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segunda-feira, 18 de julho de 2011

Justin Herman Plaza, São Francisco

Um dos pontos altos da segunda etapa da turnê 'The Joshua Tree' pelos EUA foi a espontânea apresentação do U2 no concerto gratuito "Save The Yuppies", que aconteceu em São Francisco, em frente à Fonte Vaillancourt, próximo ao Embarcadero Center, no Justin Herman Plaza em 11 de novembro de 1987.
Apenas duas horas antes do início do concerto que a organização finalmente garantiu a legalidade da apresentação. 20.000 pessoas se reuniram em poucos minutos para ver o U2.
A parte de trás de uma das faixas serviu como o palco, e a banda tocou nove canções.
Durante o show, Bono pichou com uma lata de spray o slogan "Rock'n'Roll pára o tráfego", em um monumento.
 Ele foi processado pela administração da cidade de São Francisco e escapou da pena apenas pagando os custos de limpeza.

domingo, 17 de julho de 2011

As cenas inseridas na versão reeditada do videoclipe de 'The Unforgettable Fire'

O vídeo de 'The Unforgettable Fire' do U2 foi lançado em janeiro de 1985, com direção de Meiert Avis.
Algumas cenas do videoclipe foram gravadas no inverno da Suécia, assim como já tinha acontecido com o vídeo da canção 'New Year's Day', no ano de 1983.
Mas apesar de 'The Unforgettable Fire' utilizar a Suécia como locação, como plano de fundo (na cena em que Bono observa a cidade por uma janela) o video parece mostrar Tóquio.
A conexão com Tóquio vem da exposição que deu origem ao título do álbum: 'The Unforgettable Fire'. Enquanto esteve em Tóquio, Bono compareceu à exposição, que exibia peças de arte feitas pelos sobreviventes de Hiroshima e Nagasaki.
Quando o U2 lançou uma compilação em vídeo no ano de 1998, contendo alguns videos da primeira década de trabalho da banda, foi incluído uma nova edição do videoclipe de 'The Unforgettable Fire'.
O videoclipe lançado em 1985 foi reeditado com algumas tomadas inéditas inseridas, que incluem uma mulher com uma triste expressão facial, um homem tocando violino, um close do instrumento de corda, e também mostra um local iluminado à meia luz e com alguns objetos (talvez algo relacionado à exposição).
Veja as fotos das cenas inseridas:




