Bono co-escreveu a canção 'Drinkin' In The Day', lançada em 1995 no álbum Dirty Rotten Shame, de Ronnie Drew. Ronnie Drew era um membro do 'Dubliners', um grupo de música tradicional irlandesa. Quando chegou a hora de gravar um álbum solo, ele rompeu com a música mais tradicional e gravou um álbum de novas canções. Uma dessas canções era "Drinkin 'in the Day", escrita por Bono e Simon Carmody. Carmody foi um membro do "Village", um grupo de garotos de Dublin que saiam juntos durante toda a sua adolescência. Bono também foi membro da Village. Carmody fazia parte da banda The Golden Horde, que gravou um single no selo do U2, Mother Records, em meados dos anos 80.
Drinkin' in the Day: Written by Simon Carmody and Bono. Published by Mother Music ------------------- Áudio:
Bono fez chegar este poema ao povo de Timor Leste num dos aniversários do massacre de Santa Cruz, em 12 de novembro de 1995 .
Bono co-escreveu 'Love From A Short Distance', que foi lançada em forma de música no álbum de mesmo nome, em 1996, em prol das crianças do Timor Leste.
A canção no álbum é creditada à Bono, Soma, Senador Norris e Fernando Pires.
A letra do poema de Bono foi trasformada em música por Soma, e a gravação não contém vocais de Bono.
A performance da canção ficou por conta de Soma, nos idiomas Inglês e Tetum (a lingua da Republica Dominicana do Timor Leste). A canção também traz samplers do Senador David Norris lendo o poema, depois de sua fracassada tentativa de entregar pessoalmente a carta ao povo Timorense.
O encarte do CD diz: 'Este CD é uma declaração notável ao povo do Timor Leste dos melhores músicos contemporâneos indígenas e ocidentais ao redor do mundo.
A inspiração para o álbum veio da estrela do Rock da Irlanda, Bono do U2; que escreveu um poema em comemoração ao massacre de Santa Cruz.
Em novembro de 1995 o senador irlandês David Norris, tentou adentrar no Timor Leste para entregar o poema. Depois que vários jovens timorenses que vivem em Melbourne ouviram o poema de Bono, foi decidido colocar um pouco de música contemporânea sobre ele e lançá-lo em um esforço para elevar à uma audiência internacional o sofrimento dos timorenses'. A carta de Bono ao povo do Timor Leste também foi reproduzida no encarte do CD, juntamente com o poema:
"To the good people of East Timor. On behalf of myself, Bono and the band U2, on behalf of most scribes and poets, most music, film and object makers, both here in Ireland and around the world, please be sure that we know of your strife and that even if we are not allowed to see, you know that we hear of you, and that when we don't hear from you we think of you...all the more.
There is no silence deep enough
No black out dark enough
No corruption thick enough
No business deal big enough
No politicians bent enough
No heart hollow enough
No grave wide enough
To bury your story
And keep it from us.
Love from a short distance. Bono, November 12, 1995." -----------------------
Vídeo sobre o massacre de Santa Cruz: 12 de Novembro de 1991, no cemitério de Santa Cruz, em Dili, tropas indonésias que ocupavam indevidamente o território de Timor-Leste, dispararam indiscriminadamente contra civis, durante uma homenagem fúnebre a um jovem morto por elementos daquelas forças. Dezenas de pessoas morreram neste ataque. As imagens deste massacre, ao serem apresentadas nas televisões de todo o mundo, sensibilizaram a comunidade internacional para a dramática situação do povo timorense e contribuíram decisivamente para o processo de independência daquele território.
A Rolling Stone preparou uma edição especial para contar a história dos bastidores do já histórico concerto celebrando o aniversário de 25 anos do Rock and Roll Hall of Fame. O show contou com a união das lendas Bono, Mick Jagger e Bruce Springsteen, em um line-up eclético e repleto de figuras consagradas, como Lou Reed tocando com o Metallica, Stevie Wonder cantando com Smokey Robinson e Fergie e Will.i.am, do Black Eyed Peas, se juntando a U2 e Mick Jagger em Gimme Shelter. O show também contou com apresentações de Aretha Franklin, Crosby, Stills and Nash, Jerry Lee Lewis e Jeff Beck. A Rolling Stone traz a história por trás destes shows épicos, e um olhar sem precedentes nos bastidores de um dos maiores eventos de rock no sua mais recente edição 1092, lançada nos EUA.
