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quarta-feira, 8 de maio de 2024

A importância do U2 para a história de 'Kiss The Future'


Matt Damon contou como convenceu os membros do U2 a participarem do documentário sobre a Guerra da Bósnia.
Matt Damon e Ben Affleck co-produziram o filme 'Kiss The Future', um documentário que cobre o cerco de quase quatro anos de Sarajevo, capital da Bósnia e Herzegovina, durante a década de 1990 e a cena artística que floresceu na cidade durante a guerra civil. Em uma entrevista à People, Matt Damon e o diretor do filme, Nenad Cicin-Sain, detalharam por que o U2 inicialmente hesitou em anexar seu nome à poderosa história.
"Fui até eles imediatamente e contei-lhes sobre este projeto e perguntei se eles participariam e eles ficaram relutantes no início", disse Matt Damon à People. "E eu conversei com eles e percebi o porquê – eles não queriam que o filme fosse sobre eles. Eles disseram: 'Não queremos nos concentrar nesta história'", acrescenta ele, observando que ele e o cineasta nenad Cicin-Sain trabalharam para garantir que o filme fosse sobre "essas pessoas incríveis de Sarajevo e sua relação com a música do U2".
'Kiss The Future' documenta a vida dos habitantes de Sarajevo durante o cerco e como um trabalhador humanitário americano, Bill Carter, entrou em contato com o U2 depois de chegar a Sarajevo durante a guerra. Inspirado pela quantidade de moradores de Sarajevo que recorreram à música do U2 durante o cerco, Carter conseguiu uma entrevista com o U2 antes de um show na Itália que foi ao ar no noticiário local de Sarajevo.
Depois de se conectar com Carter, a banda fez esforços significativos para aumentar a conscientização sobre a guerra durante suas turnês nos anos 90. Eles finalmente se apresentaram em Sarajevo em setembro de 1997, após o fim da guerra.
"Nós pensamos: 'Não, é sobre essa coisa incrível que vocês fizeram – é sobre o papel da arte como um ato de resistência no mundo e na vida das pessoas e dessas pessoas incríveis que literalmente estavam arriscando suas vidas para ouvir música ou tocar música no meio do cerco'", Damon diz sobre a importância do U2 para a história do filme.

terça-feira, 7 de maio de 2024

Adam Clayton odeia estar envolvido na produção de videoclipes do U2


Em um chat com fãs em 1997 durante a turnê Popmart, foi perguntado para Adam Clayton:

"Você gosta de se envolver na criação dos videoclipes do U2?"

Adam Clayton respondeu com sinceridade:

"Eu absolutamente odeio estar envolvido na produção de videoclipes. Eu os abomino.
A apresentação visual da música está sobre nós. Nunca sei do que se tratam os vídeos, mas assim, se você não consegue vencê-los, junte-se à eles".

Prefeito do Rio De Janeiro quer o U2 para show de graça na Praia De Copacabana em 2025