A verdadeira história do primeiro disco gravado pelo U2 - Lado A

Um relato da testemunha ocular, o homem que o produziu, Chas de Whalley
"Encontrei com Paul McGuinness pela primeira vez em fevereiro de 1979. Ele viajou a Londres para percorrer as gravadoras com uma maleta cheia de cassetes vagabundos. Meu trabalho como caçador de talentos da CBS inglesa era ouvir esses cassetes, emitir um parecer educado sobre eles e então mostrar a porta da rua para o dono. Obviamente não fiz isso tão bem quanto devia, porque um mês ou dois depois ele estava de volta com mais meia dúzia de cassetes, de meia dúzia de artistas diferentes.
Ele então mencionou uma jovem banda de rock que ele estava empresariando que vinha fazendo sucesso na Grafton Street, em Dublin, e que tinha acabado de gravar alguns demos nos estúdios de Eamonn Crackerjack Andrew. Paul me entregou um cassete com os nomes das músicas escritas com esferográfica. A banda costumava se chamar The Hype, ele disse, mas eles haviam mudado o nome para U2. Eu adoraria dizer que sofri uma epifania e fiquei chapado pela força e paixão genuína que saia dos auto-falantes. Mas não posso dizer isso. O U2 soava como mais uma das milhares de aspirantes à banda de new wave, e realmente não me impressionou. Mas ao me mostrar fotos de quatro garotos mirrados com pretensões artísticas, e contar como eles haviam vencido um concurso de talentos patrocinado pela CBS em sua terra natal, Paul McGuinness jogou muito bem. Havia ainda algo sobre uma apresentação na TV. Se metade do que ele disse era verdade, estava claro que esses caras do U2 iriam longe. Então eu disse que conversaria com meu chefe sobre ir a Dublin para ver o U2 tocar assim que fosse possível.
Então foi assim que eu e meu colega Howard Thompson acabamos numa gloriosa e quente tarde de junho em uma agência de publicidade de Dublin, com a cara cheia de champagne, conversando com irlandeses excêntricos da midia local. Paul nos levou direto do aeroporto para a festa.
De repente estávamos no McGonagles, um lugar escuro, mal cheiroso e com uma decoração duvidosa, com um palco apertado e um público significantemente menor do que esperávamos. Isso porque era proibida a entrada de menores de 18 anos, me disse o Paul. Muitos fãs do U2 eram garotos de escola, mas ainda assim seria um bom show. Ele nos prometeu. Eu e Howard estávamos tão chapados e bêbados que isso provavelmente não teria importância.
O U2 finalmente foi para o palco. Eles eram barulhentos e impetuosos, rápidos e frenéticos, inconstantes e esquisitos, de um jeito parecido com os Skids. O público os adorava, se amontoando na frente do palco, e se agitando ferozmente. Mas só uma coisa realmente me chamou a atenção na banda – foi o vocalista, o garoto que o mundo logo conheceria como Bono. Ele deu tudo de si naquele show. Ele ainda não escalava as caixas de som e nem se pendurava nas estruturas do jeito que o faria ser amado pelo público norte-americano alguns anos depois. Mas ele chegou perto disse, correndo, pulando e parando, usando cada polegada do palco e destemidamente atuando como se ele estivesse já num estádio e precisasse impressionar mesmo os fãs das arquibancadas mais distantes.
Mais tarde eu descobri que ele havia tido aulas de teatro, mas e o jeito que ele se movia através de músicas como Out of Control, Shadows and Tall Trees e Twilight? Não era método teatral, era mágico! Eu fiquei completamente chapado. Eu não via uma estrela de tamanha grandeza desde a primeira vez em que Paul Weller e o Jam tocaram em Nashville dois anos antes, quando eu escrevia para a revista Sounds. Eu me inclinei e gritei no ouvido do Howard, “esse cara é incrível. Ele vai ser o próximo David Bowie.” A resposta dele não foi mais do que um grunhido.
De volta a Londres, eu tive uma grande idéia. Normalmente nós dávamos às novas bandas um dia inteiro de graça no menor dos três estúdios da CBS na Whitfield Street a um custo de 100 libras bancado pela área de publicidade. Paul McGuinness me contou que ele podia conseguir dois dias no estúdio mais prestigiado de Dublin, Windmill Lane, pelo mesmo valor. Então eu propus ao meu chefe que eu fosse a Dublin e gravasse demos com o U2, enquanto o pessoal da área de contratos podia negociar um acordo com a banda que nos desse o direito de lançar o demo como single pela CBS Ireland somente, assegurando assim nosso interesse na banda sem, no entanto, nos comprometermos em definitivo com eles.
A segunda vez que eu vi o U2 foi no CommunitUy Centre em Howth, um lugarzinho junto ao mar, próximo a Dublin. O público era formado por 40 ou 50 fãs de rock, muitos tentando desesperadamente ser punks, sendo observados com uma certo divertimento por pequenos grupos de mães e pais e avós que estavam sentados nas mesas na beira do salão.
Eu agora sabia bem mais sobre o U2 e o que eles pretendiam. Com o propósito de conhecer melhor a banda e discutir sobre quais músicas iríamos gravar, eu passei a tarde com eles na casa dos pais do Adam, eu acho. Era um lugar muito legal num subúrbio tranqüilo de Dublin e ficou claro que pelo menos um deles vinha de uma sólida família de classe média. Mas enquanto eles riam e faziam piadas bebendo xícaras e xícaras de chá, Paul Hewson, Dave Evans, Larry Mullen e Adam Clayton provaram que já tinham um senso de propósito bem desenvolvido. Eles sabiam de onde vinham e, até certo ponto, para onde estavam indo.
Eles me contaram como vinham tocando suas próprias músicas quase desde o começo quando, depois de um show desastrado alguém chegou pra eles e disse “vocês formam uma banda legal rapazes, mas vocês estão tocando covers e ninguém quer ouvir covers mal feitas!” Então Bono, que emergia rapidamente como o porta voz do U2 – e grande pensador – disse “nós começamos misturando os instrumentos com cores primárias pra ver o que funcionava e o que não funcionava.”
Eles eram também intensamente idealistas. O punk tinha capturado a imaginação deles, mas não era a retórica revolucionária do Clash ou os sentimentos obscuros dos Stranglers ou dos Banshees que os inspirava. Em vez disso, Bono falava sobre inocência e integridade como sendo parte de uma nova rebelião. Havia algo profundamente espiritual nele mesmo naquela época – mas se você me dissesse que ele se importava tanto com Deus eu teria ficado realmente surpreso.

