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domingo, 24 de julho de 2011

U2 dedica canção à Amy Winehouse, no show de Mineápolis pela turnê 360°

O antepenúltimo show da turnê mundial U2 360°, aconteceu na noite de ontem em Mineápolis, no TCF Bank Stadium.
Num setlist sem maiores novidades, a banda tocou a canção 'Stand By Me', com um convidado especial: o músico de hip hop K'naan, que dedicou a performance aos nativos da Somalia.

Logo depois, um momento de comoção: na introdução da canção Stuck In A Moment You Can't Get Out Of, Bono disse: "Nós escrevemos a próxima canção para Michael Hutchence, mas ele entenderá se esta noite nós tocarmos para Amy Winehouse".

A cantora inglesa Amy Winehouse foi encontrada morta em sua casa, em Londres, neste sábado (23). Ela tinha 27 anos e um histórico de envolvimento com álcool e uso de drogas.
Ela nasceu em Londres, em uma família judia. Começou a ouvir jazz quando criança e formou a primeira banda aos dez. Filha de uma farmacêutica e de um motorista de táxi, com o qual tinha uma relação conturbada, ela cresceu na área de Southgate, no norte de Londres. Seus tios maternos eram músicos de jazz profissional.
Aos 16 anos, Amy passou a cantar profissionalmente. O primeiro disco, "Frank", foi lançado quando ela completou 20 anos e produzido por Salaam Remi. O segundo trabalho, "Black to black", saiu em 2006.
O disco foi produzido por Mark Ronson e tinha como banda de apoio os Dap Kings, que também se apresentaram recentemente no Brasil.
Foi "Back To Black" que consagrou a cantora. O trabalho lhe rendeu cinco prêmios Grammy, o Oscar da música internacional.
A morte precoce de Amy Winehouse aos 27 anos se junta a uma trágica lista de roqueiros que também morreram nesta idade, por consequência direta ou indireta do uso de drogas, entre eles, Janis Joplin, Kurt Cobain, Jim Morrison, Brian Jones e Jimi Hendrix.

sábado, 23 de julho de 2011

Francisca Valenzuela, a convidada do U2 no show em Santiago do Chile pela turnê 360°

No show do U2 este ano em Santiago, no Chile, pela turnê 360°; o público ganhou um presente durante a performance de "One Tree Hill": a banda chamou ao palco a cantora Francisca Valenzuela, revelação pop da música chilena.
Por meio de sua página oficial no Facebook, a cantora chilena anunciou que subiria ao palco para cantar uma música ao lado de Bono.

Francisca Valenzuela é uma cantora e compositora que nasceu em São Francisco, nos Estados Unidos. Filha de pais chilenos, foi morar na terra natal de sua família aos 12 e lá deu os primeiros passos de sua carreira musical.

Francisca é conhecida por seus figurinos de palco garimpados em brechó durante suas viagens.
Ela ganhou certa projeção internacional graças à performance no show do U2, em uma canção que é uma homenagem à Víctor Jara.

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Balada de luxo

Uma nova modalidade de evento está se consolidando no Brasil, as festas voltadas para o público AAA, nas quais o cliente pode ousar nos temas e espaços para comemorar uma data importante ou divulgar sua marca. Até o irlandês Bono aderiu.
A conta bancária, aqui, é o limite. Esses modernos gênios da lâmpada atendem por diversos nomes. Alguns deles são Houte, We Claps, MC2, Bailinho corp. e, a mais nova da turma, LoveLife. Entre os clientes desses especialistas em eventos exclusivos estão empresas de bebidas, cigarro e moda, como o uísque Chivas e a grife teen 284. Além do universo corporativo, quem também costuma usar e abusar da expertise desses organizadores são abonados empresários e herdeiros de famílias donas de grandes fortunas.
Bono promoveu uma festa íntima para 60 pessoas após o último show de sua turnê em território brasileiro, em abril deste ano. A MC2, de Marcos Campos, empresário da noite em São Paulo e em Florianópolis, produziu a balada do roqueiro europeu no Bar Número, também em São Paulo, por um valor que Campos diz não revelar. Nem sob tortura. “Só digo que Bono pediu para não tocarem músicas da sua banda”, afirma Campos.