A semana no Rio De Janeiro começou ainda sob o impacto do megashow de Madonna, sábado, em Copacabana. O sucesso da apresentação, que arrastou 1,6 milhão de pessoas à praia, segundo estimativa da Riotur, levou o prefeito Eduardo Paes a anunciar que pretende fazer de todo primeiro sábado do mês de maio um ponto fixo no calendário de eventos da cidade, sempre com uma grande atração internacional se apresentando de graça na praia. A inciativa já tem até nome pensado: 'Celebration May', ou Celebração de Maio, em tradução livre.
"A gente vai fazer com que todo primeiro sábado de maio seja uma espécie de dia de celebração. Se quiserem pode ser 'Celebration May'. Acho que é bom botar o nome gringo, porque o Rio é internacional", disse o prefeito Eduardo Paes.
O prefeito deixou claro que, no que depender do seu gosto, o próximo show de graça na praia será do U2.
"Tem um monte de gente pedindo Beyoncé, pedindo o show do Michael Jackson que está em Las Vegas com um holograma, tem todo tipo de pedido, pressão forte. Mas quero só manifestar que o meu lobby vai ser pelo U2. Mas o fato é que a cidade está aberta para receber, com aporte de recurso do poder público se for necessário, porque o ganho para a cidade é muito grande", disse Eduardo Paes.
O estudo 'Potenciais Impactos Econômicos do Show da Madonna No Rio – 2024', elaborado pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano e Econômico (SMDUE), em parceria com a Secretaria Municipal de Turismo (SMTUR) e divulgado em abril, apontava para um impacto de R$ 293,4 milhões na economia do Rio.
"Na verdade não dá nem para quantificar o ganho para a cidade. Essa conta de R$ 300 milhões é um ganho muito imediato, direto, é o que arrecada ali, o que vende no comércio, mas se você for pensar esse ganho não palpável, no imaginário, no desejo de vir ao Rio de estar no Rio, na consolidação da nossa imagem, esse legado intangível de um evento como esse é enorme, não dá para medir", acredita o prefeito.

segunda-feira, 6 de maio de 2024

'The Joshua Tree' do U2 surgiu em um período da música provavelmente dominado por Madonna e "Material Girl" e esse tipo de coisa material


No ano de 2019, The Edge chamou 'The Joshua Tree' do U2 de "um daqueles álbuns duradouros" que "parecia tão em desacordo com tudo o que estava sendo lançado na época".
"Isso foi nos anos 80, o período da música provavelmente dominado por Madonna e "Material Girl" e esse tipo de coisa material. Éramos quatro rapazes de Dublin que decidiram usar o deserto como metáfora e escrever canções que eram, às vezes, meio sombrias, quase, mas procurávamos uma espécie de positividade dentro de uma fase um pouco sombria que víamos ao nosso redor".
Em 2020, 'The Joshua Tree' foi eleito o melhor álbum da década de 1980, batendo discos de Michael Jackson, Prince e Madonna.
O álbum recebeu o maior número de votos em uma enquete realizada pela BBC Radio 2, que pedia aos ouvintes do 'Sounds Of The 80's' que nomeassem seus discos favoritos da década.
'The Joshua Tree' continua sendo o álbum mais vendido da história britânica.
Em segundo lugar ficou 'Brothers In Arms' do Dire Straits, seguido pelo álbum de estreia auto-intitulado do The Stone Roses.
'Thriller', de Michael Jackson, ficou em quarto lugar, enquanto 'Appetite For Destruction', do Guns 'N' Roses, completou os cinco primeiros.
Apesar de serem indiscutivelmente duas das principais faces da música dos anos 80, Prince e Madonna só apareceram em posições inferiores na lista, com 'Purple Rain' de Prince em 10º lugar e 'True Blue' de Madonna mais abaixo na lista.
Apenas um álbum de uma artista feminina chegou ao top 20: 'Hounds Of Love', de Kate Bush, que ficou em 11º lugar.
"Tivemos o privilégio de tocar 'The Joshua Tree' ao vivo em todo o mundo nos últimos anos", disse The Edge, em comunicado. "Estamos entusiasmados que as pessoas ainda se conectem com essas músicas, noite após noite, ano após ano".

"Eu dizia que cantava como uma menina e as pessoas ficavam chateadas. Não posso dizer isso"


Zane Lowe se juntou a Bono e The Edge em 2023 em uma viagem pelo deserto e uma jornada por 'Songs Of Surrender', a coleção de clássicos reformulados do U2.

Bono: "Bem, eu dizia que cantava como uma menina e as pessoas ficavam chateadas. Não posso dizer isso".

Zane Lowe: "O que há de errado em cantar como uma garota? Isso é incrível".

