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Após o sucesso comercial e de crítica do álbum 'The Joshua Tree', o U2 produziu um filme e um álbum intitulado 'Rattle And Hum', sendo sujeito a uma reação crítica.
A exploração da banda na música americana para este projeto, foi diversas vezes, rotulada como "pretensiosa", "equivocada" e "bombástica".
A exposição do grupo e de sua grande reputação de ser excessivamente séria, levou a acusações grandiosas e justiça própria.
Além das críticas que enfrentaram, a banda estava tratando uma insatisfação criativa interna.
Bono acreditava que eles eram musicalmente despreparados para o sucesso, enquanto Larry Mullen Jr. dizia: "Nós éramos os maiores, mas não os melhores".
No fim da turnê Lovetown Tour em 1989, Bono anunciou em palco que era "o fim de alguma coisa para a banda", e que "temos de ir embora e... sonhar tudo de novo".
O álbum 'The Unforgettable Fire' foi o primeiro reflexo da aceitação e da obsessão do U2 pela América.
Quando lançaram 'The Joshua Tree', a consciência política do grupo já estava estabelecida. O desejo da banda de abraçar a experiência americana dos anos 80, conduziu-os para uma exploração de suas próprias raízes culturais.
Um encontro com Mick Jagger e Keith Richards num estúdio de Nova York resultou num blues para o disco 'Sun City', "Silver And Gold". Foi a primeira tentativa de Bono no blues, apenas para provar que podia escrever música sozinho.
Isso foi fundamental para lapidar o caminho do blues e do gospel em 'The Joshua Tree'. O álbum também revela uma tensão dinâmica e criativa entre a tendência mais européia de The Edge e a crescente obsessão de Bono com o conceito de letras narrativas e com o formato das canções.
Mas mesmo assim, 'The Joshua Tree' é um álbum bem americano. Seu enorme sucesso, ultrapassou as ambições da banda. Em 1987, o U2 atingiu grande parte do território americano, ganhando a capa das revistas semanais Time e Newsweek. Também foram capa da Rolling Stone por duas vezes, naquele ano.
"Eu me assustei com essa enorme repercussão do disco. Tive medo que nós acabássemos atraindo um público que só curte grandes bandas como os Stones e Queen, e não um público participante", revelou Bono.
Tornou-se imprescindível então que eles devessem manter o mesmo prestígio no álbum duplo 'Rattle And Rum'.
Neste disco eles evocam os fantasmas de Billy Holliday, Elvis Presley, John Lennon e Jimi Hendrix, além de empregarem serviços de Bob Dylan e B.B.King.
O disco foi recebido com confusão e revolta e acarretou a inevitável resposta farpada do U2. A banda mostrou arrogância ao pedir carona no trem da história do rock, foram ridicularizados e hostilizados por isso.
Na busca por suas raízes, o U2 fez uma descoberta importante. Esse caminho levou-os diretamente para suas origens celtas. Ser bem acolhido na América, a "Terra Prometida", deu um novo sentido para a jovem banda irlandesa. Por séculos os irlandeses emigraram para escapar das perseguições políticas e religiosas. A partir dos escoceses, que emigraram para as montanhas dos Estados Unidos, no final do século XVIII, muitas hordas de camponeses ocuparam as cidades americanas em meados do século XIX. Eles trouxeram sua música e cultura intactas, que acabaram se espalhando na cultura popular americana. "Os irlandeses construíram a América", declarou convictamente Bono, certa vez. Foram oito anos de intensas escavações na cultura americana até que ele e seus companheiros descobrissem como suas próprias raízes foram transplantadas para o rock and roll, folk e música country.
Mas essa arrogância do U2 de se colocar na primeira posição do rock irlandês naqueles dez anos e sua pretensão de megastars politizados acabou deixando muita gente descontente.
"A mensagem do U2 é um catálogo de vulgaridades e vagos protestos embrulhados num manto sagrado de justiça e rock´n´roll", escreveu Paul Morley, na revista inglesa Time Out. "O grupo se coloca acima do mundo, que antigamente observava tão bem. Hoje, ele é um pequeno mundo e eles são o Grande Mundo... sua "paixão" é a paixão por eles mesmos. Sua "descoberta" é descobrir a possibilidade de descobrir. Eles acreditam na própria crença. Eles são obcecados por eles mesmos."
Como conseqüência de 'Rattle And Rum', 'The Joshua Tree' e das aparições na revista Time, o status de megastar da banda subiu-lhes à cabeça.
A banda adquiriu mansões. Bono alugou até um helicóptero para procurar a casa que ele queria e chegou a oferecer um cheque em branco para o proprietário. Como este não aceitou, Bono acabou comprando a mansão vizinha.
