filme que eu não me importaria de ver de novo: "Flesh, de Adovar." Um artista/álbum que eu ouço muito: "Macy Gray, Echo Boy, Basement Jaxx, Rae e Christian." Dois livros que fiquei feliz de ler: "Careless Love de Peter Guralnick e Breakfast On Pluto de Pat McCabe." O século XX: "Viagens aéreas, Fender Jazz Bass." O que está acontecendo no estúdio neste momento (1999): "Nice Hair, Shame About The Shoes." A canção que eu não deixaria de fora da coletânea do U2 dos anos 90: "Miss Sarajevo." Onde ir em Dublin: "Minha casa" Uma citação que eu me lembro: "Dê tempo ao tempo."
Notícia triste para os fãs do U2: Run Wrake morreu subitamente no mês de outubro, como resultado de um câncer que havia sido diagnosticado em novembro de 2011. Ele suportou a cirurgia, quimioterapia e radioterapia durante o curso do ano, mas, apesar do prognóstico positivo inicial, em abril de 2012, foi diagnosticada como incurável. Ele passou seu último dia de bom humor, trabalhando em uma peça recém-comissionada de animação, cercado por seus filhos amados, sua esposa e irmã, em um hospital em Ashford Kent. Ele desejava que todas as doações fossem feitas a esta caridade excelente e excepcional deste hospital. O funeral de Run Wrake aconteceu em 2 de novembro. Run Wrake, que nasceu em 1963, foi um animador e ilustrador Inglês, conhecido por ter colaborado com algumas ilustrações para o telão das turnês Popmart (a animação de abertura durante "Pop Muzik"), Vertigo e 360° do U2.
Ele trabalhou também com U2 e Paul McCartney na apresentação conjunta deles no Live 8.
Run Wrake trabalhava com animação desde o comecinho dos anos 90, e deve-se à sujeitos como ele um pouco daquela cara maluca das vinhetas animadas da MTV dessa época. É difícil definir o seu trabalho, mas entre colagens de fotocópias estouradas de imagens de arquivo, movimentos loucos de câmera e personagens surreais podiamos ver uma criatividade absolutamente sem limites.
No natal de 1987, a RTE levou ao ar na TV da Irlanda, um documentário de 60 minutos feito pela Granada Television em agosto do mesmo ano chamado 'Anthem For The 80's', com imagens da 1 ª noite de shows do U2 no Croke Park, em Dublin, em 26 de junho de 1987 pela turnê Joshua Tree. O especial foi transmitido no 'World In Action', um programa semanal político. Esta edição foi sobre o U2 e seu público, e enfocou também os problemas que Dublin estava passando em meados da década de 80, principalmente em relação ao desemprego e as drogas. As entrevistas com Bono, Edge e Bob Geldof são interessantes. As performances do U2 ao vivo no Croke Park são excelentes, mas nenhuma das músicas está na íntegra. Mesmo assim é a maior quantidade de transmissão de imagens ao vivo na TV, da turnê Joshua Tree.
O dia 1 de dezembro foi escolhido como o Dia Mundial de Prevenção contra a AIDS, doença transmitida por contato entre o sangue contaminado e o sangue não contaminado. A sigla AIDS significa síndrome da imunodeficiência adquirida, mas sua origem vem do inglês – Acquired Immunodefiecience Syndrome. A data foi instituída pela ONU (Organização das Nações Unidas), a fim de fazer dela um dia de batalha contra a doença, visando mobilizar a opinião pública sobre a gravidade da doença, mas de amenizar o preconceito sofrido pelos portadores do HIV, o vírus causador da doença. No Brasil, a data foi estabelecida desde 1988, a fim de alertar a população sobre as formas de transmissão da doença e os avanços dela pelo país. O laço vermelho é visto como símbolo de solidariedade e de comprometimento na luta contra a Aids. O projeto do laço foi criado, em 1991, pela Visual Aids, grupo de profissionais de arte, de New York, que queriam homenagear amigos e colegas que haviam morrido ou estavam morrendo de aids.