www.istoedinheiro.com.br

Desvendando os mistérios da faixa 'Discothèque (Howie B Hairy B Mix)'

Em diversos shows da turnê Popmart, entre 1997 e 1998, Bono durante o bis apresentava algo muito curioso: ele cantava um snippet de uma canção do próprio U2, remixada.
A banda abria o bis tocando uma versão mais rock da faixa Discothèque, do álbum POP, e Bono costumava emendar um trecho de um remix também da canção Discothèque, batizado de 'Howie B Hairy B Mix'.
Em alguns destes shows, entre Discothèque e este snippet, Bono inseria um outro snippet: o da canção 'Love To Love You Baby', de Donna Summer.

Esta faixa remix 'Howie B Hairy B Mix', que foi lançada em algumas versões dos singles de Discothèque do U2, pode ser considerada uma outra canção, já que ela traz uma nova letra com um novo vocal, que é um RAP mixado com vocais de Bono da versão original de Discothèque.
Mas será que aquela voz na parte do RAP é mesmo de Bono? Soa muito diferente, mas por que na ficha técnica da canção não traz nada sobre outra pessoa estar cantando aquilo?
Todas essas respostas serão dadas agora!
Uma matéria da Revista Spin de março de 1997, trouxe detalhes desta faixa gravada no Windmill Lane Studios:
"Quando fizermos isso ao vivo, eu quero colocar "Love To Love You Baby" neste trecho, Bono diz maliciosamente quando o remix começa. Bono aparece entre os riffs iniciais, cantando a frase "You've got heaven in your heart", e seus gemidos crescem abafados, tonteando. Ele termina a repetição com uma torcida nota em falsete, engasga, e então mergulha em um rap sobre todas as forças que podem escravizar o homem. Enquanto isso, Howie está mudando os níveis na mesa, combinando o baixo de Clayton para o tenor das palavras de Bono. Finalmente, a música volta sobre o vocal de Bono, e a faixa termina. Bono então se joga em um sofá no estúdio. "Mágico", proclama Howie B.

O remix tem mais de 7 minutos de duração, e os primeiros três minutos são na sua maior parte instrumental - uma batida constante com vários ruídos.
Bono entra com seus gemidos e falsetes cantando a letra original "You want heaven in your heart". E após isso a diversão começa!
É o próprio Bono que aparece com uma estranha e profunda voz e inicia um rap na canção, de uma forma que ele nunca tinha feito antes em nenhum álbum do U2 ou projeto solo dele. E mesmo depois disso, ele ainda não fez nada parecido com isto.
É um estilo tão incomum para ele, que muitos críticos e fãs fervorosos do U2 não acreditaram que o próprio Bono estava ali cantando aquilo.
Por isso se tinha toda essa dúvida se era Howie B o responsável por essa parte na música, ou se seria Hairy B o responsável (mas....quem ou o que é Hairy B?).
Na letra, Bono consegue rimar "chocolate" com "apocalipse", e ainda presenteia os fãs do U2 cantando 'whispers and moans', que já tinha aparecido nas canções Ultraviolet e Lemon.


Discothèque (Howie B Hairy B Mix): Music by U2. Lyrics by Bono & The Edge. Produced by Flood. Recorded and Mixed by Howie B. Assisted by Conal Markey. Remixed by Howie B. Contains sample from "Fane" performed by Freeform and written by Simon Pike, courtesy of Skam Records.

A letra:

Love... oh...
Love... oh... love... oh...

Love... love... love, love
Love... love... love, love

Ooh love
Heaven... heaven
Heaven... heaven
Heaven...

Love... love... oh love

Heaven... heaven
You want heaven
Heaven in your heart

Heaven...heaven
You want heaven
Heaven in your heart

Heaven in your heart

Heaven...heaven
You want heaven
The sun, the moon, and the stars

Heaven... heaven... heaven...

