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sábado, 27 de junho de 2020

U2 disponibiliza versão remasterizada de versão estendida de "The Wanderer"


A faixa "The Wanderer", presente em 'Zooropa' de 1993, traz Johnny Cash nos vocais.
Uma versão alternativa da canção aparece na trilha sonora do filme 'Faraway So Close!', estendida, com um verso extra na letra:

I went out walking
Down that widening road
Where no one's trusting no one
And conscience, a too heavy load

Esta versão agora foi disponibilizada na coletânea 'Easy Rider: The Best Of The Mercury Recordings', de Cash.
Em um box set também lançado chamado 'Johnny Cash: The Complete Mercury Studio Recordings (1986-1991)', a faixa é encontrada como faixa bônus no álbum 'The Mystery Of Life'.
A faixa foi remasterizada pelo engenheiro Kevin Reeves no UMG Studios em Nashville a partir das fitas master originais.
Para a trilha sonora originalmente a faixa foi masterizada para que "The Wanderer" ficasse mais alta e causou distorção.
A nova versão para esta coletânea foi masterizada em um volume mais baixo e não há esse problema.
O U2 disponibilizou esta versão em seu canal no YouTube:



Agradecimento: U2 Songs

Bono revela que 'Heartland' é o nome do filme de Anton Corbijn que documenta a 'The Joshua Tree Tour 2017' e que o U2 tocou a música pela primeira vez nas filmagens


O site U2 Songs escreve que a próxima edição da Q Magazine foi elaborada como uma edição final da revista. No momento em que estava sendo editada, pensava-se que a revista não sobreviveria, e toda a edição deveria ser um encerramento.
A revista, no entanto, tem evitado falar em cancelamento (por enquanto) e a edição final será lançada na próxima semana.
A Q Magazine optou por dar a palavra final na revista a Bono, realizando uma nova entrevista com ele. E nessa entrevista, ele revela algumas informações interessantes sobre o próximo filme de Anton Corbijn, 'Heartland', que documenta a 'The Joshua Tree Tour 2017'.
"Quando foi a última vez que você foi a Joshua Tree?"
Bono: "Há alguns anos, filmamos uma peça com Anton Corbijn para o filme 'Heartland' e tocamos a música do U2 "Heartland" pela primeira vez ao pé de uma das grandes yuccas. E no filme, Patti Smith recita o poema de Allen Ginsberg "America" ​​quando a banda chega a Joshua Tree de ônibus. É um lugar mágico e místico. Eu tenho um amigo músico irlandês que me contou que teve experiências com extraterrestres por ali".
Rumores sugeriam que o filme seria lançado este mês, mas com os cinemas fechados no mundo, atualmente não está programado nada, apesar de ainda ter um plano de lançamento.
Na entrevista, Bono fala sobre as alegrias da videoconferência no Zoom com coquetéis, conversando por telefone com Matt Damon, a última vez que ele foi chamado de Paul, a última vez de uma foto com alguém, a última vez que riu até chorar ("com meus filhos"). Ele também compartilha que é assinante da Q Magazine, lê no iPad e diz à revista que sentirá falta dela.
A nova edição da Q Magazine será lançada na próxima semana nas bancas do Reino Unido. A revista também apresenta uma ótima foto de Bono e Elton John, tirada em 2004 como parte da seção "Freeze Frame", e uma história do escritor Tom Doyle, na qual ele discute uma história da Q Magazine, onde viajou com o U2 para Manhattan, entrevistando-os alguns dias depois que eles terminaram de gravar 'POP'.

Nota do blog: na foto promocional no deserto, Adam e Edge estão caminhando com violões e Larry com uma única caixa. Assim a versão tocada ao pé da árvore no deserto foi acústica.

Boate Barbarella no Rio De Janeiro que o U2 visitou, anuncia fim das atividades


A tradicional boate Barbarella Boite, em Copacabana, Zona Sul do Rio, anunciou o encerramento definitivo das atividades após 44 anos em funcionamento. A decisão foi antecipada na coluna de Ancemo Gois, em O GLOBO. Um dos inferninhos mais famosos da cidade, o clube da Rua Ministro Viveiros Castro foi imortalizado numa das canções do cantor Cazuza e recebeu os músicos do U2, em 1998. A Barbarella é mais um dos estabelecimentos que não sobreviveram à Covid-19.


