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segunda-feira, 9 de abril de 2018

Áudio: uma versão instrumental de "American Soul"


O site U2 Songs (antigo U2 Wanderer), está completando 23 anos de existência e escreve em uma postagem:

Aqui está um compartilhamento especial por nós para comemorar o nosso aniversário esta semana, a próxima turnê, e mais diversões que estão por vir.
Uma versão instrumental anteriormente inédita de "American Soul"!
Coloque seus próprios vocais. Ou apenas cante "Volcano" ou "Glastonbury"! E siga o nosso canal do YouTube quando você terminar de ouvir!

30 Anos de 'Rattle And Hum': os protótipos da Paramount Pictures para o poster do filme


O disco e filme 'Rattle And Hum' estão completando 30 anos de existência! No site de leilão Ebay, apareceu um material muito raro e interessante de 1988.
Obras 24" x 36" da Paramount Pictures/Public Eye Art Studios . Protótipos para o poster e artes do filme, incluindo uma serigrafia com assinatura à lápis de um artista desconhecido (lápis inferior direito), art boards originais, notas, fotocópias e faxes com notas e correções, peças de arte de lay-over e pelo menos 100 ou mais negativos originais de todas as formas e tamanhos. Incrível!!!





Áudio de uma versão re-equalizada de "Hold Me Thrill Me Kiss Me Kill Me"


Na capa do álbum 'Zooropa', de 1993, podemos ver diversas letras que formam palavras inelegíveis. Elas estão entre as letras que ficam atrás das estrelas amarelas.
As letras em roxo são partes de títulos de várias músicas que o U2 estava trabalhando na época das gravações. A Linha 4 é: ISSMEKILL. Seu título original era "Hold Me, Thrill Me, Kiss Me, Kill Me".
Essa faixa foi escrita nas sessões de gravação, mas não apareceu no álbum porque "não tinha guitarra nela".
Entre as férias após o disco 'Zooropa' e a gravação do disco 'Original Soundtracks 1' dos Passengers, o U2 concordou em contribuir com a gravação de uma canção inédita para o filme 'Batman Forever' em 1995, e eles só aceitaram isso porque eles sabiam que não iriam ser levados à sério.
The Edge explica como surgiu o convite para a gravação da canção: "Nós estávamos descansando naquele momento, separados, quando uma pessoa do nosso escritório ligou e disse que alguém de Hollywood estava produzindo o novo filme do Batman e que gostaria muito que o U2 participasse da trilha sonora. Bono então telefonou de volta e disse: "A gente ainda está pela cidade, então vamos fazer algo".
Fomos pesquisar nossas sobras de estúdios e outtakes e achamos algo do disco 'Zooropa', "Hold Me Thrill Me Kiss Me Kill Me", umas partes de guitarra. E então trabalhamos nela e chegamos no resultado final. Foi bastante rápido."
O produtor da faixa foi Nellee Hooper.
O fã do U2 e seguidor Bruno Medeiros, que vem trabalhando e disponibilizando para os fãs os álbuns da banda em uma experiência diferente de audição para estas obras, está trabalhando em 'Zooropa', para comemorar os 25 anos de seu lançamento, e que ele disponibilizará em breve na íntegra.
Sendo assim, Bruno nos oferece para audição uma versão re-equalizada digital de "Hold Me Thrill Me Kiss Me Kill Me", a canção que surgiu nas sessões de 'Zooropa', mas foi regravada e lançada somente dois anos depois para a trilha sonora de 'Batman Eternamente'
A arte da capa também foi criação de Bruno.

CLIQUE AQUI PARA A VERSÃO RE-EQUALIZADA

Por trás da almofada de Frida Kahlo que encantou Bono na passagem do U2 por São Paulo


Quando o U2 esteve em São Paulo em Outubro de 2017, a banda em um final de tarde de sexta feira, foi a pé até uma sessão de fotos em um bar na região central da cidade. Havia alguns trechos de interdições e trânsito por conta da tradicional 'Peruada' dos alunos de Direito da USP.
A chegada da banda ao Drosophyla Bar causou furor entre os fãs. Lilian Varella, proprietária do estabelecimento, disse que publicações de Bono no Instagram deram pistas aos fãs. "Ele postou uma foto de uma almofada que temos aqui nos sofás do bar e o pessoal chegou aqui perguntando se era o bar que tinha a almofada", relatou ela.