Na 20° temporada do desenho Os Simpsons, o U2 foi citado no episódio 'Em Nome Do Avô (In The Name Of The Grandfather)'. A família Simpson vai a uma exposicão contra a vontade de todos, menos de Marge. Depois de passar um tempo lá, eles descobrem uma banheira de hidromassagem, que os faz comprar a mais cara de todas. Homer negligencia o vovô Simpson, e Marge faz ele compensar o vovô usando uma lista de coisas que o vovô gostaria de fazer antes de morrer. Por isso eles vão até um bar em Dunkilderry, Irlanda chamado O'Flanagan's. Anos atrás o vovô visitou o bar e foi a melhor noite da vida dele. Depois de passarem uma noite bebendo, os dois compram o decadente bar sem ter nenhuma noção da compra. Porém, eles logo descobrem que os bares não são mais populares na Irlanda por que não se podem fumar neles e por isso eles pedem ajuda ao Moe para conseguir dinheiro, deixando as pessoas fumarem no bar. Esse foi o primeiro episódio a estreiar primeiro na "Sky One" do Reino Unido, e depois na Fox. A fábrica de cerveja "Guinness" aparece no episódio. Também no episódio, em um outdoor na Irlanda; um anúncio da 'empresa de mudanças U2' mostra os quatro integrantes da banda e o slogan: 'Nos movemos de maneiras misteriosas', uma referência ao trecho 'she moves in mysterious ways', da canção Mysterious Ways da banda.-------------------------------------Vídeo: Link:http://video.filestube.com/video,7647e3d9f289166103ea.html
The Chimes foi um trio de dance music da Escócia, que trazia a vocalista Pauline Henry, juntamente com Mike Peden e James Locke.
Com uma regravação de I Still Haven't Found What I'm Looking For, do U2; o trio atingiu o Top 10 Inglês em 1990.
Bono na época comentou que foi a única versão cover que ele tinha ouvido e que realmente tinha gostado, pois a versão fazia justiça à original, e acrescentou: 'finalmente, alguém apareceu para cantá-la corretamente' ----------------------------
A ambiciosa turnê Zoo TV do U2 foi inovadora ao nível do aparato cênico e recursos multimídia utilizados, entre elas uma gravação de Lou Reed projetada num telão gigante, permitindo o dueto com Bono em "Satellite Of Love". Bono e Lou Reed fizeram algumas viagens pela América Central e África após se conhecerem pessoalmente durante as gravações do manifesto anti-apartheid Sun City, idealizado por Little Steven, guitarrista da E Street Band de Bruce Springsteen, em 1986. “Bono estava numa época de conflito interno, porque o U2 tinha virado a banda mais popular do planeta e ele começava a ser criticado de maneira dura sendo acusado de querer ser um Messias no palco, enquanto posava de rock star para a mídia. Ele chegou perto de mim um dia e começou a falar o quanto gostava do meu trabalho, de minha posição independente e que havia entrado numa encruzilhada na carreira. Não sabia mais se deveria continuar com o grupo. Comecei a perceber que era apenas um garoto agoniado com o estrelato, que tinham colocado todo o peso do mundos nas suas costas e que não sabia como lidar com o fato. Sentamos e ele ficou falando horas e horas da vontade de viajar pelo mundo e ver com seus próprios olhos os problemas dos pobres. Quando me convidou, meu primeiro impulso foi dizer não, pois não sou um “working class hero”, mas aos poucos a idéia foi me seduzindo e aceitei a empreitada. E por mais que soe piegas, aprendi muito com ele.” A amizade ficou tão forte que ao escrever “Beginning of a Great Adventure”, uma brincadeira sobre qual nome daria a um filho se tivesse, incluiu o nome do cantor irlandês na lista. O vídeo de Lou Reed cantando a canção 'Satellite Of Love', exibido no telão do show do U2, foi gravado em 13 de Agosto de 1992, no dia em que o U2 se apresentaria em East Rutherford, New Jersey. Esta gravação foi utilizada posteriormente para permitir o dueto virtual entre Reed e Bono. 'Satellite Of Love' é do disco 'Transformer', de Lou Reed.