"Tal decisão foi tomada devido aos imensos danos causados pela pandemia e pela crescente dificuldade de se manter um negócio do nosso ramo tanto antes, agora e depois da pandemia", informa a nota de esclarecimento publicada no Instagram da boate, que lamenta o anúncio: "Aqui o nosso pesar e o nosso muito obrigado", conclui.
No Google, o comunicado faz um agradecimento: "Agradecemos a todos os colaboradores, do passado e do presente, que ajudaram a construir esta empresa, tornando-a um ícone na noite carioca. Agradecemos também aos prezados frequentadores e inestimáveis clientes, que nestes 44 anos de existência tivemos o imensurável prazer de conhecer e atender. A todos, nossa final reverência."
A boate havia suspendido as atividades no dia 16 de março deste ano, logo após o início da pandemia de coronavírus e seguindo as medidas determinadas pelas autoridades de saúde responsáveis.
Sem um reluzente letreiro em néon e com uma fachada bem mais discreta, a Barbarella seguia como um dos poucos remanescentes redutos do entretenimento adulto no Rio de Janeiro. Nos últimos anos, clientes lamentavam o fim dos shows grandiosos de samba e dos espetáculos eróticos, restando apenas a presença de go go girls.
Na música "Só As Mães São Felizes", Cazuza canta: "Já frequentei grandes festas nos endereços mais quentes / Tomei champanhe e cicuta com comentários inteligentes mais tristes que os de uma puta no Barbarella às 15 pras 7". A canção, de 1985, cita ainda outras famosas festas e boates da região, como a Val Improviso e a Alaska.
Em 1998, quando estiveram no Rio para o caótico show no Autódromo de Jacarepaguá, na Zona Oeste, os músicos do U2 estiveram na Barbarella. Na ocasião, cinco dançarinas deram um show particular para o baterista Larry Mullen Jr. ao som de "New Year's Day". Ele estava acompanhando de amigos e, ao sair pelos fundos da boate, enquanto fãs esperavam na porta da frente, houve tumulto.


Originalmente, Barbarella é um filme franco-italiano de ficção científica estrelado pela atriz Jane Fonda, em 1968, e dirigido por Roger Vadim. Realizado num estilo de comédia erótica, ele é baseado nas histórias em quadrinhos da heroína Barbarella, de Jean-Claude Forest.

sexta-feira, 26 de junho de 2020

Fotógrafo Andrew Macpherson conta como aconteceu a icônica capa de Bono e Christy Turlington para a Vogue UK em 1992


O fotógrafo Andrew Macpherson trabalhou com o U2 por mais de duas décadas, onde seus trabalhos foram utilizados em capas das mais conceituadas revistas.
Um trabalho marcante é a edição da Vogue UK de dezembro de 1992, em que Bono está na capa como The Fly, junto a Christy Turlington.
Andrew conta: " Eu os conheci em Boston [durante a turnê do ZooTV] quando eu estava escrevendo uma história para eles na Vogue inglesa, era uma história combinada de moda e música.
Na verdade, a Vogue me telefonou e disse: "Você quer fotografar o U2 no estúdio?" E eu disse: "Sim, tudo bem, mas não seria mais divertido fazer algo mais incomum? Se temos uma banda assim, por que não saímos em uma turnê com eles e a transformamos em uma história de moda?"
E eles disseram: "Ok, vamos fazer isso". Eles disseram: "Bom, nós vamos perguntar à banda", e eles perguntaram e a banda concordou, então eu saí em turnê por algumas semanas com eles e, quando eles vieram para Nova York, fizemos uma história fashion com Christy Turlington, que é ainda grande amiga de todos os membros da banda. Eu acho que de várias maneiras esse foi o tipo de sessão que apresentou esses dois mundos - a música e as supermodelos".