Bono: "Seu sonho é cantar como uma menina. Como um sonho, você sabe, o falsete, a sensação no falsete é, de certa forma, mais masculina. Você sabe, ser tão feminino ou algo assim. E Joey Ramone, você sabe, ele tinha aquela coisa linda, aquela coisa quase Dusty Springfield sobre ele.
E minha voz chegou a esse ponto onde eu não precisava estar gritando ou berrando como um cantor de punk rock. E pensei, bem, vou cantar essas músicas. E se realmente chegarmos lá... eu sei que elas vão cantar para mim".

U2 divulga duas fotos raras da fase 'POP' de 1997


O U2.COM escreveu que "Last Night On Earth" do álbum 'POP', que foi lançada pela primeira vez como single em julho de 1997, é a terceira de 12 singles digitais deste ano da série 'Deep Dives And B-Sides'.
Junto do anúncio, foram disponibilizadas duas fotos raras da banda tiradas na fase 'POP' em 1997.

sábado, 4 de maio de 2024

Há alguma verdade na história de que "Drowning Man" foi escrita sobre Adam Clayton?


Em um chat com fãs em 1997 durante a turnê Popmart, foi perguntado para Adam Clayton: 

"Há alguma verdade na história de que "Drowning Man" foi escrita sobre você?"

Adam Clayton respondeu:

"Acho que não. Acho que um dos aspectos da maneira como Bono escreve as letras é que ele se baseia em uma ampla base de experiência baseada em todos com quem está envolvido.
Ele pega pequenos pedaços e somos todos iguais em muitos aspectos. Cada um de nós tem suas próprias tragédias, lealdades ou sucessos e ele simplesmente torna isso universal".

"Drowning Man" é de 1983, do disco 'War'. O "homem se afogando" é suposto ser Adam Clayton. Embora Bono, The Edge e Larry Mullen fossem cristãos devotos, Adam Clayton não compartilhava dessa fé.

sexta-feira, 3 de maio de 2024

Comediante diz que o Phish utilizou melhor as capacidades de áudio e vídeo do Sphere, fazendo o U2 parecer "uma banda de bar"


O comediante Drew Carey definitivamente disse que amou a recente residência do Phish no The Sphere em Las Vegas. Agora, ele chegou ao ponto de dizer que o show do Phish foi tão glorioso que fez o U2 – que já se apresentou no The Sphere – parecer "uma banda de bar".
Aparecendo na Phish Radio da SiriusXM, Carey discutiu as performances de Phish e U2 no novo local de um bilhão de dólares em Las Vegas. O comediante se descreveu como um fã casual do U2 e eventualmente assistiu a uma apresentação no The Sphere, considerando-a surpreendente. "Fiquei impressionado com o quão bom foi", disse ele. "Eu contei a todos os meus amigos como foi ótimo… Fui nos dois fins de semana seguidos novamente".
No entanto, apesar de adorar a residência do U2, ele se lembra de ter ficado surpreso com a performance do Phish quase imediatamente: "Então, depois de três músicas na noite de quinta-feira com Phish no Sphere, eu sinceramente fiquei meio bravo. Eu queria ligar para o U2 e receber meu dinheiro de volta. Os fez parecer uma banda de bar".
Ele elaborou, dizendo que embora a performance do U2 tenha sido excelente, a do Phish utilizou melhor as capacidades do The Sphere. "Nada contra o U2, foi um grande show", explicou Carey. "Acho que o Phish aproveitou ao máximo o áudio e o vídeo daquele local e o que poderia ser feito. Agora minha mente está girando sobre coisas que quero ver no Sphere".
Drew Carey já elogiou a residência de Phish, dizendo que ele iria "enfiar o pau no liquidificador" para ver a banda novamente. Phish, em resposta, enviou a Carey um liquidificador assinado que dizia: "Obrigado, Drew! Até a próxima, feliz mistura!" 
O Phish concluiu sua residência no The Sphere. Os próximos a se apresentarem são Dead & Company.