Slave to the wet nurse
Never give her hers
Slave to the creature
The great teacher
Slave to the noun
Slave to sound
Slave to the homes
Say baby home bottom

Slave to time
Slave to dime
Slave to chocolate
Slave to the apocalypse
Slave to talking
Slave to bow
Slave to the one
And a make at home gun

Slave with religion
Slave with recession
Slave to get out
Or go fishing
Slave to the rubber
Slave to the wife
Slave to the Polish
And the polacks

Slave to heather
I'll slave to honey
Slave to the things
You can't buy with money
Slave to truth
Slave to tooth
Slave to the ground
On your sweet youth

Slave to momentum
Moving on a fake talk
Eat your bitter
Like it on momento
Slave to sugar
Slave to sweetness
Slave to...
Incompleteness

Slave to the suck and
Flow of the tide
Slave to the mouth
Open wide
Slave to coke
I slave to cola
Slave to the heavy burden
Nicola

Slave to religion
I'll slave to Rome
Slave to the thought of
Returning home
Slave to Friday
Through to Sunday
Slave to swallow
All of Monday

Slave to the back
To welcome in the bones
Slave to the whispers
And moans
Slave to the rhythm
Losing control
Slave to wine
Wanting it all...

Big... big black
Big... big black
Hole
Big... big black
Hole
Big... a big black
Hole
Hairy hole

Big black, hey
Big black, hoo ha yeah
Big black
Hoo
Big black
Hole, God, big hole
Big black
Hole, hey, big hairy hole
Big black
Big black
Hole
Big...