Man With A Mission: o momento extremamente embaraçoso de um membro da segurança do U2 na turnê de 'The Joshua Tree' em 1987


The Joshua Tree Tour, 1987. Quatro membros da equipe que viajam com o U2 são da equipe de segurança. Isso inclui um inglês, John Clark, e três americanos, Bob Vein, Jim Singleton e Mike Andy.
Longe de serem 'guarda-costas' ou 'seguranças', esses cavalheiros garantem que a banda possa encontrar pessoas sem nenhum perigo que, especialmente em situações de muita gente, as coisas poderiam ficar fora de controle.
99% das vezes, as coisas correm bem, mas assim como todos nós, às vezes eles podem cometer erros.
Al Leeds, na Inglaterra. Mike "Crocodile 'Andy estava de pé ao lado do palco durante a tarde do show no estádio Elland Road.
A banda de abertura The Fall estava no palco na época e Mike viu uma multidão de pessoas se aglomerando em volta de uma figura vestindo um chapéu preto e óculos de sol. Percebendo que a multidão estava pedindo autógrafos, Mike pensou: "Ahh não, Bono vagando por conta própria novamente" e correu para se certificar de que tudo estava bem.
Ao se aproximar, Mike percebeu que, embora essa pessoa se parecesse muito com Bono, não era Bono. Então, Mike pensou:" É um sósia de Bono!", e era compreensível, divertido.
Ele foi até a figura que estava sorrindo dando autógrafos e tirou o seu chapéu. Com certeza, não era Bono, então Mike disse: "O que você acha que está fazendo? Saia daqui, agora". O não Bono resmungou, pediu desculpas e saiu dali.
Um pouco mais tarde, Mike viu a figura novamente. Desta vez, ele estava no palco - cantando! A figura de óculos e chapéu era Wayne Hussey, o vocalista da banda inglesa The Mission, que era a outra banda de abertura naquele dia!
Foi extremamente embaraçoso para Mike Andy ir pedir desculpas a Wayne, depois do show. Felizmente, ele achou tudo muito divertido.


The Edge revela que ele pode detectar diferenças entre o público em shows do U2


The Edge revelou em 2001 que durante as turnês do U2, ele notou que ele pode detectar diferenças entre o público, que a história da banda em qualquer território se reflete em como o setlist tocado é recebido.
"Às vezes, você está tocando para um público que sabe que acabou de conhecer a banda e simplesmente não a conhece.
E, às vezes, você pode estar tocando para um público que perdeu completamente 'Zooropa' ou 'POP'. Ou eles cresceram na fase de 'The Joshua Tree' ou 'War'. Diferenças sutis como essas podem resultar em shows diferentes".
O conforto do U2 em reconsiderar o passado se refletiu em 'All That You Can't Leave Behind'. The Edge disse que o disco reconcilia o inicial, sério e ocasionalmente estridente de seu trabalho, que culminou com 'The Joshua Tree', com o estilo pós-moderno mais irreverente de 'Achtung Baby', 'Zooropa' e 'POP'.
The Edge falou na época: "Talvez esse seja o passo adiante neste álbum, para podermos ter a liberdade de ter um humor ao lado de músicas que são muito sinceras, e os dois realmente se equilibram".
Enquanto eles encontraram um equilíbrio entre seriedade e irreverência em 'All That You Can't Leave Behind', Edge disse que o tom mais leve foi uma reação à maneira como eles se viram retratados na mídia.
"Sentimos que durante o período 'Joshua Tree' da banda, estávamos nos tornando essas caricaturas de nós mesmos, não da maneira como nos conectamos com nossos fãs ao vivo, mas a mídia interpretou sobre o que a banda era e maneira que reflete sobre as músicas", disse ele.
"Os verdadeiros fãs da banda entenderam o equilíbrio; "Party Girl" tocada com "Bullet The Blue Sky". Havia uma verdadeira mistura. No entanto, parecia começar a desvalorizar nosso trabalho. As pessoas só podiam ver um lado do que fizemos. Isso inspirou nossa mudança de direção, incluindo algumas abordagens líricas mais irônicas e mais cautelosas; dando um passo para trás e escrevendo ao redor disso, em vez de acertá-lo entre os olhos, que foi a nossa abordagem por tanto tempo. Agora nos sentimos livres para fazer as duas coisas, escrever muito diretamente às vezes e depois escrever sobre assuntos, se as músicas e o assunto exigirem".