Para promover novo single digital da série 'To Love And Only Love', U2 disponibiliza vídeo "Last Night On Earth" (Live From The Foro Sol Autodromo, Mexico City / 1997)


Um novo single atualizado do U2 apareceu nas lojas digitais de música e serviços de streaming. Uma nova versão de 6 faixas de "Last Night On Earth" foi lançada hoje pela série 'To Love And Only Love'. Como parte da divulgação, o canal oficial de vídeos da banda no YouTube disponibiliza o vídeo "Last Night On Earth" (Live From The Foro Sol Autodromo, Mexico City / 1997). Esta performance apareceu originalmente no DVD 'U2 PopMart Live From Mexico City' lançado em 1998.

 

Single digital de 6 faixas de "Last Night On Earth" do U2 é lançado pela série 'To Love And Only Love'


O site U2 Songs escreve que o terceiro single de 'POP' a ser remasterizado é "Last Night On Earth". Está disponível em lojas de música digital e serviços de streaming. 
A nova versão remasterizada do single é de uma série de 12 partes de relançamentos de singles em 2024. Até o momento, três dos doze foram lançados. A série se chama 'To Love And Only Love' e está sendo promovida com uploads de vídeos, camisetas exclusivas e uma playlist no Spotify e no YouTube.
"Last Night On Earth" não foi finalizada de forma satisfatória para o U2 no álbum 'POP' e a banda sentiu que havia se apressado para terminá-la. Assim que a turnê PopMart começou, depois de ensaiar e tocar a música extensivamente ao vivo, o U2 reservou um tempo no Signature Sound Studio em San Diego e gravou uma nova versão da música que é usada no single. As novas partes da música incluíam novos vocais de Bono e The Edge e um segmento de ponte reorganizado/regravado da música. 
Incluídas como faixas extras neste single digital estão dois remixes de "Happiness Is A Warm Gun" dos Beatles, que o U2 gravou para a série de televisão de seis episódios de Robert Altman, 'Gun'. O cover da banda de "Pop Muzik" do M também aparece, com base em um remix da original que eles estavam usando para entrar no palco da PopMart. Há um remix instrumental da faixa-título e um remix de "Numb" para completar os extras.

"Last Night On Earth" (Single Version / Remastered 2024) – U2 (04:15)
"Pop Muzik" (Pop Mart Mix / Remastered 2024) – U2 (08:51)
"Happiness Is A Warm Gun" (The Gun Mix / Remastered 2024) – U2 (04:46)
"Last Night On Earth" (First Night in Hell Mix / Remastered 2024) – U2 (05:51)
"Numb" (The Soul Assassins Mix / Remastered 2024) – U2 (03:57)
"Happiness Is A Warm Gun" (The Danny Saber Mix) – U2 (04:51)

quinta-feira, 2 de maio de 2024

"Foi ótimo fazer algo por conta própria, sem Edge e Bono"


Em um chat com fãs em 1997 durante a turnê Popmart, foi perguntado para Adam Clayton:

"O enorme sucesso de "Theme From Mission:Impossible", o single relacionado ao U2 de maior sucesso nas paradas dos EUA nesta década, deu à você e Larry a satisfação de provar que vocês dois podem sobreviver sem os outros dois?"

Adam Clayton respondeu: 

"Acho que nenhum de nós viu isso como a oportunidade de abandonar nossos empregos diários. 
Percebemos que foi por causa do U2 que ele foi tão bem recebido. Foi ótimo fazer algo por conta própria, sem Edge e Bono. 
Criativamente, foi mais fácil a comunicação entre nós dois".