O laço vermelho foi escolhido por causa de sua ligação ao sangue e à idéia de paixão, afirma Frank Moore, do grupo Visual Aids, e foi inspirado no laço amarelo que honrava os soldados americanos na Guerra do Golfo. Foi usado publicamente, pela primeira vez, pelo ator Jeremy Irons, na cerimônia de entrega do prêmio Tony Awards, em 1991. Ele se tornou símbolo popular entre as celebridades em cerimônias de entrega de outros prêmios e virou moda. Por causa de sua popularidade, alguns ativistas ficaram preocupados com a possibilidade de o laço se tornar apenas um instrumento de marketing e perdesse sua força, seu significado. Entretanto, a imagem do laço continua sendo um forte símbolo na luta contra a aids, reforçando a necessidade de ações e pesquisas sobre a epidemia. Hoje em dia, o espírito da solidariedade está se espalhando e vem criando mais significados para o uso do laço. A (RED) foi fundada em 2006 por Bono e Bobby Shriver para envolver as empresas na luta contra a AIDS. Seus parceiros são icônicas marcas globais que contribuem em até 50% dos lucros da (RED) de bens e serviços de marca para o Fundo Global de Luta contra Aids, Tuberculose e Malária. Lançado em 1990, o álbum 'Red, Hot And Blue: A Tribute To Cole Porter' faz parte do trabalho da Red Hot Organization, que luta contra a AIDS por meio da cultura pop, e traz artistas renomados, como o U2, que colaborou com a regravação e um videoclipe para a canção "Night And Day":
Um filme que eu não me importaria de ver de novo: "'The Tin Drum', passado em Weimar, na Alemanha nos anos 30. É sobre um menino que não pode, não vai crescer. Ele foi lançado ao mesmo tempo que o nosso primeiro álbum. Na verdade, eu fui vê-lo com a primeira prensagem do disco 'Boy' debaixo do braço. Sincronicidade / descoberta por acaso, eu não sei. Quando eu tinha oito anos, eu e meu parceiro Guggi fizemos um pacto de "nunca crescer." Ele se tornou um pintor, entrei para uma banda de rock and roll ... o resto foi fácil." Um artista/álbum que eu ouço muito: ""Grace" de Jeff Buckley. Além de ser a minha palavra ou nome favorito no idioma Inglês, a Graça domina o karma. A Graça não faz sentido. Ela recompensa onde recompensas não são justificadas. Ela cobre, onde nenhuma cobertura é esperada. É o maior estado humano. A voz de Jeff Buckley me lembra da primeira linha do antigo hino do Exército de Salvação, "Graça maravilhosa, como é doce o som." Graça como uma assinatura. Graça personificada em vibrato de um homem - uma voz delicada trêmula que legitimamente trai a sua tutela do Oriente Médio. Jeff foi treinado no canto Sufi. Sua voz ululante me lembra como poucos cantores há no rock and roll." Uma canção do U2 que eu gosto: ""Kite". Há um monte de pipas atrás da minha casa. Levei minhas duas meninas no alto do morro para provar para elas e eu posso ser o pai perfeito. Eu levei uma pipa enorme - durou 1 minuto antes que ela fosse tirada das minhas mãos e caisse no chão. A tentativa seguinte foi levada em uma rajada grande de vento, para nunca mais ser vista novamente ... a terceira tentativa e as duas meninas desapareceram - e eu ainda estou aqui..." Dois livros que fiquei feliz de ler: "'The Ground Beneath Her Feet' de Salman Rushdie. Um grande livro sobre estar em uma banda na Índia, sobre ser um cantor, um performer, que devora e é devorado por seu público - planeta Narciso. 'Novas Regras para a Nova Economia', de Kevin Kelly. Kelly tem um pouco de um vidente. Se você fosse um empresário capitalista, ou seja, quase todo mundo seria o seu manifesto para o próximo século." O século XX: "Um gêmeo siamês do século X. Guerras santas, profana o comércio de ouro, prata e vidas humanas. Século XX: o mais bárbaro de todos eles, porque pela primeira vez estamos cientes do que estava acontecendo e deixamos eles continuarem: Hitler, Ruanda, Bósnia-Herzegovina, Kosovo, etc." Eno e Lanois: "Eno e Lanois são o yin e o yang do U2. Com eles encontramos o nosso equilíbrio: coração e mente em um duelo até a morte. Quando a banda está em forma o duelo se torna um dueto." A canção que eu não deixaria de fora da coletânea do U2 dos anos 90: ""Your Blue Room", do Passengers." Onde ir em Dublin: Tosca - restaurante italiano do meu irmão com o nome da ópera de mesmo nome. Eu e meu irmão crescemos em Puccini. Nós costumávamos dizer para o nosso velho para desligar aquela merda - tanto quanto estávamos preocupados do que era heavy metal. Agora é 'heavy massa' e ainda posso ouvir a música." Uma citação que eu me lembro: "Ele está perto de Deus, que faz com que seus amigos dêem risada" - O Alcorão.