Foi nesse show em Howth que o Edge finalmente me chamou a atenção. Ele estava tocando a Gibson Explorer que, ele me contou antes, havia comprado em uma loja de penhores quando curtia férias com a família em New York. Ele também me disse que era difícil de mantê-la afinada. Talvez isso tivesse algo a ver com seu estilo de tocar guitarra, que era, no mínimo, incomum. Ele ainda não tinha a sua caixa de eco Memory Man – ela não iria aparecer antes das gravações de 11 O´Clock Tick Tock que o U2 fez com Martin Hannet para o primeiro single deles pela Island, em 1980. Mas enquanto virtualmente todos os guitarristas naquela época estavam febrilmente tirando riffs ou detonando grandes acordes, Edge já experimentava com aquele som que parecia mais um zumbido de cordas abertas com o qual ele mais tarde revolucionou o som do rock.
Tudo que eu me lembro do Adam, do outro lado do palco, era o seu chocante cabelo louro cacheado e um sorriso que mostrava claramente o quão orgulhoso ele estava se si mesmo. E o Larry? Ele estava escondido atrás dos seus pratos. Mas quem iria querer observar o baterista, de qualquer maneira, quando Bono mais uma vez estava a ponto de detonar com tudo lá na frente? Balançando e acenando e gritando e de repente revelando algo que eu não havia ainda me dado conta: de que ele tinha uma voz como a de um anjo, capaz de subir às alturas acima do melhor da banda e arremetendo-se de volta à Terra de novo como um homem em um trapézio voador. Quando voltei aos camarins pra me despedir eu já estava convertido."
Maria Teresa M.da Rosa - Achtung Zoo

sábado, 16 de julho de 2011

Axl Rose revelou: 'Achtung Baby fez muito por mim'


Enquanto a Zoo TV atravessava a América em 1992 no que era essencialmente um aquecimento de
primavera antes de atacarem os estádios no verão, Axl Rose apareceu algumas vezes nos shows. Em L.A. ele era uma das muitas estrelas nos camarins e foi impossível para Bono tirar algo com sentido dele. Mas, quando ele foi para um concerto no Texas eles tiveram uma chance para conversar.
"Eles são a minha banda favorita neste momento," Axl disse sobre o U2. "Eu estou finalmente entendendo certas músicas que eu nunca entendi antes ou com as quais não conseguia identificar. Eu sempre os ouvi, mas a única música que realmente fazia a minha cabeça era 'With Or Without You.' Eu não conseguia me identificar com as outras músicas porque eu era tipo, 'Isto é ótimo, mas eu simplesmente não vejo esta parte do mundo.' As coisas eram um pouco escuras demais para mim. Agora eu consigo ver mais das coisas sobre as quais ele falava.
"Eu comprei o Achtung Baby e eu realmente quero fazer um cover da terceira música, 'One'. Eu quero tocá-la em turnê neste verão. Eu acho que 'One' é uma das maiores músicas já escritas. Eu coloquei-a para tocar e simplesmente comecei a chorar. Foi um alívio tão grande. Foi realmente muito bom para mim. Eu estava realmente chateado porque minha ex-mulher e eu nunca tivemos uma chance por causa dos danos nas nossas vidas. Nós não tivemos uma chance e eu não tinha realmente aceitado isto. Esta música me ajudou a ver. Eu queria escrever uma carta para o Bono simplesmente dizendo: 'O seu disco fez muito por mim.'"
Edge revelou que um motorista de limosine disse-lhe que o Axl sentou na parte de trás do seu carro e tocou "One" diversas vezes.

sexta-feira, 15 de julho de 2011

E o amor não é uma coisa fácil: a única bagagem que você pode trazer......


Bono, no livro U2 BY U2:

"Walk On é uma música sobre nobreza e sacrifício pessoal, sobre fazer o que é certo, mesmo quando o seu coração está lhe dizendo o contrário. A fala inicial nos deu o título para o nosso álbum All That You Can´t Leave Behind.
Amor, no sentido mais profundo da palavra, é a única coisa que você pode sempre ter com você, no seu coração. Em algum momento você vai ter que deixar todo o resto pra trás. Há uma passagem em Coríntios que usa a imagem de uma casa pegando fogo, e parece sugerir que quando, na morte, nós eventualmente enfrentarmos o julgamento, tudo que for feito de palha e madeira irá ser queimado, e apenas as coisas eternas irão sobreviver. Para mim, essas coisas são família e amizade, coisas abstratas, não são as coisas que você faz. Então, no final da música, há uma oração sobre ambições e realizações: Você tem que deixar isso para trás / Tudo aquilo que você veste / Tudo aquilo que você faz/ Tudo aqui que você constrói / Tudo aquilo que você destrói / Tudo aquilo que você mede / Tudo aquilo que você rouba / Tudo isso que você pode deixar pra trás. Isso é um mantra, uma fogueira de vaidades, e você pode jogar qualquer coisa que você queira no fogo. O que quer que você queira mais do que o amor, isso tem que ir. É uma questão muito interessante a ser fazer: quais são as coisas que você quer mais do que o amor?"