Pauli 'The PSM' Lovejoy sobre Bono de colete no Sphere: "alguém esteve na academia"


Pauli 'The PSM' Lovejoy falou com o site ClutchPoints após o término da residência do U2 no Sphere.
Viver em Las Vegas por seis meses foi uma experiência interessante para Lovejoy. No final, foi "incrível", apesar de seus pensamentos iniciais sobre Vegas.
"No início, eu tinha todos esses preconceitos estranhos sobre o que seria. E então foi como, oh, talvez isso seja horrível, a pior coisa de todas, porque quando as pessoas pensam em Vegas, elas pensam na Strip. Mas há muito mais em Las Vegas do que na Strip".
Ele citou as diferentes comunidades de Las Vegas como o motivo da boa experiência. Você só precisa encontrar os lugares certos. Lovejoy se sentiu em casa ao final da residência de 40 noites do U2, e tocar em Las Vegas foi um sonho que se tornou realidade para o DJ.
Quanto ao show em si, vê-lo acontecer foi um prazer para Lovejoy. Ao longo dos 40 shows, o U2 tocou alguns deep cuts como "Seconds" e "Peace On Earth" e até tocou "40" no último show. Lovejoy observou que durante aqueles seis meses no deserto, a banda ficou mais confortável. Mas eles nunca ficaram muito confortáveis, estavam sempre ultrapassando os limites, o que impressionou Lovejoy.
"Eles estavam forçando – eles estavam empurrando os limites do que era possível", disse Lovejoy. "Vendo como eles estavam confortáveis no palco um com o outro e vendo como o figurino estava mudando, como ver Bono tirando a camisa e ter uma espécie de colete sem mangas, aquela vibe do tipo estar mostrando suas armas, eu pensei, tudo bem, alguém esteve na academia.
Foi incrível ver a evolução do set e ver como eles estavam se sentindo muito mais confiantes e em casa nesta nova catedral", acrescentou Lovejoy.

NOTA: Bono quando ficava de colete no show em "Where The Streets Have No Name", a tela exibia o deserto. Um aceno para 'The Joshua Tree', onde Bono fez fotos no deserto utilizando uma camiseta sem mangas.

quarta-feira, 1 de maio de 2024

Disponibilizado vídeo parcial "Ultraviolet (Light My Way) (U2:UV Achtung Baby Live At Sphere / U2.COM Edit)"


Disponibilizado vídeo parcial "Ultraviolet (Light My Way) (U2:UV Achtung Baby Live At Sphere / U2.COM Edit)" 

 

Com a segurança da distância de tempo e experiência, Bono e The Edge terminaram "Stories For Boys"


Zane Lowe se juntou a Bono e The Edge em 2023 em uma viagem pelo deserto e uma jornada por 'Songs Of Surrender', a coleção de clássicos reformulados do U2.
O que torna o U2 tão único como banda é o fato de que cada um dos integrantes se esforça para se comunicar na música. De forma muito pessoal, através deste ofício, de alguma forma, quando acertam, isso se torna algo muito maior.
The Edge: "Com o contrapeso um do outro, se você tem uma letra realmente sincera, a banda tem que contrabalançar isso com algo cru e aparentemente distante da emoção da letra e da melodia.
Você sabe, o mesmo com Bono. Se ele está fazendo algo incrivelmente agressivo e direto, a banda tem que assumir uma postura diferente para configurar isso. Então é uma questão de equilíbrio entre tudo".
Bono: "Em nosso primeiro single, 'U2-3', tivemos "Out Of Control", uma música chamada "Boy-Girl", e então essa música chamada "Stories For Boys". Ela entrou no álbum 'Boy'. E eu acho que é uma espécie de fantasia adolescente, você sabe, histórias para meninos, mas não está esboçada. E então para esta coleção, não apenas esboçamos, Edge cantou. É bastante instável e essas histórias para meninos têm uma ressonância totalmente diferente".
The Edge: "Estamos escrevendo agora sobre nós mesmos, quando éramos meninos em 1979, quando começamos essa música. Com a segurança dessa distância de tempo e experiência, você pode realmente... enxergar. Quem nós éramos e terminar aquela letra, que nunca poderíamos ter escrito na época".