Integrantes do U2 patrocinam grupo de capital privado que investirá em empresas de tecnologia na Irlanda


O grupo de capital privado VentureWave Capital, com sede em Dublin, fechou a primeira rodada de captação de recursos para um fundo de € 100 milhões que investirá em empresas de tecnologia na Irlanda.
Entende-se que o fundo arrecadou mais de € 20 milhões inicialmente, com seus patrocinadores incluindo Adam Clayton e The Edge. Espera-se que tenha participações estratégicas em cerca de 15 empresas irlandesas com alto potencial de crescimento e escala.
Os níveis de investimento variarão ao longo do tempo de 1 milhão a 25 milhões de euros, e o fundo terá como alvo empresas de tecnologia baseadas em nuvem em setores como educação, saúde, alimentação e agricultura, energia e meio ambiente.
Uma segunda etapa do financiamento está em andamento, com negociações em andamento com instituições, indivíduos de alto patrimônio líquido e escritórios familiares para obter financiamento adicional.
Chamado Impact Ireland, o novo fundo está buscando investimentos que "gerem retorno para a sociedade e para os investidores". Ele apoiará "empresas com fins lucrativos que também avançam nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU".
A VentureWave Capital é liderada pelo presidente Alan Foy e pelo sócio-gerente Kieran McLoughlin, que deixou o cargo de CEO da The Ireland Funds em 2018 em Nova York.
Seu conselho consultivo global é presidido pela ex-chefe da taoiseach Enda Kenny, e seus apoiadores incluem Adam Clayton e The Edge, o presidente da Ireland Funds, Eugene McQuade, e Anne Heraty, cofundadora e diretora executiva do recrutador CPL Resources, e Stanley Quek, que lidera uma empresa de desenvolvimento imobiliário em Cingapura.
Kenny disse que o fundo seria um "poderoso corpo de defensores para desenvolver a próxima geração de empresas irlandesas de sucesso e acelerar o impacto que elas terão".
McLoughlin disse que o fundo espera fazer seus primeiros investimentos este ano. "Estamos em diálogo ativo com várias empresas de investimentos em oleodutos em potencial e estamos confiantes em construir grandes empresas da Irlanda com escala e ambição globais", disse ele.
O fundo é membro da Global Impact Investing Network, com sede em Nova York, e diz que é o primeiro signatário irlandês dos Princípios Operacionais para Medição de Impacto da International Finance Corporation do Banco Mundial, que mede o benefício social dos investimentos.

quinta-feira, 25 de junho de 2020

Bono gosta dos fãs do U2?


"Você gosta dos fãs do U2?", foi uma pergunta feita para Bono no final da década de 1980. Ele respondeu:
"Sim, eu me casei com uma. Um dos meus melhores amigos é outro. Todos estes fãs que querem nos dizer algo enviam cartas e nós lemos as cartas mais interessantes. Eu costumo pegar aquelas das pessoas que dedicaram muito tempo nisso.
Eu acho que fãs reais do U2 têm uma ideia muito clara do que nós somos. Provavelmente, mais clara do que nós.
O que eu amo sobre muitos fanzines do U2 é que eles gostam também das imperfeições da banda, eles amam o lado mais fraco do U2, como também o lado mais forte.
Eles apreciam nossas falhas, elas desfrutam dos erros que cometemos tanto quanto de nossos sucessos".