A versão normal de 'Magnificent' volta a ser tocada em show do U2 na Filadélfia pela turnê 360°

O U2 fez mais um show na fase final da turnê 360°. Tocando no Lincoln Financial Field, na Filadélfia, a banda apresentou um setlist padrão sem maiores surpresas.
O destaque da noite ficou por conta da volta da versão normal de 'Magnificent', que não era tocada desta forma desde os shows na América Do Sul.
A banda vinha tocando no começo desta fase norte americana da turnê, uma versão remixada da música. Bono chegou a dizer que era um trabalho em progresso, pois a banda ainda estava tentando acertar a melhor forma de tocá-la. Mas nas mais recentes apresentações da turnê, o U2 retirou a canção dos sets e ao que tudo indica eles não conseguiram fazer a canção funcionar como imaginavam.
Então na noite de ontem na Filadélfia, o U2 resolveu tocar a versão de estúdio novamente, mais simplificada.

U2: The Unforgettable Fire 25th Anniversary Super Deluxe Limited Edition - Box Set







Box-set lançado no ano de 2009 em edição limitada, comemorando o aniversário de 25 anos do álbum 'The Unforgettable Fire'.
Traz o álbum remasterizado em CD por The Edge à partir dos tapes originais de gravação, CD bônus com Lados B, raridades e canções inéditas das gravações no Slane Castle e Windmill Lane Studios, além de um DVD bônus, 5 impressões fotográficas portfolio dentro de um envelope, e um livro de capa dura em relevo com 56 páginas de letras, fotos e textos de The Edge, Brian Eno, Danny Lanois, Bert Van de Kamp e Niall Stokes. Importado, europeu.

Para o U2, o período entre maio de 1984 à Maio de 1985 foi extraordinário.
Naquela época eles gravaram e lançaram 'The Unforgettable Fire' e empreenderam uma turnê mundial que os levou a um novo patamar bem próximo ao topo do mundo. Como o próprio Bono disse, depois de terem subido ao topo de uma montanha, eles seguiram para encontrar outra.

Este DVD traz pela primeira vez neste formato, a compilação 'The Unforgettable Fire Collection', que tinha sido lançada em VHS pela Island/Polygram no ano de 1985 e em LD anos depois. É composta por videoclipes de canções do álbum 'The Unforgettable Fire' e o making of das gravações do álbum no Slane Castle e no Windmill Lane Studios. Este making of já tinha sido lançado como bônus no DVD 'U2 Go Home: Live At Slane Castle'.
O DVD deste box-set traz o videoclipe original da canção 'The Unforgettable Fire'. Na compilação de vídeos 'U2 The Best Of 1980-1990' lançada apenas em VHS, o clipe apareceu em uma nova versão com cenas inéditas. Infelizmente, esta nova versão do vídeo não foi incluída neste box.
A versão colorida do videoclipe de 'Pride (In The Name Of Love)' só era encontrada no VHS de 'The Unforgettable Fire Collection'. Na compilação 'U2 The Best Of 1980-1990' que permanece inédita no formato DVD, este videoclipe teve sua cor alterada e ficou conhecido como 'Sepia Version'.
As duas versões deste clipe foram incluídas neste DVD do box.

Videos:
1. “The Unforgettable Fire” (Directed by Meiert Avis)
2. “Bad” (Directed by Barry Devlin)
3. “Pride (In The Name Of Love)” (Directed by Donald Cammell)
4. “A Sort Of Homecoming” (Directed by Barry Devlin)

Documentary:
5. “The Making Of The Unforgettable Fire” (Directed by Barry Devlin)

Os extras deste DVD trazem performances ao vivo da banda na época executando canções presentes no álbum 'The Unforgettable Fire', em concertos beneficentes como o Conspirancy Of Hope e o Live Aid.
Como material adicional, o DVD traz uma performance da canção '11 O’Clock Tick Tock' em 1985 durante a 'The Unforgettable Fire Tour'. A canção é gravada de forma amadora por apenas uma câmera lateral, e não possui o começo da música. Por todos estes fatos, ela é denominada como "Bootleg Version".
A música não é da época de 'The Unforgettable Fire', mas como uma versão mais longa da música foi lançada em um single de 'Pride (In The Name Of Love)', a performance dela se encontra no DVD.

