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quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
"Spider-Man: Turn Off The Dark" bate recorde histórico na Broadway
O musical do Homem-Aranha "Spider-Man: Turn Off The Dark" quebrou um recorde histórico e foi o musical que mais arrecadou dinheiro em uma semana na história da Broadway. De acordo com o site do jornal "Telegraph", o espetáculo arrecadou aproximadamente US$ 3 milhões com apenas nove apresentações.
O recorde anterior era do musical "Wicked" , que arrecadou US$ 2,2 milhões com oito apresentações em 2011.
"Spider-Man: Turn Off The Dark" tem músicas feitas pelos integrantes do U2, Bono e The Edge, e é estimado como o musical mais caro da Broadway, com custo avaliado em US$ 70 milhões.
Do site: UOL Entretenimento
O recorde anterior era do musical "Wicked" , que arrecadou US$ 2,2 milhões com oito apresentações em 2011.
"Spider-Man: Turn Off The Dark" tem músicas feitas pelos integrantes do U2, Bono e The Edge, e é estimado como o musical mais caro da Broadway, com custo avaliado em US$ 70 milhões.
Do site: UOL Entretenimento
Os bastidores da gravação do videoclipe de 'Numb' - Tomada 1
1993, Berlim: Quando Adam e Larry chegam para as filmagens de Numb no estúdio cinematográfico em Spandau – um grande galpão na verdade – Edge já estava trabalhando por cinco horas. Ele estava sentado em um banquinho com uma camiseta sem mangas com três garotas bastante sexys no chão, em volta dele, como na capa do álbum 'Electric Ladyland'.
“Trabalho difícil, Edge ?” pergunta Larry.
Um pequeno e claustrofóbico curral havia sido montado em volta de Edge no centro de uma enorme área da fábrica, com telas por todo lado e holofotes quentes no topo. Uma turma de modelos alemães – garotos e garotas – ficavam em volta olhando, bochechas para dentro e existencialmente entediados. A função deles era se mover aleatoriamente, fora de foco, construindo a cena com um vago ar de niilismo desinteressado. Parecia como se representassem eles mesmos. Estes garotos pareciam como se tivessem sido tirados de um seminário não-graduado de Satre.
O diretor Kevin Godley esta no meio de uma orientação à uma garotinha, de mais ou menos cinco anos, de como bater no peito de Edge. “Mais forte ! Bata forte !” ele diz à ela.
Larry dá um passo a frente: “Eu faço isso!”
“Entre na fila”, vem a voz de Maurice Linname, por detrás do câmera.
O operador de áudio toca “Numb” e Edge começa a dublar as palavras, lendo-as de um grande quadro debaixo da câmera. Ele recitou-as de um caderno quando ele fez o disco e ele nunca teve que memorizar toda aquela ladainha. Sua intensa atenção, sem piscar, tentando não estragar a letra da música, é ajudada pela ilusão de que ele esta assistindo uma tela de TV, desatento a todos os estímulos a sua volta.
Em sua deixa, Maurice se curva e sopra fumaça no rosto de Edge. Então, Andrea Groves, uma das cantoras do Stereo MC's, surge do chão e massageia seus ombros. Duas modelos alemãs vestidas como peruas se curvam e enfiam suas línguas na orelha dele. Uma colher de sorvete é enfiada em sua boca. A pequena garota bate no peito dele. Maurice aparece por trás dele, enrola uma comprida corda sobre sua cabeça e começa a amarrar sua cara. Edge desata a rir e tudo pára.
Há uma pausa instrumental no meio da canção e eles decidiram que é uma boa idéia que o Edge saia de cena durante este intervalo. A decisão é menos estética e mais prática; isto significa que Godley pode filmar duas sequências de dois minutos cada ao invés de uma sequência de quatro minutos. Dada a quantidade de tempo que eles tem para completar este clipe – um dia – e a quantidade de diferentes ações que tem que ser coordenadas (vinte e quatro) e a chance do Edge falhar na dublagem na cadenciada sequência da letra da música, isto é uma grande benção. Mas como tirar Edge da cena?
O diretor tem uma inspiração. Ele pede à um assistente para jogar um monte de almofadas no chão, atrás de Edge. Então ele pede a Larry para vir e colocar sua mão na cara do Edge e empurrá-lo direto para trás, banquinho e tudo mais. Larry diz, legal! Edge diz “Não deveríamos tentar isso com alguém dispensável?”
Eles fazem uma tentativa. Larry vem e firmemente agarra o rosto de Edge com a mão e joga ele para trás, ambos os pés para cima, no ar, como em um desenho animado. Todo mundo ri e aplaude. Mas olhando o resultado na tela de vídeo o diretor, relutantemente, conclui que isto é muito engraçado – a queda de bunda no chão mata o ar de 'entorpecimento'.
Godley sugere que talvez deveria ser Bono que venha e vende Edge com a corda.
“Bono”? diz Edge com ironia. “Bono vai amarrar cordas em volta de meu pescoço ? Espere um minuto aí...”
Maurice diz que este enrolar é só para o ensaio. Na filmagem de fato será usado arame farpado.
Denis Sheehan está em um canto gritando no walk-talkie que Morleigh, a dançarina da dança do ventre, tinha sido avisada para estar de prontidão para esta filmagem hoje e que agora ninguém a estava encontrando. Bill Flanagan manteve para ele que tinha visto Morleigh deixando o hotel cinco horas antes. Ela disse que ela tinha sido vagamente avisada que talvez precisassem dela para o vídeo, mas ela aguardou sentada em seu quarto a manhã toda e não ouviu nada então ela estava saindo para ver Berlim. Diferentemente de praticamente todos na turnê, Morleigh não espera pelos caprichos dos reis. Ela tem sua própria companhia de dança. Ela é uma profissional. Se há um chamado ela estará lá, pronta para o trabalho, mas se ninguém lembrar de chamá-la, ela irá cuidar de seu próprios negócios. Por sorte não haverá a necessidade de Maurice colocar uma armadura no peito e substituí-la. Com seu usual dom mágico para encontrar mulheres, Bono entra calmamente, um minuto depois com Morleigh no reboque. Ele estava olhando pela janela do carro no caminho por Berlim, a viu e chamou-a para entrar no carro e irem ver como iam as coisas nas filmagens de 'Numb'. Denis Sheehan parece igualmente aliviado por vê-la aqui e também exasperado pela puro acaso de como ela acabou chegando....
(continua)
Agradecimento: Livro U2 At The End Of The World - Forum UV Brasil
“Trabalho difícil, Edge ?” pergunta Larry.
Um pequeno e claustrofóbico curral havia sido montado em volta de Edge no centro de uma enorme área da fábrica, com telas por todo lado e holofotes quentes no topo. Uma turma de modelos alemães – garotos e garotas – ficavam em volta olhando, bochechas para dentro e existencialmente entediados. A função deles era se mover aleatoriamente, fora de foco, construindo a cena com um vago ar de niilismo desinteressado. Parecia como se representassem eles mesmos. Estes garotos pareciam como se tivessem sido tirados de um seminário não-graduado de Satre.
O diretor Kevin Godley esta no meio de uma orientação à uma garotinha, de mais ou menos cinco anos, de como bater no peito de Edge. “Mais forte ! Bata forte !” ele diz à ela.
Larry dá um passo a frente: “Eu faço isso!”
“Entre na fila”, vem a voz de Maurice Linname, por detrás do câmera.
O operador de áudio toca “Numb” e Edge começa a dublar as palavras, lendo-as de um grande quadro debaixo da câmera. Ele recitou-as de um caderno quando ele fez o disco e ele nunca teve que memorizar toda aquela ladainha. Sua intensa atenção, sem piscar, tentando não estragar a letra da música, é ajudada pela ilusão de que ele esta assistindo uma tela de TV, desatento a todos os estímulos a sua volta.
Em sua deixa, Maurice se curva e sopra fumaça no rosto de Edge. Então, Andrea Groves, uma das cantoras do Stereo MC's, surge do chão e massageia seus ombros. Duas modelos alemãs vestidas como peruas se curvam e enfiam suas línguas na orelha dele. Uma colher de sorvete é enfiada em sua boca. A pequena garota bate no peito dele. Maurice aparece por trás dele, enrola uma comprida corda sobre sua cabeça e começa a amarrar sua cara. Edge desata a rir e tudo pára.
Há uma pausa instrumental no meio da canção e eles decidiram que é uma boa idéia que o Edge saia de cena durante este intervalo. A decisão é menos estética e mais prática; isto significa que Godley pode filmar duas sequências de dois minutos cada ao invés de uma sequência de quatro minutos. Dada a quantidade de tempo que eles tem para completar este clipe – um dia – e a quantidade de diferentes ações que tem que ser coordenadas (vinte e quatro) e a chance do Edge falhar na dublagem na cadenciada sequência da letra da música, isto é uma grande benção. Mas como tirar Edge da cena?
O diretor tem uma inspiração. Ele pede à um assistente para jogar um monte de almofadas no chão, atrás de Edge. Então ele pede a Larry para vir e colocar sua mão na cara do Edge e empurrá-lo direto para trás, banquinho e tudo mais. Larry diz, legal! Edge diz “Não deveríamos tentar isso com alguém dispensável?”
Eles fazem uma tentativa. Larry vem e firmemente agarra o rosto de Edge com a mão e joga ele para trás, ambos os pés para cima, no ar, como em um desenho animado. Todo mundo ri e aplaude. Mas olhando o resultado na tela de vídeo o diretor, relutantemente, conclui que isto é muito engraçado – a queda de bunda no chão mata o ar de 'entorpecimento'.
Godley sugere que talvez deveria ser Bono que venha e vende Edge com a corda.
“Bono”? diz Edge com ironia. “Bono vai amarrar cordas em volta de meu pescoço ? Espere um minuto aí...”
Maurice diz que este enrolar é só para o ensaio. Na filmagem de fato será usado arame farpado.
Denis Sheehan está em um canto gritando no walk-talkie que Morleigh, a dançarina da dança do ventre, tinha sido avisada para estar de prontidão para esta filmagem hoje e que agora ninguém a estava encontrando. Bill Flanagan manteve para ele que tinha visto Morleigh deixando o hotel cinco horas antes. Ela disse que ela tinha sido vagamente avisada que talvez precisassem dela para o vídeo, mas ela aguardou sentada em seu quarto a manhã toda e não ouviu nada então ela estava saindo para ver Berlim. Diferentemente de praticamente todos na turnê, Morleigh não espera pelos caprichos dos reis. Ela tem sua própria companhia de dança. Ela é uma profissional. Se há um chamado ela estará lá, pronta para o trabalho, mas se ninguém lembrar de chamá-la, ela irá cuidar de seu próprios negócios. Por sorte não haverá a necessidade de Maurice colocar uma armadura no peito e substituí-la. Com seu usual dom mágico para encontrar mulheres, Bono entra calmamente, um minuto depois com Morleigh no reboque. Ele estava olhando pela janela do carro no caminho por Berlim, a viu e chamou-a para entrar no carro e irem ver como iam as coisas nas filmagens de 'Numb'. Denis Sheehan parece igualmente aliviado por vê-la aqui e também exasperado pela puro acaso de como ela acabou chegando....
(continua)
Agradecimento: Livro U2 At The End Of The World - Forum UV Brasil
Especial U2 - Programa Video Show 1997 (Rede Globo)
Matéria de 5 minutos exibida em 1997 no programa Video Show da Rede Globo, mostrando um resumo da carreira do U2 e o lançamento do então novo álbum da banda, POP.
quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
Um pouco mais sobre 'Bad'
Traduzir para o palco as texturas elaboradas e complexas das canções gravadas em estúdio em 'The Unforgettable Fire' virou um grande desafio quando a turnê 'Unforgettable Fire' teve início em 1984.
Uma solução foi sequenciadores programados, que a banda já tinha anteriormente relutado em usar. Eles foram proeminentemente usados em "Bad".
A versão de estúdio de "Bad" foi criticada pela banda como sendo "inacabada", "turva" e "sem foco", mas a banda descobriu que ela fazia mais sentido no palco.
Bono é conhecido por cantar uma ampla variedade de trechos de outras canções durante as performances ao vivo de "Bad". Letras de mais de 50 músicas diferentes foram incluídas até hoje em "Bad", que vão desde citações breves de uma única linha, até versos múltiplos. Esses trechos são normalmente cantado após a linha "I'm not sleeping" e Bono já incluiu até seis trechos diferentes em uma única performance de "Bad". Performances sem pelo menos um trecho são muito raras na história ao vivo da canção.
"Bad" é também a primeira faixa do EP de 1985 'Wide Awake In America', sendo esta uma versão ao vivo gravado no Arena NEC de Birmingham em 12 de novembro de 1984 durante a passagem de som. Esta versão inclui bases pré-gravadas. Não há outros trechos de músicas nesta versão por razões de direitos autorais.
Outras versão de "Bad" foi lançada oficialmente pela banda. Uma versão editada da original de 'The Unforgettable Fire' apareceu no 'The Best Of 1980-1990'. Com exceção da versão escondida de "October" na coletânea, "Bad" é o único não-single à aparecer na coletânea.
Uma solução foi sequenciadores programados, que a banda já tinha anteriormente relutado em usar. Eles foram proeminentemente usados em "Bad".
A versão de estúdio de "Bad" foi criticada pela banda como sendo "inacabada", "turva" e "sem foco", mas a banda descobriu que ela fazia mais sentido no palco.
Bono é conhecido por cantar uma ampla variedade de trechos de outras canções durante as performances ao vivo de "Bad". Letras de mais de 50 músicas diferentes foram incluídas até hoje em "Bad", que vão desde citações breves de uma única linha, até versos múltiplos. Esses trechos são normalmente cantado após a linha "I'm not sleeping" e Bono já incluiu até seis trechos diferentes em uma única performance de "Bad". Performances sem pelo menos um trecho são muito raras na história ao vivo da canção.
"Bad" é também a primeira faixa do EP de 1985 'Wide Awake In America', sendo esta uma versão ao vivo gravado no Arena NEC de Birmingham em 12 de novembro de 1984 durante a passagem de som. Esta versão inclui bases pré-gravadas. Não há outros trechos de músicas nesta versão por razões de direitos autorais.
Outras versão de "Bad" foi lançada oficialmente pela banda. Uma versão editada da original de 'The Unforgettable Fire' apareceu no 'The Best Of 1980-1990'. Com exceção da versão escondida de "October" na coletânea, "Bad" é o único não-single à aparecer na coletânea.
Controvérsias sobre a origem da letra de 'Bad': ela foi escrita para Andy Rowen ou Gareth Spaulding?
"Bad" começou com um riff de guitarra improvisado durante uma jam session no Slane Castle em 1984, onde estavam gravando o álbum 'The Unforgettable Fire'. A pista básica do áudio foi concluída em três takes. De sua natureza imediata e ao vivo, The Edge disse: "Há um momento em que Larry põe escovas, pega as baquetas e ele cria essa pausa que tem um efeito incrivelmente dramático". O produtor Brian Eno, acrescentou as sequências de arpejos que acompanham a canção.
A recessão iniciada em 1980 levou à um elevado número de viciados em heroína no interior da cidade de Dublin. Nos concertos, Bono freqüentemente apresenta a canção como uma canção sobre Dublin.
The Edge e os produtores do álbum, Brian Eno e Daniel Lanois; estavam focados na música e menos interessado nas letras. Bono deixou a canção inacabada.
Em 26 de julho de 2011 no concerto em Pittsburgh da turnê 360°, Bono explicou antes de uma performance de "Bad", que a canção foi escrita para "homem muito especial, que está aqui na cidade, e que cresceu na Cedarwood Road. Nós escrevemos essa canção sobre ele e nós tocaremos ela para ele esta noite."