The Edge explica um dos motivos de algumas músicas do U2 nunca terem sido tocadas ao vivo, ou apenas uma ou duas vezes terem entrado em setlists


Em entrevista após o lançamento de 'All That You Can't Leave Behind' de 2000, The Edge disse que colocar músicas em shows do U2 é calculado no processo de gravação de um álbum.
"Nós temos um teste de estrada que é muito vigoroso, e a resposta está sendo muito boa. Nosso melhor material sempre funciona melhor ao vivo do que no disco.
Uma música nossa que depende de sua produção em estúdio para funcionar, geralmente é uma música que tocaremos uma ou duas vezes e nunca tocaremos novamente.
Neste álbum, é fascinante ver quantas músicas ganharam vida própria. Ao vivo, elas estão realmente se desenvolvendo novamente, mesmo depois de termos finalizado elas para o registro.
Acho que poderíamos tocar facilmente todo o disco. É improvável que o façamos, mas é esse tipo de álbum ... Eles meio que têm uma força. Suponho que a simplicidade em seu núcleo tenha sido cuidadosa para garantir que eles tivessem essa estabilidade para ser tocado ao vivo".

U2 vem gravando conteúdo para o lançamento em breve da U2X Radio


Do site U2 Songs:

Em dezembro passado, durante um show em Saitama, no Japão, o U2 anunciou que se juntaria à SiriusXM Radio para hospedar um canal dedicado ao U2, chamado U2X Radio, no sistema de rádio por satélite, disponível para os assinantes norte-americanos da SiriusXM, bem como para os usuários do Pandora nos Estados Unidos.
No momento do anúncio no ano passado, foi informado de que a estação estrearia no meio do ano em 2020. O anúncio foi feito no final de 2019, quando a SiriusXM preparava suas apresentações financeiras de fim de ano para os investidores e deu à empresa um grande anúncio para incluir com os resultados fiscais do final do ano. O anúncio antecipado também permitiu que a banda começasse a trabalhar na estação tranquilamente, sem se preocupar com as notícias da estação vazando, quando alcançaram colaboradores externos. Parece que a estação estava trabalhando para estar pronta para esta época do ano desde o início, e ao que parece a pandemia não atrasará esta estreia.
A data de lançamento deve ser anunciada nas próximas semanas e a data de estreia da estação está próxima. Os membros do U2 estiveram ocupados durante a quarentena gravando novos conteúdos para a estação, incluindo discussões sobre a história da banda, entrevistas, programas em que a banda será o DJ e apresentará sua própria música favorita, além de recursos onde o U2 vai mudar as coisas e eles vão entrevistar as pessoas em seus canais de rádio. Pode até haver algum envolvimento dos fãs. A banda está explorando caminhos para compartilhar algumas dessas novas peças de conteúdo fora do canal, que seriam limitadas aos assinantes do SiriusXM.
Quando a estação estiver pronta para entrar no ar, ela contará com conteúdo U2 o tempo todo.
As recentes tentativas dos fãs de entrar em contato com a SiriusXM sobre uma data em que a estação irá ao ar resultaram na confirmação de que a estação será lançada em 2020 e estão dizendo aos fãs para ficarem atentos a novos anúncios.
Recentemente, canais como The Spectrum e First Wave têm mencionado que o canal U2X está a caminho, mas, novamente, nenhuma data de estreia foi fornecida no momento.
Um comercial da estação que foi ao ar com uma retransmissão da performance do Apollo disse: "No final deste ano, a banda lançará seu novíssimo canal SiriusXM, o U2X Radio, com músicas do U2, histórias e músicas escolhidas a dedo por Bono, Adam, Larry e The Edge".
O burburinho para a nova estação aumentou nas últimas semanas, tanto nas estações atualmente no ar quanto entre as notícias e rumores recebidos.
Em 2018, o U2 tinha uma estação limitada na SiriusXM, intitulada 'The U2 Experience'. A estação, originalmente planejada para 30 dias de programação, foi estendida por um segundo mês devido à popularidade. Durante esse período, a emissora tocava músicas do U2 o tempo todo, incluindo lados b e faixas de álbuns, incluindo faixas de lançamentos apenas de fã-clubes. Um especial gravado apenas para o canal envolveu Larry Mullen e Joe O'Herlihy, sentando-se para uma discussão para relembrar a história da banda. A estação também patrocinou um concerto exclusivo no Teatro Apollo e transmitiu o programa no ar alguns dias após o show.