O site A Vida No Centro escreve que o artista plástico Flammarion Vieira, cujo ateliê fica no Anhangabaú, levou um susto quando soube que uma almofada sua, a Frida psicodélica, tinha viralizado na rede por meio de uma foto no Instagram do U2. A foto foi tirada no Drosophyla Bar, na Nestor Pestana.


Chegando ao bar, Bono se encantou com a almofada com o rosto da pintora mexicana, e postou a foto. Para Flammarion, foi o reconhecimento máximo de um trabalho que vem fazendo há 12 anos, espalhando a imagem de Frida Kahlo em obras como almofadas, jogos americanos, quadros, guarda-chuvas e caixas, além de joias inspiradas nas cores e formas usadas pela artista mexicana e objetos mais exclusivos, como uma grande caixa, com um busto, um colar cheio de simbolismos, e um álbum com colagens que remetem a passagens na vida da artista mexicana.


A pintora entrou em sua vida há uns 25 anos, quando ainda morava em Brasília e leu um texto sobre ela. "Fiquei fascinado e comecei a pesquisar sobre a vida dela, uma mulher muito forte que sempre viveu muito apaixonada", conta Flammarion. Casada com o muralista Diego Rivera, com quem teve uma relação tumultuada e cheia de casos extra conjugais, ela também sofreu com problemas de saúde a vida inteira: teve poliomielite quando criança e nunca se recuperou totalmente das fraturas que sofreu durante um acidente de ônibus, aos 18 anos.
"Por isso a almofada foi batizada de Frida Psicodélica, em alusão aos remédios fortes que ela tomava para combater a dor", conta o artista. Muitas de suas obras já foram vendidas em Paris, onde tem amigos e para onde viaja com frequência para expor as peças.

A sua almofada da Frida fez muito sucesso com o U2. O que você sentiu quando viu a foto da almofada no Instagram do U2?

A minha amiga, Lilly, dona do Drosophyla, me mandou mensagem contando. Fiquei muito feliz, mandei uma mensagem direta para ele agradecendo, que talvez ele não vá ver nunca. Aí teve matéria na Globo, eu pensei: poxa, eles gostaram mesmo. A única coisa que eu achei chato foi que não citaram meu nome. Podiam ter citado: é do Flammarion Vieira, ele é artista plástico. Mas só de gostarem já estou muito feliz. Isso é o mais importante.


domingo, 8 de abril de 2018

Rapid Exteriors nos primeiros discos do U2


O single de "Another Day" do U2, lançado apenas na Irlanda em 1980, traz em sua contracapa, uma arte feita por Bono. Os créditos do compacto indicam que a arte é de Bono, e que o layout é obra de Rapid Experiors.


Estes créditos de Rapid Exteriors aparecem também nos discos 'Boy' e 'October', e no single de "A Day Without Me".

Rapid Exteriors é Steve Averill, designer das capas do U2, que também era conhecido como Stephen Rapid. Ele assinou seus primeiros créditos de design sob este nome de Rapid Exteriors.
Músico punk de Dublin, designer gráfico, jornalista e vocalista original do Radiators From Space, a amizade de Steve com o baixista Adam Clayton levou a todos os trabalhos de design nos projetos internacionais do U2.
Steve sugeriu o nome U2. Adam perguntou se ele estaria interessado em ser o empresário do grupo, mas ele rejeitou por causa de seus outros compromissos. Mas ele manteve contato com o grupo e, em 1980, ele foi contratado para o design da capa de 'Boy' e por quase 40 anos esteve envolvido na concepção de produtos U2 com suas empresas, até ter se aposentado na AMP Visual.