20 anos de Achtung Baby: Dias difíceis em Berlim

Em novembro deste ano se comemora os 20 anos de existência do álbum Achtung Baby, do U2.
Antes disso, mais precisamente no dia de hoje, a comemoração é pelo aniversário da seguidora do blog e grande fã do U2, Andrea!
Achtung Baby é o álbum preferido da aniversariante, e para celebrarmos em dose dupla, aí está uma matéria sobre o inicio dos trabalhos desta obra prima do U2!
Bono: "Nunca tínhamos deixado que o grupo usasse a palavra bebê em uma letra. Ela não constava no vocabulário do U2. Surge 27 vezes em Achtung Baby, sendo a razão do título. Nunca ninguém fez essa ligação. Embora me pareça obvia: atenção à criança! Os bebês estão logo na primeira canção, ‘Zoo Station’: I’m ready to say, I'm glad to be alive/ I'm ready, I'm ready for the push..."
Bono tinha escrito muita coisa na turnê Lovetown pela Austrália, enquanto tentava sobreviver à diferença do fuso horário. Passou o verão organizando tudo. Era preciso pôr um ponto final em muita coisa. Gravaram algumas demos no STS Studios. “Who’s Gonna Ride Your Wild Horses’ parecia promissora. Havia uns indícios de ‘Until the End of the World’, ‘Even Better Than the Real Thing’ e ‘Mysterious Ways’. Por isso, a banda seguiu para Berlim pensando: ‘Bom, apesar das músicas não estarem completamente escritas, temos umas coisas aqui, outras ali e tudo irá se arranjar. E estavam completamente enganados......
O U2 chegou em Berlim na noite da reunião oficial da Alemanha, no dia 3 de outubro de 1990, num vôo da British Airways, o último vôo noturno que pousou na Alemanha do leste, na noite em que a mesma deixou de existir.
Estava decorrendo muitas celebrações. Nas ruas cheias de gente, os integrantes da banda se misturaram em uma multidão gigantesca que parecia não estar se divertindo muito. Pensaram: “Esses alemães não sabem celebrar. Parecem todos carrancudos. Essa deveria ser a melhor noite de suas vidas”. Depois perceberam que estavam na festa errada. Tinham entrado em uma marcha de protesto organizada pelo Partido Comunista.
Dennis Sheehan, o diretor da turnê, descobriu umas casas de hóspedes em que os dignitários de Berlim Ocidental costumavam ficar. Então o U2 ficou hospedado na Villa Brezhnev. Bono dormiu na cama do antigo presidente da URSS.
Quando acordou, Bono não conseguia lembrar-se de onde estava. Ele pensou ter ouvido alguém no andar de baixo. Ele rastejou para fora da cama em busca de um copo d'água, na maior ressaca, e desceu para o porão. Enquanto estava lá de pé, vestindo apenas uma camiseta suja, ouviu o barulho na maçaneta. Alguém estava invadindo a casa.
Sem calças, ele caminhou silenciosamente escada acima e viu que os intrusos já tinham entrado. Lá estava uma família de alemães. Bono perguntou o que estavam fazendo ali, e um velho alemão muito bravo respondeu:
- Esta é minha casa.
- Esta casa não é sua, é minha – retrucou - Eu a aluguei.
- Onde estão os donos da casa? A casa não é sua.
- Mas afinal, o que você quer? Esta casa é nossa. É melhor irem embora senão chamo a policia.
Mas ele respondeu:
- Essa casa era do meu pai. Essa cara era da minha mãe. Essa casa é MINHA!
Bono então percebeu que o velho tinha atravessado a fronteira para retornar à casa onde nasceu e que lhe fora confiscada pelos comunistas. Bono então tentou dar um jeito na situação, escondendo com as mãos suas partes que estavam à mostra: “Vamos combinar o seguinte. Acho que já entendi tudo e se voltar daqui algumas horas, posso lhe mostrar a casa. Mas nesse momento estou nu e os outros estão dormindo”. Foi um início absolutamente surreal para Achtung Baby.
O U2 mudou-se para o hotel dos deputados do Parlamento da Alemanha do Leste, que ficava em frente a um edifício imundo onde se hospedava o parlamento, denominado Palácio Socialista. Era um hotel muito esquisito. Os soldados tiveram que desligar as câmeras de segurança da KGB e varrer os percevejos dos quartos. Havia prostitutas passeando pelo lobby tentando organizar algum câmbio de moeda. O hotel era muito frio.
A banda se reuniu no estúdio de gravação Hansa, não muito longe do Muro de Berlim. Eles tinham algumas demos gravadas num pequeno estúdio de Dublin no último verão, mas Larry e Adam não achavam aquelas canções particularmente boas. A atitude deles era: Nós tentamos o máximo criar alguma coisa em Dublin, agora tentamos em Berlim; vamos admitir que não está dando certo. Bono continuou tentando criar algo à partir de uma faixa chama "Who's Gonna Ride Your Wild Horses" que os outros prefeririam jogar no vaso sanitário. Eles tinham as bases para músicas chamadas "Acrobat," "Real Thing," "Love is Blindness," e "Tryin' to Throw Your Arms Around the World." Bono e Edge não abriam mão de um refrão: "It's alright, it's alright, it's alright/ She moves in mysterious ways," apesar do Edge continuar mudando a música em torno dele até achar alguma coisa que valia a pena para fazer uma canção.
As sessões no Hansa rastejavam em frente, com Berlim ficando mais escura e fria.
Edge chegou uma tarde e lá estava Daniel Lanois no estúdio, tocando guitarra e cantando, desesperadamente tentando que uma música nova chamada "Down All The Days" soasse como o antigo U2 do Joshua Tree.
Uma noite, eles estavam lutando com uma faixa chamada "UltraViolet" e não estavam indo a lugar algum. Edge achou que a música precisava de outra seção e foi para o piano, na sala grande, para voltar com um 'middle eight'. Após tocar por um tempo, ele obteve dois trechos possíveis e não tinha certeza de qual seria melhor para a música. Ele voltou para a cabine de controle, pegou uma guitarra acústica, e tocou os dois para Lanois e Bono verem qual eles preferiam. Eles disseram que os dois soavam muito bem - como seria se os dois fossem colocados juntos?
Edge foi para o estúdio e começou a tocar as duas partes juntas, uma depois da outra. Larry e Adam o seguiram com a bateria e o baixo. Bono foi para o microfone e começou a improvisar uma letra e uma melodia: "We're one, but we're not the same - we get to carry each other, carry each other."
A banda tocou a nova música por uns dez minutos. "Is it getting better," cantava Bono, "or do you feel the same? Is it any easier on you now that you've got someone to blame?" Edge sentiu como se de repente tudo estivesse se juntando. Eles foram para a cabine e ouviram o playback com um alívio próximo a alegria. Pela manhã seguinte eles tinham gravado "One", uma música tão forte como eles jamais haviam escrito. Ela apareceu para eles toda pronta e apareceu fácil, como um presente.
"One" representou o ponto de virada para o U2.