U2 compartilha vídeo de mulheres irlandesas cantando canção do The Cranberries e fã lança campanha para ajudar "One" a alcançar um bilhão de visualizações no YouTube


O U2 postou em suas redes sociais: "Não mexa com mulheres irlandesas, na verdade não mexa com mulheres. Dolores teria adorado isso ..."
E então a banda compartilhou um vídeo de uma versão de "Dreams" do The Cranberries pelo Irish Women In Harmony, alguns dos músicos mais talentosos da Irlanda, reunindo mais de 200 milhões de streams no Spotify. Todos os lucros obtidos com o lançamento da versão de "Dreams" serão enviados para a Safe Ireland.



Falando em Cranberries, uma fã do U2 chamada Valerie (conhecida no Twitter como @U2Partygirl5) lançou uma nova campanha para ajudar a banda a se tornar a próxima banda irlandesa a atingir o marco de um bilhão de visualizações no YouTube, após o sucesso do The Cranberries com "Zombie" em abril. Como parte de sua campanha #OneToABillion, Valerie está incentivando outros fãs do U2 a levar "One" à meta de um bilhão até o 30º aniversário de 'Achtung Baby', em 18 de novembro de 2021.
"Eu sabia que o vídeo de Phil Joanou para "One" tinha cerca de 93 milhões de visualizações, então essa parecia a melhor opção", disse ela à Hot Press. "É uma grande questão, mas os fãs do U2 são apaixonados e generosos. Seria maravilhoso para Bono, The Edge, Adam e Larry se pudéssemos fazer isso. Nossa maneira de agradecer a música e tudo mais".
Atualmente, o vídeo de "One" tem mais de 93,9 milhões de visualizações no YouTube - portanto, são necessários menos de 906,100.000 visualizações para alcançar esse objetivo.

quarta-feira, 24 de junho de 2020

2020 e as linhas assustadoras em canções do U2


"Breathe", 2009. Em uma linha, Bono escreveu: "some new Asian virus" (algum novo vírus asiático).
Bono começa citando a data de 16 de Junho nesta linha.
Curiosamente, em 16 de Junho de 2009, três meses após o lançamento do disco, havia uma pandemia de gripe A (H1N1) na Ásia.
Bono no encarte de 'Songs Of Experience' de 2017, escreveu: ".... mas você não pode interditar o ar porque ele carrega um vírus".
A linha de "Breathe" e a linha do texto de Bono em 'Songs Of Experience' se tornaram atuais mais uma vez em 2019/2020, mas de uma maneira bem mais assustadora, com a pandemia global do novo Coronavírus do vírus asiático.
Também em "Breathe", a linha: "I can breathe (Eu consigo respirar).
Impossível não lembrar do homem negro George Floyd, que em vídeo, imobilizado, dizia "I can't breathe" (Eu não consigo respirar) e essa frase se tornou marcante no dia 25 de maio após a ação policial em Minneapolis. Sua morte gerou uma onda enorme de protestos contra o racismo e a violência policial nos Estados Unidos.
Em "Bullet The Blue Sky" de 1987, a linha: "In the locust wind (No vento de gafanhotos).
Uma nuvem de gafanhotos se aproxima do sul do Brasil e deixou um rastro de plantações destruídas pelo Paraguai e Argentina. A praga está há meses assolando parte da África, do Oriente Médio e Sudeste Asiático, regiões já vulneráveis.
Em "Where The Streets Have No Name", também de 1987, a letra traz: "I see the dust-cloud disappear without a trace / We're beaten and blown by the wind trampled in dust" (Eu vejo a nuvem de poeira desaparecer sem deixar vestígios / Nós fomos vencidos e soprados pelo vento, esmagados em poeira).
Uma gigantesca mancha opaca encobre há dias parte do Oceano Atlântico. Nas imagens capturadas por satélites, uma nuvem marrom que vai da África até o Caribe cobre os tradicionais azul e branco vistos por satélite.
Esse é um sinal inequívoco de que uma nuvem de ar do Saara — uma massa de ar muito seco e com poeira do deserto africano — se move em direção às Américas. Alguns especialistas chamam ela de "nuvem de poeira Godzilla". Se trata de um fenômeno recorrente a cada ano, mas que parece ter se intensificado em 2020.