U2 At A Conspiracy Of Hope Concert:
6. “MLK”
7. “Pride (In The Name Of Love)”
8. “Bad”
Recorded live at Giants Stadium, NJ, 6/15/86

U2 At Live Aid:
9. “Sunday Bloody Sunday”
10. “Bad”
Recorded live at Wembley Stadium, London, 7/13/85

Additional Material:
11. “Pride (In The Name Of Love)” Sepia Version (Directed by Donald Cammell)
12. “11 O’Clock Tick Tock” (Live from Croke Park, Dublin, 6/29/85)

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Turnê 'U2 360°' termina em 30 de julho de 2011 e os palcos mais icônicos do mundo estarão à venda

Em 30 de julho de 2011, quando o palco do U2 360° for desmontado pela última vez, a turnê do concerto de maior sucesso de todos os tempos terá sido vista por mais de 7 milhões de fãs. O palco mais icônico do mundo será colocado à venda em breve.
Projetado por Bono, Willie Williams e Mark Fisher, a estrutura do palco é a mais grandiosa da área de entretenimento. Experimentada e testada em mais de 110 concertos, em 78 cidades, em 30 países, a estrutura in-the-round (com a plateia em volta do palco), transportável, foi projetada para sustentar até 185 toneladas métricas e construída para aguentar ventos fortes, bem como para suportar cargas sísmicas. Quando em turnê, a estrutura, chamada "The Claw" (a garra), dá suporte a uma tela cilíndrica de vídeo, que pode ser aberta por uma extensão de 14.000 pés quadrados, e proporciona sempre aos fãs a melhor experiência possível em termos de visão do concerto. Foi um sucesso esmagador.
Revolucionário, com capacidade para grandes cargas, sem similar, o legado vai continuar vivo, assim que essas estruturas criadas sob medida para os shows do U2 forem colocadas à venda em todo o mundo, para servir de pavilhão permanente ou móvel. As estruturas altamente adaptáveis podem ser remontadas e, de fato, recicladas para se tornarem palcos de entretenimento de utilidades diferentes, sempre capazes de chamar a atenção da mídia, ou instalações que podem abrigar anfiteatros, praças públicas, pavilhões corporativos, exposições mundiais ou palcos para copas do mundo ou, ainda, alguma coisa tão única como uma cúpula ou laboratório de preservação biológica.
• Como um espaço para apresentações musicais e de entretenimento, a estrutura pode ter uma grande área de palco coberta, com ou sem asas, e suportar carga máxima em qualquer evento.
• Em uma exposição mundial ou nos Jogos Olímpicos, ela se torna uma estrutura de alto nível, que chama a atenção e também carrega uma peça única de história.
• Como um salão de exposições, o complexo pode ser adequado para diversos pisos, com tetos em qualquer ponto, de 10 a 100 pés.
• Como uma praça, a "garra" abrange uma área de 2.727 metros quadrados (28.287 pés quadrados) e pode acomodar facilmente até 2.800 pessoas, em área coberta.
• Como um compartimento montado, pré-construído, a estrutura é facilmente transportável, requer um curto período de tempo para instalação e, conforme tem demonstrado, é extremamente reforçada e confiável.
A Panther Management é uma empresa internacional de administração de projetos, com expertise mundial em projetos de exposições e em construções para zoológicos, aquários, centros científicos, museus, centros para visitantes e parques temáticos. Especializada em  ambientes temáticos únicos e em eventos especiais. A Panther também tem uma experiência grande, em profundidade, em produção e em  administração técnica de apresentações corporativas, produções teatrais de grande porte e de música ao vivo.

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Oscar Niemeyer autografa livro para presentear Bono

Bono receberá nos próximos dias o tão anunciado livro autografado por Oscar Niemeyer. Segundo coluna do jornal "Folha de São Paulo", o arquiteto, do qual o vocalista da banda U2 é fã, assinou o presente e o entregou para Jânio Quadros Neto, amigo do cantor, intermediar o agrado.

Bono cantou trechos de canções do Pearl Jam em show da turnê 360° em Seattle

No show que o U2 realizou em Seattle recentemente pela turnê 360°, Bono fez uma homenagem à Eddie Vedder e Matt Cameron, o vocalista e o baterista do Pearl Jam, que estavam presentes no local.
Durante a performance da canção 'Vertigo', Bono cantou trechos das canções The Fixer e Alive, ambas da banda formada em Seattle.

The Fixer foi o primeiro single do álbum 'Backspacer', do Pearl Jam, que foi lançado em 2009.

