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quarta-feira, 18 de setembro de 2013

No meio de uma noite lunática, surgiu uma canção do U2

Do livro U2 BY U2:

Edge: "Crumbs From Your Table" começou como um padrão de acordes. O Bono e eu a terminamos na França, lunáticos. Foi a única vez que conseguimos escrever uma canção, entre muitas outras, em um teclado. Todos sabem que não temos jeito nenhum.

Bono: Tínhamos saído, e era muito tarde, o sol estava nascendo. Eu não sou uma pessoa de varar a noite. Pelo contrário. Gosto de levantar de manhã cedinho, mas o Edge é uma coruja. Podia ficar ali sentado e deixar os dias passarem sem necessidade de dormir. Como ele não queria dormir, acabamos pegando na guitarra e ficamos cantando, desvairados. Um daqueles momentos em que dois companheiros não dizem nada que faça sentido, mas vão falando ao mesmo tempo, e for fim, tudo se coagula em um pensamento. É então que surge uma bonita música, a letra, o título, a melodia, a publicidade. Surgiu tudo no meio daquela noite lunática. Percebi logo que continha amargura. You were pretty as a picture, it was all there to see, then your face caught up with your psychology, with a mouthful of teeth you ate all your friends, and you broke every heart thinking every heart mends. Quando ouvirem uma canção em que explico algo é quase sempre sobre mim, embora não nesse caso.

Eu fiquei trabalhando para tentar conseguir que os países africanos conseguissem uma representação política adequada. Lembro que fiquei muito zangado por os países pobres terem que estender a mão ao ocidente. Pensei que não era essa a vontade de Deus. Deus não faz distinção entre o presidente do conselho de administração de uma grande empresa e um pobre agricultor na África. Achei que devíamos respeitar mais os pobres. Porque é que eles não têm a mesma representação em Washington e em Londres do que a National Rifle Association ou a indústria de tabaco? Porque o maravilhoso e extraordinário povo africano não pode rebater. Se alguém se mete com a National Rifle Association é perseguido até no churrasco de domingo em seu círculo eleitoral e tentam expulsá-lo do cargo. Quero que os pobres estejam bem representados de modo a não terem de mendigar as migalhas da nossa mesa. Andy you speak of signs and wonders/ but I need something other/ I would believe if I was able/ but I’m waiting for the crumbs from your table. Essa estrofe visava a igreja, porque na época parecia que ela não estava fazendo nada quanto à emergência da Aids. Digo com alegria que o gigante adormecido já acordou.

Adam Clayton, o geek do U2 em Os Simpsons

No desenho comemorativo de número 200 de Os Simpsons, o U2 leva a Popmart Tour à cidade de Springfield.
Por alguma estranha razão, Adam Clayton na animação é retratado como o U2 geek, um nerd que coleciona colheres, e que é não é tolerado pelos seus companheiros de banda.
Não só Larry e Edge se recusam a deixá-lo ir para acompanhá-los a Taverna do Moe para beber uma cerveja, mas também, durante a seqüência final dos créditos do episódio, Bono se delicia em praticar bullying ao torturar o baixista, roubando sua colher coletada em Springfield (reduzindo assim o tamanho de sua coleção para oito!).
Adam Clayton se divertiu com a situação, quando um jornalista na época foi entrevistá-lo no Clarence Hotel, e roubou uma colher de prata de um restaurante e entregou para Adam, citando o desenho: "Puxa! Eu realmente não sei o que dizer sobre este presente! Obrigado! Eu não sei por que eles decidiram pegar no meu pé no desenho", sorriu Adam na vida real, colocando cuidadosamente a peça saqueada ao lado das chaves do carro: "Mas foi muito engraçado as coisas que eu aprendi. Foi realmente muito difícil de fazer. Você sabe, ser um ator apenas fazendo a voz, eu pensei que seria mais fácil, mas não foi."


Geek é um anglicismo e uma gíria inglesa que se refere a pessoas peculiares ou excêntricas, obcecadas por tecnologia, eletrônica, jogos eletrônicos ou de tabuleiro etc.
A definição de geek mudou consideravelmente ao longo do tempo e já não há um significado definitivo. Os termos nerd, dweeb e dork têm significados semelhantes a geek, mas muitos optam por identificar diferentes conotações entre estes termos, embora as diferenças sejam controversas.

Um pouco da geografia de One Tree Hill

A linha que abre a canção "One Tree Hill" do U2 é: "We turn away to face the cold, enduring chill" (Nós nos afastamos para enfrentar o frio, o frio duradouro).
A geografia de One Tree Hill ajuda para entender um pouco da música.
One Tree Hill é uma árvore pínea que só cresce no ápice de um dos cones vulcânicos encontrados na cidade de Auckland, Nova Zelândia.
O vento lá em cima pode dar-lhe o "frio", que a primeira linha da canção se refere, e o sol pode ser implacável em um dia brilhante, especialmente considerando os problemas de ozônio que eles têm na Nova Zelândia. 
Mais importante, você pode ver a maneira que os rios e córregos locais, literalmente "correm para o mar", da linha "You run like a river runs to the sea" (Você corre como um rio corre para o mar).

terça-feira, 17 de setembro de 2013

Bono e The Edge em entrega de prêmio da Anistia Internacional à Malala Yousafzai

Malala Yousafzai, a ativista paquistanesa de 16 anos que foi atacada com dois tiros pelos talibãs por defender o direito das meninas a receber educação, foi agraciada nesta terça-feira com o prêmio "Embaixador da Consciência" da Anistia Internacional (AI).
A organização humanitária anunciou a divisão do prêmio entre Malala com o ativista e artista americano Harry Belafonte.
A cerimônia de entrega do prêmio aconteceu na prefeitura de Dublin com a presença de The Edge, Bono e do músico britânico Roger Waters, um dos fundadores do Pink Floyd.
"Harry e Malala são verdadeiros Embaixadores da Consciência, falam claramente sobre os direitos universais, a justiça e a dignidade humana e encorajam outros a seguir seu exemplo", destacou na nota o secretário-geral da AI, Salil Shetty.
A jovem ativista paquistanês se declarou "profundamente honrada" pelo prêmio, que representa uma oportunidade para "lembrar a todo o mundo que há muitos milhões de meninas como eu que lutam a cada dia pelo direito a ir à escola".
Belafonte foi homenageado por sua trajetória, caracterizada pelo compromisso na luta pelos direitos civis nos Estados Unidos e mais recentemente pela preocupação com a situação das crianças na guerra na Síria.
"Desde seu nascimento, me dediquei a defender os princípios sobre os que se erige Anistia Internacional. É uma honra receber este reconhecimento. A posição da Anistia sobre qualquer abuso universal dos direitos humanos foi valente e é nossa bússola moral", declarou o multifacetado artista, de 86 anos.
A entrega do prêmio em Dublin homenageou o poeta e dramaturgo irlandês Seamus Heaney, ganhador do prêmio Nobel de Literatura em 1995, que morreu no último dia 30, aos 74 anos.
Um poema seu escrito para AI, "From the Republic of Conscience", foi a inspiração para que a Anistia Internacional criar em 2003 o prêmio "Embaixador da Consciência".

UOL

A versão alternativa de "Window In The Skies"

Em julho de 2006, fãs espanhóis do U2 estavam próximos à casa de Bono no sul da França, que fica em Èze Beach, de frente ao mar.
Eles escutaram canções vindas do estúdio de ensaio da casa de Bono, e com um celular em mãos; começaram a gravar o áudio.
Eram canções inéditas que poderiam ser lançadas em um novo álbum da banda. As músicas do som ambiente (e má qualidade) gravadas no celular, acabaram se mesclando ao som do mar; e ficaram sendo conhecidas como 'Beach Clips'. Foram 18 minutos de gravações.
Estas sessões de gravação tiveram como produtor, Rick Rubin.
4 canções diferentes foram gravadas por esses fãs espanhóis: Windows In The Sky, I Believe, Thank You For The Day e All My Life foram os títulos dados às canções quando elas foram disponibilizadas na internet.
Windows In The Sky acabou sendo finalizada e lançada com o título de "Window In The Skies", na coletânea 18 Singles, de 2006.
Confira o áudio desta versão alternativa da canção, que também foi chamada pelo fãs de "Can't You See".
O teclado tocado (provavelmente) por Edge é muito mais marcante, há mais backing vocais, e Bono canta um trecho diferente de letra:

Áudio que traz a voz de Bono seria de provável processo de criação do U2

O site U2 Brasil compartilhou no dia de hoje um áudio postado no YouTube no último dia 15, que segundo a pessoa que disponibilizou originalmente, seria um trecho de alguns segundos, de uma nova música do U2, que teria sido encontrada em um site de compartilhamento de arquivos.

O áudio realmente traz a voz de Bono improvisando algo em uma letra que não existe, e gritando muitos "whoas" apenas para manter uma melodia. No fundo, parece que é Edge tocando algo em sua guitarra, e há uma batida geral.
Geralmente, é assim que o U2 inicia o processo de uma canção. O que parece no áudio é que eles estavam em uma espécie de jam session, mas está muito longe de ser uma canção do U2, ou algum material do novo álbum.
Não se sabe se isto foi  gravado em estúdio, ou se foi em alguma passagem de som da banda na turnê 360°, ou até antes disso.
Lembra muito o processo que ouvimos em 'Salome Outtakes', o material roubado das sessões de criação e gravação de 'Achtung Baby'.

Foto utilizada em capa da primeira coletânea do U2, originalmente foi tirada para a capa do disco 'War'

Na capa de sua primeira coletânea, 'The Best Of 1980-1990', o U2 escolheu para a capa uma foto inédita de Peter "Radar" Rowen usando um capacete camuflado M1 de soldados.
A foto remete à fase do disco 'War' do U2, de 1983, e Adam Clayton explica que a foto seria utilizada originalmente naquele álbum: "É uma grande foto, não é? "Na verdade tínhamos tirado ela para usarmos na capa do disco 'War', mas no final decidimos por fazer outra escolha, e fomos para um outro clique que era muito semelhante à capa de 'Boy'. Mas é uma fotografia muito bonita."
Uma caixa cheia de chocolates Mars Bars havia sido o pagamento da banda para a primeira sessão de fotos do jovem Peter.
Adam Clayton foi perguntado se esta sessão de fotos de 'War' também foi paga com chocolates, e Adam sorriu: "Não, aquilo foi somente na primeira sessão com ele. Houve a primeira para "Out Of Control", então 'Boy' e depois esta. Então, eu acho que era o que teria sido chamado naqueles dias de um pagamento substancial."
O capacete M1 foi introduzido no exército norte-americano durante a II Guerra Mundial, em 1942, para substituir o modelo M1917A1, sendo fabricados cerca de 20 milhões durante o conflito. Esse mesmo modelo também foi utilizado na Guerra da Coréia e esteve presente nos estágios iniciais da Guerra da Indochina, quando a França, com suporte e equipamento norte-americano, tentou recuperar sua antiga colônia (dessa guerra derivou a participação norte-americana que culminou com o que ficou conhecido como Guerra do Vietnã).
Um segundo modelo, aperfeiçoado e com ligeiras alterações, foi utilizado pelos norte-americanos durante a Guerra do Vietnã, quando foram produzidos cerca de um milhão de capacetes. Não existe, nos EUA, distinção de nomenclatura dentre os dois modelos do M1, coexistindo estoque de ambos enquanto permaneceram em serviço.
No exército norte-americano o M1 foi gradualmente aposentado durante a década de 1980 em favor do modelo PASGT, projetado para melhor ergonomia e aumento de proteção balística.
O M1 também foi utilizado por outras nações ao redor do mundo. Assim sendo, foram ou são utilizados, dentre outros, pelo Brasil, Holanda, Áustria, Colômbia, Filipinas, Líbano e México. Foi adotado pelo Exército canadense de 1960 a 1997 e, em Israel, o efetivo de reserva utilizou o capacete M1 em combate, ainda em 2006.

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Conheça o pub que serviu de locação para a gravação do videoclipe de "Window In The Skies" do U2

O U2 gravou o videoclipe da canção "Window In The Skies" no pub Corner Hotel, em Richmond, Melbourne, na Austrália. A banda aparece muito brevemente no meio da multidão, com cerca de 300 fãs.
Bono conversou com fãs antes de entrar no local, vindo diretamente de uma reunião com o Tesoureiro Peter Costello.
Todos os figurantes assinaram cláusulas de confidencialidade sobre a gravação.
Cenas foram gravadas no salão principal, e no terraço do jardim da cerveja. Mas apenas as cenas no salão principal foram utilizadas no clipe.