sábado, 7 de abril de 2018

Os bastidores da passagem do U2 pelo Centro de São Paulo


O sociólogo Tom Dwyer, professor da Unicamp, é marido da proprietária do Drosophyla Bar, Lilian Malta Varella, e foi um dos anfitriões do U2 na passagem do grupo pela cidade na sexta feira, 20 de Outubro de 2017 (os dois aparecem na foto acima). Neozelandês de origem irlandesa, ele conta neste texto, que escreveu para o projeto A Vida no Centro, como foi a passagem do grupo pelo centro de São Paulo. E sobre o que ficaram conversando enquanto os irlandeses tomavam uma cerveja no bar da Rua Nestor Pestana.
Em São Paulo os integrantes do U2 demostraram mais uma vez sua afinidade com as regiões centrais das cidades e metrópoles. Na cidade para a turnê The Joshua Tree, no primeiro dia de folga que tiveram na capital paulista, na sexta-feira, dia 20 de outubro, passaram uma boa parte do dia na região central da cidade, na República.
Poucos sabem, mas Bono e The Edge são donos de um patrimônio histórico no centro de Dublin. Quando compraram o Clarence Hotel, em 1992, toda a região de Temple Bar estava em processo de recuperação de uma forte degradação urbana. Restauraram o hotel, montaram um belíssimo bar no subsolo e assim contribuíram com a recuperação da região, que hoje virou a principal opção de lazer na capital irlandesa para dublinenses e turistas.
Adam Clayton, o baixista do grupo, escolheu para almoçar a premiada Casa do Porco. Almoçou com um dos mais importantes artistas plásticos do mundo Ai Wei Wei – que tinha vindo a Sampa para a Mostra Internacional de Cinema.
O Edifício Copan – projetado por Oscar Niemeyer na década de 1950 e tombado pelo patrimônio histórico em 2012 – foi escolhido para uma canja e uma sessão de fotos. Os integrantes do U2 subiram até o terraço, de onde se avista toda a parte central da maior cidade no hemisfério sul, assim como o espigão da Avenida Paulista, o vizinho Terraço Itália, o Edifício Matarazzo e a Serra da Cantareira. Bono me contou que, lá do alto, ouviram as batidas de uma festa em algum lugar! Tocaram música e tiraram fotos até anoitecer.
Quando desceram uma van estava esperando para levá-los a outro patrimônio do centro, o Bar Drosophyla, na rua Nestor Pestana, para tomar umas cervejas e mais uma sessão de fotos. Porém, a festa que tinham ouvido lá do alto estava ainda a pleno vapor (era a Peruada, festa da Faculdade de Direito do Largo de São Francisco), causando engarrafamentos e a viagem de 10 minutos de van arriscava se transformar em uma viagem de uma meia hora. Explicamos ao chefe irlandês da equipe de segurança, que aguardava no bar, que se tratasse de qualquer ministro, embaixador ou chefe de estado que não fosse brasileiro, iríamos sugerir que fossem a pé do Copan até o bar. Dissemos que, ao contrário da má fama, a área era bastante segura, que tinha policiamento e excelentes estatísticas de segurança pública. Assim, o U2 abandonou a van e caminhou – Bono resolveu brincar que estava perdido e filmar tanto na Avenida São Luis quanto na Rua Nestor Pestana, o que rendeu mais que meio milhão de 'likes' no Instagram da banda. Ao chegar no Drosophyla, saiu uma enxurrada de questões sobre a época de construção, os materiais e as madeiras usadas, e observações que só quem já restaurou um edifício histórico faria. Finalmente o U2, que tinha feito parte de nossas vidas, estava na 'nossa casa', muito anos depois da gente ter visitado o Hotel Clarence e o bar deles em Dublin! Agradecemos jocosamente a reciprocidade da visita, tomamos cervejas e eles começaram a intercalar sessões de fotografias com questionamentos sobre a política brasileira, sobre ser dono de bar, nossas relações com Irlanda, e outras tantos assuntos. Foi tudo tão gostoso que a visita acabou se esticando além do tempo previsto…. Felizmente não perguntaram sobre os subsídios que o governo municipal ou federal deu para nosso esforço de restauro (ao contrário da política na Irlanda, nós não tivemos nenhuma ajuda!). Muito simpáticos, inteligentes e sem nenhuma frescura, a impressão que ficou é de que compartilhamos vários dos mesmos valores – a valorização dos centros das cidades (apesar de todos seus problemas), o patrimônio histórico, o belo, uma boa conversa, uma geladinha (a brasileira Cerpa no caso) e a vida! E também o rock n roll!