A canção "Alive" foi o primeiro single lançado pelo Pearl Jam, em seu album de estreia de 1991, Ten. Ela é o primeiro pedaço de uma trilogia de canções em que Vedder mais tarde descreveu como uma "mini-ópera" chamada Mamasan. Compreende as canções "Alive", "Once" e "Footsteps". "Alive" conta a história de um jovem descobrindo que seu pai é na verdade seu padrasto, enquanto para a tristeza de sua mãe, leva a uma relação incestuosa com o filho que se parece muito com o pai biológico. Isto leva a "Once", em que o homem descende na loucura e passa a uma matança, e "Footsteps", no qual o homem está, eventualmente, olhando para trás de uma cela aguardando sua execução.

"Alive" foi revelada por Vedder para ser parte autobiográfica e parte ficção. Quando Vedder era um adolescente, sua mãe lhe revelou que o homem que ele pensava ser seu pai era na verdade seu padrasto, e que seu pai biológico estava morto. O primeiro e os últimos versos detalham esses eventos reais, mas o segundo verso é narração, por parte de Vedder. A letra do segundo verso dizia: "Oh, ela caminha lentamente, pelo quarto de um jovem / Ela disse estou pronta ... para você / Eu não consigo lembrar nada até aquele dia / Exceto o olhar, o olhar... / Oh, você sabe onde, agora eu não posso ver, eu só olhar ...," e Vedder revelou que "ela" era a mãe, e "o olhar" referido não era a expressão da sua cara, mas "o olhar é entre as pernas. Onde você vai com isso? É de onde você veio".
Ao invés de ser a canção de inspiração mais para interpretá-la, Vedder tinha um sentido completamente diferente em mente, afirmando: "[Ele] ainda lida com o amor, [ele] ainda está lidando com a morte dele [do pai]. Todos [ele] sabem que 'Eu' ainda estou vivo"... que é totalmente fora do peso". Vedder declarou na apresentação do Pearl Jam no VH1 Storytellers de 2006, que ao longo dos anos o significado mudou para ele. Ele disse: "Na história original, um adolescente está sendo dado conhecimento de uma verdade chocante que o deixa bastante confuso... Foi uma maldição-'Eu' ainda estar vivo". A resposta da plateia para a canção foi o que tinha provocado a mudança no sentido de Vedder. Ele acrescentou: "Eles ergueram a maldição. O público mudou o significado para mim".
Bono já tinha cantando um trecho de 'Alive' em outro show do U2: em 2006, em Honolulu, Hawaii, pela turnê Vertigo. Na ocasião, o Pearl Jam abriu a apresentação do U2.

quarta-feira, 13 de julho de 2011

The Edge nega acusações contra o U2, sobre evasão fiscal

O guitarrista do U2, The Edge, negou nesta quarta-feira (13) que a banda tenha cometido a prática de evasão fiscal, da qual foi acusada por fãs durante o festival Glastonbury, no mês passado, na Inglaterra. As informações são do site NME.
"O U2 e cada um de seus integrantes têm um passado totalmente limpo em relação ao pagamento de impostos. Nunca fomos e nem jamais seremos envolvido com a evasão fiscal", disse.
A declaração é uma represália a uma carta escrita por um funcionário do Governo norte-americano chamado Simon Moroney, publicada no jornal Baltimore Sun no dia 7 de julho. Nela, ele citou os negócios financeiros da banda, mais especificamente, criticando o senador Benjamin Cardin por apoiar a campanha anti-pobreza do vocalista Bono, a ONE.
Moroney ainda disse que o cantor é "o exemplo das piores características de Wall Street, por seus excessos e pela evasão fiscal", e sugeriu que Cardin estivesse envolvido com o músico nas práticas para pagar menos tributos.
The Edge prosseguiu defendendo seus companheiros: "o U2 e seus integrantes pagaram muitos milhões de dólares em impostos à Receita dos EUA ao longo dos anos".
Durante o Glastonbury, parte do público protestou contra a banda por ela supostamente enviar parte de suas finanças para a Holanda, evitando, assim, o pagamento dos impostos na Irlanda, que são maiores. O grupo usava bandeiras com os dizeres, "U pay tax 2?", trocadilho com o nome do quarteto cujo significado é "você paga impostos também?".

Do site: Terra

Rock 'N' Roll: muito além de um simples estilo musical, um estilo de vida!

O Dia Mundial do Rock que é comemorado neste 13 de julho, foi instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU), como uma homenagem ao megaespetáculo Live Aid, criado a fim de arrecadar fundos para combater a fome na África. Um grande show com os nomes mais importantes do rock mundial foi realizado simultaneamente em Londres, na Inglaterra, e na Filadélfia, nos Estados Unidos nesta mesma data, em 1985. E é claro que o U2 fez parte deste histórico dia, tocando duas canções no palco do Estádio de Wembley!