Ele estava se referindo à Andy Rowen, que estava presente no show e para quem a canção foi originalmente escrita por volta de 1984. Rowen é irmão de Guggi (amigo de infância de Bono, da época do Lypton Village) e de Peter Rowen, o famoso garoto das capas de 'Boy' e 'War'.
Há outras versões da história de 'Bad', contadas pelo próprio Bono.
Em um concerto de 1987 em Chicago ele disse que "Bad" é sobre um amigo dele que morreu de uma overdose de heroína e também sobre as condições que tornam prováveis que tais eventos se repitam.
Bono comentou uma vez em mais um concerto (no Reino Unido) sobre as pessoas que enfiam as porras das agulhas em seus braços enquanto os ricos vivem indiferentes ao sofrimento dos menos afortunados."
Em Eriksberg, na Suécia em 1987, ele deu mais detalhes do amigo morto: "Eu escrevi as palavras de um amigo meu, seu nome era Gareth Spaulding, e em seu aniversário de 21 anos em 1983 ele e seus amigos decidiram lhe dar de presente heroína suficiente em suas veias para matá-lo. Esta canção é chamada de 'Bad'.
A recessão iniciada em 1980 levou à um elevado número de viciados em heroína no interior da cidade de Dublin. Nos concertos, Bono freqüentemente apresenta a canção como uma canção sobre Dublin.
The Edge e os produtores do álbum, Brian Eno e Daniel Lanois; estavam focados na música e menos interessado nas letras. Bono deixou a canção inacabada.
Em 26 de julho de 2011 no concerto em Pittsburgh da turnê 360°, Bono explicou antes de uma performance de "Bad", que a canção foi escrita para "homem muito especial, que está aqui na cidade, e que cresceu na Cedarwood Road. Nós escrevemos essa canção sobre ele e nós tocaremos ela para ele esta noite."
Ele estava se referindo à Andy Rowen, que estava presente no show e para quem a canção foi originalmente escrita por volta de 1984. Rowen é irmão de Guggi (amigo de infância de Bono, da época do Lypton Village) e de Peter Rowen, o famoso garoto das capas de 'Boy' e 'War'.
Há outras versões da história de 'Bad', contadas pelo próprio Bono.
Em um concerto de 1987 em Chicago ele disse que "Bad" é sobre um amigo dele que morreu de uma overdose de heroína e também sobre as condições que tornam prováveis que tais eventos se repitam.
Bono comentou uma vez em mais um concerto (no Reino Unido) sobre as pessoas que enfiam as porras das agulhas em seus braços enquanto os ricos vivem indiferentes ao sofrimento dos menos afortunados."
Em Eriksberg, na Suécia em 1987, ele deu mais detalhes do amigo morto: "Eu escrevi as palavras de um amigo meu, seu nome era Gareth Spaulding, e em seu aniversário de 21 anos em 1983 ele e seus amigos decidiram lhe dar de presente heroína suficiente em suas veias para matá-lo. Esta canção é chamada de 'Bad'.
Beach Sequence
O longa italiano "Beyond The Clouds/Par-Dela Les Nuages" (Michelangelo Antonioni / Wim Wenders) de 1995, é sobre encontros. Encontros surpreendentes ou esperados, temidos ou ansiados por cada um de nós, a platéia, em segredo. Um diretor de cinema com uma câmera de bolso lança seu olhar ao redor das cidades de França e Itália. Sua busca interior inspira com quatro histórias de amor linda. Na primeira história, um jovem é tão cativado por uma jovem que ele não pode levar-se a sacrificar o seu desejo por uma questão de prazer. A segunda explora o fascínio do diretor de cinema com uma jovem mulher que admite a ele: 'Eu matei o meu pai ". O terceiro se passa em Paris, onde os casais se separam e dois rompimentos juntam um homem e uma mulher. A sublimação do amor é o tema da última história. Pode o mesmo coração amar ambos: a Deus e os homens?
O longa traz em sua trilha, além de "Your Blue Room", outra canção do Passengers: "Beach Sequence".
Real ou Imaginário?
Esse filme é real!
Confira a cena do longa em que 'Beach Sequence' aparece:
O longa traz em sua trilha, além de "Your Blue Room", outra canção do Passengers: "Beach Sequence".
Real ou Imaginário?
Esse filme é real!
Confira a cena do longa em que 'Beach Sequence' aparece:
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
Uma canção clássica, magnificamente potente e melodiosa sobre uma tarde ensolarada e preguiçosa
Um álbum pode ser como um diário do que esta acontecendo na vida de um artista durante um determinado período. O mesmo é verdade sobre uma música – simples assim. “Há grandes coisas sobre músicas”, Bono diz. “Se você abrir seus olhos elas estão todas em torno de você”. Que foi o tipo de pensamento que deu origem a ‘Staring At The Sun’.
Veio quase que por acidente. A banda estava trabalhando inteiramente em outra música, mas ficou presa em um ritmo improdutivo. Um par de loops bizarros foram introduzidos.
Larry tem um padrão muito doce indo contra eles e Edge fez um apelo significativo, subitamente. Era um território familiar para o U2: “Oh, eu conheço outras músicas que funcionariam desse jeito”. Era uma velocidade completamente diferente e uma sensação completamente diferente, mas o potencial era imediatamente aparente. Eles gastaram um par de dias na nova criação e então deixaram de lado. Um pouco mais tarde, Edge e Howie B trabalharam juntos, trazendo algumas novas peças vitais para o quebra-cabeça sonoro. "Eu passei um bom tempo com Edge em ‘Staring At The Sun’. Eu tinha uma loucura pelo som de sua guitarra”, Howie relembra. “Depois que nós quebramos o nosso primeiro prazo, Edge e eu gastamos uma semana brincando com a melodia. Colocamos sua guitarra através de uma Leslie e era algo um pouco agradável. O que você acha que é um som de órgão em ‘Staring At The Sun’ é na verdade Edge tocando a guitarra. E é um som louco. Que brilha”.
É um verbo apropriado no contexto da música como um todo, uma canção clássica sobre uma tarde ensolarada e preguiçosa que é uma reminiscência de algo feito pelo The Kinks, mas que é tão magnificamente potente e melodiosa que transcende qualquer indício de influências.
Curiosamente, naquela luz, há um aspecto Zen - como a letra da música, uma sensação de estar totalmente imerso no momento e experimentando um sentimento de que é leveza perfeitamente articulada através da euforia da música. Mesmo depois de Howie ter acabado, no entanto, havia trabalho a fazer. Steve Osborne e Mark Grant se envolveram na mixagem e eles fizeram bastante pesquisa em vários tapes procurando partes diferentes de guitarra. Quando Edge se envolve, surgem um monte de idéias e descobrem algumas coisas descartadas que funcionam aumentando consideravelmente o arranjo.
O título do álbum do Something Happens "Stuck Together With God’s Glue" entrou na música. Howie B desenvolveu um abscesso em seu ouvido – ele entrou na música. A televisão estava ligada em segundo plano, manchetes de jornal tinham sido fixadas nas paredes, a temporada da marcha estava em pleno andamento – e tudo isso foi para a música. A presença britânica na Irlanda do Norte é mencionada (“Intransigence is all around/Military still in town/Armour plated suits and ties/Daddy just won’t say goodbye”), como é a Liga dos Campeões de futebol, que estava em pleno andamento, enquanto a música estava sendo gravada. E há um pouco de auto-ironia, também, na linha “Those who can’t do often have a preach”. Ou poderia ser uma referência velada aos padres e sexo?
“Se você está olhando alguém, poderia muito bem ser você mesmo”, Bono ri. “Mas há outras coisas lá também. Todas essas referências são bastante pessoais – mas elas não estariam lá se fossem apenas pessoais”.
Podia muito bem ser que ‘Staring At The Sun’ fosse uma das músicas mais pessoais do álbum. Não há dúvidas que Ali Hewson teve uma tremenda influência nas letras de Pop, e não apenas pelo fato de que ela é o foco dos assuntos do coração de Bono. Ela é também uma mulher de grande coragem, que tinha se colocado diretamente em risco, através do envolvimento com caridade na Children of Chernobyl. Há uma sensação que ‘Staring At The Sun’ pode ser uma referência para as experiências de Ali. Uma tentativa de tranqüilizar em face de todas as probabilidades, que é uma explosão de otimismo desafiante, ressaltada inevitavelmente por um sentimento de paranóia rastejante.
Uma rajada de vento!
Agradecimento: Rosa - Achtung Zoo
Veio quase que por acidente. A banda estava trabalhando inteiramente em outra música, mas ficou presa em um ritmo improdutivo. Um par de loops bizarros foram introduzidos.
Larry tem um padrão muito doce indo contra eles e Edge fez um apelo significativo, subitamente. Era um território familiar para o U2: “Oh, eu conheço outras músicas que funcionariam desse jeito”. Era uma velocidade completamente diferente e uma sensação completamente diferente, mas o potencial era imediatamente aparente. Eles gastaram um par de dias na nova criação e então deixaram de lado. Um pouco mais tarde, Edge e Howie B trabalharam juntos, trazendo algumas novas peças vitais para o quebra-cabeça sonoro. "Eu passei um bom tempo com Edge em ‘Staring At The Sun’. Eu tinha uma loucura pelo som de sua guitarra”, Howie relembra. “Depois que nós quebramos o nosso primeiro prazo, Edge e eu gastamos uma semana brincando com a melodia. Colocamos sua guitarra através de uma Leslie e era algo um pouco agradável. O que você acha que é um som de órgão em ‘Staring At The Sun’ é na verdade Edge tocando a guitarra. E é um som louco. Que brilha”.
É um verbo apropriado no contexto da música como um todo, uma canção clássica sobre uma tarde ensolarada e preguiçosa que é uma reminiscência de algo feito pelo The Kinks, mas que é tão magnificamente potente e melodiosa que transcende qualquer indício de influências.
Curiosamente, naquela luz, há um aspecto Zen - como a letra da música, uma sensação de estar totalmente imerso no momento e experimentando um sentimento de que é leveza perfeitamente articulada através da euforia da música. Mesmo depois de Howie ter acabado, no entanto, havia trabalho a fazer. Steve Osborne e Mark Grant se envolveram na mixagem e eles fizeram bastante pesquisa em vários tapes procurando partes diferentes de guitarra. Quando Edge se envolve, surgem um monte de idéias e descobrem algumas coisas descartadas que funcionam aumentando consideravelmente o arranjo.
O título do álbum do Something Happens "Stuck Together With God’s Glue" entrou na música. Howie B desenvolveu um abscesso em seu ouvido – ele entrou na música. A televisão estava ligada em segundo plano, manchetes de jornal tinham sido fixadas nas paredes, a temporada da marcha estava em pleno andamento – e tudo isso foi para a música. A presença britânica na Irlanda do Norte é mencionada (“Intransigence is all around/Military still in town/Armour plated suits and ties/Daddy just won’t say goodbye”), como é a Liga dos Campeões de futebol, que estava em pleno andamento, enquanto a música estava sendo gravada. E há um pouco de auto-ironia, também, na linha “Those who can’t do often have a preach”. Ou poderia ser uma referência velada aos padres e sexo?
“Se você está olhando alguém, poderia muito bem ser você mesmo”, Bono ri. “Mas há outras coisas lá também. Todas essas referências são bastante pessoais – mas elas não estariam lá se fossem apenas pessoais”.
Podia muito bem ser que ‘Staring At The Sun’ fosse uma das músicas mais pessoais do álbum. Não há dúvidas que Ali Hewson teve uma tremenda influência nas letras de Pop, e não apenas pelo fato de que ela é o foco dos assuntos do coração de Bono. Ela é também uma mulher de grande coragem, que tinha se colocado diretamente em risco, através do envolvimento com caridade na Children of Chernobyl. Há uma sensação que ‘Staring At The Sun’ pode ser uma referência para as experiências de Ali. Uma tentativa de tranqüilizar em face de todas as probabilidades, que é uma explosão de otimismo desafiante, ressaltada inevitavelmente por um sentimento de paranóia rastejante.
Uma rajada de vento!
Agradecimento: Rosa - Achtung Zoo
As duas versões da canção 'Lady With The Spinning Head'
'Lady With The Spinning Head (UV1)' é um lado B do U2 lançado no single de "One", em março de 1992.
Foi uma canção que o U2 trabalhou, retrabalhou e lutou muito por ela durante as sessões de gravação de 'Achtung Baby'.
A banda tentou por muitas vezes e não conseguiu desenvolvê-la. E foram tantas mudanças que ela acabou gerando três músicas diferentes: "Ultraviolet (Light My Way), 'The Fly' e "Zoo Station".
Ao ouvir 'Lady With The Spinning Head', se percebe elementos de todas essas 3 canções.
Note que o UV1 que aparece na extensão do título se refere à 'Ultraviolet 1° Versão'.
Um trecho da canção é:
I love that girl
She cure my blues
She's the one
In the travelling shoes
I'm on top
When she's around
She's my ticket
Out of town
Esta parte seria modificada meses depois em outro lançamento do U2.
Em junho de 1992, foi lançado o single de 'Even Better Than the Real Thing'. Novamente, 'Lady With The Spinning Head' apareceu no lado b, agora em uma versão estendida denominada 'Extended Dance Remix'.
Quem remixou a faixa foi Alan Moulder, e ele fez um ótimo trabalho. Ele optou por não fazer apenas um remix bate estaca da faixa, e então pegou elementos de takes antigos de 'Lady With The Spinning Head', com novos vocais, novas partes instrumentais.
Aquele trecho da versão original citado acima foi substituido por um novo trecho vocal de Bono, com nova letra:
Mean old man
Took away my car
No credit down?
What're yatalkin' about?
I'm on top
When she's around
She's my ticket
Out of town
Foi uma canção que o U2 trabalhou, retrabalhou e lutou muito por ela durante as sessões de gravação de 'Achtung Baby'.
A banda tentou por muitas vezes e não conseguiu desenvolvê-la. E foram tantas mudanças que ela acabou gerando três músicas diferentes: "Ultraviolet (Light My Way), 'The Fly' e "Zoo Station".
Ao ouvir 'Lady With The Spinning Head', se percebe elementos de todas essas 3 canções.
Note que o UV1 que aparece na extensão do título se refere à 'Ultraviolet 1° Versão'.
Um trecho da canção é:
I love that girl
She cure my blues
She's the one
In the travelling shoes
I'm on top
When she's around
She's my ticket
Out of town
Esta parte seria modificada meses depois em outro lançamento do U2.
Em junho de 1992, foi lançado o single de 'Even Better Than the Real Thing'. Novamente, 'Lady With The Spinning Head' apareceu no lado b, agora em uma versão estendida denominada 'Extended Dance Remix'.
Quem remixou a faixa foi Alan Moulder, e ele fez um ótimo trabalho. Ele optou por não fazer apenas um remix bate estaca da faixa, e então pegou elementos de takes antigos de 'Lady With The Spinning Head', com novos vocais, novas partes instrumentais.
Aquele trecho da versão original citado acima foi substituido por um novo trecho vocal de Bono, com nova letra:
Mean old man
Took away my car
No credit down?
What're yatalkin' about?
I'm on top
When she's around
She's my ticket
Out of town
Tudo o que você queria saber sobre 'U2 3D' - Parte Final
RECONHECIMENTO E LEGADO
Por seu gênero, 'U2 3D' foi bem sucedido e obteve vários recordes. O filme se tornou a maior bilheteria de um documentário para ser elegível para uma indicação ao Oscar na 81° premiação da Academia.
'U2 3D' estabeleceu um recorde na Irlanda com a média mais alta no cinema, do que qualquer outro filme exibido durante sua semana de estréia, e arrecadou quase € 90 mil em oito cinemas em seus três primeiros dias.