Os displays da Universal Music Brasil para promover o lançamento de 'Songs Of Experience' do U2


A Lastudio é uma empresa de comunicação visual integrada que atua há mais de 18 anos no mercado carioca. Oferecem soluções que unem gráfica digital, impressão em grandes formatos, cortes em router e estrutura própria de instalação e produção.
Com grande experiência e equipamentos de última geração a Lastudio é, reconhecidamente, uma das mais completas empresas de comunicação visual do Rio de Janeiro.
Um de seus clientes é a Universal Music Brasil, que encomendou displays para promover o lançamento de 'Songs Of Experience' do U2!
Foram colocados em lojas de vendas de música.

sexta-feira, 6 de abril de 2018

Morre Dave Kavanagh, agente do U2 na Irlanda nos primeiros anos


Nos primeiros anos do U2, a banda tinha um agente na Irlanda chamado Dave Kavanagh. Seu nome aparece nos créditos do single de "Another Day", de 1980: "Agency: Dave Kavanagh 714855"
Ele foi entrevistado também para a publicação 'North Side Story', para os assinantes do U2.COM
A Hot Press informa que Dave, uma das figuras centrais da indústria da música irlandesa nos últimos 40 anos ou mais, faleceu. Ele era o presidente executivo do The Liffey Group.
Dave Kavanagh começou no mundo da música em 1975, e foi agente do U2 quando a banda iniciou na Irlanda. Ele passou a gerenciar o Clannad, a quem ele levou para o sucesso internacional com músicas como "Harry's Game" e "In A Lifetime", um dueto com Bono.
Ele lançou o selo Celtic Heartbeat com o empresário do U2, Paul McGuinness, que lançou mais de vinte artistas irlandeses nos EUA. O principal sucesso da gravadora foi o CD Riverdance, que vendeu mais de 4 milhões de cópias.

Lars Ulrich e Noel Gallagher conversam de uma paixão mútua: o U2


Lars Ulrich, baterista do Metallica, tem um programa na rádio online Beats 1, da Apple Music. É chamado de It's Electric!, e Noel Gallagher recentemente foi o convidado para discutir o seu material solo, o processo de composição, os planos futuros, o Oasis.
A Apple Music revelou trechos do programa que será transmitido em todo o mundo no final desta semana.
Em um tópico, Lars e Noel falam de uma paixão mútua: o U2!

Lars: Uma coisa que eu e você conversamos com frequência quando nos encontramos, é que nós somos membros de carteirinha do fã clube U2, e Bono, e todo processo criativo, tudo o que eles fazem. Você esteve em turnê com eles algumas vezes, você é uma espécie de infiltrado lá dentro. Me conte sobre seu relacionamento com eles, não só de estar em turnê, ou bebedeiras. Conte sobre aviões privados e o restante, o que eles fazem, a música e o que eles representam para você.

Noel: Vou te levar ao próximo nível. Bem, eu tenho sido um fã deles desde o segundo álbum. Eles são de longe a minha banda favorita ao vivo de sempre, para sempre. Eles revolucionaram muitas vezes, eles foram para trás e para frente, para cima e para baixo, de todas as maneiras, para o lado, de cabeça para baixo, e ainda permanece aquele algo em um disco, pode ser uma música, que você ouve e pensa: "caralho...."
Neste novo disco há uma canção chamada "The Showman", que é demais.