Meses atrás, uma coalizão belga de ONGs convocou 10 mil pessoas para participar de uma grande coreografia em uma praia de Oostende, no norte da Bélgica, e gravar um videoclipe, em uma iniciativa destinada a pedir um acordo político global contra a mudança climática. Esta “cine-manifestação” foi dirigida pelo diretor belga Nic Balthazar, e buscava superar o sucesso da convocação semelhante do ano passado, que reuniu cerca de 6 mil pessoas na praia do Mar do Norte. A iniciativa foi para pressionar os líderes políticos de todo o mundo para que “alcancem um acordo sobre a redução drástica das emissões de gases que causam a mudança climática”, afirmou a Coalizão Climat, em seu site. Os participantes dançaram ao ritmo de “Magnificent”, música do U2, cujos direitos foram especialmente cedidos pela banda para a filmagem do videoclipe, segundo os organizadores. A coreografia foi inspirada nos espetáculos característicos das produções de Bollywood, “para lembrar que o clima é um assunto de todos, tanto do norte quanto do sul”, informou a Coalizão Climat. Vários sindicatos e diversas associações civis participaram, assim como uma longa lista de artistas belgas e milhares de voluntários, segundo os organizadores. ---------------------------------- Vídeo:
No final da década de 1950, o adolescente inglês Jimmy Page já tocava guitarra, mas não aguentava mais ouvir o som dos jovens de sua geração 'skiffle', um parente do rockabilly com influência de jazz, blues e country. Page queria algo novo. Nos anos 80, David Howell, também inglês, mas radicado em Dublin, Irlanda, andava inconformado com a violência cometida pelos terroristas e pela polícia em seu país. Ele queria denunciar tudo aquilo.
Já em Detroit, nos Estados Unidos, nos anos 90, o garoto Jack White morava em um bairro de negros e latinos onde só se tocavam hip hop e música eletrônica. Ele queria ouvir outra coisa. Em 2008, o diretor Davis Guggenheim (ganhador de um Oscar em 2007 com o filme Uma Verdade Inconveniente, filmagem das palestras sobre aquecimento global feitas pelo ex-vice-presidente americano Al Gore) reuniu em um estúdio os três inconformados.Jimmy Page, um sessentão, foi o revolucionário guitarrista do Led Zeppelin. David Howell se tornou conhecido pelo apelido The Edge e emprestou sua pegada tecnológica ao grupo U2.
O som radical de Jack White pode ser ouvido em diversas bandas, das quais a mais famosa é o White Stripes. Jimmy Page é filmado em Londres. Cercado de vinis, mostra os sons que o influenciaram na vida. Um dos momentos mais divertidos é quando coloca Rumble, de Link Wray, no toca-discos e começa a fazer uma espécie de "air guitar" com os braços. Sorrindo, diz: "Isso é demais. Olha como ele usa o vibrato do amplificador depois da segunda parte". Já Jack White está no Tennessee quando a equipe de filmagem chega ao seu território. O cantor está no meio do deserto, com bois e vacas o observando. Durante um ano, o diretor Davis Guggenheim se desdobrou durante três cidades carregando sete câmeras. Tudo para que passagens como a cena em que The Edge mostra as fitinhas cassete de "Joshua Tree" (álbum de 1987 do U2) que originaram composições como "Where the Streets Have no Name" fossem captadas da maneira mais natural possível.