Bob Geldof revela que documentário de quatro partes sobre o Live Aid está sendo produzido e que está criando uma nova versão de "Do They Know It's Christmas?" para seu 40º aniversário , que trará o vocal original de Bono


Bob Geldof está mergulhando nos arquivos para criar uma nova versão de "Do They Know It's Christmas?" para o seu 40º aniversário este ano.
O músico irlandês disse ao The Canadian Press que está envolvido em um esperado supercut do single de caridade que misturaria vocais de estrelas pop de gravações separadas da música feitas ao longo das décadas.
"Talvez colocar Harry Styles ao lado de um jovem Bono", ele refletiu em um telefonema recente da França.
"Apenas sonoramente, você mistura essas gerações de uma só vez".
A original de 1984 foi escrita por Bob Geldof e Midge Ure e apresentava estrelas da música britânica da época, incluindo Paul Young, Sting e o falecido George Michael, conhecidos coletivamente como Band Aid. As vendas recordes arrecadaram fundos para combater a fome na Etiópia.
Outras versões da música foram gravadas em anos posteriores, incluindo aquelas de 2004 e 2014 que contavam com os vocais de Chris Martin do Coldplay, Ed Sheeran e da falecida Sinéad O'Connor.
Bob Geldof disse que abordou Trevor Horn para produzir o novo megamix. Ele foi chamado para trabalhar na original de 1984, mas não conseguiu devido a conflitos de agenda. Ele supervisionou um remix estendido da faixa para uma reedição no ano seguinte.
Desta vez, ele foi o mais lembrado por Geldof.
"Eu disse: 'Você poderia fazer um single? O single mais longo de todos os tempos, talvez?' ele lembrou.
Começou um processo que já está em andamento há algum tempo. Resta saber como tudo vai acontecer.
Existem alguns obstáculos além de apenas misturar gerações de cantores. Por exemplo, a versão de 2014 apresentava novas letras escritas para refletir a crise do Ebola, um acréscimo que complicou as coisas durante as sessões de gravação para cantores profundamente familiarizados com a original.
"Lembro que Sam Smith estava fechando os olhos, cantando a letra, e eu disse: 'Cara, não são mais essas palavras'", disse Geldof.
"Smith disse: 'Desculpe, tive que cantar isso todos os anos na escola, desde o dia em que fui para a escola'."
Outras mudanças para a edição de 2024 provavelmente incluirão uma nova backing track para acompanhar os cantores. Geldof disse que esses ajustes deixaram Horn um pouco ansioso sobre como tudo funciona. Geldof disse que lhe disse: "Você tem tempo, vai superar isso".
"Se funcionar, funcionou. Se não, não. Mas é fascinante por si só, da nossa perspectiva", disse Geldof.
Com o 40º aniversário do Band Aid no horizonte, Geldof está ocupado com muitos projetos para marcar os monumentais eventos de caridade que definiram uma época.
Seu nome está associado a 'Just For One Day', um musical sobre o nascimento do Live Aid, o épico concerto para arrecadação de fundos de 1985 que ele ajudou a organizar após "Do They Know It's Christmas".
O show chega a Toronto para sua estreia na América do Norte em janeiro.
Há também um documentário do Live Aid em quatro partes em andamento sobre como eles conseguiram tudo. O show de rock levou vários artistas – incluindo Led Zeppelin e Crosby, Stills e Nash – a deixarem de lado seus rancores para se reunirem em nome da caridade.
Geldof espera que a série vá além do que aconteceu nos palcos de shows em Londres e Filadélfia e explore como os músicos pop pressionaram por mudanças políticas significativas. Ele também acha que há espaço para observar como as novas tecnologias ajudaram a conectar os espectadores aos shows.
Em 2004, uma série de concertos beneficentes conhecidos como Live 8 aproveitou a internet e outras novas ferramentas de comunicação para organizar um evento ainda maior.
"É uma espécie de ponte entre o final do século 20 e o início do século 21", disse ele sobre seus acontecimentos.
"Quero que essa seja a história – com todas as melhores performances ao vivo".
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