Lars: Há alguma coisa específica que você aprendeu com o U2, tirou deles, algo significativo para o que você faz?

Noel: O orgulho com o qual eles tem feito suas coisas, e não tomam isso como garantido, eles apenas vão e fazem o que tem que ser feito. Eles nunca desistem de uma ideia. Eu estive no estúdio com eles, eles vão perseguir uma ideia por semanas, e eu captei isso, eles são realmente muito bons amigos, eles são os responsáveis por algumas das minhas canções favoritas que eu já ouvi na vida, algumas sobre fé. "Where The Streets Have No Name", acho que na primeira noite da turnê que fui com eles, na noite anterior que ocorreu a passagem de som, em um estádio vazio, e quando essa música entrou, que é um dos melhores momentos de um show ao vivo, estavam lá algumas pessoas empurrando carrinhos, equipamentos, essas coisas, e você olha e ainda ela transmite aquele sentimento.
Tem pessoas que não sentem amor pelo que fazemos. Então eu meio que desisti de defendê-los. A Inglaterra, eu não dou mais a mínima sobre o que eles pensam sobre eles, foda-se."

Produtor Andy Barlow utilizou monitores de áudio Genelec nas gravações de 'Songs Of Experience' do U2


O produtor Andy Barlow usa os monitores de áudio Genelec há duas décadas e o investimento mais recente foi feito para s co-produção de 'Songs Of Experience', o mais recente álbum do U2.
Entre os equipamentos utilizados pelo Genelec está um par de monitores 8030, outros dois 1238 e um conjunto complementar de monitores coaxiais de 3 vias 8331 da série The Ones, para usar como um sistema móvel e misturar onde for necessário.


Barlow, que trabalha com a Sound Distribution, o distribuidor Genelec no Reino Unido, instalou o novo 1238 no estúdio de Brighton. "É onde eu fiz a maior parte do meu trabalho de mixagem no ano passado, como no álbum do U2".
Ambos os monitores 1238 e 8331 se beneficiam da tecnologia SAM da Genelec, que permite que Andy use o software de calibração GLM para otimizar o comportamento de cada monitor para seu próprio ambiente acústico pessoal.
Para o álbum do U2, Andy diz: "usamos os grandes monitores 1238CF em um estúdio improvisado dentro da Embaixada do Canadá em Dublin (Strathmore House). Eu estava na frente da casa de Bono, em uma sala grande que precisava de toda ajuda acústica que pudéssemos conseguir. O 1238 e o uso do software GLM foram muito úteis nesse sentido. O álbum foi feito principalmente em lugares como este, mansões, hotéis e locais deste tipo. O único estúdio real que usamos foi o de Rick Rubin, o estúdio Shangri-La em Malibu, onde há um par de 8050."
Os monitores Genelec 8351, que também pertence à família The Ones, foram instalados em uma sala menor da Embaixada.


Do site: www.digitalavmagazine.com

U2 disponibiliza single digital de "Get Out Of Your Own Way (Acoustic Version)"


O U2 disponibiliza no iTunes e em plataformas de streaming um single digital de "Get Out Of Your Own Way (Acoustic Version)", gravada ao vivo, com apenas 2 minutos e 56 segundos de duração. 
A performance foi gravada no programa Che Tempo Che Fa da Itália em 2017.
Com isso, se espera que em breve a banda enfim libere a versão do videoclipe da canção gravada no México em Outubro de 2017, que permanece arquivada.

CLIQUE PARA A CANÇÃO

Fã disponibiliza uma remasterização alternativa de 'Achtung Baby'


O fã do U2 e seguidor Bruno Medeiros, que trabalhou anteriormente em masterizações alternativas para os discos 'POP' e 'The Joshua Tree' e disponibilizou em formato digital para audição aos fãs dos álbuns, acaba de disponibilizar mais um álbum deste seu projeto, muito pedido pelos fãs: 'Achtung Baby'!
Bruno diz que seu objetivo é "deixar as músicas mais vivas, altas, mais limpas e marcantes de se ouvir", e assim se fornece uma experiência diferente de audição!
Lembrando que é uma versão apenas para audição, e quem desejar ter o álbum pode adquirir as versões lançadas oficialmente pelo U2.
Bruno criou também a arte para sua remasterização, e inseriu uma bônus track!