quinta-feira, 21 de julho de 2011

The Million Dollar Hotel: The Director's Chair

Feitas para promover a trilha sonora do filme 'Million Dollar Hotel', essas cadeiras dos diretores são muito difíceis de se encontrar, pois só os jornalistas do Reino Unido receberam elas.
Lançadas em março de 2000, as cadeiras trazem estampadas a arte do título 'The Million Dollar Hotel' na parte de trás.

U2 realiza em East Rutherford uma das últimas apresentações da turnê 360°

O U2 fez um dos últimos shows da turnê 360°. A apresentação aconteceu em East Rutherford, Nova Jersey.
Originalmente, este show tinha sido marcado para ser a última apresentação da turnê 360°. Mas a banda teve que reagendar uns shows por causa da lesão de Bono no ano passado, e mudaram alguns itinerários.
Estiveram presentes no New Meadowlands Stadium alguns convidados, como Bruce Springsteen, Patti Scialfa e Salman Rushdie.
No setlist, nenhuma grande surpresa. Magnificent foi tocada em sua versão original e a canção Out Of Control foi a escolhida para fechar a apresentação, que teve mais duas horas e meia de duração e 26 músicas tocadas, em vez das 24 normais.
Restam apenas três shows para o fim da turnê 360°...........

quarta-feira, 20 de julho de 2011

30 Seconds To Mars grava clássico do U2 para o programa MTV Unplugged

A banda estadunidense '30 Seconds To Mars' gravou o Acústico MTV, misturando composições próprias e covers.
Juntamente com um coral gospel, fizeram uma performance da canção 'Where The Streets Have No Name', do U2.
A gravação aconteceu em maio e contou com a participação de fãs convocados pelo twitter no mesmo dia.
O curioso é que o vocalista Jared Leto cantou a música sem a última parte, assim como o U2 faz desde 1987 quando tocaram a música pela primeira vez ao vivo. A única vez que Bono cantou este trecho final fora do estúdio, foi durante a gravação do videoclipe da canção, onde o U2 fez um show surpresa no telhado da Liquor Store, em Los Angeles.
A parte final que está na versão de estúdio da canção é:
It's all I can do
Our love turns to rust
We're beaten and blown by the wind
Blown by the wind
Oh, and I see love
See our love turn to rust
We're beaten and blown by the wind
Blown by the wind
Oh, when I go there
I go there with you
It's all I can do

Gravação IEM de 'Every Breaking Wave'

Gravação estéreo IEM de Bono da canção 'Every Breaking Wave', feita no show do U2 em Helsinki, Finlândia, no ano de 2010, pela turnê 360°. Foi a primeira performance da canção ao vivo. Sua versão de estúdio permanece inédita.
A música está cotada para ser o primeiro single do próximo álbum do U2, previamente intitulado de 'Songs Of Ascent'.
'Every Breaking Wave' é uma sobra de estúdio do álbum 'No Line On The Horizon', lançado em 2009. Brian Eno revelou que ela foi cortada do lançamento apenas para reduzir o tempo do álbum.
Bono comentou: 'uma canção grandiosa, com sintetizadores brilhantes influenciados por OMD e por música eletrônica antiga'. "Você não ouve bandas indie tocando um soul branco [como este]."