Patti Smith fala sobre a honra em estar no 'Hall Da Fama Do U2'


No Rock'n'Roll Hall Of Fame Awards 2005, Larry Mullen pontuou a influência de Patti Smith no U2 como uma banda jovem e disse que ela estava no Hall Da Fama Do Rock N Roll do U2.
Patti respondeu: "Isso significa mais para mim do que o reconhecimento do próprio Hall Of Fame, porque o reconhecimento de colegas e músicos é o que realmente importa.
É uma honra ser reconhecida por essas instituições, mas ser dito que estou no 'Hall Da Fama Do U2' é realmente especial, estar no Hall Da Fama Do Povo é tudo o que precisamos. E eu me sinto muito tocada por isso.
Na verdade, não se percebe esse impacto na época e nem se pensa nisso. Nunca percebi com sinceridade que tivemos algum impacto nesses grupos mais jovens e, quando os ouço, são tão fortes e têm qualidades únicas que certamente não vejo comparação, mas acho que se fizemos alguma coisa para inspirar esses grupos ou dar coragem ou ajudá-los a não se sentirem sozinhos, então fizemos nosso trabalho".

The Edge faz revelações sobre as gravações de lados b para os singles de 'Rattle And Hum'


Em Dublin no ano de 1989, The Edge contou sobre as gravações que o U2 estava fazendo para servir de lados b de singles do disco 'Rattle And Hum':

"Não existe um dia comum. Todo dia é diferente. Há muitas coisas pequenas acontecendo - pequenas em comparação de fazer turnê pelo mundo - como o planejamento do nosso próximo videoclipe, olhando para o trabalho dos diretores e falando com eles, e ao mesmo tempo sentado ao telefone conversando sobre um remix acontecendo em LA de "Love Comes To Town".
É com o mesmo produtor Louis Silas Jr. que fez o remix de "Desire" e ele também fez um de "God Part II".
Normalmente, nos reunimos como uma banda pelo menos duas vezes por semana para planejar o que vamos fazer - como agora para o videoclipe e também nos remixes para decidir os edits.
Os b-sides estão praticamente sob controle. Decidimos no início do ano que tentaríamos tirar todos os lados b do caminho porque, como sempre, no final do álbum, essa era a última coisa em nossa mente. Então, invariavelmente, isso significa voltar ao estúdio, como fizemos em janeiro.
Decidimos que trabalharíamos em alguns covers porque nunca fizemos isso antes - gravamos um monte de versões covers. Passamos cerca de cinco dias no estúdio e foi muito divertido tocar algumas das músicas antigas que sempre quisemos tocar.
Maria McKee veio e cantou conosco. Foi uma daquelas sessões realmente sem pressão e acho que conseguimos algumas coisas boas como resultado. Fizemos de tudo ou qualquer coisa, realmente: uma versão do velho clássico "Unchained Melody". Uma versão de "Dancing Barefoot" de Patti Smith. Uma versão daquela velha canção soul "Everlasting Love" - nem sei quem a escreveu - e isso vai explodir algumas cabeças. Fizemos cerca de oito gravações, mas algumas delas são demais. Um par de clássicos antigos soul com Maria que podem ou não ver a luz do dia dependendo de como elas soarão quando trabalharmos nelas.
"Dancing Barefoot" certamente será lançada no single, e "Unchained Melody" e "Everlasting Love" estarão no segundo single.
"God Part II" - o remix - provavelmente será um lançamento em single, mas será parte de um pack com um dos próximos dois lançamentos, uma faixa bônus.
Como a música em sua concepção é baseada em torno de uma batida de bateria eletrônica sólida, sentimos que ela realmente deveria ser tratada de uma forma dub-dance. É um ótimo remix e fizemos um cut e colocamos algumas discursos políticos de Martin Luther King - apenas pequenas frases, nada extenso. Também tivemos um pouco de JFK - quase inaudível - e um pouco de John Lennon, já que a música se chama "God Part II" e sentimos que seria correto tê-lo representando.
No remix de "Desire", usamos alguns noticiários da TV - o que quer que estivesse sendo transmitido naquela noite - e em "When Love Comes To Town" estamos usando alguns trechos de uma rádio gospel".