CLIQUE AQUI PARA A REMASTERIZAÇÃO ALTERNATIVA

"Assim como o POP e o THE JOSHUA TREE, minha prioridade foi polir da melhor forma possível as músicas: tanto a voz do Bono quanto os instrumentais, a percussão e a harmonia - destacar os vocais, deixar mais vivo as faixas (mais limpas e marcantes), com novos elementos e sem perder a identidade de cada uma. É como se fosse uma versão atualizada do disco. O Achtung Baby levei um mês e meio para concluir.
Elevei o som do disco, deixei mais destacados e claros os vocais e percussão das faixas - em especial a bateria. A minha remasterização priorizou não apenas o destaque/avivamento das músicas, mas também dobrá-las de peso e deixá-las num tom marcante e forte de se ouvir - então trabalhei basicamente com cada instrumento isolado e depois com a voz.
Destaques para One (a qual agora você ouve alguns vocais que praticamente sumiam na música), o destaque do riff principal de Until The End Of The World (junto dos vocais de apoio do Bono depois do bridge da faixa), a intro mais marcante pra Who's Gonna Ride Your Wild Horses (e a voz do Bono que fiz questão de destacar), So Cruel (que deixei bastante marcante a bateria e a guitarra), The Fly (a qual dei bastante ênfase as duas vozes do Bono/ Fat Voice-The Fly Voice, e destaquei toda a experimentação do U2 nessa música), a nova intro pra Tryin' To Throw Your Arms Around The World, a intro mais marcante e com a voz mais clara em Ultra Violet (Light My Way) e principalmente Acrobat (essa última eu trabalhei primeiro na bateria/percussão isoladas dos demais instrumentos/voz e dei um destaque especial e maior, algo marcante e seco, e a voz do Bono que deixei num tom mais alto de se ouvir - fundi tudo isso e virou esse mix visceral que vocês ouvirão)."

01 Zoo Station

02 Even Better Than The Real Thing

03 One

04 Until The End Of The World

05 Who's Gonna Ride Your Wild Horses

06 So Cruel

07 The Fly

08 Mysterious Ways

09 Tryin' To Throw Your Arms Around The World

10 Ultra Violet (Light My Way)

11 Acrobat

12 Love Is Blindness

13 Who's Gonna Ride Your Wild Horses (Maxi Single 2018 Version - Alternate Mix)

quinta-feira, 5 de abril de 2018

Segredos Revelados: Chris Vrenna conta como foi o escolhido pelo U2 para fazer o 'Tomb Raider Mix' de "Elevation"


Chris Vrenna é um músico americano. Produtor, engenheiro, remixer, e fundador da banda eletrônica Tweaker. Vrenna tocou também bateria para o Nine Inch Nails de 1989 a 1997.
Vrenna teve a oportunidade de trabalhar em um remix para o U2 quando a banda foi convidada para retrabalhar a música "Elevation" para a trilha sonora do filme Tomb Raider.
"Eu acho que eles tinham quatro ou cinco pessoas diferentes fazendo remixes. Eu recebi um telefonema um dia e a pessoa disse: 'Ei, o U2 amou sua mixagem e eles querem trabalhar com você. No entanto, todas essas novas partes que você adicionou, a banda quer que sejam eles tocando. Eles querem recriar isso sozinhos. Como está a sua agenda? Você pode ir ao estúdio com eles por dois dias?' Eu disse: 'Você me diz quando eu estarei lá. Eu não me importo se vou me casar no dia, eu estarei lá'.
Junto com toda a equipe e The Edge, a música foi regravada. "Foi a única vez na história de um remix que a banda teve um remix e depois usou como base para refazer a música".