Every breaking wave
On the shore
Tells the next one there’ll be one more

Every gambler knows
That to lose
Is what you’re really there for

Somewhere else, fearlessness
Now I’m speaking to an answer phone
Like every silent leaf
On the breeze
Winter wouldn’t leave it alone

Ay hey now
Ay hey now

I don’t know if I’m that strong
I don’t know if I’m that strong
Don’t know if I’m that strong
To be somebody
To need someone

Every sailor knows that the sea
Is a friend made enemy
Every shipwrecked soul
Knows what it is
To live without intimacy
I thought I heard the master’s voice
It’s hard to listen while you preach

Like every broken wave
On the shore
This was as far as I can reach

Ay hey now
Ay hey now

I don’t know if I’m that strong
I don’t know if I’m that strong
Don’t know if I’m that strong
Got to be somebody
To need someone

The waves know
We’re on the rocks
Drowning is no sin

You know
That my heart
Is the same place yours has been

We know
The fear of winning
So we end before we begin

The waves know
We’re on the rocks
Drowning is no sin

You know
That my heart
Is the same place yours has been

We know
The fear of winning
So we end before we begin
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IEM'S são dispositivos utilizados por músicos, engenheiros de som e audiófilos para ouvir sua música ou ouvir uma mixagem personalizada trabalhada de vocais e instrumentos de palco para performances ao vivo ou em um estúdio de mixagem.

Bono explica a origem de 'Silver And Gold'

Na performance da canção 'Silver And Gold' no filme-concerto "U2 Rattle And Hum", Bono explica ao público a origem da canção que foi lançada primeiramente como uma canção solo de Bono, e que depois se tornou um Lado B do U2:

"Sim, prata e ouro... Esta música foi escrita em um quarto de hotel na cidade de Nova York na época em que um amigo nosso, Little Steven, estava preparando a gravação do disco Artists Against Apartheid *. Esta é uma música escrita sobre um homem em uma favela nos arredores de Johannesburg. Um homem cansado da discriminação da África do Sul branca. Um homem prestes a se armar contra o seu opressor. Um homem que perdeu a fé nos pacificadores do ocidente, enquanto eles discutem e enquanto eles falham em apoiar um homem como o bispo Tutu e seu pedido de sanções econômicas contra a África do Sul. "

* Artists Against Apartheid: Artistas Conta o Apartheid foi um projeto desenvolvido pelo ex-guitarrista da E-Street Band (banda de apoio de Bruce Springsteen), Steven Van Zandt (também conhecido como Little Steven), e pelo produtor Arthur Baker em 1985. Uma compilação que contou com a presença de inúmeros artistas, entre eles: Bono, Bob Dylan, Miles Davis, Jimmy Cliff, Peter Gabriel, Bonnie Raitt, Bruce Springsteen, Lou Reed, Keith Richards, Charlie Watts e muitos outros. O objetivo era protestar contra a política do Apartheid na África do Sul e pela situação de presos políticos, como Nelson Mandela. A idéia inicial do projeto era lançar apenas uma canção acústica chamada “Sun City”, mas como alguns artistas ofereceram outras canções, eles acabaram lançando um álbum completo.

Como uma canção......

Inicialmente, o U2 concebia War como um soco inglês na face do novo pop que estava florescendo na Inglaterra no início dos anos 80. Mas era também como dois dedos saudando os auto-denominados conhecedores que tinham intensificado seus ataques ao U2 como sendo muito dignos e sinceros, de longe, mas não reais roqueiros. “Eu acho que ‘Like A Song’ era direcionada aos críticos que não sabiam sobre o que fazíamos, que achavam que não éramos punks o suficiente”, Bono relembra. “Isso é um assunto que aparece repetidas vezes porque as pessoas realmente se apaixonam por essa coisa de rebeldia. Isso é um clichê”.
“Isso fez algum tipo de sentido nos anos 50 e 60. Contra o conservador pano de fundo, aquela atitude punk tinha algum significado. Agora um monte desses querem vestir-se”. A raiva de Bono nem sempre é bem articulada na música em si. “Eu não acho que eu tenha o tom de voz certo”, ele observa. Mas ele acerta na mosca, pelo menos uma vez, em identificar o egoísmo no cerne da postura rock ‘n’ roll. “Quando os outros precisam do seu tempo, você diz que é tempo de ir”, ele acusa. A banda faz muito barulho, retumbante e impressionante, mas no final ‘Like A Song’ continua a ser apenas isso. Como uma canção.....

