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terça-feira, 28 de junho de 2016

Adam Clayton explica a narrativa na turnê iNNOCENCE + eXPERIENCE do U2


Adam Clayton recentemente participou de um chat com Chris Beachum, o editor do canal Gold Derby. Ele contou sobre os ensaios e a gravação dos shows da turnê iNNOCENCE + eXPERIENCE em Paris, para a transmissão na HBO.
Quando perguntado sobre o processo de escolher as antigas e as novas canções para o compor o espetáculo, Adam explicou:

"É complicado, a dificuldade é porque há muito material que tem lugar no show, e nós começamos decidindo quais canções do novo disco iríamos tocar, e nós queríamos tocar 10 faixas do novo álbum, mas decidimos juntos o que estava faltando nos nossos shows ao vivo, o que poderíamos encaixar, portanto nós sempre olhamos para 6 ou 8 faixas para tocarmos ao vivo do último registro, e depois, gradualmente, trazer o material mais antigo de volta para dar sentido. As vezes, há uma parte narrativa dentro do set, de modo que canções de certos períodos fazem mais sentido. Com este show, era uma narrativa sobre de onde viemos, de Dublin, quando tínhamos a inocência em nossa adolescência com 18 anos de idade, quando nos juntamos na banda. Bom, na verdade isso foi aos 16 anos, e nós fizemos nossa primeira gravação aos 18 anos de idade.
Estávamos realmente olhando para o lugar de onde viemos, e por isso há aquela única luz em cima de nossas cabeças para as primeiras canções do show, que é algo muito parecido com o punk, aquela energia, e foi a maneira que começamos o show, e na sequência a narrativa entra no relacionamento e os principais eventos particulares na vida de Bono, a morte de sua mãe, e Cedarwood Road, onde ele cresceu, seus amigos, e em seguida, é uma espécie de primeira metade do show, e então nós temos aquela coisa de ter de seguir em frente, e voltamos para o material de 'The Joshua Tree' e 'Achtung Baby'.
Depois de passar por aquele novo material, que lida com a inocência que tínhamos naquela época em Dublin, e como Dublin nos deu essa visão única sobre o mundo, fomos capazes de sair e conquistar o mundo, e as vezes você não percebe o quanto a inocência é poderosa, até você olhar para trás e dizer 'uau, ela nos trouxe até onde estamos agora', e foi isso que o show tentou mostrar, como aquelas pessoas da banda tinham crescido."
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