O único show na Popmart Tour que aconteceu em uma Arena e com o palco incompleto


No dia 17 de Fevereiro de 1998, pela 4° perna da turnê Popmart (Resto Do Mundo), o U2 tocou no Burswood Dome em Perth, Austrália.


Foi o show mais intimista da jornada, o único que aconteceu em uma Arena. A maior parte do gigantesco palco coube no local, exceto o palito gigante e a azeitona gigante. Haviam cadeiras em frente ao palco para o público se sentar.
Willie Williams comentou em seu diário: "O Dome tem apenas 17.000 lugares e nosso palco praticamente preencheu o local antes mesmo do público entrar. Um homem tem que se perguntar por que investiríamos tanto tempo e esforço para viajar metade do mundo para tocar aqui, mas geralmente é melhor não perguntar. O show desta noite foi bem quieto. Comparado a 70.000 chilenos loucos que nos apresentamos, 17.000 pessoas respeitáveis daqui ​​não poderiam reproduzir o barulho do público ao qual nos acostumamos. O prédio era tão pequeno que inspirou Bono a pular do palco e correr em volta de todo o público durante "I Will Follow". Ele pode ser um cara engraçado às vezes. De qualquer forma, o público parecia estar se divertindo, então saímos apenas nos sentindo felizes por estar aqui e não em um avião."
Após o show, a banda deu uma entrevista para o The Australian. Bono disse: "Fiquei um pouco assustado. Fizemos algumas perguntas e descobrimos que alguns ingressos nas primeiras filas custaram US $ 300. Isso fede e nós estamos bravos com isso. Mas o resto eu achei ótimo".

A origem da frase que Bono utilizou na letra de "Pride (In The Name Of Love)"


Através de suas redes sociais, o U2 lembrou os 50 anos da morte de Martin Luther King Jr, com uma pintura de Bono trazendo uma versão sua da bandeira norte americana, as cores, os símbolos que representam COEXIST, e parte da letra de "Pride (In The Name Of Love)" que foi escrita para MLK. A postagem traz a frase: '... Um sonho grande o suficiente para caber em todo o mundo... #MLK50 '


Bono escreveu o trecho da letra de "Pride (In The Name Of Love)" na pintura, e repetiu duas vezes a frase "free at last"! Na letra da canção, ela aparece apenas uma vez.
Bono retirou isso de: "Free at last, Free at last, Thank God Almighty, I'm Free at last" (Finalmente livre, Finalmente livre, obrigado, Deus Todo-Poderoso. Finalmente sou livre).
As palavras foram popularizadas pelo Rev. Dr. Martin Luther King Jr. no final do discurso que é hoje conhecido como "I Have A Dream" que ele deu durante a Marcha de 1963 em Washington.



Na realidade, são as palavras de uma antiga canção de escravos, que estão gravadas na lápide de mármore que ornamenta o túmulo de Martin Luther King Jr.


"Free At Last" é o nome da canção. O primeiro exemplo dessa música (1907) foi documentado pelo colecionador afro-americano John Wesley Work Jr. (também conhecido como J. W. Work I). Este espiritual foi "evangelizado", ou seja, cantado em estilo evangélico.
Espirituais (ou espirituais negros) são geralmente canções cristãs que foram criadas por afro-americanos. Os espirituais eram originalmente uma tradição oral que transmitia valores cristãos ao mesmo tempo que descrevia as dificuldades da escravidão.
Embora os espirituais fossem originalmente canções monofônicas (uníssonas) desacompanhadas, eles são mais conhecidos hoje em arranjos corais harmonizados. Este grupo histórico de músicas exclusivamente americanas é agora reconhecido como um gênero distinto de música.
Naquele discurso de 1963, Martin Luther King Jr. referiu-se a "Free At Last" como "o velho espiritual negro".
Joan Baez e Al Green gravaram versões da música.





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