Para quem se interessa por história, o ritmo da guitarra, até então uma mistura de Country e Rhythm and Blues, inventada e aperfeiçoada por Little Richard, Jerry Lee Lewis, Bill Haley e Chuck Berry, já havia adotado a linha protestante na década de 1950 – com menos expressão, mas não menos importância.

Não precisou muito tempo para o mundo perceber que o Rock n’ Roll veio para ficar. A década de 1960 foi marcada, principalmente, pelo surgimento do movimento Pop, em meio ao incessante brilho da estrela de Elvis. Mas ele não estava sozinho. Uma safra incomparável de bandas surgira: Rolling Stones, Led Zeppelin, The Who. Mas ninguém representou melhor o boom do Rock do que os garotos de Liverpool, The Beatles.

Cores e combinações marcantes , drogas e muito, muito protesto. O rock viveu um momento importante no final dos anos 60 com o surgimento de Bob Dylan, Joe Cocker e Jimi Hendrix, representantes máximos da música psicodélica.

Movidos a ácido, os músicos fizeram história com riffs repletos de efeitos.

Pegue o blues, acelere a batida e amplifique sua potência ao máximo. Essa foi a fórmula adota por lendas como Iron Maiden e Judas Priest, que trouxeram não apenas clássicos para o universo da música, mas também muita cara feia, cabelos longos e roupas pretas.

As músicas dessas bandas têm como base profecias, capítulos das guerras, lendas, entre outros.

Atitude, rebeldia e anarquia: princípios básicos do Punk, que tem como expoentes os Ramones e o Sex Pistols. Para eles, quanto maior a afronta ao mainstream, melhor. Com poucos e simples acordes, letras carregadas, cantadas em forma de gritaria, e moicanos cada vez mais vistosos, os punk rockers marcaram os anos 70 por seu estilo peculiar de enxergar a vida.

Como tudo que é extremista, o punk não resistiu muito tempo. Chegou ao fundo do poço na década de 1980, e lá encontrou a depressão do pós-punk, impulsionado pelo surgimento do Joy Division, que mal conquistou fãs e teve de sair de cena, por conta do suicídio do vocalista Ian Curtis. É neste momento que o bastão é passado ao The Cure e companhia limitada, que abusaram no visual dark, com direito a lápis preto no olho, coturno e sobretudo.

Outra clara resposta aos exageros, o Grunge vestiu uma camisa de flanela e saiu às ruas para mostrar suas muitas facetas. Da energia do Pearl Jam à depressão encravada nas últimas canções de Kurt Cobain, à frente do Nirvana, em meados de 1993, o estilo marcou uma geração que vislumbrou o que seria o rock moderno.

A canção que Bono compôs para o álbum de Johnny Hallyday

No ano de 2007, Johnny Hallyday lançou o álbum "Le Cour D'Un Homme".
A canção 'I Am The Blues' foi composta em inglês por Bono e Simon Carmody, especialmente para o álbum. Uma rara performance de Johnny cantando em inglês.

Johnny Hallyday é um cantor e ator francês de origem belga por parte do pai. O seu nome verdadeiro é Jean-Philippe Smet.
Vale lembrar: Larry Mullen estará no filme "Man On The Train", que é um remake do filme original francês "L' homme Du Train", de 2002. Larry fará o mesmo papel que no original foi interpretado por Johnny Hallyday.

A letra de I Am The Blues:

Long black car through the empty park
Feel you like a rainbow in the dark
I got a million dollars and a broken heart
Someone out there could use

They know my name, the thieves and louts
They got no soul, just techno and house
And you're not even as old as my tattoos

I am the Blues
I am the Blues

I talk real sweet, I talk real slow
I'm the voice you've loved on the radio
A pirate with a breast of gold
That stuff makes slaves get bought and sold

Help me, help me realise
I just forgot the colour of my own eyes
All we do is hurt and break and bruise

I am the Blues
I am the Blues

I'm as blue as the Côte d'Azur
And both of us are not so pure
Do I still belong to her?
Aidez-moi, aidez-moi, I can't choose

I am the Blues

Falling through the cracks
The ticker tape and tax
Getting up the back of the music whores and hacks

I stood up to dance
I lost my balance
But my faith in France
Some things you can't lose

I am the Blues, oh I am the Blues
I am the Blues, I am the Blues
I am the Blues, oh I am the Blues
I am the Blues