O resultado poderá ser visto nos cinemas à partir deste mês em 'A Todo Volume', um documentário sobre o encontro histórico, focado principalmente na relação apaixonada dos músicos com seu instrumento. No início do filme, White mostra como é possível fazer uma guitarra com um pedaço de madeira, alguns pregos e uma garrafa de vidro. Pula-se para outra cena, na qual Page compara o instrumento ao corpo de uma mulher. Mas ao longo da obra entra-se na natureza e sentimentos dos três com muita sutileza. Com vários depoimentos e dezenas de cenas históricas magníficas, fica-se sabendo como a guitarra colou-se àquelas vidas como segunda pele. O filme também mapeia as inovações de cada um. Page, por exemplo, conta como criou a lendária guitarra de dois braços para acomodar, ao mesmo tempo, a melodia e o acompanhamento no clássico Stairway to Heaven. The Edge também foi revolucionário à sua maneira. Não pelo virtuosismo do domínio do instrumento, mas por sua obsessão por processadores de som digital e o uso de uma vasta parafernália eletrônica para alcançar o "som perfeito". O melhor momento, no entanto, é quando os três se juntam e revisitam as próprias composições. São cenas antológicas que ajudam a fazer de 'A Todo Volume' uma raridade. Documentários sobre música são em geral frios e aborrecidos. Este, ao contrário, informa e empolga. Uma declaração de amor à guitarra. Nada mais justo. O filme foi exibido no último mês na '33ª Mostra Internacional de Cinema', e estréia este mês em salas de cinemas.
Ficha Técnica: Título inglês: It Might Get Loud Diretor: Davis Guggenheim Elenco: The Edge, Jimmy Page, Jack White Ano de produção: 2008 País: Estados Unidos Duração: 97 min.
Cerca de 70 mil pessoas compareceram em 2007 ao concerto "Sua Voz Contra A Pobreza (Voice Against Poverty)" que tocou clássicos do pop, música étnica e uma canção protesto para reivindicar que o grupo de países mais ricos do mundo e a Rússia (G8) cumprissem suas promessas de ajudar a África. O festival, organizado pelos músicos Bob Geldof, Bono e pelo alemão Herbert Grönemeyer, reuniu na cidade portuária de Rostock artistas de países em desenvolvimento, como os nicaragüenses Perrozompopo e o ugandense Peter Miles, com grupos locais como Die Toten Hosen e Silvermond. O principal momento da "cúpula do rock", como os organizadores batizaram o concerto, foi quando músicos como Bono, Geldof e Youssou N'Dour se uniram no palco para interpretar "Carry That Weight", dos Beatles, e "Get Up, Stand Up", de Bob Marley. A canção dos Beatles, que trata da má consciência, foi dedicada à chanceler Angela Merkel e levou o público ao delírio quando um boneco de tamanho real da chefe do Governo dançou no palco. Quando começou a tocar "Get Up, Stand Up", que faz um convite para as pessoas se levantarem em defesa de seus direitos, os músicos chamaram os presentes a se sentar. Também participaram do concerto artistas como Mo'Some Big Noise, de Moçambique; Leo Muntu, da Zâmbia; Bassekou Kouyate, de Mali; e Bangla, de Bangladesh. Os organizadores explicaram que esses artistas representam o P-8, os oito países mais pobres do planeta, em oposição ao G8, cujos líderes se reúnem até sexta-feira no luxuoso balneário de Heiligendamm. Bono, líder do U2, pediu no palco que o G8 cumprisse as promessas feitas na cúpula de Gleneagles (2005), na qual se comprometeram a investir US$ 25 bilhões na África até 2010. "Eles estão nos ouvindo; a dois quilômetros de distância, mas nos ouvem e isso é o que importa", exclamou Bono em referência às fortes medidas de segurança e à cerca de arame de doze quilômetros que separam os manifestantes dos oito líderes. O cantor Campino, de Die Toten Hosen, também brincou sobre esta questão. Ele compôs uma canção especificamente para o festival chamada "Angela Merkel celebra uma festa mas não nos convida". Bono e Geldof, que participou dos grandes concertos do Live 8 em 2005, incentivaram a sociedade a se "movimentar" e a lutar pelos direitos dos desfavorecidos. O concerto, que durou quase seis horas, terminou com Bono eufórico cantando em inglês e alemão com o germânico Grönemeyer, que, entre uma música e outra, pediu ao G8 que "faça justiça na África de uma vez". O lema "Mantenham suas promessas" foi cantado por Bono e os 70 mil espectadores no final do concerto, que aconteceu de forma pacífica e sem incidentes significativos, de acordo com fontes policiais. --------------------- Vídeos:
O U2 abriu a premiação do MTV Europe Music Awards com um concerto especial gratuito para milhares de fãs em frente ao Portão de Brandemburgo, em Berlim, na Alemanha. A cerimônia anual da MTV, uma das maiores noites do calendário da música pop fora dos Estados Unidos, aconteceu na capital alemã em homenagem ao 20° aniversário da queda do Muro de Berlim. A banda abriu o show com uma versão mais curta de "One", enquanto projetores lançavam raios de luz ao céu. E a projeção de luzes no palco foi inesquecível. "Berlim, du bist wunderbar (Berlim, você é maravilhosa)", disse Bono, cumprimentando a multidão em alemão. Bono lembrou da relação da banda com a cidade: "Há 20 anos, estávamos num estúdio, nesta cidade, gravando nosso disco "Achtung Baby". Na época, estávamos tentando sobreviver e escrevemos uma música chamada "One", que nos levou de volta ao topo. Portanto, muito obrigado, Berlim", disse Bono. O Muro de Berlim, um símbolo da Guerra Fria que dividiu a cidade, caiu em 9 de novembro de 1989, contribuindo para a reunificação da Alemanha Oriental e Ocidental onze meses depois. O U2 tocou um set de 6 canções, e o artista de hip-hop Jay-Z se uniu à banda no palco durante a música "Sunday Bloody Sunday". Na premiação do EMA 2009, o U2 levou o primeiro troféu da noite, de melhor performance ao vivo. Mas apesar da celebração da queda do muro, um outro muro (desta vez cenográfico), construído para o show do U2, causou polêmica e protestos entre os berlinenses. Os organizadores resolveram erguer uma cerca de dois metros para restringir o tamanho da platéia. Centenas de fãs ficaram do lado de fora da cerca tapada com um tecido branco e erguida em volta do simbólico Portão de Brandenburgo. Mas enquanto o U2 tocava Sunday Bloody Sunday, centenas de pessoas invadiam a área reservada. A polícia informou que cerca de 100 mil pessoas, dez vezes mais do que o permitido, tentaram conseguir um lugar perto do palco. A produção do U2 não quis comentar a polêmica. Ironia de se construir uma cerca justamente num evento gratuito para celebrar os 20 anos da queda de uma outra barreira: o Muro de Berlim.
Vídeo do backstage: Setlist da noite: 1. One 2. Magnificent 3. Sunday Bloody Sunday ( with Jay-Z) 4. Beautiful Day 5. Vertigo 6. Moment Of Surrender
The Sweetest Thing é uma canção do U2, lançada originalmente em 1987 como um lado B do single de "Where The Streets Have No Name".
A canção foi regravada mais tarde, re-lançada, rebatizada para 'Sweetest Thing' e lançada como um single para promover a primeira coletânea da banda, The Best of 1980-1990, de 1998.
A canção foi escrita por Bono como um pedido de desculpas à sua mulher Ali Hewson por ter que trabalhar no estúdio durante a sessões de Joshua Tree, justamente no dia do aniversário dela.
A pedido de Alison, os lucros do single foram revertidos para caridade, favorecendo o 'Chernobyl Children's Project International'. Confira no link o áudio da versão demo da canção, em um dos primeiros ensaios da música no ano de 1986, nas sessões de gravações do álbum The Joshua Tree.
Uma versão bem diferente da versão final da canção. Bono cantando uma letra diferente e usando bem sua voz. O curioso é que esta versão é citada como um teste para o sistema de gravação do álbum 'The Joshua Tree' e segundo a pessoa que realizou e disponibilizou esta gravação, quem participou deste registro foram: Piano: Selene (?) - Guitars: Steve Rainford (técnico de guitarra de Edge na época), Pat MacArthy (engenheiro de som), Jeremy Wilson (engenheiro de som) - Vocal Chorus: Pat MacArthy, Steve Rainford, Jeremy Wilson, Bono - Drums: Larry Mullen Uma preciosidade da fase de ouro da banda. ------------------------------------------ Curiosidade: em 1998, para promover o relançamento da canção, foi lançada na Inglaterra uma barra de chocolates de 'Sweetest Thing'.