Adam comprou uma mansão vitoriana nas montanhas de Dublin, ao lado de sua antiga escola St. Columbia.
Parecia que a única coisa que restava ao U2 era desmoronar, como tantas outras grandes bandas de rock 'n' roll de épocas passadas.
Em vez disso, eles se retiraram para um estúdio alemão, reviveram o seu senso de humor, injúria e aventura musical, e ardentemente acabaram se reinventando.
Desde que a aparelhagem do U2 foi vista recentemente embalada e carregada no estúdio HQ em Dublin com destino à Nova York, os rumores davam conta que o U2 estava voltando para estúdio Electric Lady para novamente trabalhar em novas canções para o novo disco.
Esses rumores parecem estar agora confirmados, por alguns tweets recentes, fotos e vídeos compartilhados pelos visitantes do estúdio.
Para começar, o Chef superstar Mario Batali twittou uma foto de si mesmo e The Edge última sexta à noite dizendo que eles estão no Electric Lady. No seguimento para os fãs, Batali exclamou: "Uau! Brilliance!" e "com alma!" quando perguntado como as novas músicas soam. Ele também disse que não acha que o novo álbum do U2 está terminado, porque "eles são perfeccionistas loucos!" Ele também disse que Danger Mouse estava no estúdio também.
Em seguida, em sua conta no Instagram, o fotógrafo JR publicou um vídeo de Bono e Edge cantando algumas palavras em Francês no estúdio.
JR trabalhou com a banda fazendo os painéis de fotos que serviram como cenário para o vídeo acústico de "Sunday Bloody Sunday", do projeto Agit8.
Junto ao vídeo, JR postou a seguinte mensagem: "Passei muito do meu tempo fora do meu próprio estúdio viajando no mundo dos estúdios de outros artistas... Tive um grande momento hoje com o U2 em Nova York, vê-los em ação é simplesmente mágico. Eles me solicitaram para um pouco de francês e isso é o que eles fizeram com ele."
JR depois ainda postou uma foto de Bono e Edge no estúdio. Não há sinais de Larry ou Adam no local, mas pelo menos a certeza é que metade da banda passará um tempo no estúdio esses dias, trabalhando.
Em relação à harmonização em Francês de Bono e Edge, ainda não se sabe se será utilizado este vocal em alguma gravação de alguma nova canção do U2.
Dos sites: U2BR - ATU2
No ano de 1999, o U2 lançou sua primeira compilação oficial de videoclipes, com o VHS 'The Best Of 1980 1990'.
Os fãs do U2 tiveram então acesso pela primeira vez à versão inédita de estúdio do videoclipe de "I Will Follow", gravado em Dublin por Meiert Avis.
Até então, canais como a MTV e VH1 veiculavam uma versão ao vivo do vídeo, que era considerada a versão original e definitiva do clipe.
Na época da primeira vinda da banda ao Brasil, a MTV Brasil transmitia esta versão diariamente:
O video foi retirado da performance da banda pela turnê Boy no California Hall, em San Francisco, California, em 15 de maio de 1981.
Versão alternativa presente no CD 'Kindergarten Achtung Baby', de edições de 20º aniversário de 'Achtung Baby'.
Amor é cegueira
Love is blindness
Eu não quero ver
I don't want to see
Você não vai envolver a noite
Won't you wrap the night
Em torno de mim
Around me
Amor é cegueira
Love is blindness
Nos navios que navegamos, os mares tempestuosos
In the ships we sail, the stormy seas
São as ondas que quebram isto sobre mim
It's the waves that crash this over me
Toda a minha vida
All my life
Amor é cegueira
Love is blindness
Em um carro estacionado
In a parked car
Em uma rua lotada
In a crowded street
Como um momento sendo completado
With a moment like, be complete
Aperte a manivela
Squeeze the handle
Amor é cegueira
Love is blindness
Amor é engrenagem
Love is clockworks
E aço frio
And cold steel
Dedos muito dormentes para sentir
Fingers too numb to feel
Oh, meu coração
Oh, my heart
Amor é cegueira
Love is blindness
Amor é cegueira
Love is blindness
Eu não quero ver
I don't want to see
Você não vai envolver a noite
Won't you wrap the night
Em torno de mim
Around me
Amor é cegueira
Love is blindness
O amor está se afogando em um poço profundo
Love is drowning in a deep well
Todos os segredos e ninguém para contar
All the secrets and no one to tell
Aparentemente interminável
Never-ending pretending
Amor é cegueira
Love is blindness
Amor é cegueira
Love is blindness
Eu não quero ver
I don't want to see
Você não vai envolver a noite
Won't you wrap the night
Em torno de mim
Around me
Amor é cegueira
Love is blindness
Amor é engrenagem e uma linha telefônica
Love is clockworks and a telephone line
Quando um sussurro é gritado
Where a whisper is shouted
Ela está voltando
Is she coming back
Oh, meu coração
Oh, my heart
Amor é cegueira
Love is blindness
A Revista Bizz na década de 90 fez uma matéria sobre o lançamento do disco 'Achtung Baby' do U2, e a matéria informou que o U2 havia planejado um título diferente para o disco.
Confira:
Achtung Baby foi criado e concebido em Berlim, mas seu coração descansa na cidade natal da banda, Dublin, numa mansão reformada chamada Elsinore. Fica na costa sul de Dublin, próxima à vila de Dalkey.
Elsinore - nome do porto dinamarquês de onde Hamlet partiu para navegar, no drama de Shakespeare - foi completamente reformada por David Andrews Browne, ricaço que usa rabo-de-cavalo e dirige uma coleção de Mercedes. Tentativas anteriores de vender Elsinore por mais de um milhão de libras irlandesas não tiveram sucesso. Browne concordou em alugar a casa para o U2 pela enorme quantia de quatro mil libras por semana. Foi lá que o U2 passou os melhores seis meses do ano.
"Essa é uma das melhores casas que poderíamos ter", diz Bono, que a descreve como sendo "muito Twin Peaks...e tem a atmosfera de algumas das nossas músicas do momento. Nós temos candelabros de plásticos, papel de parede flocado, lareira artificial... perfeito para este disco."
A banda distribuiu as gravações por várias partes da casa: o salão redondo é uma sala ampla com uma vista enorme do mar e cheia de equipamentos de gravação. Num canto tem uma câmera de vídeo pendente do teto, para gravar e transmitir o que rola no salão maior para um estúdio de gravação menor e mais formal, que fica no andar de baixo. Houve momentos em que ambas as salas foram usadas para gravação, simultaneamente, com a câmera, os monitores e os microfones produzindo o elo de comunicação necessário.
Apesar de a casa ter causado algumas dores de cabeça, o veterano técnico de som da banda Joe O´Herlihy destaca outros aspectos da intimidade de Elsinore: "É quase como estar no palco. Nós estamos trabalhando e monitorando num estágio de perfeição, e a maioria do material é feito como se fosse ao vivo. Não tem aquele jeito frio e clínico dos estúdios".
Um dos maiores problemas de dar seqüência a um disco de grande vendagem é resistir à tentação de simplesmente repetir a fórmula do sucesso. O produtor Daniel Lanois, que começou a trabalhar com o U2 no quarto disco, The Unforgettable Fire (no qual ele fez a engenharia de som), está ciente das expectativas para Achtung Baby. Sabe também da importância do processo de gravação para o U2, no qual uma gravação pode assumir vida e direção próprias.
"Eu só espero fazer um disco tão especial quanto possível", diz Lanois. "Você não pode tentar demais. Quando começamos a fazer este disco, podíamos fazer um disco grandioso ou fazer um disco de rock simples ou um disco mais melódico ou com muito ritmo - todos esses componentes que as pessoas querem num disco, porque são essas qualidades que o público adora. Mas no final a coisa acontece de um certo jeito e pronto."
"Muito desse trabalho tem a ver com um disco dançável- talvez esses candelabros de plástico dependurados nos consoles produziram um certo efeito sobre nós."
Talvez esses candelabros de plásticos também sejam responsáveis por esse tom maligno de Achtung Baby. No momento, existem rumores em Dublin de que no álbum predominam os barulhentos e pesados solos de guitarra.
Existe outro forte rumor em Dublin de que a banda queria chamar o novo álbum de 'Sixty Eight And I'll Owe You', a versão irlandesa do sessenta-e-nove (68+1). Verdade ou não, o fato é que o principal tema das letras é o amor profundo entre as pessoas.
No final do episódio de estréia da nova temporada do Saturday Night Live, Tina Fey, a apresentadora convidada da semana, ofereceu a despedida clássica para cada um dos convidados, mas fez isto com uma mensagem enigmática, revelando que a NBC iria transmitir um show em seguida, com o convidado musical da semana, Arcade Fire. "As coisas vão ficar estranhas", ela prometeu.
Em seguida, o líder e vocalista da banda, Win Butler, liderou um estranho grupo de personagens fantasiados no Studio 8H, através de uma escada e em uma paisagem de sonho, a banda tocou por trinta minutos.
O show teve cabeças gigantes de papel machê, versões alternativas da banda e participações especiais de celebridades.
Nos primeiros trinta segundos, Butler passou por James Franco, que estava falando em um telefone público.
Depois disso, Ben Stiller e Bono, que estavam embaixo de duas cabeças gigantes.
Michael Cera foi um garçom que odiava Arcade Fire (que só falava em espanhol), Bill Hader e Zach Galifianakis também (só eram astronautas) e Rainn Wilson sofreu abuso como um roadie dedicado.
Do site: U2 NEWS
Steve Averill, designer das capas dos discos do U2 (e o responsável também pelo batismo do nome U2), fala sobre seu trabalho com o U2 em 'War':
"'War' foi mais complicado, porque eles já tinham o título bem cedo e falavam muito em tentar conseguir autorização para usar fotos do famoso fotógrafo de guerra Don McCullin, ou alguém como ele.
Encontrar a imagem certa era crucial.
Falamos em procurar uma foto existente que representasse a idéia inteira. Mas isso te deixaria preso a um lugar, como o Oriente Médio ou Belfast ou outro lugar.
Eu havia visto um documentário alguns anos antes sobre os nazistas que perseguiam pessoas no gueto polonês. Uma cena ficou gravada na minha mente: um menino parado contra um muro com as mãos atrás das costas, visivelmente aterrorizado. Isso é o que eu estava tentando capturar, essa sensação de medo. Inicialmente pensamos "que garoto vamos usar?" E então, porque já haviam feito uma capa com Peter Rowen e o conheciam, ele pareceu uma escolha óbvia. Suponho que, se eu tivesse me sentado e pensado um pouco mais, teria dito "não, não usem o mesmo garoto - fica muito parecido com aquela capa."
Mas acabou ficando muito bom. A parte tipográfica imita o esquema de cores preto e vermelho das capas da revista Life."
Agradecimento: MT (Fórum UV Brasil)
Em entrevista no ano de 1988, Bono foi perguntado se já havia entrando bêbado no palco de um show do U2. Bono então explicou:
"Não, eu nunca subi ao palco bêbado. Eu posso ter bebido, mas não estava bêbado no palco. Era uma loucura a turnê. Eu não quero exagerar, mas havia ocasiões, que havia aquela coisa, você sabe, que nós chamamos de "o coração das trevas".
Foi uma série de quatro ou cinco músicas que começou com "Bullet The Blue Sky", então "Running To Stand Still", e "Exit" e "Bad". E nós nos encontramos neste coração das trevas, tocando estas músicas todas as noites, não conseguindo sair disto, apenas sentindo tudo muito escuro. Fizemos alguns grandes shows naquela turnê, mas havia um monte de loucura."
Bono sentou-se para uma curta conversa nesta quinta-feira à noite no 'The Late Show with David Letterman' e o apresentador não decepcionou os fãs do U2 que estão ansiosos para informações do novo disco do U2.
Sua segunda pergunta foi um pedido para Bono se reportar sobre o que U2 está fazendo no momento.
Infelizmente, pelo fato de já não ter mais desculpas para um álbum demorar tanto para ficar pronto, Bono praticamente evitou a pergunta. Ele respondeu com deboche, como: "muito bom é inimigo do ótimo" e "quem precisa de um álbum do U2? Há montes deles por aí" e "nós temos que fazer um grande álbum do U2", e assim por diante.
Agradecimento: www.atu2.com
Durante a turnê The Joshua Tree do U2, The Edge tocou com uma guitarra Stratocaster da marca Danvel Nelson, que foi feita sob encomenda por Derek Nelson, em Dublin.
Derek tinha uma empresa chamada Danvel Music, e Edge considerava ele o melhor que ele conhecia na Irlanda. Edge disse que Derek era conhecido como "doutor das guitarras", pelo jeito que ele tratava, cuidava e recuperava as guitarras.
A Danvel Nelson de Edge trazia um acabamento preto, captadores EMG, escala Rosewood pintada de preto.
No filme-concerto Rattle And Hum, Edge utiliza esta guitarra na performance de "Where The Streets Have No Name":
Steve Averill, designer das capas dos discos do U2 (e o responsável também pelo batismo do nome U2), fala sobre seu trabalho com o U2 em 'October':
"'October' foi obviamente a capa em que eles quiseram trazer a banda um pouco mais para a frente, então tiramos as fotos na região das docas em Dublin.
Foi algo bem direto. Eu acho que havia um sentimento no Bono naquela altura, de que ele gostava de algumas das capas de discos dos anos 60, onde o título aparecia na frente, como Bob Dylan e outros.
Foi uma capa simples de fazer. Acho que, de certa forma, foi uma das capas mais fracas. Foi a capa certa para aquela época, mas podíamos ter escolhido fotos mais fortes."
Agradecimento: MT (Forum UV Brasil)
"The Ground Beneath Her Feet" é uma canção de U2 para o filme 'The Million Dollar Hotel', e foi lançada na trilha sonora do mesmo.
A canção foi gravada com a participação de Daniel Lanois na guitarra com 'pedal steel'.
Para os mais atentos, um mix diferente da canção e jamais lançado, pode ser ouvido durante os créditos finais do longa:
Esta versão alternativa, que não toca totalmente em sua íntegra, tem um compasso mais acelerado, sua introdução é diferente, com um teclado sendo tocado, tem um trecho extra instrumental na metade, com adição do mesmo teclado, e é uma versão mais eletrônica que a versão final da música.
O take vocal de Bono é o mesmo da versão final, somente mais acelerado.
Este mix está longe de ser uma versão demo da canção, pois é muito bem trabalhado e está bem próximo da versão final. Por isso foi utilizado no longa.
Com certeza foi um mix que agradou a banda e pode até ter sido considerado para ser o mix final e definitivo.
No trailer americano de 'The Million Dollar Hotel', foi utilizado o áudio deste mix alternativo de "The Ground Beneath Her Feet", e curiosamente, o trecho utilizado no trailer é justamente o pedaço final da música, que foi cortado da versão tocada nos créditos, e o solo de guitarra de Edge é diferente:
Um dia antes, o vocalista do U2 fez uma imitação vocal perfeita do antigo presidente dos Estados Unidos. Ontem, Bill Clinton deu-lhe o troco.
Em uma transmissão especial do programa "Piers Morgan Live", da CNN, feita a partir do evento Clinton Global Iniciative, o anfitrião desafiou o ex-presidente a responder Bono. "Esta é a sua oportunidade", lhe disse.
Bill Clinton lhe fez o favor e, como homem prevenido, sacou do bolso um tipo de óculos escuros, imagem de marca do cantor. De seguida, Clinton fez uma pose e começou a falar com sotaque irlandês, como se fosse o vocalista do U2.
"Eu sou irlandês, sabe. E nós irlandeses imitamos qualquer um. Tenho cantado tanto e tão alto nestes concertos que estou rouco. Por isso tenho de ter cuidado com a minha voz. É por isso que as minhas obras de caridade só têm nomes com três letras", disse Bill Clinton.
Morgan admitiu que o frontman do U2 havia vencido a competição:"O sotaque americano de Bono é um pouco melhor do que o sotaque de Bill Clinton".
Quando Clinton voltou ao seu sotaque de Arkansas, disse que o roqueiro teve muito tempo para aperfeiçoar sua representação através de seus anos de trabalho juntos.
"Você sabe, nós somos amigos há muito tempo e não é a primeira vez que ele tira sarro de mim, mas cada vez que ele faz está melhor", disse Bill.
Agradecimento: www.dn.pt/
O vocalista do U2 protagonizou um momento que está correndo o mundo. Bono imitou Bill Clinton num encontro promovido pelo ex-presidente norte-americano, em Nova Iorque.
Junto dos outros oradores do Clinton Global Initiative (CGI), entre eles a diretora-geral do FMI, Christine Lagarde, Bono provocou gargalhadas com a imitação da voz de Clinton ao falar de alguns dos projetos que desenvolveram na África.
Bono agarrou no microfone e disse:
"A primeira vez que vi o Bono, ele estava entrando na Sala Oval, e na verdade eu achava que ele era um membro da sua equipe", disse o cantor, com uma voz rouca e um sotaque igual ao do ex-presidente dos Estados Unidos. "Ele não estava bem vestido e na verdade eu me senti a estrela rock naquele momento", afirmou, mantendo a imitação para falar de alguns dos feitos que conseguiram ao nível da luta contra a AIDS, o consumo de drogas e da escolaridade.
"É mesmo muito fácil fazerem pouco de mim", respondeu Clinton.
Esta não foi a primeira vez que Bono fez esta brincadeira. Há cerca de um ano fez o mesmo na Universidade de Georgetown.
O CGI é uma fundação sem fins lucrativos, criada pelo antigo presidente, para responder aos desafios mundiais nas mais diversas áreas, desde a saúde à religião.
Do site: http://www.tvi24.iol.pt
Family Matters é uma sitcom americana sobre uma família afro-americana de classe média que vive na cidade de Chicago, no Illinois, e que conta com 9 temporadas. Foi produzida pela CBS e ABC e exibida de 1989 a 1998.
Na abertura, a avó da família aparece lendo uma revista Rolling Stone com o U2 na capa!