Empresário do U2 afirma que a época da pirataria musical está no fim

Paul McGuinness, manager do U2, afirmou que a “era gratuita” e os downloads musicais ilegais estão chegando ao fim.
Numa coluna de opinião escrita para o The Daily Telegraph, ele aplaudiu a decisão dos ISPs (Internet Service Providers) norte-americanos de controlar e parar com a pirataria nas suas redes. Ele afirma ainda, que a mudança de paradigma de um ato ilegal para métodos legais acontecerá com o decorrer do tempo.
McGuinness, que é manager do U2 desde o inicio de carreira da banda, escreveu em resposta à noticia que alguns dos maiores ISPs norte-americanos vão começar a introduzir alertas para quem infringir “direitos autorais” tanto na indústria da música como no cinema, numa tentativa de redirecionar os utilizadores para serviços legais de streaming. A par destes alertas estão previstas duras sanções para quem ignorar os alertas de forma consecutiva.
McGuinness compara o novo sistema com os já introduzidos em países como França, Coreia do Sul e Nova Zelândia, e sugere que o Reino Unido,que recentemente aprovou a Lei da Economia Digital, siga o mesmo caminho.
O manager do U2, que tem liderado ao longo dos últimos 3 anos uma campanha junto dos ISPs para acabar com os downloads ilegais, afirmou ainda: ” isto tem sido angustiantemente lento, mas é um passo importante no debate internacional sobre música na era digital. A ideia é a de que os ISPs assumam as suas obrigações e impeçam o roubo dos direitos autorais nas suas redes“.

www.myway.pt

terça-feira, 12 de julho de 2011

A letra da versão definitiva da canção "Boy Falls From The Sky"

A canção "Boy Falls From The Sky", de autoria do U2, para o musical "Spider-Man: Turn Off The Dark", foi interpretada pela primeira vez em 2010 por Reeve Carney e o banda da peça, no programa de TV "Good Morning America". Naquele momento, a diretora da peça era Julie Taymor.


Pouco tempo depois, foi a vez do U2 apresentar a canção em um show da turnê 360° em Portugal.

A letra da primeira versão:

You can change your mind
But you cannot change your heart
It’s a compass and a map
The key to the chart

I’d be myself
If I knew who I’d become
You fly too high
And get too close to the sun

See how the boy falls from the sky

Not every wanderer
Is lost or far from home
I didn’t have to move so far
To find myself alone

Save, you save yourself
Can’t even get that right
I used to use a single thread to cross the sky
And now the eye of the needle is a heart denied

See how the boy falls from the sky

The city conducts a symphony
The search through shit for melody
A single scrap of dignity
In the junkyard of humanity

On the burning rubble and the sulphur sky
We look for clues yeah, you and I
Although the screams and the sirens wail
The Catholic light is up for sale

The subway screech soars down the drain
The thunder when there is no rain
So listen hard, listen again
To your own voice and the rain comes back

You know exactly what to do
The you and me, the we and you
Together you start the self esteem
And when you do
And when you do
And you believe


Em junho de 2011, quando foi lançada a trilha sonora de 'Spider-Man: Turn Off The Dark', que traz canções escritas por Bono e Edge do U2, a canção 'Boy Falls From The Sky' apareceu em sua versão de estúdio com letra diferente da que foi apresentada anteriormente pela banda do musical e pelo U2 em Portugal.
Bono e Edge reescreveram diversos trechos da letra e a canção foi regravada em estúdio, tudo isso devido à remodelação que a primeira versão da peça sofreu. O novo diretor é Phillip William McKinley.

A letra definitiva da canção:

You can change your mind
But you cannot change your heart
Your heart knows what you're hiding
Your heart knows where you are

I'd be myself if I knew who I'd become
You don't have to fly too high
To get too close to the sun

See the boy fall from the sky

You will always be in front of me
Even as I disappear from view
For I have not a single thing
Without the thought of you

But no, not here, not now, no way
I'm not ready to give up the fight
If I can use a single thread to cross the sky
Then why is the eye of the needle
Still your heart tonight

See how the boy falls from the sky

The city conducts a symphony
I'll search through the trash for a melody
That might lead us back to dignity
In this junkyard of humanity
To let you go without regret
I will forever hold you always in my heart inside
Over the screams and the siren's wail
The only thing not up for sale
Are lovers like lights on a midnight train
Hearts like thunder with no sign of rain
Lightening splits the sky, kisses your face
Yours is the sacrifice, yours is the grace
I hear your voice inside my head
I wil listen to nobody, not to no one else
From the bridge where we both stood and stole the view
I saw the you in me and the me in you
These are the threads that bind
The ones we have to weave
They will hold us true, I believe
I believe
Believe, believe, believe, believe
Believe, believe, believe
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