Agradecimento: Rosa - U2 MOFO

O primeiro cover comercial de uma canção do U2

Uma curiosidade: o primeiro cover comercial de uma canção do U2 foi feito pela roqueira escocesa Barbara Dickson, que gravou uma versão de "Pride (In The Name Of Love)", em seu LP chamado After Dark, em 1987.

terça-feira, 19 de julho de 2011

The Late Show with David Letterman (presenças de Bono, Edge e parte do elenco de Spider-Man 'Turn Off The Dark') - Vídeos

Os vídeos completos das performances de Bono, Edge e parte do elenco de 'Spider-Man 'Turn Off The Dark', no programa 'The Late Show with David Letterman', que foi exibido na noite de 18 de julho nos EUA.
Foi a primeira vez que a canção "A Freak Like Me Needs Company", de autoria de Bono e Edge, foi apresentada na TV:


Spider-Man 'Turn Off The Dark': "A Freak Like Me Needs Company"


Bono And Edge: "Stuck In A Moment You Can't Get Out Of"

Jacó lutou contra o anjo e o anjo foi derrotado

Na canção 'Bullet The Blue Sky' do U2, uma linha fala: "Jacob wrestled the angel/And the angel was overcome".
Este trecho é sobre uma passagem bíblica de Genesis 32:24: "ficando ele só; e lutava com ele um homem, até ao romper do dia".
O nome Jacó ou Jacob deriva do latim Iacobus, que por sua vez é uma latinização do nome hebreu Ya'akov, que significa literalmente "aquele que segura pelo calcanhar".
De fato, sabe-se que Jacó teria nascido segurando o calcanhar de seu irmão gêmeo Esaú.
Quando Jacob atravessou o rio que marcava a fronteira da Palestina, um anjo o interpelou dizendo que ele não podia passar, impedindo Jacob de entrar na "Terra Prometida". Então Jacob luta com o anjo, que é o "símbolo das lutas" que o povo hebraico, introduzido na Terra Prometida, iria travar com o próprio Deus.
Jacob então, na luta pela fidelidade, acaba convencendo Deus que o fez ser herdeiro da bênção divina. Jacob recebeu diretamente de Deus um nome significativo: ”Eu te abençoarei daqui para a frente. Por serdes forte contra Deus, serás forte por Deus: Serás chamado 'Israel'!”

Ishani D.D

Bono e Edge participaram do programa 'The Late Show' com David Letterman

Na noite de ontem, foi exibido o programa 'The Late Show' com David Letterman, onde Bono e Edge do U2 foram os convidados.
Três segmentos completos do programa tiveram o apresentador conversando com a dupla do U2 sobre a turnê 360°, a lesão de Bono e o musical "Spider-Man: Turn Off The Dark".
O vocalista e o guitarrista do U2 fizeram uma performance musical acústica da canção "Stuck In A Moment You Can't Get Out Of". Isto aconteceu durante uma conversa sobre composições, onde Edge puxou um violão de trás de sua cadeira para iniciar a performance da música.
Bono explicou para Dave que a canção foi composta para Michael Hutchence, o falecido vocalista da banda INXS. Bono ainda revelou que o baterista Larry Mullen à chama de 'canção afeminada'.

O programa ainda teve a presença do elenco do musical de 'Spider-Man'. Eles apresentaram uma performance de "A Freak Like Me Needs Company".
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