Em fevereiro de 2011, a Forbes classificou 'U2 3D' como a quinta maior bilheteria de filme-concerto, lucrando 14 milhões dólares à mais de 'Rattle And Hum', que foi classificada como a sétima maior.
Até o final de 2011, o filme arrecadou um total de $25,545,371 no mundo todo.
'U2 3D' foi reconhecido favoravelmente após o seu lançamento, ganhando vários prêmios. Em 2008, ganhou três prêmios, incluindo "Best Film Produced Non-Exclusively for the Giant Screen" nos Giant Screen Cinema Association's 2008 Achievement Awards, "Melhor Filme Musical", no Los Premios MTV Latinoamérica 2008, e o Prêmio Pioneer de Cinema e Televisão no 2008 3D Film and Interactive Film Festival.

Em fevereiro de 2009, 'U2 3D' recebeu o prêmio de "Outstanding Visual Effects in a Special Venue Project" do Visual Effects Society (VES) no 7th Annual VES Awards.
O uso extensivo da tecnologia durante a produção foi caracterizada como a reportagem de capa na edição de dezembro 2007 da revista sobre vídeo de alta definição, HDVideoPro, um mês antes da estréia do filme.
O uso da tecnologia evolutiva levou Catherine Owens à ser selecionada como oradora convidada para apresentar a conferência SIGGRAPH 2008, que ocorreu vários meses após o lançamento do filme.

Depois de 'U2 3D' receber elogios dos fãs, críticos e da indústria cinematográfica, vários dos cineastas afirmaram que sentiram que o filme ajudou a criar uma mudança de paradigma na história do cinema, devido aos avanços tecnológicos utilizados na produção.
Após o sucesso de 'U2 3D', a 3ality Digital continuou pioneira em projetos 3-D. Depois de experimentarem anteriormente filmar jogos de futebol americano em 3-D, a 3ality Digital transmitiu com sucesso o primeiro jogo ao vivo em 3-D da NFL em dezembro de 2008. Em 2009, a 3ality Digital levou ao ar as primeiras transmissões esportivas ao vivo em 3-D para os consumidores, a primeira propaganda de televisão 3-D e o primeiro episódio 3-D de um programa de televisão.
O diretor de shows do U2 Willie Williams recrutou o diretor de fotografia do 'U2 3D', Tom Krueger, para projetar a fotografia e cobertura de vídeo para a turnê 360° Tour.
Krueger então dirigiu o filme-concerto 'U2360° Live At Rose Bowl', que foi lançado em 2010.
Por seu gênero, 'U2 3D' foi bem sucedido e obteve vários recordes. O filme se tornou a maior bilheteria de um documentário para ser elegível para uma indicação ao Oscar na 81° premiação da Academia.
'U2 3D' estabeleceu um recorde na Irlanda com a média mais alta no cinema, do que qualquer outro filme exibido durante sua semana de estréia, e arrecadou quase € 90 mil em oito cinemas em seus três primeiros dias.

Em fevereiro de 2011, a Forbes classificou 'U2 3D' como a quinta maior bilheteria de filme-concerto, lucrando 14 milhões dólares à mais de 'Rattle And Hum', que foi classificada como a sétima maior.
Até o final de 2011, o filme arrecadou um total de $25,545,371 no mundo todo.
'U2 3D' foi reconhecido favoravelmente após o seu lançamento, ganhando vários prêmios. Em 2008, ganhou três prêmios, incluindo "Best Film Produced Non-Exclusively for the Giant Screen" nos Giant Screen Cinema Association's 2008 Achievement Awards, "Melhor Filme Musical", no Los Premios MTV Latinoamérica 2008, e o Prêmio Pioneer de Cinema e Televisão no 2008 3D Film and Interactive Film Festival.

Em fevereiro de 2009, 'U2 3D' recebeu o prêmio de "Outstanding Visual Effects in a Special Venue Project" do Visual Effects Society (VES) no 7th Annual VES Awards.
O uso extensivo da tecnologia durante a produção foi caracterizada como a reportagem de capa na edição de dezembro 2007 da revista sobre vídeo de alta definição, HDVideoPro, um mês antes da estréia do filme.
O uso da tecnologia evolutiva levou Catherine Owens à ser selecionada como oradora convidada para apresentar a conferência SIGGRAPH 2008, que ocorreu vários meses após o lançamento do filme.

Depois de 'U2 3D' receber elogios dos fãs, críticos e da indústria cinematográfica, vários dos cineastas afirmaram que sentiram que o filme ajudou a criar uma mudança de paradigma na história do cinema, devido aos avanços tecnológicos utilizados na produção.
Após o sucesso de 'U2 3D', a 3ality Digital continuou pioneira em projetos 3-D. Depois de experimentarem anteriormente filmar jogos de futebol americano em 3-D, a 3ality Digital transmitiu com sucesso o primeiro jogo ao vivo em 3-D da NFL em dezembro de 2008. Em 2009, a 3ality Digital levou ao ar as primeiras transmissões esportivas ao vivo em 3-D para os consumidores, a primeira propaganda de televisão 3-D e o primeiro episódio 3-D de um programa de televisão.
O diretor de shows do U2 Willie Williams recrutou o diretor de fotografia do 'U2 3D', Tom Krueger, para projetar a fotografia e cobertura de vídeo para a turnê 360° Tour.
Krueger então dirigiu o filme-concerto 'U2360° Live At Rose Bowl', que foi lançado em 2010.
segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
Tudo o que você queria saber sobre 'U2 3D' - Parte IV
O MARKETING
O trailer do filme foi preparado e primeiro exibido na mostra de comércio ShoWest em março de 2007, junto com imagens de "Sunday Bloody Sunday". Trechos das performances de "Vertigo" e "The Fly" foram apresentados no trailer, que foi editado pelo diretor criativo John Leamy, que também desenhou o logotipo wordmark e a seqüência do título para 'U2 3D'.
O cartaz do filme, que contou com uma colagem de imagens dos concertos, rendeu à Leamy um prêmio de melhor poster de arte na conferência anual Giant Screen Cinema Association's internacional de 2008.

O trailer foi exibido em cinemas 3-D antes do filme 'Meet the Robinsons', o único filme em 3-D lançado nos cinemas no início de 2007.
Originalmente programado para o terceiro trimestre de 2007, o lançamento do filme foi adiado quando um distribuidor para ele não pôde ser encontrado. Em outubro de 2007, a National Geographic Society anunciou a criação da National Geographic Entertainment, uma nova unidade no seio da sociedade com divisões de entretenimento variados.
'U2 3D' foi o primeiro filme lançado através de sua nova divisão, a National Geographic Ventures Cinema, em janeiro de 2008 . O CEO da National Geographic, John M. Fahey Jr., afirmou que 'U2 3D' foi escolhido como primeiro lançamento da divisão porque sentiram que o U2 é "uma banda do mundo" e "música do mundo é algo que a instituição Geographic realmente se interessa".
A National Geographic escolheu a Best Buy como patrocinador americano do filme, e ofereceu ingressos para membros selecionados do programa de varejistas, para assistirem 'U2 3D' antes de seu lançamento no cinema.
'U2 3D' foi promovido através da internet, imprensa, rádio, televisão, e em um JumboTron na Times Square, e como patrocinador em um carro da NASCAR dirigido por Elliott Sadler.
PRÉ EXIBIÇÕES, LANÇAMENTOS E RE-LANÇAMENTOS
O U2 se empenhou em preservar o formato do filme em 3-D e decidiu liberá-lo apenas em 3-D digital.
Para ajudar a promover o formato deste filme , 'U2 3D' foi exibido no Festival de Cannes 2007 em 19 de maio de 2007. Foi um dos nove filmes que foram exibidos fora de competição no festival de 2007, e foi o primeiro filme live-action 3-D exibido em Cannes.
O U2 fez uma mini apresentação tocando algumas canções em Cannes, e o filme foi exibido à meia-noite dentro do Palais des Festivals et des Congrès, usando a tecnologia Dolby 3D e uma tela prateada instalada pela RealD Cinema.
John Modell se referiu à estréia como "a sessão de cinema de mais alta tecnologia que já foi feita na história". Na época, o processo de pós produção do 3-D do filme estava incompleto; portanto, uma versão reduzida de 56 minutos do filme foi exibida, com nove das 14 canções da versão completa do filme.

A versão integral estreou em 2008 no Sundance Film Festival, em 19 de janeiro no Eccles Ellen Theatre.
O lançamento limitado de 'U2 3D' foi em 23 de janeiro de 2008, quando foi exibido em 61 cinemas IMAX nos EUA e Canadá. O lançamento IMAX ocorreu muito antes do grande lançamento do filme, pois muitos dos cinemas IMAX estavam reservados para 'As Crônicas de Spiderwick', que foi lançado em 15 de fevereiro.

O lançamento de 'U2 3D' foi originalmente programado para 15 fevereiro de 2008, mas a data foi adiada em uma semana, quando a Walt Disney Pictures decidiu prolongar a exibição do filme-concerto em 3-D de de Hannah Montana & Miley Cyrus: Best of Both Worlds Concert, que foi inicialmente programado para exibição nos cinemas em apenas uma semana.
Em 15 de fevereiro, 'U2 3D' teve um segundo lançamento limitado em cinemas selecionados nos EUA com tecnologia RealD Cinema.
A premiére européia do filme aconteceu em 20 de fevereiro de 2008 no Jameson Dublin International Film Festival, e em 22 de fevereiro teve seu grande lançamento em mais de 600 cinemas internacionais.
Um relançamento nos cinemas do EUA ocorreu em março de 2009 para coincidir com o lançamento do álbum de estúdio 'No Line On The Horizon'.
Em outubro de 2009, o filme teve uma única sessão IMAX exibida em uma conferência acadêmica do U2, e a celebração Rock and Roll Hall of Fame comemorou a abertura do seu novo teatro, com 'U2 3D' em seu museu.
A distribuidora de filmes Mobz relançou 'U2 3D' em mais de 100 cinemas no Brasil em março de 2011 para um evento de três dias, antes dos shows do U2 no país durante a turnê 360°.

'U2 3D' foi programado para ser exibido apenas em salas de cinemas IMAX 3D, mas o grande aumento no número de cinemas digitais que se seguiu após a pós-produção do filme, levou os produtores à expandirem o release para incluir esses cinemas.
Dois tipos diferentes de óculos polarizados foram utilizados para o IMAX e as apresentações digital 3-D .
A versão IMAX 3D do filme utilizou óculos com uma lente polarizada horizontalmente e uma polarizada verticalmente, enquanto a versão 3-D digital utilizou óculos com duas lentes polarizadas circularmente.
John Modell descreveu a versão IMAX como "experiência mais imersiva", e afirmou que a versão 3-D digital possui cores mais vivas.
Owens disse que a 3ality Digital planeja o lançamento do filme em Blu Ray e DVD em 3-D no futuro, onde os telespectadores ainda usarão óculos 3-D para assistir.
O U2 controla os direitos de'U2 3D', juntamente com seu registro na Universal Music Group, e eles afirmaram que os direitos adicionais, tais como o lançamento em vídeo doméstico não será prioridade até que a tecnologia de vídeo doméstico possa ser a mesma digital 3-D como os padrões no cinema.
O trailer do filme foi preparado e primeiro exibido na mostra de comércio ShoWest em março de 2007, junto com imagens de "Sunday Bloody Sunday". Trechos das performances de "Vertigo" e "The Fly" foram apresentados no trailer, que foi editado pelo diretor criativo John Leamy, que também desenhou o logotipo wordmark e a seqüência do título para 'U2 3D'.
O cartaz do filme, que contou com uma colagem de imagens dos concertos, rendeu à Leamy um prêmio de melhor poster de arte na conferência anual Giant Screen Cinema Association's internacional de 2008.

O trailer foi exibido em cinemas 3-D antes do filme 'Meet the Robinsons', o único filme em 3-D lançado nos cinemas no início de 2007.
Originalmente programado para o terceiro trimestre de 2007, o lançamento do filme foi adiado quando um distribuidor para ele não pôde ser encontrado. Em outubro de 2007, a National Geographic Society anunciou a criação da National Geographic Entertainment, uma nova unidade no seio da sociedade com divisões de entretenimento variados.
'U2 3D' foi o primeiro filme lançado através de sua nova divisão, a National Geographic Ventures Cinema, em janeiro de 2008 . O CEO da National Geographic, John M. Fahey Jr., afirmou que 'U2 3D' foi escolhido como primeiro lançamento da divisão porque sentiram que o U2 é "uma banda do mundo" e "música do mundo é algo que a instituição Geographic realmente se interessa".
A National Geographic escolheu a Best Buy como patrocinador americano do filme, e ofereceu ingressos para membros selecionados do programa de varejistas, para assistirem 'U2 3D' antes de seu lançamento no cinema.
'U2 3D' foi promovido através da internet, imprensa, rádio, televisão, e em um JumboTron na Times Square, e como patrocinador em um carro da NASCAR dirigido por Elliott Sadler.
PRÉ EXIBIÇÕES, LANÇAMENTOS E RE-LANÇAMENTOS
O U2 se empenhou em preservar o formato do filme em 3-D e decidiu liberá-lo apenas em 3-D digital.
Para ajudar a promover o formato deste filme , 'U2 3D' foi exibido no Festival de Cannes 2007 em 19 de maio de 2007. Foi um dos nove filmes que foram exibidos fora de competição no festival de 2007, e foi o primeiro filme live-action 3-D exibido em Cannes.
O U2 fez uma mini apresentação tocando algumas canções em Cannes, e o filme foi exibido à meia-noite dentro do Palais des Festivals et des Congrès, usando a tecnologia Dolby 3D e uma tela prateada instalada pela RealD Cinema.
John Modell se referiu à estréia como "a sessão de cinema de mais alta tecnologia que já foi feita na história". Na época, o processo de pós produção do 3-D do filme estava incompleto; portanto, uma versão reduzida de 56 minutos do filme foi exibida, com nove das 14 canções da versão completa do filme.

A versão integral estreou em 2008 no Sundance Film Festival, em 19 de janeiro no Eccles Ellen Theatre.
O lançamento limitado de 'U2 3D' foi em 23 de janeiro de 2008, quando foi exibido em 61 cinemas IMAX nos EUA e Canadá. O lançamento IMAX ocorreu muito antes do grande lançamento do filme, pois muitos dos cinemas IMAX estavam reservados para 'As Crônicas de Spiderwick', que foi lançado em 15 de fevereiro.

O lançamento de 'U2 3D' foi originalmente programado para 15 fevereiro de 2008, mas a data foi adiada em uma semana, quando a Walt Disney Pictures decidiu prolongar a exibição do filme-concerto em 3-D de de Hannah Montana & Miley Cyrus: Best of Both Worlds Concert, que foi inicialmente programado para exibição nos cinemas em apenas uma semana.
Em 15 de fevereiro, 'U2 3D' teve um segundo lançamento limitado em cinemas selecionados nos EUA com tecnologia RealD Cinema.
A premiére européia do filme aconteceu em 20 de fevereiro de 2008 no Jameson Dublin International Film Festival, e em 22 de fevereiro teve seu grande lançamento em mais de 600 cinemas internacionais.
Um relançamento nos cinemas do EUA ocorreu em março de 2009 para coincidir com o lançamento do álbum de estúdio 'No Line On The Horizon'.
Em outubro de 2009, o filme teve uma única sessão IMAX exibida em uma conferência acadêmica do U2, e a celebração Rock and Roll Hall of Fame comemorou a abertura do seu novo teatro, com 'U2 3D' em seu museu.
A distribuidora de filmes Mobz relançou 'U2 3D' em mais de 100 cinemas no Brasil em março de 2011 para um evento de três dias, antes dos shows do U2 no país durante a turnê 360°.

'U2 3D' foi programado para ser exibido apenas em salas de cinemas IMAX 3D, mas o grande aumento no número de cinemas digitais que se seguiu após a pós-produção do filme, levou os produtores à expandirem o release para incluir esses cinemas.
Dois tipos diferentes de óculos polarizados foram utilizados para o IMAX e as apresentações digital 3-D .
A versão IMAX 3D do filme utilizou óculos com uma lente polarizada horizontalmente e uma polarizada verticalmente, enquanto a versão 3-D digital utilizou óculos com duas lentes polarizadas circularmente.
John Modell descreveu a versão IMAX como "experiência mais imersiva", e afirmou que a versão 3-D digital possui cores mais vivas.
Owens disse que a 3ality Digital planeja o lançamento do filme em Blu Ray e DVD em 3-D no futuro, onde os telespectadores ainda usarão óculos 3-D para assistir.
O U2 controla os direitos de'U2 3D', juntamente com seu registro na Universal Music Group, e eles afirmaram que os direitos adicionais, tais como o lançamento em vídeo doméstico não será prioridade até que a tecnologia de vídeo doméstico possa ser a mesma digital 3-D como os padrões no cinema.
Produtor Steve Lillywhite nomeado com o título de 'Comandante do Império Britânico (CBE)'
O respeitado produtor musical Steve Lillywhite, que trabalhou extensivamente com o U2, foi nomeado Comandante do Império Britânico (CBE). A honra foi anunciada pela rainha Elizabeth da Grã-Bretanha, uma tradição que remonta séculos.
O CBE é o terceiro nível na Ordem do Império Britânico após Knight/Dame Grand Cross (GBE) e Knight/Dame Commander (KBE / DBE).
Lillywhite produziu alguns dos melhores álbuns do rock, incluindo os álbuns do U2 como: Boy, October, War, The Joshua Tree. Ele também trabalhou com Dave Matthews Band, Peter Gabriel, The Psychedelic Furs, Siouxsee and the Banshees, Morrissey, 30 Seconds to Mars e Matchbox Twenty. Ele mais tarde serviu como um produtor de funcionários da Island Records e um executivo de A&R na Columbia Records.
Lillywhite começou sua carreira na indústria da música como um operador de fita na Polygram em 1972.
Outros músicos com a honra da CBE incluem Robert Plant, a CBE, e Annie Lennox, uma OBE.
Do site: www.hollywoodreporter.com
O CBE é o terceiro nível na Ordem do Império Britânico após Knight/Dame Grand Cross (GBE) e Knight/Dame Commander (KBE / DBE).
Lillywhite produziu alguns dos melhores álbuns do rock, incluindo os álbuns do U2 como: Boy, October, War, The Joshua Tree. Ele também trabalhou com Dave Matthews Band, Peter Gabriel, The Psychedelic Furs, Siouxsee and the Banshees, Morrissey, 30 Seconds to Mars e Matchbox Twenty. Ele mais tarde serviu como um produtor de funcionários da Island Records e um executivo de A&R na Columbia Records.
Lillywhite começou sua carreira na indústria da música como um operador de fita na Polygram em 1972.
Outros músicos com a honra da CBE incluem Robert Plant, a CBE, e Annie Lennox, uma OBE.
Do site: www.hollywoodreporter.com
Tudo o que você queria saber sobre 'U2 3D' - Parte III
A EDIÇÃO
A pós-produção começou em fevereiro de 2006 e ocorreu simultaneamente com a fotografia principal em curso. O editor Olivier Wicki liderou a pós-produção, trabalhando em estreita colaboração com Owens. Os dois já haviam trabalhado antes no video de "Original Of The Species".
Mais de 100 horas de imagens foram filmadas, com performances de 26 canções diferentes.

Para atrair um público mainstream (gosto corrente da maioria da população), 14 faixas foram escolhidas para a versão final, incluindo 12 singles do U2 e dois não singles, faixas de 'How To Dismantle An Atomic Bomb', o álbum que deu suporte à Vertigo Tour.
Apesar de "City Of Blinding Lights" abrir a maioria dos shows da turnê, "Vertigo" foi escolhida como a música de abertura do 'U2 3D'. Outras faixas que foram tocadas na maioria dos concertos filmados e que não fizeram parte do corte final do filme foram "Elevation", "I Still Haven't Found What I'm Looking For", "Original Of The Species" e "Zoo Station".
"With Or Without You" foi escolhida como a última música antes dos créditos finais, e originalmente ela fechou apenas um concerto da turnê.
Ao selecionarem canções para o projeto, a equipe teve que assegurar que os desempenhos de cada faixa se encaixavam uns com os outros. O U2 queria incluir "Mysterious Ways" e "Until The End Of The World", mas elas ficaram de fora quando Owens sentiu que as músicas estavam deslocadas com o restante do filme. Ela afirmou que o principal foco do filme foi baseado na relação do U2 um com o outro e com seu público, e o desafio de selecionar as músicas foi criar uma narrativa dentro do desempenho da banda. Após as canções terem sido selecionadas, o filme foi editado em 2-D por oito meses em Nova York. A pós-produção do video continuou em Burbank, Califórnia, em instalações de produção da 3ality Digital 3-D, que foi inaugurada antes da conclusão das filmagens. Wicki trabalhou com a 3ality Digital para criar os efeitos 3-D e efeitos gerados por computador.
Imagens dos nove concertos filmados, em sua maioria dos shows de Buenos Aires, foram editados junto com as imagens da "filmagem fantasma".
Embora os shows da Cidade do México tenham sido apenas para testes de captura de imagens à meia distância, filmagens daqueles concertos foram usados na edição final, incluindo uma das melhores cenas do filme, em que Bono estende sua mão para a câmera durante "Sunday Bloody Sunday". A maioria das filmagens dos shows de Melbourne não foram utilizadas, exceto para alguns close-ups de Larry Mullen.
O 3-D

Criar o efeito 3-D envolveu pegar as imagens 2-D editadas para o olho direito, combinando-as com imagens para o olho esquerdo. Editar a filmagem de Melbourne que utilizou apenas uma única câmera, envolveu um processo separado para criar efeitos 3-D, conhecido como "perspectiva virtual do segundo".
Vários programas de software foram utilizados para converter imagens de 2-D para 3-D. O software de edição principal, 3action, foi desenvolvido no 3ality Digital durante a fotografia principal. Ele permitiu que a equipe de pós-produção mudasse pontos de convergência em cada tomada, e criassem múltiplos pontos de convergência.
O olho esquerdo e direito da filmagem foram montados em camadas separadas, e então editadas em conjunto com acréscimo de gradação de cores, e, eventualmente, saída em um formato 3-D estereoscópico para revisão.

O U2 desenvolveu anteriormente um estilo de edição em seus filmes-concertos, que envolve o corte rápido entre as imagens, que Owens queria manter em 'U2 3D'. Como o corte rápido no 3-D pode levar à doença do movimento ou um cansaço visual, o filme foi editado para incorporar o dissolvimento de pelo menos quatro quadros entre as imagens.
Muitas das transições foram criadas por várias camadas de quadros de imagens em cima da outra dentro de imagens compostas. Cada um dos quadros apresentados em camadas a uma profundidade de campo diferentes para melhorar os efeitos 3-D, e até cinco imagens foram colocadas juntas em uma única tomada. Isto fez com que o filme 'U2 3D' fosse o primeiro 3-D à apresentar imagens compostas com mais de duas camadas, e o primeiro a ser editado especificamente para impedir o espectador de experimentar o enjôo ou cansaço ocular.
Um software para camadas de imagens 3-D não existia naquele momento, de modo que um novo software teve que ser desenvolvido.
Por causa do projeto que foi capturado em vídeo de alta definição, cada quadro usou cerca de 20 megabytes de dados em servidores 3ality Digital, e todo o filme usou quase um petabyte (1.000.000.000.000.000 Bytes).
O processo de edição 3-D demorou mais tempo do que Owens esperava, e, conseqüentemente, o projeto ficou acima do orçamento, custando US $ 15 milhões para produzir. A edição do vídeo levou 17 meses, e a versão final foi cortada para a duração de 85 minutos, sete minutos mais curto do que foi inicialmente anunciado.
O AUDIO
O editor de áudio Carl Glanville trabalhou na trilha sonora, mixando o áudio original em uma nova mixagem de som surround 5.1 com o engenheiro de áudio Robbie Adams em Nova York.
O video foi compilado em arquivos por Wicki, que foram dados à Glanville para ele compilar a trilha sonora.
Glanville e Adams disseram que a edição de áudio era difícil, principalmente porque a seleção de imagens de vídeo era limitada, já que apenas 1 ou 2 ângulos de câmeras foram capturados na maioria dos shows. Além disso, as letras e músicas das canções eram ligeiramente diferentes em cada noite de gravação.
Para evitar sincronização labial e problemas de sincronização instrumentais, os editores tiveram que usar o áudio exato que foi gravado durante cada gravação. Mixar os vocais exigiu que Glanville pegasse as camadas do áudio gravado à partir dos microfones do palco com a dos microfones à partir do público, e adicionasse um pequeno atraso entre os dois para compensar qualquer eco ou atraso que ocorreu no local.
O som do canal de subwoofer foi mixado dentro de dois teatros IMAX, em Los Angeles, para garantir que o volume de frequência 'low-end' fosse consistente com o resto da trilha sonora.
As imagens editadas do video apresentam de 10 à 20 segundos de duração, em contraste com os videos mais curtos geralmente encontrados nos filmes concerto.
Introduções estendidas foram adicionadas entre as músicas para retardar ligeiramente o ritmo do filme.
Todo o áudio e imagens de vídeo usadas foram gravados ao vivo em concertos, sem adição de overdubs (uma técnica de gravação que consiste em adicionar novos sons a uma gravação já anteriormente realizada).
Na sequência de pós-produção, 'U2 3D' se tornou o primeiro filme live-action a ser filmado, publicado, e exibido inteiramente em 3-D. O primeiro filme 3-D live-action digital, e o primeiro filme-concerto em 3-D
A pós-produção começou em fevereiro de 2006 e ocorreu simultaneamente com a fotografia principal em curso. O editor Olivier Wicki liderou a pós-produção, trabalhando em estreita colaboração com Owens. Os dois já haviam trabalhado antes no video de "Original Of The Species".
Mais de 100 horas de imagens foram filmadas, com performances de 26 canções diferentes.

Para atrair um público mainstream (gosto corrente da maioria da população), 14 faixas foram escolhidas para a versão final, incluindo 12 singles do U2 e dois não singles, faixas de 'How To Dismantle An Atomic Bomb', o álbum que deu suporte à Vertigo Tour.
Apesar de "City Of Blinding Lights" abrir a maioria dos shows da turnê, "Vertigo" foi escolhida como a música de abertura do 'U2 3D'. Outras faixas que foram tocadas na maioria dos concertos filmados e que não fizeram parte do corte final do filme foram "Elevation", "I Still Haven't Found What I'm Looking For", "Original Of The Species" e "Zoo Station".
"With Or Without You" foi escolhida como a última música antes dos créditos finais, e originalmente ela fechou apenas um concerto da turnê.
Ao selecionarem canções para o projeto, a equipe teve que assegurar que os desempenhos de cada faixa se encaixavam uns com os outros. O U2 queria incluir "Mysterious Ways" e "Until The End Of The World", mas elas ficaram de fora quando Owens sentiu que as músicas estavam deslocadas com o restante do filme. Ela afirmou que o principal foco do filme foi baseado na relação do U2 um com o outro e com seu público, e o desafio de selecionar as músicas foi criar uma narrativa dentro do desempenho da banda. Após as canções terem sido selecionadas, o filme foi editado em 2-D por oito meses em Nova York. A pós-produção do video continuou em Burbank, Califórnia, em instalações de produção da 3ality Digital 3-D, que foi inaugurada antes da conclusão das filmagens. Wicki trabalhou com a 3ality Digital para criar os efeitos 3-D e efeitos gerados por computador.
Imagens dos nove concertos filmados, em sua maioria dos shows de Buenos Aires, foram editados junto com as imagens da "filmagem fantasma".
Embora os shows da Cidade do México tenham sido apenas para testes de captura de imagens à meia distância, filmagens daqueles concertos foram usados na edição final, incluindo uma das melhores cenas do filme, em que Bono estende sua mão para a câmera durante "Sunday Bloody Sunday". A maioria das filmagens dos shows de Melbourne não foram utilizadas, exceto para alguns close-ups de Larry Mullen.
O 3-D

Criar o efeito 3-D envolveu pegar as imagens 2-D editadas para o olho direito, combinando-as com imagens para o olho esquerdo. Editar a filmagem de Melbourne que utilizou apenas uma única câmera, envolveu um processo separado para criar efeitos 3-D, conhecido como "perspectiva virtual do segundo".
Vários programas de software foram utilizados para converter imagens de 2-D para 3-D. O software de edição principal, 3action, foi desenvolvido no 3ality Digital durante a fotografia principal. Ele permitiu que a equipe de pós-produção mudasse pontos de convergência em cada tomada, e criassem múltiplos pontos de convergência.
O olho esquerdo e direito da filmagem foram montados em camadas separadas, e então editadas em conjunto com acréscimo de gradação de cores, e, eventualmente, saída em um formato 3-D estereoscópico para revisão.

O U2 desenvolveu anteriormente um estilo de edição em seus filmes-concertos, que envolve o corte rápido entre as imagens, que Owens queria manter em 'U2 3D'. Como o corte rápido no 3-D pode levar à doença do movimento ou um cansaço visual, o filme foi editado para incorporar o dissolvimento de pelo menos quatro quadros entre as imagens.
Muitas das transições foram criadas por várias camadas de quadros de imagens em cima da outra dentro de imagens compostas. Cada um dos quadros apresentados em camadas a uma profundidade de campo diferentes para melhorar os efeitos 3-D, e até cinco imagens foram colocadas juntas em uma única tomada. Isto fez com que o filme 'U2 3D' fosse o primeiro 3-D à apresentar imagens compostas com mais de duas camadas, e o primeiro a ser editado especificamente para impedir o espectador de experimentar o enjôo ou cansaço ocular.
Um software para camadas de imagens 3-D não existia naquele momento, de modo que um novo software teve que ser desenvolvido.
Por causa do projeto que foi capturado em vídeo de alta definição, cada quadro usou cerca de 20 megabytes de dados em servidores 3ality Digital, e todo o filme usou quase um petabyte (1.000.000.000.000.000 Bytes).
O processo de edição 3-D demorou mais tempo do que Owens esperava, e, conseqüentemente, o projeto ficou acima do orçamento, custando US $ 15 milhões para produzir. A edição do vídeo levou 17 meses, e a versão final foi cortada para a duração de 85 minutos, sete minutos mais curto do que foi inicialmente anunciado.
O AUDIO
O editor de áudio Carl Glanville trabalhou na trilha sonora, mixando o áudio original em uma nova mixagem de som surround 5.1 com o engenheiro de áudio Robbie Adams em Nova York.
O video foi compilado em arquivos por Wicki, que foram dados à Glanville para ele compilar a trilha sonora.
Glanville e Adams disseram que a edição de áudio era difícil, principalmente porque a seleção de imagens de vídeo era limitada, já que apenas 1 ou 2 ângulos de câmeras foram capturados na maioria dos shows. Além disso, as letras e músicas das canções eram ligeiramente diferentes em cada noite de gravação.
Para evitar sincronização labial e problemas de sincronização instrumentais, os editores tiveram que usar o áudio exato que foi gravado durante cada gravação. Mixar os vocais exigiu que Glanville pegasse as camadas do áudio gravado à partir dos microfones do palco com a dos microfones à partir do público, e adicionasse um pequeno atraso entre os dois para compensar qualquer eco ou atraso que ocorreu no local.
O som do canal de subwoofer foi mixado dentro de dois teatros IMAX, em Los Angeles, para garantir que o volume de frequência 'low-end' fosse consistente com o resto da trilha sonora.
As imagens editadas do video apresentam de 10 à 20 segundos de duração, em contraste com os videos mais curtos geralmente encontrados nos filmes concerto.
Introduções estendidas foram adicionadas entre as músicas para retardar ligeiramente o ritmo do filme.
Todo o áudio e imagens de vídeo usadas foram gravados ao vivo em concertos, sem adição de overdubs (uma técnica de gravação que consiste em adicionar novos sons a uma gravação já anteriormente realizada).
Na sequência de pós-produção, 'U2 3D' se tornou o primeiro filme live-action a ser filmado, publicado, e exibido inteiramente em 3-D. O primeiro filme 3-D live-action digital, e o primeiro filme-concerto em 3-D
domingo, 1 de janeiro de 2012
Tudo o que você queria saber sobre 'U2 3D' - Parte II
AS FILMAGENS
A fotografia principal começou em fevereiro de 2006. Dois shows foram filmados na Cidade do México para captura de imagens à meia distância, durante um ensaio para a equipe aprender a coreografia de performances do U2. A equipe capturou planos de imagens à meia distância adicionais usando duas configurações de câmera nos dois concertos em São Paulo, e capturaram imagens aéreas do baterista Larry Mullen, Jr. usando uma configuração única de câmera no show em Santiago.
Durante os preparativos para os concertos de Buenos Aires, o U2 tocou 10 canções no set sem o público, de modo que a equipe pudesse capturar em close-up as imagens usando uma lente grande-angular. Fazer isso durante o concerto teria interferido no show. Catherine Owens apelidou esta sessão de "filmagem fantasma".
Durante os shows de Buenos Aires, todas os nove configurações da câmera foram usadas, capturando imagens do U2 à partir do palco B (nas ferraduras). As gravações de Buenos Aires foram as maiores do projeto, exigindo uma equipe de 140 pessoas.
Em março de 2006, os concertos da turnê foram adiados quando a filha do guitarrista The Edge ficou doente. Durante este intervalo, a metragem dos sete shows filmados foram editados juntos, mas a equipe percebeu que várias tomadas ainda precisavam ser registradas, incluindo o display LED do palco e a platéia. Quando a turnê voltou em sua quinta etapa, em novembro de 2006, mais dois shows foram filmados em Melbourne para capturar as imagens necessárias, incluindo imagens close-up. Na época, as músicas que aparecem no corte final do filme já haviam sido selecionadas e, portanto, apenas canções específicas destes shows foram filmadas.

A produção de 'U2 3D' apresenta o primeiro 3-D de configuração de câmera múltipla e foi filmado usando cada câmera 3-D digital e deck de gravação existentes naquele momento.
A equipe tinha dois dias para montar o equipamento de filmagem antes de cada concerto, que exigia uma extensão de cabos de fibra óptica e um gerador elétrico ligado para fornecer energia em cada local. O equipamento de filmagem em 3-D consiste em nove plataformas de câmeras digitais customizadas e construidas para o filme.
O projeto em larga escala foi solicitado à 3ality Digital para trabalhos com o diretor James Cameron, seu principal concorrente na época.
3ality usaram suas próprias plataformas de câmera 3flex TS1 para as filmagens, além de cinco plataformas 3D Fusion, desenhado por Cameron e pelo operador de câmera Vincent Pace. Um total de 18 câmeras Sony CineAlta HDC-F950 foram usadas para a filmagem, com duas câmeras em cada plataforma. As câmeras foram equipadas com lentes de zoom digital Zeiss, tornando o filme 'U2 3D' o primeiro 3-D gravado usando uma lente de zoom.

Uma das plataformas 3D Fusion foi usada com uma Spidercam e tornou-se a primeira câmera 3-D aérea.
As câmeras em cada plataforma foram espaçadas com um olho de distância para criar um efeito 3-D na pós-produção. Usando um divisor de feixe montado no equipamento da câmera, uma câmera grava através de uma lente de 50/50, enquanto a outra grava a imagem refletida à partir dessa lente.
Cada equipamento pesava uma média de 91 kg. Todas as imagens do concerto foram filmadas com câmeras de configurações iguais, exceto nas duas gravações de Melbourne, onde uma única câmera CineAlta com steadicam foi usada para capturar close-ups.
As câmeras capturaram vídeos de alta definição para decks de gravação HDCAM SR, que permitiu que a equipe capturasse um concerto inteiro.
Na tecnologia mais velha era necessário estoque de filmes físicos que tinham que ser repostos a cada três minutos de filmagem.

Cinco membros da equipe trabalhavam em cada equipamento, simultaneamente, para garantir que o foco em ambas as câmeras estivessem sincronizados.
Depois que uma câmera foi destruída quando um segurança do palco jogou baldes de água sobre o público, a equipe impearmeabilizou as câmeras restantes.
Devido à experiência limitada de Owens em direção, que ela divulgou antes da produção, algumas das filmagens na América do Sul foram dirigidas por Mark Pellington, que já trabalhou com o U2 no vídeo da música "One". Pellington não estava envolvido na pós-produção, deixando Owens responsável pelos aspectos restantes do projeto, incluindo a direção criativa e edição.

Os shows foram filmados em um estilo que Owens descreveu como "muito pouco ortodoxo". Nenhum storyboard ou roteiros de filmagem foram usados, para garantir imagens naturais de performances do U2, sem improvisações.
Em vez de ser dirigido, o U2 realizou cada um dos seus concertos como de costume, com a equipe de filmagem capturando a metragem em tempo real para o total de 2 horas e meia de concerto.
As tomadas foram planejadas de forma que o desempenho da banda e a visão e participação do público no show não fossem interrompidos.
Para evitar a captura de imagens das plataformas mostrasse outras câmeras na filmagem, a equipe ficava na parte de trás do palco, ou alternando cada noite em imagens da esquerda para a direita e da direita para a esquerda.
Vários shows foram editados juntos para criar uma performance apenas, portanto, os integrantes do U2 foram obrigados a usarem as mesmas roupas toda noite para manter a continuidade.

Os holofotes de luzes adicionais foram focados na platéia durante as filmagens, e a iluminação foi desativada para a exibição do LED do palco. Microfones foram usados para gravar o áudio de concerto, que incluiu microfones colocados no palco principal e em torno dos dois lados do palco B para gravarem a banda, e microfones foram colocados em todos os locais dos estádios para gravarem o público.
A fotografia principal começou em fevereiro de 2006. Dois shows foram filmados na Cidade do México para captura de imagens à meia distância, durante um ensaio para a equipe aprender a coreografia de performances do U2. A equipe capturou planos de imagens à meia distância adicionais usando duas configurações de câmera nos dois concertos em São Paulo, e capturaram imagens aéreas do baterista Larry Mullen, Jr. usando uma configuração única de câmera no show em Santiago.
Durante os preparativos para os concertos de Buenos Aires, o U2 tocou 10 canções no set sem o público, de modo que a equipe pudesse capturar em close-up as imagens usando uma lente grande-angular. Fazer isso durante o concerto teria interferido no show. Catherine Owens apelidou esta sessão de "filmagem fantasma".
Durante os shows de Buenos Aires, todas os nove configurações da câmera foram usadas, capturando imagens do U2 à partir do palco B (nas ferraduras). As gravações de Buenos Aires foram as maiores do projeto, exigindo uma equipe de 140 pessoas.
Em março de 2006, os concertos da turnê foram adiados quando a filha do guitarrista The Edge ficou doente. Durante este intervalo, a metragem dos sete shows filmados foram editados juntos, mas a equipe percebeu que várias tomadas ainda precisavam ser registradas, incluindo o display LED do palco e a platéia. Quando a turnê voltou em sua quinta etapa, em novembro de 2006, mais dois shows foram filmados em Melbourne para capturar as imagens necessárias, incluindo imagens close-up. Na época, as músicas que aparecem no corte final do filme já haviam sido selecionadas e, portanto, apenas canções específicas destes shows foram filmadas.

A produção de 'U2 3D' apresenta o primeiro 3-D de configuração de câmera múltipla e foi filmado usando cada câmera 3-D digital e deck de gravação existentes naquele momento.
A equipe tinha dois dias para montar o equipamento de filmagem antes de cada concerto, que exigia uma extensão de cabos de fibra óptica e um gerador elétrico ligado para fornecer energia em cada local. O equipamento de filmagem em 3-D consiste em nove plataformas de câmeras digitais customizadas e construidas para o filme.
O projeto em larga escala foi solicitado à 3ality Digital para trabalhos com o diretor James Cameron, seu principal concorrente na época.
3ality usaram suas próprias plataformas de câmera 3flex TS1 para as filmagens, além de cinco plataformas 3D Fusion, desenhado por Cameron e pelo operador de câmera Vincent Pace. Um total de 18 câmeras Sony CineAlta HDC-F950 foram usadas para a filmagem, com duas câmeras em cada plataforma. As câmeras foram equipadas com lentes de zoom digital Zeiss, tornando o filme 'U2 3D' o primeiro 3-D gravado usando uma lente de zoom.

Uma das plataformas 3D Fusion foi usada com uma Spidercam e tornou-se a primeira câmera 3-D aérea.
As câmeras em cada plataforma foram espaçadas com um olho de distância para criar um efeito 3-D na pós-produção. Usando um divisor de feixe montado no equipamento da câmera, uma câmera grava através de uma lente de 50/50, enquanto a outra grava a imagem refletida à partir dessa lente.
Cada equipamento pesava uma média de 91 kg. Todas as imagens do concerto foram filmadas com câmeras de configurações iguais, exceto nas duas gravações de Melbourne, onde uma única câmera CineAlta com steadicam foi usada para capturar close-ups.
As câmeras capturaram vídeos de alta definição para decks de gravação HDCAM SR, que permitiu que a equipe capturasse um concerto inteiro.
Na tecnologia mais velha era necessário estoque de filmes físicos que tinham que ser repostos a cada três minutos de filmagem.

Cinco membros da equipe trabalhavam em cada equipamento, simultaneamente, para garantir que o foco em ambas as câmeras estivessem sincronizados.
Depois que uma câmera foi destruída quando um segurança do palco jogou baldes de água sobre o público, a equipe impearmeabilizou as câmeras restantes.
Devido à experiência limitada de Owens em direção, que ela divulgou antes da produção, algumas das filmagens na América do Sul foram dirigidas por Mark Pellington, que já trabalhou com o U2 no vídeo da música "One". Pellington não estava envolvido na pós-produção, deixando Owens responsável pelos aspectos restantes do projeto, incluindo a direção criativa e edição.

Os shows foram filmados em um estilo que Owens descreveu como "muito pouco ortodoxo". Nenhum storyboard ou roteiros de filmagem foram usados, para garantir imagens naturais de performances do U2, sem improvisações.
Em vez de ser dirigido, o U2 realizou cada um dos seus concertos como de costume, com a equipe de filmagem capturando a metragem em tempo real para o total de 2 horas e meia de concerto.
As tomadas foram planejadas de forma que o desempenho da banda e a visão e participação do público no show não fossem interrompidos.
Para evitar a captura de imagens das plataformas mostrasse outras câmeras na filmagem, a equipe ficava na parte de trás do palco, ou alternando cada noite em imagens da esquerda para a direita e da direita para a esquerda.
Vários shows foram editados juntos para criar uma performance apenas, portanto, os integrantes do U2 foram obrigados a usarem as mesmas roupas toda noite para manter a continuidade.

Os holofotes de luzes adicionais foram focados na platéia durante as filmagens, e a iluminação foi desativada para a exibição do LED do palco. Microfones foram usados para gravar o áudio de concerto, que incluiu microfones colocados no palco principal e em torno dos dois lados do palco B para gravarem a banda, e microfones foram colocados em todos os locais dos estádios para gravarem o público.
Tudo o que você queria saber sobre 'U2 3D' - Parte I
'U2 3D' é um filme-concerto do U2 produzido em 3D e gravado durante a Vertigo Tour em 2006. O filme apresenta performances de 14 canções. A filmagem do concerto inclui declarações políticas e sociais feitas durante os shows. Entre várias estreias cinematográficas, U2 3D foi o primeiro filme 3D live-action digital.
O projeto foi criado para experimentar um novo tipo de tecnologia cinematográfica 3-D iniciada pelo produtor Steve Schklair. Depois de considerar gravar jogos de futebol americano em 3-D, a empresa 3ality Digital de Schklair decidiu criar um filme-concerto com o U2. A banda primeiramente hesitou em participar, mas concordou com o projeto, principalmente como um experimento tecnológico, ao invés de um empreendimento com fins lucrativos. Ainda que focado mais em Buenos Aires, U2 3D foi filmado em sete shows na América Latina, e dois na Austrália:
1 February 15, 2006 Mexico City, Mexico Estadio Azteca
2 February 16, 2006
3 February 20, 2006 São Paulo, Brazil Estádio do Morumbi
4 February 21, 2006
5 February 26, 2006 Santiago, Chile Estadio Nacional de Chile
6 March 1, 2006 Buenos Aires, Argentina River Plate Stadium
7 March 2, 2006
8 November 18, 2006 Melbourne, Australia Telstra Dome
9 November 19, 2006
A configuração complexa do filme envolveu a gravação com até 18 câmeras 3-D simultaneamente e captura das imagens digitalmente.
Depois de uma pré-estréia em 2007 no Festival de Cannes, U2 3D estreou em 2008 no Sundance Film Festival e foi exibido em mais de 600 cinemas internacionalmente após a sua liberação geral em fevereiro de 2008. Ele chegou ao número 19 nas bilheterias dos Estados Unidos, e ganhou mais de $ 23 milhões internacionalmente, e ficou no ranking como um dos filmes concertos de maior bilheteria. Recebeu críticas em sua maioria positivas, com muitos críticos elogiando a tecnologia 3-D e inovação. Alguns foram tão longe ao dizer que a visão dos efeitos 3-D do filme foi melhor do que assistir a um concerto ao vivo. U2 3D ganhou vários prêmios, e sua recepção convenceu alguns de seus criadores que o projeto marca uma mudança de paradigma no cinema.
O INÍCIO
Em 2001, os produtores Jon e Peter Shapiro criaram um filme-concerto 2-D IMAX intitulado 'All Access', que contou com performances ao vivo de vários músicos. À procura de uma nova tecnologia 3-D, os Shapiros conheceram o produtor Steve Schklair, fundador da Cobalt Entertainment em 2000.
Schklair tinha recentemente desenvolvido uma técnica de filmagem digital 3-D conhecida como "corte profundo ativo", o que permitiu cortes suaves entre as imagens que normalmente não se alinham quando filmadas em 3-D. Isso foi feito usando a fotografia de controle de movimento e em tempo real de processamento de imagem para criar uma experiência 3-D realista sem submeter o espectador à doença de movimento excessivo ou tensão ocular. Se destinava a ser uma maneira barata e eficaz para gravar eventos ao vivo, tais como concertos ou esportes. Com a ajuda de John e David Modell, antigos proprietários do time de futebol americano Baltimore Ravens, a tecnologia 3-D digital foi testada em vários jogos da National Football League (NFL) em 2003, incluindo o Super Bowl XXXVIII. Cobalt mostrou a imagens para a NFL, na esperança de criar um NFL baseado em um filme IMAX 3-D. Enquanto esperaravam por uma resposta, os Shapiros propuseram a idéia de criar um filme-concerto 3-D para os cinemas IMAX.
Embora a 'All Access' tendo vários artistas, os Shapiros agora queriam se concentrar em um único ato, e sendo fãs do U2, sugeriram a banda como uma cobaia em potencial. Schklair sentiu que o U2 seria uma boa escolha para o filme, devido os grandes recursos do concerto e sua movimentação constante durante as performances, os quais proporcionariam uma boa profundidade de campo para os efeitos 3-D.

A colaboração da 'The Modells' com o U2 para o filme foi facilitada pelo seu envolvimento com a banda na pesquisa da tecnologia do display de LED em 1997 para o uso no Ravens Stadium em Camden Yards.
Na época, a primeira e única exibição gigantesca de LED na existência estava sendo usada pelo U2 em sua turnê PopMart. Para aprender mais sobre a tecnologia, David Modell saiu em turnê com o U2 por um período de seis meses. Durante esse tempo, ele fez amizade com Catherine Owens, que atua como diretora de arte do grupo desde a turnê Zoo TV de 1992.
Impossibilitado de contactar o empresário do U2 Paul McGuinness, Peter Shapiro propôs a ideia para Owens. Ela estava pesquisando o conteúdo de arte para a turnê Vertigo e pensou que o conceito poderia ser usado para mostrar um video 3-D em alguma parte dos shows do U2. Shapiro explicou que a tecnologia não era tão desenvolvida e que simplesmente queria documentar a turnê em 3-D, mas Owens não estava interessada em fazer um filme da banda, temendo que isso pudesse interferir com a turnê, e então ela recusou a oferta.
Depois de Shapiro mostrar à Owens as imagens 3-D dos jogos da NFL, Owens expressou interesse em dirigir o filme proposto, apesar de não ter nenhuma experiência anterior. De acordo com o baixista Adam Clayton, o U2 não estava interessado em fazer outro filme-concerto, mas Owens "empurrou goela abaixo deles ". Uma vez que a banda viu as tomadas de ensaio, o vocalista Bono expressou interesse no projeto e convenceu seus colegas de banda à ceder.

Uma vez que o U2 já havia experimentado com tecnologia de vídeo no passado, eles estavam interessados no projeto, principalmente como um experimento tecnológico, e não um meio de fazer lucro. Eles queriam criar o filme para compartilhar a experiência ao vivo com os fãs que não tiveram oportunidade ou não puderam pagar ingressos para ver os concertos.
No início de 2004, a pré-produção para o U2 3D foi oficialmente iniciada pela 3ality Digital, uma empresa formada a partir da Colbalt Entertainment de Schklair e sua parceria com a Modells e os Shapiros.

No meio do ano, Bono concordou em deixar a equipe da 3ality Digital gravarem um registro de teste, que foi realizado usando uma única câmera 3-D em um dos shows da Vertigo Tour em Anaheim, Califórnia, em março de 2005.
O U2 sempre demonstra insatisfação com seu documentário rock de 1988, 'Rattle And Hum', que mistura bastidores e entrevistas com performances de concertos. Os cineastas então decidiram que U2 3D só teria filmagens de concertos.
Os produtores originalmente queriam filmar em Los Angeles, onde todos os equipamentos de filmagem estavam localizados, mas Owens e a banda decidiram que precisavam de um público mais entusiasmado.
O U2 finalmente escolheu filmar em cinco cidades na América Latina entre fevereiro e março de 2006, acreditando que a sua ausência da região por oito anos iria promover uma atmosfera energética.
O único dos oito shows da América Latina que foi não foi incluido nestas gravações foi o primeiro em Monterrey, no México.
O projeto permitiu ao U2 compartilhar os concertos de estádio ao ar livre com o público nos EUA, que foi o único lugar onde a banda realizou shows em arenas fechadas (indoor) na Vertigo Tour.
O projeto foi criado para experimentar um novo tipo de tecnologia cinematográfica 3-D iniciada pelo produtor Steve Schklair. Depois de considerar gravar jogos de futebol americano em 3-D, a empresa 3ality Digital de Schklair decidiu criar um filme-concerto com o U2. A banda primeiramente hesitou em participar, mas concordou com o projeto, principalmente como um experimento tecnológico, ao invés de um empreendimento com fins lucrativos. Ainda que focado mais em Buenos Aires, U2 3D foi filmado em sete shows na América Latina, e dois na Austrália:
1 February 15, 2006 Mexico City, Mexico Estadio Azteca
2 February 16, 2006
3 February 20, 2006 São Paulo, Brazil Estádio do Morumbi
4 February 21, 2006
5 February 26, 2006 Santiago, Chile Estadio Nacional de Chile
6 March 1, 2006 Buenos Aires, Argentina River Plate Stadium
7 March 2, 2006
8 November 18, 2006 Melbourne, Australia Telstra Dome
9 November 19, 2006
A configuração complexa do filme envolveu a gravação com até 18 câmeras 3-D simultaneamente e captura das imagens digitalmente.
Depois de uma pré-estréia em 2007 no Festival de Cannes, U2 3D estreou em 2008 no Sundance Film Festival e foi exibido em mais de 600 cinemas internacionalmente após a sua liberação geral em fevereiro de 2008. Ele chegou ao número 19 nas bilheterias dos Estados Unidos, e ganhou mais de $ 23 milhões internacionalmente, e ficou no ranking como um dos filmes concertos de maior bilheteria. Recebeu críticas em sua maioria positivas, com muitos críticos elogiando a tecnologia 3-D e inovação. Alguns foram tão longe ao dizer que a visão dos efeitos 3-D do filme foi melhor do que assistir a um concerto ao vivo. U2 3D ganhou vários prêmios, e sua recepção convenceu alguns de seus criadores que o projeto marca uma mudança de paradigma no cinema.
O INÍCIO
Em 2001, os produtores Jon e Peter Shapiro criaram um filme-concerto 2-D IMAX intitulado 'All Access', que contou com performances ao vivo de vários músicos. À procura de uma nova tecnologia 3-D, os Shapiros conheceram o produtor Steve Schklair, fundador da Cobalt Entertainment em 2000.
Schklair tinha recentemente desenvolvido uma técnica de filmagem digital 3-D conhecida como "corte profundo ativo", o que permitiu cortes suaves entre as imagens que normalmente não se alinham quando filmadas em 3-D. Isso foi feito usando a fotografia de controle de movimento e em tempo real de processamento de imagem para criar uma experiência 3-D realista sem submeter o espectador à doença de movimento excessivo ou tensão ocular. Se destinava a ser uma maneira barata e eficaz para gravar eventos ao vivo, tais como concertos ou esportes. Com a ajuda de John e David Modell, antigos proprietários do time de futebol americano Baltimore Ravens, a tecnologia 3-D digital foi testada em vários jogos da National Football League (NFL) em 2003, incluindo o Super Bowl XXXVIII. Cobalt mostrou a imagens para a NFL, na esperança de criar um NFL baseado em um filme IMAX 3-D. Enquanto esperaravam por uma resposta, os Shapiros propuseram a idéia de criar um filme-concerto 3-D para os cinemas IMAX.
Embora a 'All Access' tendo vários artistas, os Shapiros agora queriam se concentrar em um único ato, e sendo fãs do U2, sugeriram a banda como uma cobaia em potencial. Schklair sentiu que o U2 seria uma boa escolha para o filme, devido os grandes recursos do concerto e sua movimentação constante durante as performances, os quais proporcionariam uma boa profundidade de campo para os efeitos 3-D.

A colaboração da 'The Modells' com o U2 para o filme foi facilitada pelo seu envolvimento com a banda na pesquisa da tecnologia do display de LED em 1997 para o uso no Ravens Stadium em Camden Yards.
Na época, a primeira e única exibição gigantesca de LED na existência estava sendo usada pelo U2 em sua turnê PopMart. Para aprender mais sobre a tecnologia, David Modell saiu em turnê com o U2 por um período de seis meses. Durante esse tempo, ele fez amizade com Catherine Owens, que atua como diretora de arte do grupo desde a turnê Zoo TV de 1992.
Impossibilitado de contactar o empresário do U2 Paul McGuinness, Peter Shapiro propôs a ideia para Owens. Ela estava pesquisando o conteúdo de arte para a turnê Vertigo e pensou que o conceito poderia ser usado para mostrar um video 3-D em alguma parte dos shows do U2. Shapiro explicou que a tecnologia não era tão desenvolvida e que simplesmente queria documentar a turnê em 3-D, mas Owens não estava interessada em fazer um filme da banda, temendo que isso pudesse interferir com a turnê, e então ela recusou a oferta.
Depois de Shapiro mostrar à Owens as imagens 3-D dos jogos da NFL, Owens expressou interesse em dirigir o filme proposto, apesar de não ter nenhuma experiência anterior. De acordo com o baixista Adam Clayton, o U2 não estava interessado em fazer outro filme-concerto, mas Owens "empurrou goela abaixo deles ". Uma vez que a banda viu as tomadas de ensaio, o vocalista Bono expressou interesse no projeto e convenceu seus colegas de banda à ceder.

Uma vez que o U2 já havia experimentado com tecnologia de vídeo no passado, eles estavam interessados no projeto, principalmente como um experimento tecnológico, e não um meio de fazer lucro. Eles queriam criar o filme para compartilhar a experiência ao vivo com os fãs que não tiveram oportunidade ou não puderam pagar ingressos para ver os concertos.
No início de 2004, a pré-produção para o U2 3D foi oficialmente iniciada pela 3ality Digital, uma empresa formada a partir da Colbalt Entertainment de Schklair e sua parceria com a Modells e os Shapiros.

No meio do ano, Bono concordou em deixar a equipe da 3ality Digital gravarem um registro de teste, que foi realizado usando uma única câmera 3-D em um dos shows da Vertigo Tour em Anaheim, Califórnia, em março de 2005.
O U2 sempre demonstra insatisfação com seu documentário rock de 1988, 'Rattle And Hum', que mistura bastidores e entrevistas com performances de concertos. Os cineastas então decidiram que U2 3D só teria filmagens de concertos.
Os produtores originalmente queriam filmar em Los Angeles, onde todos os equipamentos de filmagem estavam localizados, mas Owens e a banda decidiram que precisavam de um público mais entusiasmado.
O U2 finalmente escolheu filmar em cinco cidades na América Latina entre fevereiro e março de 2006, acreditando que a sua ausência da região por oito anos iria promover uma atmosfera energética.
O único dos oito shows da América Latina que foi não foi incluido nestas gravações foi o primeiro em Monterrey, no México.
O projeto permitiu ao U2 compartilhar os concertos de estádio ao ar livre com o público nos EUA, que foi o único lugar onde a banda realizou shows em arenas fechadas (indoor) na Vertigo Tour.
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