Por dentro do Underworld da ZOOTV - Parte III


Debaixo do palco da ZOOTV, em uma área conhecida como Underworld, um valor legal de oito milhões de dólares em equipamento de vídeo era presidido por Dave Lemmink, engenheiro chefe de vídeo. Ela era o cara que tinha que fazer o sonho do U2 realmente funcionar, noite após noite.
"É praticamente um seqüenciador visual, como os seqüenciadores musicais disponíveis agora com MIDI. Assim, podemos clicar em telas individuais com o mouse, em qualquer lugar nas três telas grandes ou nos quatro Vidiwalls que compõem as superfícies de projeção. Podemos escolher qualquer seção da tela e direcionar uma imagem para isso. Dessa forma, podemos ter várias imagens em cada tela. Podemos dividir o número de quadrados que são feitos ... cada um desses quadrados [na tela do computador ] representa um dos cubos do Digiwall, portanto, temos acesso instantâneo a todos esses dados e em tempo real.
Os controles de roteamento nos permitem rotear as 24 entradas principais para o sistema, câmeras, laserdisc, player tapes e feeds por satélite. E direcioná-las para as diferentes saídas - existem mais de 200 saídas no sistema e a qualquer momento as entradas podem ser roteadas para qualquer uma das saídas. Portanto, você notará que certas músicas, como "The Fly", terão a mesma coisa projetada em todas as telas, em oposição a uma música como "Desire", na qual você vê até sete laserdiscs em telas diferentes.
E há a nossa página de controle de mídia. É aqui que realmente controlamos os laserdiscs e player tapes. O que podemos fazer é atribuir um número de frame para que possamos iniciar um frame específico, terminar em um frame específico, executar uma sequência, executar um loop, apenas executar um segmento, parar ou congelar em uma imagem específica. Tudo isso é pré-programado nas pistas que compõem o show. O que fazemos é construir essas pistas, pegá-las e transformá-las em efeitos. E para a qual usamos efeitos são essencialmente músicas, para que, a qualquer momento, possamos pular de uma música para outra e exibir as pistas associadas. Também temos uma interface SMPTE que é travada no teclado, gerando código de tempo SMPTE.
O que acontece é que o The Edge tem um gatilho MIDI, que inicia seu seqüenciador MIDI, que gera o código de tempo SMPTE no qual travamos. Para certos segmentos - novamente, "The Fly", que é uma música muito síncrona - vamos travar na música MIDI. Há algumas outras músicas onde no meio do caminho começaremos uma sequência, e ela automaticamente assumirá o controle. Assim que a banda chegar a essa seção, ela executará essas pistas. Se a banda demorar algum tempo nessa seção, não estamos executando gráficos antes.
Durante "Numb", por exemplo, você verá os visuais em segundo plano, realmente acontecendo e emitindo ruídos. Um pouco de hardware está envolvido nisso: carregamos conosco 486-66s, o que é realmente de alta tecnologia no que diz respeito aos computadores pessoais. A diferença é que todos eles são montados em racks de 19 polegadas! É o mesmo PC que você compra em uma loja, personalizado para a estrada. É realmente o que chamamos de sequenciador visual, onde podemos sequenciar visuais como você faria com sequências musicais".
As sequências em si, com imagens de noticiário, animação, gráficos e uma montagem caleidoscópica de imagens de televisão, foram produzidas por Ned O'Hanlon e dirigidas por Maurice Linnane, em conjunto com vários produtores da MTV e do próprio Brian Eno. O desafio, desde o início, era encontrar os meios tecnológicos para expressar ideias visuais e musicais em um fluxo, que necessariamente leva em conta tanto o caos da cultura da mídia quanto o improviso de uma banda de rock.
As soluções, cortesia de Dave Lemmink e sua equipe, fazem mais do que enfrentar esse desafio: elas oferecem um modelo de expressão interativa e multimídia que pode servir a toda uma geração.
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