Em 1871, David e Jane McCormick obtiveram a primeira licença de licor apropriado para o pub. Ele prosperou por causa de sua proximidade com a estação ferroviária de Richmond. Em 1881, foi renovado por William Malone, com upgrades para o alojamento, bem como uma melhor qualidade de bebidas.
Malone foi o dono do pub até 1895. De 1895 até 1929 o bar mudou de mãos nada menos do que sete vezes. Em 1929, ele foi tomado por Nelly O'Connor e seu marido, até 1935.
Foi pensado para ter começado a hospedar música ao vivo durante a década de 1940, com o jazz. Durante os anos 1950, perteceu à Cooperativa Brewing Company de Melbourne, uma ramificação do Carlton e United Breweries.
Este foi o tempo de um costume australiano onde locais foram obrigados a parar de servir bebidas alcoólicas às 18:00. Esta lei foi uma ressaca da Primeira Guerra Mundial e operou à partir de 1915, até que foi extinta em meados dos anos 1960 (1966, em Victoria). Isso significava que os trabalhadores corriam para bares depois do trabalho e consumiam tanto álcool possível, antes de o bar fechar.
Em 1966, o pub foi demolido e reconstruído em um local um pouco deslocado, para dar espaço para a ampliação das linhas ferroviárias.
Em 1995, os atuais proprietários Tim Northeast e Matt Everitt assumiram e fizeram uma série de melhorias e reformas. Em 2005, eles celebraram seu 10 º aniversário de posse do pub, uma vez que continua a ser uma instituição icônica e respeitada da cena musical local.
David Gilmour e Mick Jagger já fizeram shows no Corner Hotel.

A jaqueta do The Fly que durou apenas um videoclipe

Fintan Fitzgerald explicou como o personagem The Fly foi vestido para o videoclipe da canção e para os shows da turnê ZOOTV: "Eu saí a campo e comecei a pesquisar e selecionar quem seria o melhor designer para esse trabalho. 
Tinha que ser urbano, moderno, europeu, totalmente diferente do que já havia sido feito antes. 
Eu havia encontrado esses enormes óculos de inseto do início da década de 70 em um velho brechó no Soho. 
Eu os trouxe para o Bono e ele começou a usá-los o tempo todo, mesmo no estúdio, e ele começou a desenvolver esse personagem, com os óculos. 
Foi assim que nasceu o personagem The Fly. Parecia funcionar legal com o contexto todo da ZOOTV. A seguir, eu encontrei uma jaqueta de napa, velha e usada. Nós usamos para o primeiro vídeo, que foi "The Fly". Caía bem com os óculos e com o personagem. Então tínhamos esse personagem, The Fly, e isso foi o começo de tudo. Acho que tudo veio daí, em termos de figurinos. Aquela jaqueta na verdade se auto-destruiu. Durante as filmagens do video, ela começou a se desmanchar. Ao final, a coisa tinha se rasgado em pedaços. Foi como uma metamorfose, ou algo assim.

Durante o show, você tem que ficar de olho o tempo inteiro, porque nunca se sabe quando as calças de alguém vão rasgar! Aconteceu diversas vezes. Essas roupas passam por muita coisa, são muito exigidas durante uma performance. Isso é algo que nós enfatizamos aos designers. Essas roupas passam por calor intenso e suor, e são esticadas e puxadas. Bono, especialmente, tem uma performance muito corporal, física. Ele escala coisas, pula por todo lado, e com frequência ele vai pro meio do público nas primeiras filas e as pessoas começam a puxar e rasgar sua camisa, tentam tirá-la. Coisas cedem, então você tem que assegurar que tudo é super ultra bem costurado, duplamente, e também que você tem roupas de reserva por perto. Houve um show na ZOOTV em que as calças de couro do Bono se rasgaram, da virilha até abaixo do joelho, na metade de uma música. Ele continuou cantando, porque não tinha como parar, e nós tivemos que enrolar a perna dele em fita adesiva, fita adesiva preta em couro preto, enquanto ele ainda estava cantando."

domingo, 15 de setembro de 2013

Cerimônia de casamento entre Adam Clayton e sua esposa brasileira aconteceu na Riviera Francesa

A festa de casamento da brasileira Mariana Teixeira de Carvalho com o baixista do U2, Adam Clayton, durou todo o fim de semana na Riviera Francesa. 
Na sexta-feira, um jantar recepcionou os convidados, mas o grande dia foi no sábado. Em uma cerimônia simples, ambientada em um castelinho, a festa não teve grandes shows nem celebridades, a não ser os amigos do noivo, claro. 
Bono leu passagens da bíblia e The Edge, guitarrista do U2, estava entre os padrinhos.
Théo Carias foi o responsável pela maquiagem de Mariana, que atua como diretora de arte em uma galeria londrina.
Vale lembrar que Mariana, diretora da galeria de arte londrina Hauser & Wirth, e Adam se casaram no início deste mês em um cartório de Dublin.
Do site: Glamurama - Revista Quem

Bono dedicou canção em show do U2, para fã que faleceu em acidente de automóvel

No ano de 1992, o U2 tocou pela turnê ZOOTV no The Summit, em Houston, Texas.
Bono dedicou a performance de "Love Is Blindness" à uma fã da banda chamada Tiffany que havia adquirido um ingresso para acompanhar esta apresentação, mas infelizmente perdeu a vida em um acidente de carro, nos dias que antecederam o show.

"Ei, rock cristão, se você quer ser bom, pára de copiar o U2"

Em 1987 surge em Boston uma banda de nome esquisito: Smashing Pumpkins. Seu vocalista e guitarrista é Billy Corgan, que mesclava riffs pesados com letras de rara poesia.

Início dos anos 90, o movimento grunge toma conta do cenário da musical internacional. O Smashing Pumpkins se torna uma das bandas mais influentes do mundo. Problemas com as drogas causa divisões e membros saem da banda. Billy sempre dava entrevistas onde falava sobre seus tormentos existenciais e como isso o motivava a escrever. Polêmico, chegou a aparecer na capa de uma importante revista de música usando uma camiseta com o número “666”.

A banda acaba em 2000. Billy cria outras duas bandas, grava um disco solo. Em 2006 o Smashing Pumpkins volta com nova formação. Embora numa mais alcance o mesmo sucesso, permanece gravando e fazendo shows.

Recentemente, Billy Corgan voltou a ser notícia por causa de uma frase polêmica. Em entrevista à CNN, disparou: “Deus é o futuro do rock”.

Ao falar sobre sua nova fase na vida e na carreira, aos 47 anos ele tem novas ideias. Explica que durante anos sua maior inspiração vinha nos momentos de depressão. Não mais. Criado em uma família cristã, deixou de lado o que aprendeu durante muitos anos. Hoje se considera uma pessoa “mais espiritualizada”.

“A maioria das pessoas apenas sobrevive, não tem uma vida de verdade. Estão constantemente em crise existencial, seja através da fantasia ou esquecimento. Isso realmente foi muito bem explorado pelo rock and roll”, filosofa.
“E o que você está explorando agora?”, pergunta a jornalista. Ele explica “Deus. Um tempo atrás, dei uma entrevista a uma famosa revista americana, que queria saber qual era o “Futuro do Rock”. Sabe, eles entrevistam 50 artistas… Minha resposta foi: “Deus”. Eles disseram: “O que você quer dizer?” Eu disse: “Bem, Deus é a terceira via do rock and roll… Parece que você não deve falar sobre Deus. Mesmo que a maior parte do mundo acredite em Deus… Acho que Deus é um grande e inexplorado território no rock. Eu realmente disse isso… Eles nunca publicaram essa parte da entrevista”.
A jornalista fica curiosa “Então, o que você diria para os roqueiros cristãos?”. Mais uma surpresa na resposta de Corgan “Façam músicas melhores (risos). Essa é a minha opinião. Acho que Jesus gostaria de ver bandas melhores, sabe? (risos)… E digo mais: Ei, rock cristão, se você quer ser bom, pára de copiar o U2. U2 já faz isso. Sabe, há um monte de grupos de rock cristãos que tentam soar como o U2. Me parece que Bono e companhia criaram o modelo do rock cristão moderno. Acredito que Jesus gostaria que todos nós pudéssemos evoluir”.


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sábado, 14 de setembro de 2013

Orquestra Sinfônica Brasileira abre shows do Rock In Rio 2013 e toca canção do U2

Num animado show de rock sinfônico, que misturou o erudito mais pop e reconhecível com clássicos do rock, a Orquestra Sinfônica Brasileira (OSB) abriu o Palco Mundo, o principal do Rock in Rio, na tarde de ontem.
Pouco depois das 17h, quando a OSB iniciou sua apresentação e soaram os inconfundíveis acordes de “Assim Falou Zarathustra”, de Strauss (o tema do filme “2001 - Uma Odisseia no Espaço”), a plateia reconheceu e aplaudiu empolgadamente.
Regida pelo maestro Roberto Minczuk, a orquestra apresentou ainda um trecho da célebre “Sinfonia n.º 5” de Beethoven, com o acompanhamento de uma guitarra roqueira. O expediente seria repetido na sequência, na homenagem a Villa-Lobos com sua “Bachianas Brasileiras n.º 4”.
“Boa tarde, Rock in Rio. Bem-vindos ao maior show da Terra”, disse o maestro, apresentando sua orquestra e os músicos convidados: André Vasconcelos (baixo elétrico), João Viana (bateria) e Vinicius Rosa (guitarra).
A metade final da apresentação, na qual a OSB tocou dois medleys de sucessos do rock e do pop, foi a que mais teve participação da audiência, já em bom número.
O primeiro bloco teve trechos de “Sunshine of Your Love” (Cream), “Help” (Beatles), “Satisfaction” (Rolling Stones), “Every Breath You Take” (Police), “Tempos Modernos” (Lulu Santos), “Pintura Íntima” (Kid Abelha), “Lança Perfume” (Rita Lee), “Love of my Life” (Queen), “Eleanor Rigby” (Beatles), “Será” (Legião Urbana), “Losing my Religion” (REM), “Sunday Bloody Sunday” (U2) e “Pro Dia Nascer Feliz” (Barão Vermelho).

O segundo medley misturou Richard Strauss (novamente “Assim Falou Zarathustra”) com Survivor (“Eye of the Tiger”), Van Halen (“Jump”), Metallica (“Master of Puppets”), Queen (“Bohemian Rhapsody”), Coldplay (“Viva la Vida”) e Iron Maiden (“Fear of the Dark”).
A apresentação da OSB durou 35 minutos, cinco além do previsto, e acabou se misturando com o som do show.

Do site: http://www.jcnet.com.br/

Bono gravou depoimento para homenagem à cantora Beyoncé em 2011

No ano de 2011, famosos como Michelle Obama, Barbra Streisand, Lady Gaga, Stevie Wonder e Bono gravaram um depoimento em homenagem à Beyoncé durante a premiação do Billboard Music Awards. Na ocasiãoBono gravou depi, ela foi escolhida como a Artista do Milênio.
Após o termino do vídeo homenageando-a, ela subiu ao palco para uma performance da canção "Run The World (Girls)":

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

As jaquetas utilizadas por Bono na turnê Elevation

Sharon Blankson dá detalhes sobre a criação e as inspirações para as jaquetas usadas por Bono na turnê Elevation, que ficaram à cargo do estilista em couro, Todd Lynn:
"As jaquetas de couro foram uma peça chave na Elevation Tour. Elas são ícones. Pense em Elvis, James Dean, Marlon Brando. Todd Lynn e eu decidimos ir por esse caminho, e pesquisamos uniformes norte-americanos, no tocante ao estilo, estrutura e referências gerais. 
Muitas das figuras nas mangas e nas costas das jaquetas vieram de nossa pesquisa sobre a Guerra Civil Americana. Queríamos que as jaquetas dissessem tudo, sem na verdade dizerem nada. As listras nas mangas, a estrela vermelha na frente - esses símbolos representavam coisas diferentes para pessoas diferentes. 
Para nós, em particular, a Pantera Negra representava Malcolm X, e a Pomba Branca representava Martin Luther King - ambos unidos numa mesma jaqueta como eles eram sobre um tema, com suas duas abordagens diferentes simbolizadas na Pantera Negra e na Pomba Branca. Era tudo muito sutil. Não precisávamos gritar essas coisas para o público. Coloque a jaqueta com o palco em forma de coração, o estilo simples de roupas casuais dos outros membros da banda, a iluminação do show que refletia mensagens de amor, guerra e paz, e tudo funcionava perfeitamente, fundindo-se com a música e o público."

Agradecimento: Forum UV Brasil
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