A barra trazia na embalagem o nome da canção, o nome da banda e uma foto do garoto com a máscara de gás, igual a capa do single. Na parte de trás da embalagem, veio citado como ingredientes: Sweetest Thing (The Single Mix), Twilight (Live from Red Rocks), An Cat Dubh (Live from Red Rocks), Out of Control (Live from Boston) e Stories for Boys (Live from Boston). Vinha escrito como instrução: "Para ser consumido em 19.10.98" e uma nota trazia a informação que a barra de chocolate tinha sido manufaturada pela "Island Confectionary". O código de barras do chocolate trazia a numeração "1980 1990 ".
No início de 1996, o mundo especulava sobre o novo álbum do U2.
Os rumores eram que a melhor banda de rock do mundo, estaria gravando um álbum hip hop, techno e trance. Afinal, eles tinham contratado nomes da cena dance como Nellee Hooper e Howie B. para trabalhar no álbum. Em 26 de Outubro de 1996, 30 segundos de uma demo da nova música do U2, denominada de Discothéque; foi transmitida via Internet.
A banda disse que uma demo inacabada da canção havia sido roubada do estúdio de gravação.
Dois meses depois do alvoroço dos fãs no mundo todo com esses 30 segundos da nova canção, em 27 de Dezembro de 1996 essa demo foi transmitida numa rádio, dessa vez na íntegra.
A canção mesmo crua, não mixada; era diferente de tudo que o U2 tinha feito. Realmente, era mais uma inovação da banda, uma adaptação aos novos tempos. Somente no dia 07 de Janeiro de 1997, a canção Discothèque já finalizada, ganhou sua primeira transmissão oficial no rádio.
Com duração de 04:10, essa versão inacabada da canção, denominada de 'Stolen Demo Version', é uma preciosidade para os fãs da banda.
“Mysterious Ways” (que fala dos mistérios do princípio feminino) foi lançada no álbum 'Achtung Baby', do U2. Uma canção bem leve, dançante, que mostra em seu videoclipe a banda em Marrocos, e um Bono descolado com sua camisa de babados, além de uma dançarina do ventre.
Em 1991, foi lançado em modo promocional um kit do álbum 'Achtung Baby' para a imprensa, chamado 'Achtung Baby Solicitation Kit', que continha uma fita cassete trazendo um medley de 4 canções que seriam os singles do álbum.
O trecho de mais de 2 minutos de "Mysterious Ways" contido no K7 é um mix alternativo da canção, diferente da versão do álbum 'Achtung Baby' e diferente também da versão modificada da música, incluída na coletânea 'The Best Of U2 1990 - 2000'.
A mudança mais significativa está na letra, que tem o trecho ' She wants you. You don't know why. She sees the man inside the child........'.
O músico, fã e colaborador Márcio Fernando oferece uma edição da versão original de "Mysterious Ways", mesclada com o take alternativo do trecho da canção contido no cassete promocional 'Achtung Baby Solicitation Kit'.
Na desolada e contaminada área de testes nucleares conhecida como Terra dos Sonhos, nas montanhas de Nevada entre Las Vegas e Reno, o jovem casal Megan e Dylan param em um bar de beira de estrada, onde ouvem sobre a infame “Área 51”, uma base secreta do governo a algumas milhas dali. Depois de retornarem à estrada, Dylan liga o rádio... e a única transmissão que conseguem pegar é um discurso de Hitler nas Olimpíadas de 1936. De repente, o motor do carro morre, e Megan, Dylan e seu Lincoln enguiçado ficam abandonados no deserto escuro. De dentro da noite, um visitante aparece na janela traseira do carro… um visitante de outra época. Apavorados, Megan e Dylan correm do carro para a escuridão, onde sua incrível jornada está apenas começando... O filme já se inicia com Where The Streets Have No Name, do U2. O curioso é que é uma versão instrumental da canção, e ao que parece; é uma versão cover.
Obs. A Área 51 é uma base aérea governamental situada em Nevada (EUA). Foi de lá que veio o U-2 (avião espião que sobrevoou as bases da União Soviética na Guerra Fria). ----------------------------- Trailer: